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Sob o comando de Jorge Jesus, o Al-Nassr sagrou-se campeão do Campeonato Saudita. O título veio na última rodada diante do Dhamk, com vitória por 4 a 1, com gols de Sadio Mané, Coman e Cristiano Ronaldo (duas vezes).
O brasileiro Ângelo, que teve uma temporada de destaque na equipe, vibrou com a conquista.
``Esse é um dos momentos mais especiais na minha vida. O grupo todo está de parabéns pela entrega em todas as partidas. É um sonho realizado ser campeão aqui. Sempre que entro procuro fazer o meu melhor´´, vibra Ângelo, de 21 anos.
``Quero agradecer à minha família pelo apoio, à comissão técnica e ao treinador que também acreditou em mim, na minha evolução e no meu trabalho. Foi uma mudança que ele enxergou necessária no meu estilo e sou grato a isso. Hoje, sou um novo jogador´´, finaliza Ângelo.
Na temporada 2025/2026, ele atuou em 40 partidas, com oito gols e 12 assistências, sendo alguns dos gols fundamentes para as vitórias, assim como as assistências.
O Al-Nassr encerrou a competição na primeira colocação, com 86 pontos somados, com 28 vitórias, dois empates e quatro derrotas.
Fonte e foto: Tuddo
Levantamento do Bolavip Brasil mostra que o português já foi advertido em 42 oportunidades, sendo 38 cartões amarelos e quatro vermelhos. Foram considerados os cartões aplicados no Brasileirão, na Premier League (Inglaterra), na La Liga (Espanha), na Ligue 1 (França), na Serie A (Itália) e na Bundesliga (Alemanha) entre 2020 e 2025, no caso do Brasil, e entre as temporadas 2020/2021 e 2025/2026, no caso das ligas europeias.
O segundo com mais advertências também vem do futebol brasileiro. Fernando Diniz, atualmente no Corinthians, recebeu 33 cartões amarelos e quatro vermelhos.
De fora do Brasil, o técnico que mais vezes recebeu a punição da arbitragem é Simone Inzaghi, no Campeonato Italiano. O atual técnico do Al-Hilal (Arábia Saudita) soma 33 cartões, sendo 29 amarelos e quatro vermelhos. Na Itália, ele passou pela Internazionale e pelo Lazio neste período.
Técnico croata é o mais expulso nas principais ligas do mundo
O levantamento descobriu que Ivan Juric é o técnico mais vezes expulso no futebol mundial neste período. Com nove cartões vermelhos e 21 amarelos, ele soma 30 advertências no comando Hellas Verona, Torino, Roma e Atalanta. Atualmente ele está sem clube.
Jorge Sampaoli, ex-Flamengo e Atlético Mineiro, é o único que aparece no top-10 de cartões de duas ligas distintas. No período, o argentino somou 12 amarelos tanto no Brasileirão quanto na Ligue 1.
Ao todo, o Brasileirão aparece na ponta com 465 cartões para os treinadores, com 11 a mais que a Itália, que soma 456. Porém, são 89 expulsões no futebol italiano contra 63 do Brasil. Das principais ligas, a que menos conta com técnicos recebendo cartões é a Alemanha, com 210, sendo somente 11 expulsões. Na Inglaterra, são 17 vermelhos.
Os técnicos mais punidos com cartões nas principais ligas nacionais do mundo*
Brasil - Abel Ferreira (Palmeiras): 42 cartões
Itália - Simone Inzaghi (Lazio e Internazionale) - 33 cartões
Espanha - José Bordalás (Getafe e Valencia): 28 cartões
França - Michel Der Zakarian (Montpellier e Brest): 18 cartões
Alemanha - Marco Rose (Borussia Mönchengladbach, Borussia Dortmund e RB Leipzig): 16 cartões
Inglaterra - Pep Guardiola (Manchester City): 15 cartões
*Dados obtidos com o auxílio da plataforma de estatísticas Opta
Leonardo Jardim mais tranquilo que Abel Ferreira
Se por um lado, Abel é o mais punido, a calma à beira de campo é uma marca registrada de Leonardo Jardim. No sábado (23), os dois técnicos portugueses se enfrentarão no clássico de maior rivalidade no futebol brasileiro na atualidade, o duelo entre Flamengo e Palmeiras.
