quinta-feira, 25 de junho de 2026

Vini Jr. supera Tostão e Ronaldo na média de participações diretas em gols em Mundiais


Depois de mais uma atuação decisiva de Vini Jr. pela seleção na Copa do Mundo de 2026, dessa vez contra a Escócia, o Bolavip Brasil decidiu vasculhar a história do futebol pentacampeão para saber se algum jogador conseguiu ter uma média superior a do camisa 7, que possui oito participações diretas em gol do Brasil em sete partidas de Mundiais. E descobriu que a resposta é apenas três: Leônidas da Silva, Ademir Menezes e Pelé

O levantamento descobriu ainda que Vini Jr, que estava empatado com Tostão e Ronaldo Fenômeno, ambos com média de uma participação direta em gol por jogo, superou os dois ídolos do futebol brasileiro e se isolou como o quarto jogador mais decisivo para o Brasil em Copas do Mundo. A média de Vini Jr. agora é de 1,14 participação direta por partida.

Neymar entra em campo e abaixa sua média

Vini Jr. entrou em campo contra a Escócia já à frente do maior jogador brasileiro da última década, Neymar, no quesito participações diretas em gols por partida nas Copas do Mundo. Com o retorno do camisa 10 aos gramados sem gols ou assistências, a diferença entre os dois aumentou.

Enquanto Vini chegou a oito participações diretas em sete jogos, Neymar tem 11 em 14 partidas. A média do camisa 7 é de 1,14; já a do camisa 10 foi para 0,78.

Entenda como trio no topo do ranking pode ter números subdimensionados

Para chegar aos números que colocam Vini Jr. no patamar dos maiores ídolos da história da seleção brasileira, o levantamento consultou a platafoma de dados Otpa, considerou os 20 jogadores com mais gols marcados pela seleção nas Copas e mais os 20 jogadores com mais assistências pelo Brasil em Mundiais. Ao somar os números e considerar a quantidade de partidas disputadas por cada um, a média foi alcançada.

Um detalhe importante não pode passar despercebido: as estatísticas de assistências só existem com precisão a partir da Copa do Mundo de 1966. Como consequência disso, o número de participações diretas de jogadores que atuaram nos Mundiais até 1962 pode estar subdimensionado.

O topo do ranking de participações diretas em gols por partida em Copas do Mundo é ocupado por três jogadores dessa era pré-1966. Leônidas da Silva fez oito gols em cinco jogos e ninguém sabe quantas assistências o craque deu nos Mundiais de 1934 e 1938.

Atrás dele está Ademir Menezes, autor de nove gols em seis partidas na Copa de 1950. O número de passes para gol que o atacante fez na campanha do vice-campeonato é um mistério. Foram 22 gols marcados pelo Brasil no total na competição.

Em terceiro lugar está Pelé. O Rei do Futebol soma, até onde se sabe, 18 participações diretas em 14 partidas de Copas do Mundo. O número não considera oito gols marcados em que Pelé estava em campo e que, por isso, pode ter sido o autor do passe para o gol. Ou seja, Pelé pode ter somado até 26 participações diretas em 14 jogos de Copa do Mundo.

Os dez jogadores mais decisivos para o Brasil em Copas do Mundo (média de participações diretas em gol por partida):

1 - Leônidas da Silva* (1934, 1938): 1,6 participação direta por jogo

2 - Ademir Menezes* (1950): 1,5 participação direta por jogo

3 - Pelé* (1958, 1962, 1966 e 1970): 1,28 participação direta por jogo

4 - Vini Jr. (2022, 2026): 1,14 participação direta por jogo

5 - Ronaldo (1994, 1998, 2002, 2006): 1 participação direta por jogo

6 - Tostão (1966, 1970): 1 participação direta por jogo

7 - Chico* (1950): 1 participação direta por jogo

8 - Vavá (1958, 1962): 0,9 participação direta por jogo

9 - Careca (1986, 1990): 0,88 participação direta por jogo

10 - Roberto Dinamite (1978, 1982): 0,8 participação direta por jogo


Sobre o Bolavip Brasil

O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.

O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).

TH + Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - quinta-feira 25/6

 


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quarta-feira, 24 de junho de 2026

14ª rodada da Série B: Vila Nova recupera a liderança, Juventude entra no G6 na vaga do Fortaleza e Londrina reage!

 


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Reta final: Concurso de Crônicas e Contos 2026 do Museu do Futebol recebe inscrições até 30 de junho


Em sua quinta edição, concurso premiará 20 textos sobre futebol com o tema Mulheres em Campo. Os trabalhos selecionados receberão prêmios de R$ 800 a R$ 3.000.


O Museu do Futebol está nos últimos dias de inscrições para o Concurso de Crônicas e Contos 2026. Aberta desde 1º de junho, a iniciativa de abrangência nacional chega à sua quinta edição com o objetivo de estimular e reconhecer a produção escrita sobre o esporte mais popular do país. Neste ano, o tema é Mulheres em Campo – um “esquenta” para a Copa do Mundo FIFA de Futebol Feminino, que será realizada no Brasil em 2027.

As inscrições são gratuitas e seguem abertas somente até o dia 30 de junho, por meio de formulário digital. Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.   

