CLIQUE AQUI e confira o programa na íntegra:
Informativo diário com notícias, curiosidades, bastidores, contratações, demissões e classificações. Os times pequenos e médios do interior de São Paulo, Capital, Grande ABC e Grande São Paulo são priorizados. Mas jamais esquecerei dos outros Estados e de clubes e jogadores brasileiros no futebol internacional!
A abertura será às 19h30, com o confronto entre Marília e Grêmio Prudente, em Marília. A partida inicia a disputa entre 16 clubes, que entram em campo não apenas pelo título, mas também por duas vagas no calendário nacional de 2027.
Ao fim da competição, o campeão poderá escolher entre a participação na Copa do Brasil ou no Campeonato Brasileiro da Série D. O vice-campeão ficará com a vaga remanescente. Todos os jogos terão transmissão ao vivo pelo YouTube Paulistão, Metrópoles, Xsports e Ulisses TV.
Na primeira fase, os 16 participantes estarão distribuídos em quatro grupos regionalizados, com quatro equipes em cada chave. Os clubes se enfrentarão em turno e returno dentro dos próprios grupos. Os líderes avançam diretamente às quartas de final, enquanto segundos e terceiros colocados disputarão o play-in. A partir das quartas, todos os confrontos serão definidos em partidas de ida e volta até a decisão do título.
O XV de Piracicaba chega à esta edição como atual campeão e também como um dos maiores vencedores da história da Copa Paulista. Com três títulos, o clube divide a liderança do ranking de conquistas com o Paulista de Jundiaí.
Criada em 1999, a Copa Paulista consolidou-se como uma das principais competições do segundo semestre do calendário estadual. Ao reunir clubes de diferentes regiões de São Paulo, o torneio amplia o calendário das equipes, abre espaço para a formação de atletas e oferece aos finalistas um caminho direto para o cenário nacional.
CLIQUE AQUI e confira a tabela:
Fonte: FPF
A CazéTV, em parceria com a Cinecolor Films, anuncia a transmissão ao vivo da grande final da Copa do Mundo de 2026 em cinemas brasileiros. No dia 19 de julho, os torcedores poderão acompanhar a decisão mais importante do futebol mundial em uma experiência que une a emoção das arquibancadas à qualidade de imagem e som da tela grande.
Além do espetáculo dentro de campo, a edição de 2026 promete entrar para a história por um motivo especial: pela primeira vez, a final da Copa do Mundo contará com um show de intervalo. O espetáculo terá duração prevista de 11 minutos e será realizado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, com apresentações de Madonna, Shakira, BTS e Justin Bieber, sob curadoria de Chris Martin, do Coldplay.
A iniciativa transforma os cinemas em pontos de encontro para os apaixonados por futebol, que poderão acompanhar cada lance da decisão e, pela primeira vez na história das Copas do Mundo, assistir ao inédito show de intervalo. Tudo isso em uma experiência coletiva que reúne conforto, tecnologia e a energia de uma torcida vibrando em um só lugar. Participam da ação as redes Kinoplex, UCI e Cinemark.
A relação de cinemas participantes, os ingressos e a disponibilidade de lugares poderão ser consultados pela Ingresso.com.
No dia 19 de julho, a emoção da grande final também terá lugar marcado nas telonas brasileiras.
Sobre a Cinecolor do Brasil
Presente no país desde 1998, a Cinecolor do Brasil faz parte do Cinecolor Group, que atualmente é líder em serviços audiovisuais na América Latina, e a única empresa presente no México, Colômbia, Argentina, Chile, Peru, Venezuela e Brasil. A empresa possui quatro ramificações: Cinecolor SAT (distribuição de conteúdo via satélite), Cinecolor Films (coprodução, produção, distribuição para cinema e home vídeo), Cinecolor Digital (pós-produção) e licenciamento.
http://linktr.ee/cinecolorbrasil
Nesta sexta-feira, dia 17 de julho, o Butantã Shopping, localizado na zona oeste e administrado pelo Carrefour Property, promove mais uma edição do Fut Encontro, uma noite dedicada aos apaixonados por futebol que traz uma super análise dos finalistas do maior torneio de futebol do planeta. O evento promete muita resenha e acontece no piso 1, às 19h, com entrada gratuita e sem necessidade de inscrição.
O encontro analisa o confronto de Espanha e Inglaterra x Argentina, jogo que define o grande campeão da Copa do Mundo de 2026. A resenha passa pela trajetória das seleções, força dos elencos, favoritismo, leitura tática, peso das camisas e jogadores que podem decidir a partida em um lance.
O time escalado para o encontro conta com Pedro Marques, jornalista da Jovem Pan, Luiz Fernando Shrocatti, jornalista, Daniel Perrone, jornalista e comunicador, Betão, ex-jogador do Corinthians, e Kaue Marques, criador de conteúdo.