O duelo é entre os dois primeiros da Série A do Brasileirão. Abel, inclusive, ficou fora por sete partidas por suspensão, mas estará no banco diante do Rubro-Negro. Já Jardim não soma nenhuma ausência por suspensão desde sua chegada ao Brasil. Ele só recebeu duas vezes o cartão amarelo, ambos no ano passado, à frente do Cruzeiro, num total de 50 partidas de Brasileirão disputadas.
Sobre o Bolavip Brasil
O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.
O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).
Você sabia que a Seleção Brasileira nem sempre vestiu amarelo? O branco era a cor principal do nosso uniforme até que a derrota na final de 1950 para o Uruguai, em pleno Maracanã, provocou a mudança nas cores do time nacional. A origem da icônica “camisa canarinho” será contada na exposição temporária Amarelinha, que entra em cartaz no Museu do Futebol a partir de 22 de maio, como parte das ações especiais da instituição para o ano de Copa do Mundo da FIFA de futebol masculino.
A mostra revisita a trajetória de um símbolo que saiu dos campos para se tornar parte da cultura brasileira e referência no imaginário global do futebol, reunindo 18 camisas de lendários jogadores, como Sócrates, Rivellino, Ronaldo e Vini Jr. Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.
``Com camisas de ídolos que jogaram ao longo dos últimos 70 anos, a exposição Amarelinha vai ser uma oportunidade de gerar diálogo entre várias gerações de fãs do futebol brasileiro. Elas são testemunhos de conquistas, momentos decisivos e também tristes que marcam a nossa história no esporte – e na vida. Queremos que a exposição desperte o orgulho pela alegria do nosso futebol, que está na nossa identidade como brasileiros´´, afirma a secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo, Marília Marton.
Com curadoria do jornalista Marcelo Duarte e da equipe do Centro de Referência do Futebol Brasileiro - núcleo do Museu do Futebol dedicado à pesquisa e acervos –, a mostra recebeu peças emprestadas de cinco colecionadores de camisas: Marcelo Monteiro, Thiago Succar, Salomão Furer Jr., Cássio Brandão e Rodrigo Viana. Amarelinha conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil e Sabesp. A Temporada 2026 do Museu do Futebol é uma realização do Governo do Estado de São Paulo e do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet.
As camisas selecionadas para a exposição estiveram efetivamente em mundiais, entre 1958 e 2022. Entre elas, há “camisas suadas”, realmente usadas por jogadores que entraram em campo; “camisas usadas”, ou seja, vestidas por jogadores que ficaram no banco de reserva; e “camisas preparadas”, itens que foram levados para o torneio. São exibidos na exposição uniformes utilizados por Vinícius Jr. nas quartas de final da Copa de 2022, e Didi, campeão do mundo em 1962, além de uniformes usados por lendas como Sócrates, Ronaldinho Gaúcho e Rivellino, entre outros.
Especialmente para a exposição, o Museu do Futebol vai recolocar em exibição a camisa usada por Pelé na final da Copa de 1970, contra a Itália, quando o Brasil se sagrou tricampeão. A peça, que faz parte do acervo do Museu, volta à vitrine especialmente construída para ela na Sala Pelé, que faz homenagem ao Rei do Futebol, na exposição principal do Museu. Em uma vitrine ao lado, será também apresentada camisa da Seleção Brasileira de 1994, autografada pelos heróis do tetracampeonato mundial, em celebração a uma das maiores conquistas da história do futebol brasileiro.
Materialidade e preservação
Amarelinha propõe a valorização das camisas não apenas pelo que representam simbolicamente, mas também por sua materialidade e sobre as questões relacionadas à fabricação, uso, colecionismo, preservação e conservação - um trabalho contínuo e multifacetado que envolve técnicas e profissionais de diversos campos. Assim, a mostra tem módulos dedicados a apresentar o tecido: há um glossário têxtil, mostrando os vários tipos de tecituras, uma linha do tempo mostrando o desenvolvimento das técnicas de confecção de camisas, e uma camisa tátil, que poderá ser tocada pelos visitantes.