O regulamento do concurso e o link para o formulário de inscrição estão disponíveis aqui: https://www.idbr.org.br/concurso-de-cronicas-e-contos-do-museu-do-futebol-2026/ 

Os 20 textos vencedores receberão prêmio em dinheiro nos valores de R$ 3.000 para o primeiro lugar; R$ 2.000 para o segundo; R$ 1.500 para o terceiro, e R$ 800 do quarto ao vigésimo lugares. Além disso, os textos serão divulgados pelos canais oficiais do Museu do Futebol e publicados em um livro, a ser lançado em 2027, com distribuição gratuita. O concurso é realizado novamente em parceria com a revista Placar, que apoia a iniciativa desde sua primeira edição.  

Todas as pessoas podem se inscrever no concurso, desde que tenham uma boa história para contar dentro do tema proposto. Ele é aberto para escritores e escritoras profissionais ou amadores, estudantes, curiosos ou para quem quer se aventurar na escrita pela primeira vez. Os textos inscritos precisam ter até 3.300 caracteres com espaço e ser inéditos (inclusive na internet). Uma mudança importante este ano é que os arquivos de texto não podem ter os nomes dos autores, para que o julgamento seja feito de forma anônima.  

Na hora da inscrição, além do texto em .PDF, os participantes precisarão fornecer um documento de identificação (em .PDF ou arquivo de imagem). Pessoas com menos de 18 anos deverão enviar um termo de autorização assinado pelo responsável legal – um modelo está disponível na página do concurso. 

Desde que foi criado, em 2022, o Concurso de Crônicas e Contos do Museu do Futebol já recebeu mais de 2.200 inscrições. O sucesso da iniciativa provocou o seu crescimento: se na primeira edição eram apenas três textos premiados, desde 2025 são 20 vencedores, com a publicação de um livro com todos os ganhadores. Os textos de 2022 a 2024 fizeram parte da coletânea Na Ponta das Canetas; já os ganhadores de 2025 foram publicados no livro ¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa, que acaba de ser lançado.  

SERVIÇO 
Concurso de Crônicas e Contos do Museu do Futebol 2026 
Inscrições Até 30 de junho de 2026 
https://www.idbr.org.br/concurso-de-cronicas-e-contos-do-museu-do-futebol-2026/ 

SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL  

Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.  

O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.  
 
PATROCINADORES E PARCEIROS 

A Temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil, Sabesp; apoio da Farmacêutica EMS, do Itaú Unibanco; Arkema; do Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e dos parceiros de mídia Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet. 

Escócia: cinco coisas que você provavelmente não sabia sobre o próximo rival do Brasil na Copa


Muito além da gaita de fole, do whisky e da roupa típica, o país, integrado ao Reino Unido, guarda histórias e curiosidades únicas


Depois de vencer a seleção do Haiti por 3x0, em sua segunda partida na Copa do Mundo de 2026, o Brasil volta a campo nesta quarta-feira (24/6) para enfrentar a Escócia, às 19h, no horário de Brasília, em partida válida pela última rodada do grupo C. Embora esta seja a nona vez que o país europeu participa de uma Copa do Mundo, nunca conseguiu passar da fase de grupos. Muito além do whisky, do kilt e da gaita de fole, a história da Escócia é marcada por guerras, resistência e orgulho de sua cultura.

``Assim como muitos outros países, muitas pessoas conhecem a Escócia apenas por uma pequena parte de sua cultura. No caso deles, é o kilt, aquela espécie de saia xadrez bem típica, e o tão famoso whisky escocês. Mas é claro que a Escócia tem muito mais o que mostrar ao mundo em termos de folclore, identidade e até mesmo espiritualidade celta, além de vários capítulos históricos que falam de luta por autonomia e preservação da própria cultura´´, avalia o mestre em Educação, licenciado em História e diretor de Produtos e Marketing da Aprende Brasil Educação, Juliano Costa.

A complexa geografia

Muito além da capital, Edimburgo, e das cidades mais conhecidas, como Glasgow e Inverness, a Escócia tem um território com mais de 30 mil lagos e mais de 900 ilhas espalhados por um total de quase 79 mil km². É em terras escocesas que se localiza, por exemplo, o ponto mais alto do Reino Unido, o Ben Nevis, que tem 1.345 metros. Geograficamente, o país se divide entre as míticas Highlands (terras altas), ao norte, e as Lowlands (terras baixas), ao sul.

De acordo com o professor de Geografia do Colégio Positivo, Eduardo Berkenbrock Lopes, ``esse é um país de contrastes geográficos tão acirrados quanto suas rivalidades históricas. O litoral, profundamente recortado, é esculpido por fiordes e repleto de ilhas, como as Hébridas e as Órcades, enquanto a costa oeste é famosa por suas falésias. A vegetação predominante é a floresta boreal de coníferas. Séculos de exploração e o pastoreio de ovelhas reduziram drasticamente a cobertura florestal original, e hoje a paisagem é dominada por vastos campos de gramíneas e urzes, que colorem as colinas de roxo e lilás no verão´´, afirma.

A divisão política

Se a geografia da Escócia é marcada por divisões naturais, sua posição política dentro do Reino Unido é igualmente complexa. Ela é uma das quatro nações que compõem o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.