``O futebol tem essa força de aproximar pessoas, provocar debate e criar histórias antes mesmo de a bola rolar. No Fut Encontro, queremos trazer esse clima para dentro do Butantã Shopping, reunindo quem quer entender melhor os finalistas, discutir favoritismos e entrar no aquecimento para a grande decisão´´, afirma Franklin Pedroso, coordenador de marketing do Butantã Shopping.
O evento também vale como horas complementares para estudantes de cursos ligados à comunicação e ao esporte.
Sobre o Butantã Shopping:
O Butantã Shopping é o primeiro shopping do Grupo Carrefour, administrado e comercializado pela unidade de negócios Carrefour Property. Inaugurado em 3 de maio de 1994, o empreendimento tem como âncora principal o Hipermercado Carrefour, além de Daiso, Lojas Americanas, Praia Hall, Preçolândia, Renner e Smart Fit Academia. O shopping leva o nome do bairro em que está localizado, a oeste da cidade de São Paulo, próximo aos bairros do Morumbi, Raposo Tavares, Rio Pequeno, Vila Andrade, Campo Limpo, Jardim Guedala, Vila Sônia e Jardim Previdência, bem como dos municípios de Osasco, Taboão da Serra e Cotia. O Carrefour Property é a unidade de negócios do Grupo Carrefour Brasil que atua na gestão e desenvolvimento do portfólio imobiliário da companhia, composto por 310 imóveis próprios que somam mais de 14 milhões de m2.
Sobre o Carrefour Property:
Presente desde 2012 no país, o Carrefour Property é a unidade de negócios do Grupo Carrefour Brasil que atua na gestão e desenvolvimento do portfólio imobiliário da companhia. Com a incorporação do Grupo BIG ao Grupo Carrefour Brasil, a companhia passou a ter em seu portfólio mais de 17 milhões de m² de área de terreno e mais de 430 imóveis próprios. Atualmente, o Carrefour Property administra mais de 250 galerias comerciais em 19 estados e mais de 130 municípios, que contam com mais de 3.200 lojistas, além de três shopping centers — incluindo o Butantã Shopping, o Jardim Pamplona Shopping e o Paseo Alto das Nações, em São Paulo. Juntas, essas operações somam mais de 400 mil m² de área bruta locável (ABL).
Com a missão de proporcionar espaços que trazem ao consumidor conveniência, entretenimento e praticidade, a força do Carrefour Property reside na combinação do conhecimento e experiência imobiliária com a estratégia dos três pilares estratégicos do Grupo: combate à fome e desigualdades, diversidade e inclusão e comprometimento com agendas sustentáveis, colocando o cliente sempre no centro de todos os projetos. A unidade de negócios também tem a expertise no desenvolvimento imobiliário em diversos formatos que beneficiam todos os ecossistemas, além da experiência na gestão dos ativos da maior empregadora privada do país.
A Copa do Mundo de 2026 já tem seus finalistas: Espanha entra em campo em busca do seu segundo mundial e, enquanto isso, a Argentina de Messi briga por sua quarta taça. Para celebrar o fim dessa edição histórica, que reuniu 48 seleções o Museu do Futebol faz a transmissão do jogo de forma gratuita na área externa e no auditório. Localizado no Estádio do Pacaembu, na capital paulista, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.
Das 10h às 16h, haverá atividades do projeto Férias no Museu e da Pracinha da Copa. Às 16h, antes do apito inicial, o Dj Vitão embala o público e esquenta o clima para a partida. A programação foi pensada para toda a família, com diversas opções para os torcedores ao longo do dia. As visitas educativas acontecem em dois horários, às 11h e 14h e 17h, aprofundando histórias e curiosidades do torneio.
Para visitar as exposições, a bilheteria fica aberta das 9h às 17h, com permanência no museu até as 18h. Os ingressos custam R$ 24,00 e R$ 12,00 (meia entrada), sendo que crianças até 7 anos não pagam.
Em cartaz:
Amarelinha
Quem for participar da programação ainda pode conferir a exposição temporária Amarelinha que conta a história da famosa camisa amarela da Seleção Brasileira. A mostra explica como, após a derrota na final de 1950, o uniforme branco foi substituído pela “camisa canarinho”, que é um dos maiores símbolos do futebol e da cultura brasileira. Ao reunir 18 camisas de grandes ídolos de diferentes épocas, a exposição apresenta a evolução desse símbolo ao longo de mais de 70 anos e propõe um diálogo entre gerações de torcedores.
Festa na Copa
A sala Zona Mista, dentro do Museu, se transforma em um espaço de celebração com a mostra Festa na Copa. Quando o assunto é futebol, a torcida brasileira dá um verdadeiro show e essa festa popular é retratada neste ambiente, que destaca as comemorações que tomam conta das ruas, bares e casas, apresentando a paixão do brasileiro pelo jogo.