``Amarelinha é uma oportunidade única de olhar para a camisa da Seleção Brasileira para além do símbolo que todos conhecemos. Cada uma dessas 18 peças carrega histórias de jogo, de atletas, de torcidas, de design e de tecnologia têxtil. Reuni-las no Museu do Futebol, a partir de coleções particulares e em diálogo com o público, é um acontecimento especial: um convite para observar essas camisas como objetos de museu, em todas as suas camadas de memória, informação e significado´´, afirma a diretora técnica do Museu do Futebol, Marília Bonas.
História
A mostra apresenta ainda a história da criação da camisa amarela: depois da derrota do Brasil para o Uruguai em pleno Maracanã, na final da Copa de 1950, um concurso nacional foi criado pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD) e pelo jornal Correio da Manhã para substituir o uniforme da Seleção Brasileira, que até então era branco. Um dos requisitos do concurso era que o uniforme utilizasse as quatro cores da bandeira nacional. A proposta vencedora foi a de Aldyr Schlee que, ironicamente, morava na fronteira entre o Brasil e Uruguai e tinha simpatia por nossos algozes do Maracanazo. Ele sugeriu o uso do amarelo ouro na camisa, com gola e punhos em verde, e o calção azul cobalto. O branco entrou nos meiões.
Toda essa história é mostrada na exposição por meio dos desenhos de Aldyr, além de experiências interativas analógicas e digitais que apresentam uniformes e curiosidades das camisas de Copas. "A história de Aldyr Schlee, criador da camisa amarela, é bastante curiosa. Ele morava na divisa do Brasil com o Uruguai e se sentia com o coração dividido. A parte que mais me toca é que, ao saber que o Uruguai havia derrotado o Brasil na final da Copa de 1950, Aldyr não entendia se as lágrimas eram de alegria ou tristeza. Amarelinha é uma chance rara de ver tantas camisas históricas reunidas. O alto valor das relíquias da Seleção Brasileira tem levado essas peças para fora, compradas por grandes colecionadores internacionais.", disse Marcelo Duarte, curador da exposição.
Interatividade
A área interativa da exposição convida o público a participar de forma simples e direta. Por meio de um totem, o visitante escolhe o conteúdo que deseja explorar e acompanha a exibição em uma tela de projeção. É possível optar por dois caminhos, um é de visualização de fichas de todas as seleções que já participaram de Copas, que contém ilustrações de seus uniformes e informações relevantes e o outro é acessar uma seleção de curiosidades relacionadas às peças mais significativas das edições das Copas do mundo.
Entre as curiosidades apresentadas, o público poderá conhecer, por exemplo, histórias sobre partidas marcantes em que determinadas camisas foram utilizadas, detalhes sobre jogadores que vestiram esses uniformes e informações sobre mudanças no design ao longo das décadas. Um conteúdo pensado em parceria com o FutBox. A proposta é oferecer uma experiência dinâmica, que amplia o entendimento sobre os itens expostos e aproxima o visitante das narrativas que envolvem cada camisa ou seleção.
``Há tempos que o Museu do Futebol trabalha pontualmente com o universo das camisas de times em suas programações culturais e projetos expositivos. Porém, com a exposição Amarelinha, chegou a hora de celebrar e apresentar ao público mais amplo o icônico universo do objeto mais aclamado do futebol: as camisas da seleção com suas curiosas histórias, texturas e visualidades. É com alegria que realizamos não somente as exibições das peças, mas debatemos toda a cadeia criativa, de produção e até da natureza dos tecidos que originam as Amarelinhas e suas correlatas boleiras´´, finalizou Maíra Machado, coordenadora do Núcleo de Exposições e Programação Cultural do Museu do Futebol.
Conheça a exposição módulo a módulo
Amarelinha é dividida em três eixos: Antes da Amarelinha, Camisa: vestimenta, expressão, documento e Seleções e Copas.
Antes da Amarelinha aborda a criação da camisa amarela em 1953, após a rejeição do uniforme branco usado até a Copa de 1950. O núcleo apresenta documentos, imagens e um audiovisual sobre o concurso vencido por Aldyr Garcia Schlee, além de contextualizar o impacto da derrota de 1950 na construção desse novo símbolo.