``A Grã-Bretanha, propriamente dita, é a ilha que abriga três dessas nações: Escócia, Inglaterra e País de Gales. Já o Reino Unido é a união política que inclui, além da ilha britânica, a Irlanda do Norte. Essa distinção, embora pareça técnica, carrega profundas implicações históricas e afetivas. Para muitos escoceses, dizer que são ‘britânicos’ é uma afirmação política, mas dizer que são ‘escoceses’ é uma afirmação de identidade. E nem sempre as duas coisas se alinham´´, comenta Lopes.

Unicórnios x Leões

Unicórnios não são reais, mas a Escócia talvez seja o lugar do mundo em que eles estão mais próximos de se tornarem. No século XV, alguns monarcas escoceses passaram a usar os unicórnios em seus brasões.

``De acordo com a mitologia celta, esses animais representam muito bem aqueles que seriam os ideais escoceses, como pureza, masculinidade e até poder. Daí a ideia de associá-los às lideranças políticas´´, conta Costa. Acontece que, já desde essa mesma época, também havia muitos registros de lendas e cantigas de roda mencionando uma rivalidade entre o unicórnio e o leão, que, por sua vez, é o símbolo nacional da Inglaterra.

Em 2022, a Suprema Corte do Reino Unido proibiu que a Escócia realizasse um referendo para que a população escocesa opinasse se o país deveria ou não se separar do Reino Unido. Um primeiro referendo já havia sido realizado em 2014, com 55% dos escoceses votando a favor da permanência. Mas esse está longe de ser um ponto pacífico na política local.

``Os chamados Atos de União, assinados em 1707, deram origem ao Reino Unido e puseram fim a mais de um século de discussões sobre a oficialização desse novo Estado, o Reino Unido. De fato, porém, nunca houve um consenso sobre a permanência da Escócia no Reino Unido e, sempre que há alguma virada política, esse debate volta à baila. Foi o que aconteceu depois de o Reino Unido deixar a União Europeia, em 2020, motivo pelo qual o governo escocês queria convocar o novo referendo´´, explica o historiador.

Além da Escócia e da Inglaterra, fazem parte do Reino Unido o País de Gales e a Irlanda.

``As lendas sobre brigas entre o leão e o unicórnio se tornaram ainda mais populares depois da assinatura dos Atos de União, aparentemente como uma forma de resistência à unificação. Brigados ou não, hoje ambos fazem parte do brasão do Reino Unido, cada um representando seu país.´´ Desde 2015, a Escócia celebra o Dia Nacional do Unicórnio em 9 de abril.

A seleção unificando o país

Esta é a nona vez que a Escócia participa de uma Copa do Mundo. O futebol é uma grande paixão nacional e não se restringe apenas aos gramados, mas tem um papel social importante de unificação. De acordo com Lopes, em meados do século XVI houve uma reforma religiosa que dividiu o país entre católicos e protestantes. Essa divisão persiste até hoje e, mais tarde, atingiu também o futebol.

``Dessa divisão nasceram dois grandes clubes escoceses: o Celtic e o Rangers. Enquanto o Rangers nasceu de uma congregação protestante e tem uma relação direta com pessoas mais alinhadas à coroa e às tradições britânicas, o Celtic foi fundado por imigrantes irlandeses católicos e é uma tentativa de esses imigrantes se afirmarem dentro da Escócia´´, narra. Rangers x Celtic é o grande clássico do futebol escocês, conhecido como The Old Firm.

A seleção, por outro lado, representa um ponto de encontro entre essas duas visões de mundo.

``Apesar de ter havido conflitos bastante sangrentos entre católicos e protestantes, a seleção representa todos os escoceses, independentemente da fé. Ela atua como símbolo de uma Escócia unificada´´, completa.

O berço do golfe

Criado na região leste da Escócia, o golfe já chegou a ser proibido pelo rei por excesso de popularidade. No século XV, o país estava entrando em conflito, mais uma vez, com seu chamado “Auld Enemy”. Auld é uma palavra escocesa que significa “velho”, e o velho inimigo, claro, era a Inglaterra. “O rei Jaime II precisou banir o golfe em 1457 porque as pessoas gostavam tanto do esporte que acabavam não se dedicando à preparação militar que o governo julgava necessária para aquele momento”, detalha Costa. Entretanto, a proibição não colou e o golfe seguiu sendo praticado pelos súditos até que, em 1502, o jogo ganhou o selo de aprovação do monarca.

No início, o jogo era bem simples e se resumia a tentar jogar uma bola por cima de formações naturais, como dunas, usando bastões de madeira. Em 1744, foi criado o clube dos Cavalheiros Golfistas de Leith, que estabeleceram uma competição anual valendo prêmios. Muitas das regras adotadas naquele período ainda são válidas até hoje.


TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - quarta-feira 24/6

 


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Brasil x Escócia: Estudo revela os jogadores da seleção mais populares entre companheiros nas redes sociais


A união de um elenco de futebol vai muito além das quatro linhas e, na era digital, as redes sociais tornaram-se um termômetro da intimidade entre os atletas. Análise exclusiva do Somos Fanáticos a respeito da dinâmica no Instagram entre os 26 jogadores às vésperas da partida entre Brasil e Escócia, que definirá o destino da seleção na Copa do Mundo, revelou curiosidades sobre os bastidores do grupo: apenas oito dos 26 atletas são unanimidade, seguidos por todos os companheiros; jogadores da mesma posição, que estão no segundo Mundial juntos, não se seguem na rede social; Neymar, criticado por Luiz Henrique no passado, é seguido pelo jogador do Zenit (RUS), mas não o segue de volta.

