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Informativo diário com notícias, curiosidades, bastidores, contratações, demissões e classificações. Os times pequenos e médios do interior de São Paulo, Capital, Grande ABC e Grande São Paulo são priorizados. Mas jamais esquecerei dos outros Estados e de clubes e jogadores brasileiros no futebol internacional!
Aliás, o Pantera inaugurou neste ano a Botafogo Academy, o Centro de Treinamento das Categorias de Base, que terá um investimento de cerca de R$ 40 milhões até sua conclusão completa.
Na parte externa da gola, o ano de 1918, referência à fundação do Pantera, aparece acompanhado da aplicação das cores da bandeira. Abaixo do escudo bordado em patch, a bandeira tricolor também aparece, em referência ao primeiro escudo utilizado pelo clube. O design conta ainda com listras ao longo do tecido, criando um efeito visual discreto e contemporâneo.
``Essa camisa representa muito mais do que uma nova peça para a temporada. Ela fala sobre pessoas, histórias e, principalmente, sobre o futuro. Os ‘Pratas da Casa’ carregam a essência do Botafogo e mostram que a identidade de um clube também é construída pelos talentos que ele forma ao longo dos anos´´, afirma Laura Louzada, gerente de marketing da Botafogo Futebol SA.
A parceria do Tricolor com a Volt Sport começou em 2021, ano de fundação da empresa.
Ao longo desse período, a colaboração deu origem a diferentes uniformes que resgataram momentos históricos, elementos da identidade do Pantera e temas relacionados à sociedade e à cultura botafoguense.
A nova camisa 3 do Pantera já está disponível na loja online do clube e nas lojas físicas, pelo valor de R$ 309,99.
Fonte e foto: assessoria de imprensa do Botafogo
A novidade estreou na partida contra o Comercial, pelas quartas de final. Na ocasião, 203 torcedores realizaram o cadastro facial vinculado ao ingresso e 17 acessaram o estádio utilizando a tecnologia, todos pelo portão principal. Para o jogo deste sábado, será mantida a mesma estrutura da primeira operação, com cinco catracas com reconhecimento facial: três no portão principal, uma no Portão 9 e uma no Portão 7. Por conta os processos que estão sendo implantados, o acesso por reconhecimento facial estará disponível exclusivamente para ingressos de inteira.
Rociney Fernandes, responsável pelo Marketing do São José e do Estádio Martins Pereira, destacou que a implantação busca unir modernização, agilidade e maior proteção no processo de entrada do torcedor.
``Queremos tornar o acesso ao estádio cada vez mais ágil e seguro. Tivemos uma primeira experiência muito boa contra o Comercial e agora seguimos trabalhando para ampliar a utilização e familiarizar a nossa torcida com essa tecnologia´´, afirmou Rociney.
O cadastro facial é realizado de forma online pela plataforma de ingressos do São José (Ligatech). A iniciativa é mais um passo que o Estádio dá na modernização da operação dos jogos da Águia e oferece ao torcedor mais uma alternativa para acessar o Monumental Martins Pereira com agilidade e segurança.
Fonte: assessoria de imprensa do São José
O Museu do Futebol antecipa a comemoração do Dia das Crianças para sábado, 10 de outubro, com uma programação gratuita que une futebol, circo e criação artística. Das 9h às 17h, a área externa recebe o Futebol e Fios – Dia das Crianças no Museu, inspirado na exposição temporária Amarelinha. Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo.
Das 10h às 17h, o público poderá experimentar o tecido acrobático em vivências guiadas por artistas, participar de oficinas de malabares e criar bandeiras em “Pano, fio e… GOOOL!”. A programação inclui duas apresentações do espetáculo aéreo “O Jogo Começou!”, jogos de tamancobol, pebolim, futmesa e pingue-pongue, além de um espaço dedicado à primeira infância.
O espetáculo “O Jogo Começou!” terá duas apresentações, às 10h e às 15h30. Em cena, três artistas do Brasil, da Argentina e Venezuela misturam futebol e arte circense por meio de tecidos aéreos e uma rede acrobática.
Na oficina “Pano, fio e… GOOOL!”, participantes de diferentes idades poderão criar bandeiras com técnicas simples de costura, colagem e composição visual. Já nas vivências circenses, artistas orientarão experiências com tecido acrobático e malabares. O encerramento contará com uma sessão de fotos interativas.
Sobre a exposição temporária Amarelinha
O Dia das Crianças também é uma oportunidade para visitar, em família, a exposição temporária Amarelinha, que entra em suas últimas semanas em cartaz. A mostra convida as crianças a descobrir uma curiosidade da história do futebol: a Seleção Brasileira nem sempre jogou de amarelo. Até a Copa do Mundo de 1950, o branco era a cor principal do uniforme. Após a derrota para o Uruguai na final, no Maracanã, começou a história da camisa que se tornaria um dos maiores símbolos do país.