Camisa: vestimenta, expressão, documento reúne as 18 peças centrais da exposição e propõe um olhar ampliado sobre a camisa, para além da função esportiva. As peças revelam identidades, contextos culturais e momentos marcantes do futebol brasileiro. O eixo inclui, ainda, uma instalação com verbetes sobre o universo têxtil e uma mesa sensorial, onde o visitante pode observar, por meio de microscópio digital e painéis táteis, as diferenças entre tecidos como algodão e poliéster.
Seleções e Copas apresenta uma linha do tempo que relaciona as transformações das Copas do Mundo à evolução dos uniformes. O espaço reúne curiosidades, informações sobre as 84 seleções que já participaram do torneio e depoimentos de jogadores sobre o significado da camisa em diferentes gerações.
SERVIÇO
Museu do Futebol
Exposição temporária Amarelinha
De 22 de maio a 6 de setembro de 2026.
Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo
De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)
Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)
R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)
Crianças até 7 anos não pagam
Grátis às terças-feiras
Garanta o ingresso pela internet:
Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas
SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL
Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.
O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.
PATROCINADORES E PARCEIROS
A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil, Sabesp; apoio da Farmacêutica EMS, Itaú Unibanco; Arkema; Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e dos parceiros de mídia Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.
O Santos anunciou que vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para tentar anular a derrota por 3 a 0 para o Coritiba, após uma confusão envolvendo a substituição de Neymar durante a partida ocorrida no último domingo (17).
O clube paulista sustenta que houve erro da arbitragem na condução da substituição e afirma que a troca teria sido realizada contra a orientação da comissão técnica. A estratégia jurídica do Santos será tentar caracterizar o episódio como “erro de direito”, hipótese excepcional que pode levar à anulação de uma partida segundo o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
Para o advogado Alberto Goldenstein, especialista em Direito Desportivo e sócio-fundador do GMP G&C Advogados Associados, o caso levanta questionamentos relevantes sobre o procedimento adotado pela arbitragem, mas o pedido de anulação enfrenta obstáculos jurídicos significativos.
``Há um possível erro operacional ou procedimental, talvez até uma falha na condução da substituição. Mas mesmo que isso fique comprovado, não é suficiente para anular a partida´´, afirma o advogado, que também é presidente da Comissão de Direito Desportivo da OAB Paraná.
O que caracteriza “erro de direito”
Segundo Goldenstein, o ponto central da discussão será diferenciar erro de fato e erro de direito, distinção fundamental no Direito Desportivo.
“Erro de fato envolve percepção ou interpretação equivocada de uma situação concreta de jogo. Já o erro de direito ocorre quando a regra é aplicada de forma incompatível com o seu conteúdo´´, explica.
No entendimento do especialista, o episódio noticiado até agora parece se aproximar mais de uma falha operacional ou de comunicação do que propriamente de um erro jurídico apto a justificar a anulação da partida.
``O Santos tenta enquadrar o caso como erro de direito, mas o STJD precisará verificar se houve realmente aplicação incorreta da regra ou apenas um problema de comunicação na substituição´´, afirma.
O que dizem as regras da IFAB
As regras internacionais da International Football Association Board determinam que a substituição se concretiza quando o jogador substituto entra em campo com autorização da arbitragem.
Nesse contexto, se o atleta que entrou foi autorizado oficialmente para substituir Neymar, a tendência jurídica é considerar a substituição consumada, mesmo que tenha havido erro anterior na identificação do jogador a sair.
``Caso confirmado que houve falha ou até omissão da arbitragem é possível que gere responsabilização da equipe de arbitragem, mas não conduz automaticamente à anulação do jogo´´, explica Goldenstein.
Anulação exige requisitos rigorosos
O CBJD estabelece critérios bastante restritivos para anulação de partidas. De acordo com o artigo 259, §1º, a partida só pode ser anulada quando houver erro de direito comprovado; relevância suficiente para alterar o resultado; e nexo entre a irregularidade e o desfecho da partida.
Para o especialista, esse último ponto representa um desafio importante para o Santos. “O clube perdeu por 3 a 0. Isso não impede a discussão jurídica, mas torna muito mais difícil demonstrar que o episódio teve impacto determinante no resultado”, afirma.