Os campeões da popularidade: os mais seguidos do elenco

As informações no estudo foram coletadas no último dia 22 de junho. Alguns dos principais medalhões do grupo estão no topo do ecossistema digital da seleção. Oito jogadores são seguidos por todos os outros: Danilo, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá, Vini Jr., Neymar, Matheus Cunha, Raphinha e Gabriel Martinelli.

Alisson, Ederson Moraes e Casemiro também aparecem como muito populares no elenco. O goleiro titular é seguido por 23 dos 25 jogadores possíveis; o reserva conta com 24 jogadores entre os seguidores e o volante também conta com 23 jogadores do elenco entre os seguidores no Instagram.

Os menos seguidos pelos colegas de seleção

Quem se juntou por último à seleção brasileira é quem é menos popular entre os jogadores. Ederson, que substituiu Wesley às vésperas da Copa do Mundo depois que o lateral-direito sofreu lesão e teve de ser cortado, é o jogador com menos seguidores entre os colegas de elenco. Dos 25, 17 estão seguindo o meia do Atalanta (ITA).

Rayan é outro que se integrou ao grupo da seleção há pouco tempo. Convocado pela primeira vez ainda este ano, conquistou vaga na Copa do Mundo, mas ainda não tanto no Instagram dos companheiros. O atacante é seguido por 18 dos 25 colegas que tentam com ele o hexa para a seleção brasileira.

Quem mais segue os companheiros; quem menos segue o grupo

Existem jogadores que fazem questão de estar presentes no Instagram dos companheiros. Eles seguem os 25 jogadores possíveis do grupo formado por Carlo Ancelotti, sem distinção entre veteranos e novatos. São eles: Danilo, Alex Sandro, Bruno Guimarães, Danilo Santos, Lucas Paquetá, Vini Jr., Matheus Cunha e Gabriel Martinelli.

Existem também os jogadores que não estão muito preocupados em seguir os companheiros nas redes sociais. Rayan, por exemplo, não segue oito companheiros de elenco. Sem ser seguido por sete, é quem menos está conectado aos companheiros no Instagram. Mais antigo no grupo da seleção, Neymar é seguido por todos, mas não segue seis jogadores. Entre eles Luiz Henrique. O atacante gerou polêmica em 2025 ao dizer em entrevista que Neymar poderia “ajudar um pouquinho, marcar, correr para todo mundo”.

Jogadores que não se seguem mutuamente

Com um grupo tão heterogêneo de jogadores, com 15 atletas com duas Copas do Mundo pelo Brasil ou mais, e outros com menos de dez partidas pela seleção, é normal que existam casos de jogadores que não se seguem mutuamente. São vários, na seleção brasileira convocada por Carlo Ancelotti.

O caso que chamou mais a atenção foi o de Marquinhos e Bremer. Ambos são zagueiros e por isso, costumam passar mais tempo juntos, por causa dos treinos setorizados que são comuns de acontecer. Além disso, estão na segunda Copa do Mundo juntos - antes, Marquinhos defendeu o Brasil em 2018 e em 2022, enquanto Bremer esteve em 2022 também. Mesmo assim, eles não se seguem no Instagram.


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terça-feira, 23 de junho de 2026

TRABALHO NO MAUÁ, BASE DO CORINTHIANS E HISTÓRIAS NO FUTEBOL: ENTREVISTA COM RENATO RODRIGUES

 


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Confira as datas, horários e confrontos das oitavas de final da Bezinha do Paulista


As datas, horários e locais das oitavas de final do Campeonato Paulista Sub-23 da Segunda Divisão, a popular Bezinha. foram definidos em Conselho Técnico. A fase eliminatória terá início no sábado (27/6) com quatro jogos e a definição dos clubes que avançarão às quartas será nos dias 4 e 5. Em caso de igualdade, o time classificado será definido nos pênaltis.

Três dos quatro confrontos do sábado (27) estão marcados para às 15h. Em Guaratinguetá, o Manthiqueira receberá o José Bonifácio. No mesmo horário, em Mogi das Cruzes, o União Mogi será mandante diante do Mauá. Assim como São Carlos e Paulinense, que se encontrarão em São Carlos.

Também no sábado, porém às 19h30, o Assisense jogará diante da sua torcida contra a Matonense. Todos os confrontos do dia serão transmitidos pelo canal do Paulistão no YouTube.

Outros quatro confrontos acontecerão no domingo (28). Com transmissão da Ulisses TV, o Audax será mandante contra o Flamengo, às 10h. Também no mesmo horário, mas no canal do Paulistão no YouTube, Tupã e Independente duelarão em Tupã.

Também com transmissão do canal do Paulistão no YouTube, mas às 15h, a Santacruzense enfrentará o América, em Santa Cruz do Rio Pardo. Já o Paulínia encerrará os confrontos de ida diante do Itaquaquecetuba, em Paulínia.