Com 18 camisas usadas por jogadores como Sócrates, Rivellino, Ronaldo e Vini Jr., a exposição percorre diferentes gerações da Seleção e abre espaço para que crianças e adultos compartilhem memórias e descobertas sobre o futebol brasileiro. A curadoria é do jornalista Marcelo Duarte e da equipe do Centro de Referência do Futebol Brasileiro, núcleo de pesquisa e acervos do Museu do Futebol.
Confira a programação do Dia das Crianças no Museu do Futebol:
10h às 10h45: espetáculo “O Jogo Começou!”
11h às 12h30: oficinas circenses e vivências em família
13h às 15h: oficina “Pano, fio e… GOOOL!”
13h30 às 15h: oficinas circenses e vivências em família
15h30 às 16h20: segunda apresentação de “O Jogo Começou!”
16h20 às 17h: encerramento e fotos interativas
Encontro de Colecionadores de Figurinhas, 9h às 13h
SERVIÇO
Futebol e Fios – Dia das Crianças no Museu
Data: sábado, 10 de outubro de 2026
Horário: 9h às 17h; ações programadas a partir das 10h
Local: área externa do Museu do Futebol
Entrada: grátis na área externa
Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo
De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)
Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)
R$ 25,00 (inteira) e R$ 12,50 (meia)
Crianças até 7 anos não pagam
Grátis às terças-feiras
Garanta o ingresso pela internet:
Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas
SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL
Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.
O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.
PATROCINADORES E PARCEIROS
A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, do Mercado Livre, da Coca-Cola FEMSA Brasil, da Sabesp; apoio da Arkema, do Pinheiro Neto Advogados, da Universidade Santo Amaro (Unisa), da Goodyear, do Itaú Unibanco e da Adidas. Conta ainda com os parceiros de mídia, Rádio TMC, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é uma realização do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.
As 16 equipes que seguem na disputa pelo título iniciam a nova etapa apenas na sexta-feira da próxima semana, dia 9 de outubro, e os jogos de ida se estendem até a segunda-feira, 12.
Já as partidas de volta acontecem da sexta-feira, 16 de outubro, ao domingo, 18 de outubro.
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Na Série D do Campeonato Brasileiro, o desempenho do defensor também ganhou destaque pelos números. Entre os jogadores da Portuguesa, Botteghin encerrou a competição com o melhor índice de acerto de passes, com 92,75%, além de liderar a equipe em duelos aéreos vencidos por partida, com média de 3,76.
O zagueiro ainda terminou a competição com a segunda maior média do elenco em passes realizados (45,7), passes recebidos (41,6) e rebatidas (5,07) por jogo. Também ficou entre os três melhores da equipe em ações totais (114), aproveitamento nos duelos aéreos (75,3%) e interceptações (3,53).
``Estou muito feliz em renovar com a Portuguesa por mais uma temporada. Vestir a camisa rubro-verde já representa uma responsabilidade enorme e ser o capitão torna essa missão ainda mais especial. Me sinto mais preparado do que nunca para a temporada que temos pela frente, para ajudar a equipe a fazer grande ano e buscar nossos objetivos´´, afirmou Botteghin.
Fonte e foto: assessoria de imprensa da Lusa
No sucesso diante do Papão, quem novamente foi titular da lateral-esquerda da Inter foi Heitor Roca. Contratado junto ao Criciúma, ele estreou pelo clube alvinegro no último dia 8 de agosto, na vitória por 2 a 0 contra o Volta Redonda, e de lá para cá não saiu mais da equipe titular. No total, são oito partidas, tendo atuado em 98% dos minutos possíveis.
``Tive grave lesão no Criciúma e precisava ter essa sequência de jogos. Estou extremamente feliz com essa alta minutagem. Demonstra que estou plenamente recuperado. Individualmente tem sido especial essa série de partidas e coletivamente também vivemos grande fase. A vitória contra o Paysandu foi importantíssima no objetivo do acesso. Mais uma vez, a nossa defesa não foi vazada e mostramos que somos fortes jogando como mandantes´´, declarou o lateral, que só tem uma derrota pela Internacional de Limeira.
A tecnologia têxtil desenvolvida em Joinville (SC) entrou em campo no último dia 14, na estreia do terceiro uniforme do Esporte Clube Bahia na temporada 2026. A nova camisa, produzida pela PUMA e desenvolvida em parceria com a Federação Indígena das Nações Pataxó e Tupinambá do Extremo Sul da Bahia (FINPAT), utiliza tecido da Diklatex, indústria catarinense especializada em materiais de alta performance.