Goldenstein destaca ainda que a Justiça Desportiva costuma aplicar o princípio do pro competitione, que busca preservar resultados esportivos sempre que possível.
``A anulação de uma partida é medida excepcionalíssima. O tribunal tende a intervir apenas quando há um vício jurídico grave e determinante para a integridade da competição´´, explica.
Fonte: P+G Trendmakers
Dos 26 nomes da lista de Ancelotti, apenas o goleiro Éderson, o zagueiro Ibañez e o lateral esquerdo Douglas Santos não disputaram a Copinha em seus inícios de carreira, o que faz essa lista superar a da Copa anterior, disputada no Catar, quando 84% dos jogadores - 22 dos 26 convocados - haviam disputado a competição. Antes, destacavam-se neste quesito as seleções de 2002 e 2006, com 82% dos atletas - 19 de 23 - que percorreram este caminho.
O número de atletas que despontaram na Copinha e, posteriormente, disputaram uma Copa do Mundo cresceu ao longo dos anos, passou por uma oscilação, mas atingiu patamares bastante altos nas últimas convocações. De 40% em 1978, ano em que aconteceram as primeiras convocações de jogadores que disputaram a Copinha, passou para 45% em 1982, 1986 e 1990; 59% em 1994; 54% em 1998; 82% em 2002 e 2006; caiu para 73%, 69% e 60% em 2010, 2014 e 2018; atingiu 84% em 2022; e, finalmente, chegou aos 88% em 2026.
Da lista de Ancelotti para a Copa do Mundo que começa para o Brasil em 13 de junho, às 19h, quando enfrenta o Marrocos, destaque para o Flamengo, que revelou Lucas Paquetá, Vinicius Júnior e Wesley nas Copinhas de 2016, 2017 e 2022, respectivamente. Os anos que mais renderam revelações para essa lista foram 2015, 2016 e 2017, com dois jogadores cada além de Bruno Guimarães, que jogou as três edições.
Weverton, atualmente no Grêmio, é o atleta que vai para essa Copa e disputou a Copinha há mais tempo: ele defendeu o Juventus do Acre em 2005 e depois o Corinthians em 2006. Por outro lado, o último a atuar pela Copinha foi o atacante Rayan, atualmente no Bournemouth da Inglaterra e que disputou o torneio pelo Vasco da Gama em 2023.
Além de ser palco para a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior, os clubes do Estado de São Paulo também se destacam com 10 dos jogadores convocados tendo disputado a Copinha por times paulistas. Destaque para equipes como Desportivo Brasil, de Porto Feliz; Audax, de Osasco; Paulínia, da cidade homônima; e o Ituano, de Itu, com um jogador cada.
Confira a lista dos convocados por Carlo Ancelotti que jogaram a Copinha:
Goleiros
Alisson, pelo Internacional em 2011
Weverton, pelo Juventus-AC em 2005 e pelo Corinthians em 2006
Laterais
Alex Sandro, pelo Athletico em 2008
Danilo, pelo América-MG em 2009
Wesley, pelo Flamengo em 2022
Zagueiros
Bremer, pelo Desportivo Brasil em 2015
Gabriel Magalhães, pelo Avaí em 2016
Léo Pereira, pelo Athletico em 2013
Marquinhos, pelo Corinthians em 2012
Meio-campistas
Bruno Guimarães, pelo Audax em 2015, 2016 e 2017
Casemiro, pelo São Paulo em 2009 e 2010
Danilo, pelo Palmeiras em 2020
Fabinho, pelo Paulínia em 2011 e pelo Fluminense em 2012
Lucas Paquetá, pelo Flamengo em 2016
Atacantes
Endrick, pelo Palmeiras em 2022
Gabriel Martinelli, pelo Ituano em 2018 e 2019
Igor Thiago, pelo Cruzeiro em 2020
Luiz Henrique, pelo Fluminense em 2019 e 2020
Matheus Cunha, pelo Coritiba em 2017
Neymar, pelo Santos em 2008
Raphinha, pelo Avaí em 2015
Rayan, pelo Vasco da Gama em 2022 e 2023
Vinicius Júnior, pelo Flamengo em 2017
Fonte: FPF / Raoni David
As 16 equipes foram divididas em quatro grupos regionalizados e se enfrentam em jogos de ida e volta. Classificam-se os campeões de cada chave às quartas de final, enquanto segundos e terceiros colocados dos grupos avançam ao play in. Essas 8 equipes se enfrentam em confronto mata-mata com o dono da melhor campanha enfrentando a oitava, o segundo enfrentando o sétimo e assim por diante.