Confira as oitavas de final:

Jogos de ida


Sábado (27)

15h

Manthiqueira (Mascote acima) x José Bonifácio - YouTube Paulistão

União Mogi x Mauá - YouTube Paulistão

São Carlos x Paulinense - YouTube Paulistão


19h30

Assisense (mascote acima) x Matonense - YouTube Paulistão



Domingo (28)

10h

Audax (mascote acima) x Flamengo - Ullisses TV

Tupã x Independente - YouTube Paulistão


15h

Santacruzense (mascote acima) x América - YouTube Paulistão

Paulínia x Itaquaquecetuba - YouTube Paulistão


Jogos de volta

Sábado (4/7)


15h

Itaquaquecetuba x Paulínia - YouTube Paulistão

Flamengo x Audax - Ulisses TV

Matonense x Assisense - YouTube Paulistão

América (mascote acima) x Santacruzense - YouTube Paulistão

Mauá x União Mogi - YouTube Paulistão



Domingo (5/7)

10h

Independente (mascote acima) x Tupã - YouTube Paulistão

José Bonifácio x Manthiqueira - YouTube Paulistão

Paulinense x São Carlos - YouTube Paulistão

11ª rodada da Série C: G8 segue com os mesmos times. Guarani perde e segue liderando e Ferroviária subiu para quarta posição

 


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96 milhões na TV, 74 milhões no digital: a audiência da Copa nunca esteve tão pulverizada


Disputa entre Globo, CazéTV e novas plataformas reforça a necessidade de estratégias integradas, dados unificados e campanhas adaptadas ao consumo multiplataforma


A Copa do Mundo de 2026 marcará uma ruptura histórica no mercado brasileiro de mídia. Pela segunda vez desde 1998, a transmissão do principal evento esportivo do planeta deixará de estar concentrada em um único grupo de comunicação, consolidando um cenário que o mercado já vinha observando em outras frentes: a fragmentação definitiva da audiência.

A nova divisão dos direitos coloca a CazéTV como única plataforma com transmissão gratuita de todos os 104 jogos do torneio, enquanto Globo, SporTV e Globoplay exibirão pouco mais de 55 partidas, incluindo os jogos da Seleção Brasileira e a final. No SBT e N Sports terão um pacote adicional de partidas. 

A CazéTV chegou a transmitir alguns jogos durante a copa de 2022, mas é a primeira vez que, sozinha, consegue fechar todos os jogos.

A mudança representa muito mais do que uma redistribuição dos direitos de exibição. Ela simboliza uma transformação estrutural na forma como o público consome conteúdo e como as marcas precisam planejar seus investimentos.

O movimento já demonstra impacto financeiro relevante. Antes mesmo do início da competição, a CazéTV teria alcançado aproximadamente R$2 bilhões em receitas de patrocínio, evidenciando como novas plataformas passaram a disputar investimentos que historicamente estavam concentrados na televisão aberta.

Para Bruno Oliveira, COO da Adsplay, a Copa funciona como um retrato ampliado de um fenômeno que já acontece em toda a indústria de mídia.

``A discussão não é mais sobre TV versus digital. O comportamento do consumidor já ultrapassou essa divisão. Hoje ele acompanha uma transmissão na televisão, comenta nas redes sociais, assiste a conteúdos paralelos no celular e interage com diferentes plataformas ao mesmo tempo. A audiência deixou de estar em um único lugar´´, afirma.

O cenário acompanha a própria evolução do mercado publicitário. Segundo o Digital AdSpend 2026, estudo do IAB Brasil e da Kantar IBOPE Media, os investimentos em publicidade digital atingiram R$42,7 bilhões em 2025, crescimento de 12,7% em relação ao ano anterior. O levantamento reforça a consolidação de um ambiente cada vez mais distribuído entre diferentes canais, formatos e plataformas.

O fim da audiência concentrada exige novas campanhas

Durante décadas, grandes eventos esportivos funcionaram como pontos de concentração quase absoluta da atenção do público. Bastava uma inserção em horário nobre para alcançar milhões de pessoas simultaneamente. Essa lógica vem perdendo força. Na Copa de 2026, o torcedor poderá assistir ao mesmo jogo pela TV aberta, por plataformas de streaming, canais digitais, dispositivos móveis ou TVs conectadas. 

Ao mesmo tempo, poderá acompanhar comentários em redes sociais, consumir conteúdo de influenciadores e interagir com marcas em diferentes ambientes. Essa multiplicidade de telas muda a forma de construir campanhas. Em vez de apostar em mensagens únicas e massificadas, os anunciantes passam a trabalhar estratégias integradas, adaptando formatos, linguagem e objetivos para diferentes momentos da jornada do consumidor.

``O desafio não é apenas estar presente em vários canais. O desafio é entender o papel de cada canal dentro da estratégia e conseguir medir o impacto dessa operação de forma integrada´´, explica Bruno.

A mudança também amplia a importância da mensuração. Se antes a audiência era medida predominantemente por indicadores de alcance e pontos de televisão, agora entram em cena métricas relacionadas a atenção, engajamento, interação e conversão.

Nesse contexto, formatos interativos ganham relevância por oferecer uma camada mais profunda de leitura sobre o comportamento do consumidor. É justamente nessa direção que a Adsplay vem ampliando sua atuação por meio de soluções proprietárias de Rich Media, formatos que combinam criatividade, interação e mensuração dentro do ambiente programático.