Sob o conceito “O Brasil sempre esteve aqui”, o uniforme foi usado pela primeira vez no confronto entre Bahia e Remo, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. A peça combina referências culturais dos povos originários com exigências técnicas do futebol profissional.
A estampa em tom sobre tom foi inspirada nos colares Pataxó. O azul faz referência às águas e ao Oceano Atlântico, enquanto os detalhes dourados remetem ao Tawá, o barro, e às riquezas da terra. A camisa da PUMA também utiliza poliéster reciclado e tecnologias voltadas ao gerenciamento da umidade e ao conforto durante a prática esportiva.
``A camisa de futebol precisa reunir identidade e desempenho. Por trás da estética existe uma engenharia que considera leveza, respirabilidade, gerenciamento da umidade, resistência e comportamento do tecido durante o movimento. Participar de um projeto como este mostra como a tecnologia desenvolvida em Joinville chega aos grandes palcos do esporte´´, afirma Eduardo Habitzreuter, gerente de engenharia, inovação e qualidade da Diklatex.
A presença no uniforme do Bahia se soma à trajetória da companhia no segmento esportivo. Tecidos desenvolvidos pela Diklatex já foram aplicados em uniformes de clubes como Flamengo, Palmeiras, Vasco, Cruzeiro, Internacional, Fortaleza e Botafogo, além de equipes sul-americanas e seleções nacionais.
No futebol, a escolha do tecido interfere diretamente em fatores como ventilação, secagem, peso, mobilidade e resistência. A especialização nesse segmento faz parte da estratégia da Diklatex de ampliar a presença de tecnologias têxteis catarinenses no mercado esportivo brasileiro e latino-americano.
O novo uniforme do Bahia estreou contra o Remo, na Arena Fonte Nova, em Salvador, e venceu o confronto por dois gols a um. Na partida, os jogadores usaram nas costas nomes de povos indígenas da Bahia e entraram em campo acompanhados por crianças indígenas, como parte da campanha construída pelo clube, pela PUMA e pela FINPAT.
Fonte e foto: Alessandra Meinicke
O Museu do Futebol começa a respirar a Copa do Mundo feminina com uma novidade na Sala Pelé. A partir desta semana, visitantes poderão ver um agasalho histórico do Esporte Clube Radar pertencente a Iracema Ferreira, ex-atleta conhecida como Rata. A peça, de 1983, ocupa a vitrine que até então exibia uma camisa da Seleção Brasileira masculina de 1994 com autógrafos dos jogadores.
Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo.
O Radar tem um lugar central na história do futebol feminino brasileiro. A equipe é considerada a mais importante da modalidade no período entre a retomada do futebol praticado por mulheres, após o fim da proibição, em 1979, e a formação da primeira Seleção Brasileira, em 1988. De 1983, ano do agasalho e da regulamentação do futebol feminino no país, até 1988, o clube conquistou seis títulos estaduais e nacionais.
A camisa usada por Pelé na final da Copa do Mundo de 1970 permanece em exibição nos próximos meses. Depois, a vitrine dedicada ao Rei receberá uma grande novidade, relacionada à Copa do Mundo FIFA de Futebol Feminino a ser realizada no Brasil em 2027.
Sobre as vitrines
Desde 2024, a Sala Pelé conta com duas vitrines dedicadas a uniformes. Uma delas recebe peças originais usadas por Pelé em diferentes momentos da carreira. A outra apresenta objetos ligados a atletas que representam fatos marcantes do esporte, selecionados em diálogo com as exposições temporárias e a programação cultural do Museu. O espaço permite também revisitar histórias das Copas de 1958 a 2022 e ampliar o olhar para quem ajudou a construir o futebol brasileiro.
A troca das peças é um momento especial nos bastidores do Museu do Futebol e mobiliza equipes de museologia, operações, montagem e comunicação. O manuseio dos uniformes é feito por um grupo restrito de profissionais, com luvas e técnicas adequadas à sua conservação. O processo de instalação do agasalho do Radar será mostrado nas redes sociais do Museu.
Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo
De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)
Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)
R$ 25,00 (inteira) e R$ 12,50 (meia)
Crianças até 7 anos não pagam
Grátis às terças-feiras
Garanta o ingresso pela internet:
Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas
SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL
Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.
O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.
PATROCINADORES E PARCEIROS
A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, do Mercado Livre, da Coca-Cola FEMSA Brasil, da Sabesp; apoio da Arkema, do Pinheiro Neto Advogados, da Universidade Santo Amaro (Unisa), da Goodyear, do Itaú Unibanco e da Adidas. Conta ainda com os parceiros de mídia, Rádio TMC, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é uma realização do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.