Classificados, essas quatro equipes vão enfrentar os líderes dos grupos nas quartas de final, sendo que o líder do grupo com melhor campanha, enfrenta o classificado do play in com a quarta melhor campanha, e assim por diante.
Em todas as fases de mata-mata, em caso de empate, o vencedor será definido nos pênaltis.
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Chamado por Carlo Ancelotti, Neymar vai superar, por alguns dias, o atacante Bebeto. O ex-jogador estreou no seu terceiro Mundial, na França, contra a Escócia, com 34 anos e 114 dias. Ele aparece na sexta colocação dos maiores goleadores históricos do Brasil, com 39 gols.
Se Neymar jogar a estreia do Brasil nos Estados Unidos este ano, no dia 13 contra Marrocos, terá 34 anos e 128 dias quando entrar em campo. Já a média de idade dos outros nove maiores goleadores da seleção quando se despediram dos Mundiais é de 29,6 anos.
Neymar é o jogador com mais gols feitos pelo Brasil. São 79, dois a mais do que o Rei do Futebol, Pelé. O eterno camisa 10 disputou seu último Mundial, o de 1970, com 29 anos. Completaria 30 naquele ano.
Um dos grandes artilheiros do futebol brasileiro que conseguiu disputar um Mundial já veterano foi o meia Zico, que jogou a Copa de 1986, no México. O Galinho marcou 48 gols com a camisa do Brasil. Naquele ano, ele tinha 33 anos.
Lesões, indisciplinas e até desejo próprio explicam despedidas precoces
Neymar correu contra o tempo e contra as lesões para ser chamado por Carlo Ancelotti e conseguiu seu lugar entre os 26, mesmo já não estando no auge.
Ronaldo, por exemplo, não teve a mesma sorte. Depois dos problemas físicos e do ganho de peso após a Copa do Mundo de 2006, o Fenômeno ficou fora da lista de 2010 mesmo tendo algum brilho com a camisa do Corinthians.
Já Romário acabou jogando sua última Copa do Mundo aos 28 anos por problemas físicos e disciplinares. Em 1998, foi convocado, mas, aos 32 anos, teve de ser cortado por lesão. Quatro anos depois, aos 36, chegou a fazer parte dos planos de Luiz Felipe Scolari, mas desentendimentos com o treinador fizeram com que ficasse fora da lista.
Ronaldinho Gaúcho foi outro que ficou fora dos Mundiais muito cedo: campeão aos 22 anos e titular do time que caiu nas quartas de final em 2006, aos 26, ficou fora da lista de convocados por Dunga para a Copa de 2010. Sem problemas físicos, foi uma opção do treinador.
O caso mais emblemático foi o de Pelé. Aos 30 anos, depois de vencer a Copa de 1970, a quarta que disputou, o Rei do Futebol decidiu se aposentar da Seleção Brasileira. Quatro anos depois, por mais que ainda seguisse jogando em alto nível pelo Santos, Pelé manteve sua decisão de não jogar mais pelo Brasil, que foi ao Mundial de 1974 sem o Rei.
Os 10 maiores artilheiros da seleção e a idade com que disputaram a última Copa:
1 - Neymar: 79 gols, 34 anos e 128 dias
2 - Pelé: 77 gols, 29 anos
3 - Ronaldo Fenômeno: 62 gols, 29 anos
4 - Romário: 55 gols, 28 anos
5 - Zico: 48 gols, 33 anos e 28 dias
6 - Bebeto: 39 gols, 34 anos e 114 dias
7 - Rivaldo - 35 gols, 30 anos
8 - Jairzinho - 33 gols, 29 anos
9 - Ronaldinho Gaúcho - 33 gols, 26 anos
10 - Ademir de Menezes - 32 gols, 29 anos
Sobre o Bolavip Brasil
O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.
O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).