Diferentemente dos modelos tradicionais de mídia digital, os formatos permitem acompanhar não apenas visualizações e cliques, mas também interações realizadas ao longo da experiência, tempo de engajamento e comportamento do usuário dentro do anúncio.

Recentemente, a tecnologia foi utilizada em uma campanha desenvolvida para a Faber-Castell, na qual os consumidores podiam navegar por diferentes produtos diretamente dentro da peça publicitária, ampliando o tempo de atenção e gerando novas camadas de dados para análise.

Segundo Oliveira, a evolução da mídia acompanha a própria fragmentação da audiência.

``Quanto mais distribuída fica a atenção do consumidor, maior se torna a necessidade de formatos capazes de gerar interação e produzir dados qualificados. Não basta mais apenas aparecer. É preciso entender como as pessoas estão se relacionando com a mensagem em cada ambiente.´´

Para a Adsplay, a Copa de 2026 consolida uma tendência que deve se tornar cada vez mais presente nos próximos anos: a substituição dos grandes pólos de audiência por ecossistemas distribuídos, nos quais mídia, dados, tecnologia e mensuração passam a ser elementos inseparáveis da estratégia das marcas. O diferencial competitivo deixa de estar apenas no alcance e passa a depender da capacidade de conectar diferentes canais, interpretar sinais de comportamento e transformar interação em inteligência de negócio.


Sobre a Adsplay

A Adsplay foi fundada em 2017 com o propósito de conectar pessoas e marcas por meio das mídias digitais. É um hub de mídia que oferece soluções do topo ao fundo do funil. Em junho de 2025 adquiriu a Pixel Roads, especializada na integração de canais de mídia digital com múltiplos formatos de anúncios em sistema integrado, simples e intuitivo, com o objetivo de oferecer soluções completas aos clientes.  Possui o Selo Great Place to Work (GPTW) e, hoje, conta com um time de aproximadamente 80 profissionais especializados, 750 clientes - entre agências e anunciantes, além da marca histórica de 15 bilhões de impressões operadas para anunciantes de diferentes setores, em múltiplas verticais.


 

Brasil x Escócia: César Sampaio lembra 1998 e diz que seleção ‘vai precisar ser resiliente para vencer os europeus’


O ex-volante César Sampaio tem muita história para contar sobre a Copa do Mundo. E o próximo adversário do Brasil, a Escócia, nesta quarta-feira (24), é uma velha conhecida. Em 1998, o titular daquela equipe brasileira viveu tarde de herói e vilão no Mundial na França.

Em entrevista exclusiva ao Bolavip Brasil, Sampaio contou como foi a experiência daquele jogo. Além de ser seu primeiro duelo em uma Copa do Mundo, a partida marcava a estreia da Seleção como a atual campeã em 1998. E o jogador teve uma montanha-russa de emoções.

``Eu me lembro disso como um sonho que se tornou realidade, tentando assimilar tudo o que estava acontecendo. Tínhamos um histórico fantástico naquele ciclo. Um filme passou pela minha mente, desde a minha infância até, de repente, me tornar protagonista no cenário mundial. Assim que começou a partida, foi uma das emoções intensas. Marquei o primeiro gol da Copa do Mundo em uma jogada ensaiada que havíamos treinado meticulosamente com Zagallo, na qual Júnior Baiano deveria desviar a bola no primeiro poste´´, emocionou-se.

Porém, em seguida, César cometeu pênalti que colocou a Escócia novamente no jogo. O erro rendeu muita bronca de seu maior torcedor: o próprio pai. No final, um gol contra salvou o triunfo brasileiro.

``Liguei para meu pai logo após o jogo, e ele imediatamente começou a me dar uma bronca por causa do pênalti que cometi. Ele sequer mencionou o gol que marquei! Apenas me deu uma bronca e tanto. A preparação antes do jogo tinha sido incrivelmente tensa, uma noite sem dormir. Todos sabíamos que, se cometêssemos um erro, seria uma gafe de proporções mundiais. Mas, felizmente, tudo acabou bem e vencemos por 2 a 1´´, revelou com bom humor.

Dicas para encarar a atual Escócia

Ao que tudo indica, a Seleção Escocesa que vai entrar em campo diante do Brasil é mais cascuda do que a de 1998. Com muitos jogadores com destaque no futebol europeu, César prevê um confronto mais técnico do que aquele de 1998.

``Com a Escócia, o modelo padrão é aquele futebol inglês. É mais jogando por uma bola, tentando um jogo mais direto. São jogadores, parte deles na defesa, os dois laterais, todos com experiência. E o goleiro que atua na Premier League. São jogadores com experiências e vivências que podem contribuir bastante para a evolução da seleção na competição. Mas, creio que está bem parecido. É um futebol inglês, mais de força e técnica´´, analisou, destacando um nome em individual:

``Eles têm, no meio-campo, o McGinn também, o capitão, que é um diferencial técnico no Aston Villa. Mas é mais aquele jogo direto, de posição física, bola parada perigosa, um jogo mais de contato. Uma equipe que, na grande maioria das vezes, joga compacta e reativa nas transições´´, concluiu.

Para Sampaio, mesmo sendo uma Escócia mais forte do que a de 1998, o Brasil mantém total favoritismo. Se vencer, o Brasil pode encerrar o Grupo C na liderança. O empate pode deixar os pentacampeões em primeiro ou segundo lugar do grupo, dependendo do resultado da partida entre Marrocos e Haiti.

``Enfim, é um jogo mais lógico. Vejo mais dificuldades com Marrocos do que com a Escócia. Mesmo assim, o Brasil jogando bem, sim, é o favorito. A Escócia é mais próxima daquilo que a gente já viu, um jogo apertado, um jogo de pouco espaço. O Brasil é melhor, mas vai precisar ser resiliente´´, completou.

Pela Seleção Brasileira, César Sampaio atuou em 47 partidas e marcou sete gols. Na Copa do Mundo de 1998 foram três gols assinalados.


Sobre o Bolavip Brasil

O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.

O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).








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TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - terça-feira 23/6

 


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NEYMAR ESTÁ DE VOLTA APÓS A VITÓRIA DO BRASIL POR 3 A 0 CONTRA O HAITI! | ULISSES 7 E MEIA

 


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Do camisa 10 às seleções históricas: Minha Biblioteca reúne leituras para viver a Copa do Mundo de 2026 além dos gramados


Plataforma destaca obras sobre a história das Copas, grandes nomes do futebol, liderança esportiva e saúde mental dos atletas


Com a Copa do Mundo de 2026 atraindo a atenção de torcedores em todo o planeta, o interesse pelo universo do futebol também se estende para além dos jogos. Para quem deseja aprofundar esse olhar durante o torneio, a Minha Biblioteca, plataforma digital de livros acadêmicos e profissionais, disponibiliza obras que exploram diferentes dimensões do futebol. 

O acervo reúne títulos voltados tanto para apaixonados pelo esporte quanto para estudantes e profissionais interessados em compreender os aspectos históricos, culturais, econômicos e comportamentais que cercam a modalidade.

Confira algumas sugestões de leitura para acompanhar a competição sob novas perspectivas:

Os 11 maiores camisas 10 do futebol brasileiro, de Marcelo Barreto

O camisa 10 se tornou um dos maiores símbolos da identidade do futebol brasileiro. Nesta obra, Marcelo Barreto traça o perfil de jogadores que ajudaram a consolidar essa tradição, entre eles Pelé, Zico, Rivellino, Raí, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Kaká. O livro resgata momentos marcantes de suas carreiras e a influência que exerceram dentro e fora dos gramados.

As melhores seleções brasileiras de todos os tempos, de Milton Leite

As equipes campeãs de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002, além da emblemática seleção de 1982, são retratadas em uma obra que combina entrevistas, bastidores e relatos históricos. O livro ajuda a entender por que esses times permanecem entre os mais admirados do futebol mundial.

Marketing esportivo: uma visão estratégica e atual, de Marco Antônio Carvalho Alves de Siqueira

Além da paixão dos torcedores, o futebol movimenta uma das maiores indústrias do entretenimento mundial. A obra aborda conceitos e práticas do marketing esportivo, mostrando como clubes, federações, patrocinadores e organizadores de eventos utilizam estratégias para fortalecer marcas, gerar receitas e ampliar o engajamento do público.

Os 11 maiores técnicos do futebol brasileiro, de  Maurício Noriega

Muito além da área técnica, os treinadores são responsáveis por liderar grupos, definir estratégias e conduzir equipes em momentos decisivos. O livro apresenta alguns dos profissionais mais importantes da história do futebol brasileiro, destacando estilos de liderança, métodos de trabalho e conquistas.

As melhores seleções estrangeiras de todos os tempos, de Mauro Beting

As Copas do Mundo também foram construídas por seleções que deixaram um legado duradouro para o esporte. Mauro Beting apresenta equipes que revolucionaram a forma de jogar, como a Hungria de 1954, a Holanda de 1974, a Argentina de 1986 e a França de 1998, destacando suas características técnicas e o legado deixado para as gerações futuras.

Os 11 maiores goleiros do futebol brasileiro, de Luís Augusto Símon

As grandes defesas também fazem parte dos capítulos mais memoráveis do futebol. Nesta obra, Luís Augusto Símon revisita a trajetória de goleiros que se tornaram referência em suas posições, como Barbosa, Gilmar, Leão, Taffarel, Rogério Ceni, Marcos, Dida e Júlio César. A narrativa revela desafios, vitórias e episódios que marcaram suas carreiras.

Psiquiatria do esporte, de David R. McDuff e Helio Fádel

A preparação para grandes competições envolve muito mais do que treinamento físico e técnico. O livro discute temas como controle emocional, concentração, pressão por resultados e saúde mental, oferecendo uma visão aprofundada sobre fatores psicológicos que influenciam o desempenho de atletas de alto rendimento.

Com o catálogo, a Minha Biblioteca convida os leitores a explorar o futebol sob diferentes ângulos. Uma oportunidade para aproveitar o clima da Copa do Mundo de 2026 e descobrir histórias que ajudam a explicar por que o esporte segue mobilizando gerações em todos os continentes.


Sobre a Minha Biblioteca

A Minha Biblioteca (MB) tem experiência em atender ao mercado educacional e faz parte da jornada de sucesso de milhares de estudantes. Oferecemos uma plataforma integrada de conteúdo que cumpre com excelência as exigências do MEC, além de apoiar as IES na gestão de recursos educacionais. Como fazemos isso? Com tecnologia, inovação, suporte acadêmico e um acervo de livros digitais amplo e qualificado. Mais informações, acesse o site: minhabiblioteca.com.br





Fonte: Bendita imagem

segunda-feira, 22 de junho de 2026

2ª fase da Série D - Jogos de ida: só 7 mandantes venceram, com 11 vitórias dos visitantes e 14 empates!