Diretor da D. Aquino Sports, empresa responsável pela gestão da base do Leão da Caneleira, em parceria com a Mundek Sports e a BZ13, Daniel Aquino não poupa elogios ao novo atleta do Peixe.
``O Riquelme pode atuar como primeiro ou segundo volante e também como meia. Ele tem forte poder marcação, mas também qualidade na saída de bola, visão de jogo e ainda sabe cobrar faltas. Fez vários gols pelo Jabaquara no ano passado. Não tenho dúvidas que ele tem potencial para chegar ao elenco profissional em breve´´, declarou o gestor.
Paulista de Cubatão, Riquelme Ramos de Araújo nasceu no dia 27 de junho de 2009. O volante de 1,78 metro de altura e 77 quilos chegou ao Jabaquara em 2024 e, no ano passado, foi um dos alicerces do elenco do Leão da Caneleira na excelente campanha no Campeonato Paulista Sub-17 e na conquista do título da Paulista Cup da categoria.
``Outra característica importante do Riquelme é seu espírito de liderança. Ele se posiciona dentro e fora de campo e é muito respeitado pelos companheiros. Foi nosso capitão no sub-15 e em diversos jogos no sub-17, mesmo em seu primeiro ano na categoria´´, acrescentou Daniel Aquino.
Riquelme já trabalha no CT Rei Pelé para a sequência do Campeonato Paulista e também para o Brasileiro Sub-17, cuja estreia do Santos está marcada para o próximo dia 30, diante do Fluminense, no Rio de Janeiro.
Fonte: Tática - Foto:
Se a camisa amarela da Seleção Brasileira virou um ícone global, muito se deve à Copa de 1970, em que o Brasil se sagrou tricampeão em uma campanha impecável. Em campo, o destaque, é claro, foi Edson Arantes do Nascimento – o Pelé - que marcou um dos quatro gols brasileiros na final contra a Itália. A partir do dia 19 de maio de 2026, o público poderá ver de perto a camisa usada pelo Rei do Futebol naquela partida, mais de meio século atrás. O manto canarinho volta a ocupar sua vitrine de honra na exposição principal do Museu, na sala construída recentemente em homenagem a Pelé.
Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.
Este uniforme faz parte do acervo do Museu desde sua inauguração, em 2008. A conservação de têxteis é um desafio constante, pois os materiais são suscetíveis à ação de agentes externos como luz e a gravidade. Por isso, para garantir sua conservação adequada, a camisa é periodicamente tirada da vitrine para ser analisada detalhadamente.
Nesse momento, ela passa por procedimentos de limpeza e um período de “descanso”. Com estes cuidados, ela ficará preservada por mais tempo e poderá continuar sendo elo entre o público e a memória da Seleção Brasileira tricampeã. Fazendo par com a camisa de Pelé, será exibida em uma vitrine ao lado um uniforme da Copa de 1994 assinado pelos jogadores tetracampeões.
A presença destas camisas na exposição não é coincidência: além da Copa do Mundo FIFA de futebol masculino de 2026, que começa em breve, o Museu do Futebol abre em 22 de maio a exposição temporária Amarelinha que conta, justamente, a história da camisa amarela da Seleção Brasileira. Além dos dois uniformes na exposição principal, o público poderá ver mais 18 camisas raras usadas por ídolos brasileiros de várias gerações nas Copas de 1958 a 2022.
Quando a camisa de Pelé da final de 1970 está descansando, o Museu aproveita para exibir outros itens históricos, emprestados por colecionadores ou por atletas e ex-atletas. O momento da troca é sempre muito especial para o Museu do Futebol, mobilizando profissionais de museologia, operações, montagem e comunicação. Poucas pessoas estão habilitadas a tocar nos uniformes e sempre usando luvas e técnicas apropriadas – esse processo será mostrado nas redes sociais do Museu.
Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo
De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)
Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)
R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)
Crianças até 7 anos não pagam
Grátis às terças-feiras
Garanta o ingresso pela internet:
Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas
SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL
Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.
O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.
PATROCINADORES E PARCEIROS
A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil, Sabesp; apoio da Farmacêutica EMS, do Itaú Unibanco; Arkema; do Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e dos parceiros de mídia Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.