 


CLIQUE AQUI e confira a análise das 32 partidas:

Vozinha e Cabo Verde viram sensações da Copa do Mundo de 2026


As duas primeiras rodadas da Copa do Mundo tem seu protagonista: Cabo Verde. Segundo levantamento exclusivo da Taboola, líder global em oferecer performance em escala para anunciantes, o interesse pelo termo registrou um salto de 677% na Open Web, acumulando 576 mil pageviews impulsionando sua estreia no torneio.

No centro desse fenômeno pop-esportivo está o goleiro Vozinha, que viu o interesse por seu nome explodir em  1.980% após o empate histórico contra a Espanha e o Uruguai. O arqueiro cabo verdiano, eleito o melhor em campo na estreia contra a Fúria, rapidamente furou a bolha do nicho tático também por sua conexão afetiva com o Brasil — fã declarado de Ivete Sangalo, novelas e batizado em homenagem a um ex-jogador do Botafogo —, motivando uma campanha digital que o fez ultrapassar a marca de 15 milhões de seguidores no Instagram.

``O ecossistema da Open Web mostra que o torcedor brasileiro consome o Mundial guiado por narrativas de forte humanização. A garra e o carisma da seleção de Cabo Verde e do goleiro Vozinha transformou a seleção africana em um dos maiores centros de gravidade de audiência do país neste início de torneio, rivalizando com o espaço dos gigantes do futebol´´, afirma José Luiz de Genova, Managing Director LATAM da Taboola.

Estreia amarga do Brasil tem brilho de Vini Jr. e cobrança por Endrick

Por outro lado, a estreia da Seleção Brasileira contra Marrocos trouxe o torcedor de volta à realidade da cobrança técnica e dos bastidores inflamados. O empate amargo, com desempenho abaixo do esperado, foi salvo pelo brilho individual de Vini Jr., que garantiu 12 milhões de pageviews e uma alta de 462% em interesse ao marcar o único gol para o Brasil.

Paralelamente, do banco de reservas, Endrick solidificou seu papel de fenômeno midiático ao acumular 2,1 milhões de pageviews e alta de 198%. O fato do jovem passar o jogo se aquecendo, sem ser utilizado pelo técnico Carlo Ancelotti gerou uma forte onda de cobrança por parte dos torcedores no ambiente digital.

Já na segunda rodada, o triunfo por 3 a 0 sobre o Haiti transformou a dinâmica de interesse na Open Web com novos protagonistas. Novidade na escalação, Matheus Cunha acumulou 329 mil pageviews (+73%) impulsionado por seus dois gols e pela curiosidade em torno de sua comemoração surfista. Por outro lado, Raphinha concentrou 787 mil pageviews (+63%) sob um viés de drama e incerteza, o atacante virou o centro das atenções digitais após ser alvo de duras críticas e sofrer uma lesão com risco de corte do Mundial.

Na abertura do campeonato, a arbitragem brasileira também virou pauta de grande repercussão. O árbitro Wilton Pereira Sampaio registrou um crescimento de 120.130% em interesse na Open Web, impulsionado por elogios e críticas à sua atuação no jogo entre México x África do Sul, onde aplicou três cartões vermelhos e viralizou nas redes por conta de um diálogo em inglês.

Corrida histórica pelo topo da artilharia histórica

Enquanto isso, a caça aos recordes históricos começou a desenhar uma batalha de titãs. Kylian Mbappé estreou marcando duas vezes contra o Senegal na vitória da França, fazendo o interesse pelo seu nome avançar 154%, gerando 891 mil pageviews. A resposta veio no mesmo nível com Lionel Messi, que anotou um hat-trick pela Argentina, igualou a marca de Miroslav Klose com 16 gols na artilharia histórica das Copas e acumulou 958 mil visualizações de páginas.

``Essa corrida implacável de craques como Messi e Mbappé pelo topo da história do futebol, somada aos grandes feitos da rodada, consolidou o torneio como o centro absoluto das atenções digitais. Diante de tantos recordes e do alto nível técnico logo na estreia, o torcedor brasileiro não quer perder nenhum detalhe, o que fez o interesse pelo termo 'jogos de hoje' disparar 3.085% na plataforma enquanto a audiência mapeia onde acompanhar cada espetáculo´´, finaliza Genova.


Sobre a Taboola 

A Taboola capacita empresas a crescer por meio de tecnologia de publicidade de performance que vai além de search e social, oferecendo resultados mensuráveis em escala. 

A Taboola trabalha com milhares de anunciantes que investem diretamente no Realize, sua plataforma publicitária avançada, alcançando 600 milhões de usuários ativos diariamente nos principais publishers do mundo. Grandes publishers como NBC News, Yahoo, e fabricantes de dispositivos como Samsung e Xiaomi, utilizam a tecnologia da Taboola para expandir sua audiência e receita, tornando o Realize uma solução única, com algoritmos especializados e alcance incomparável. 

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - segunda-feira 22/6

 


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