O churrasquinho, a cerveja, as buzinas, os fogos de artifício, os instrumentos musicais e diversos acessórios traduzem o colorido, o ritmo e a energia da torcida canarinho. Até o cão Caramelo, símbolo de resistência, simpatia e lealdade, marca presença na mostra, que reúne elementos icônicos do torcedor brasileiro, como ruas pintadas, bandeiras, vuvuzelas, chapéus e óculos em verde e amarelo.
SERVIÇO
Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo
De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)
Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)
R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)
Crianças até 7 anos não pagam
Grátis às terças-feiras
Garanta o ingresso pela internet:
Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas
SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL
Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.
O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.
PATROCINADORES E PARCEIROS
A Temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil, Sabesp; apoio do Itaú Unibanco; Arkema; do Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e dos parceiros de mídia, Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é realização do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.
A gestão das SAFs no futebol brasileiro tem se tornado um cenário cada vez mais comum. Após as primeiras levas dos clubes-empresa, está surgindo uma nova onda, com objetivos diferentes das anteriores. O desespero financeiro já não é mais o único foco dessa procura, fato que deixa as equipes mais cautelosas para concretizar essa transformação.
Agora, os novos negócios já nascem sob a Nova Lei das SAFs e as novas regras de Fair Play Financeiro da CBF. A busca pelo formato clube-empresa nessa nova onda almeja ter maior transparência contábil, teto de gastos, além de contratos que prevejam a obrigatoriedade de conselheiros independentes.
Rivais em Campinas, Guarani e Ponte Preta são possíveis clubes a aderirem a essa nova onda das SAFs. Em teoria, a situação do Bugre está mais avançada. Conselheiros alviverdes já aprovaram a mudança no estatuto do clube. Roberto Graziano, dono do Grupo Magnum, é um dos interessados. O que tem travado a mudança é a disputa judicial por conta das eleições da diretoria, em que a Justiça tem exigido a anulação do pleito e a convocação de novas eleições devido a irregularidades nas chapas. Recentemente, o presidente do Guarani, Rômulo Amaro, garantiu que o processo continua em andamento, mas que exige muita cautela.
Já a Macaca, apesar de ter aprovado o início do processo para virar SAF no papel, ainda não tem um nome certo para adquirir parte da equipe alvinegra.
Nessa nova onda, mas em um processo muito a frente da dupla campineira e já em fase de execução, a SAF Juventus, firmada em outubro do ano passado em uma operação de R$ 480 milhões (ao longo de 10 anos) por 90% do futebol do clube, já começa a colher os frutos. O título da série A2 do Campeonato Paulista é a prova disso. O Moleque Travesso sonha alto e, além de ter um calendário recorrente conquistando uma vaga na série D do Campeonato Brasileiro, planeja a revitalização do estádio, a futura Arena Javari, para a disputa do Campeonato Paulista do ano que vem.
As mudanças com a transformação em um clube-empresa, nos dias de hoje, vão muito além de saciar e reduzir as dívidas e da modernização da infraestrutura: tem principalmente o intuito de aproveitarem as novas regras tributárias que entram em vigor a partir de janeiro de 2027. Com isso, os impostos que os clubes pagam podem saltar para cerca de 16% de tudo que se arrecada. Caso virem SAF, esse imposto cai para 5%. Uma estratégia jurídica fundamental para blindar as receitas e pagar menos impostos, mesmo que, por enquanto, a gestão continue sendo interna.
``O modelo associativo tradicional está com os dias contados a partir de 2027 devido ao aumento de custos em comparação ao formato empresarial. Se as primeiras ondas de SAFs foram motivadas pelo sufoco financeiro, busca por investidores e melhora em campo, o próximo movimento será impulsionado pela sobrevivência tributária. A Reforma Tributária vai desencadear uma nova onda de migrações focada estritamente na eficiência fiscal´´, destaca o advogado especialista em direito desportivo, Cristiano Caús, sócio do CCLA Advogados, escritório que atuou no processo de clubes se tornarem SAFs no país e SADs fora do Brasil.
Em nível de comparação, a primeira leva das SAF’s, considerada por muitos a fase do desespero financeiro, tinha como objetivo principal saciar as dívidas bilionárias, afastando qualquer possibilidade, mínima que fosse, de fechar as portas. O pontapé inicial foi dado por Ronaldo, que comprou 90% das ações da SAF do Cruzeiro. Entretanto, pouco tempo depois acabou vendendo o clube para Pedro Lourenço, dono dos Supermercados BH, por R$ 600 milhões.
Na sequência, o Botafogo também foi adquirido pelo americano John Textor por R$ 400 milhões por meio da sua holding multiclubes, posteriormente chamada de Eagle Football Holdings. Após diversos imbróglios e inúmeros transferbans, que geraram a perda do controle do conglomerado Eagle Football para administradores judiciais, Textor foi oficialmente destituído do comando do Alvinegro e permanece afastado das funções administrativas na SAF do Botafogo. Neste ano, o clube vendeu as ações de sua SAF para o grupo norte-americano GDA Luma por R$ 525 milhões. Apesar da assinatura com a nova gestora, John Textor contesta a operação. O empresário alega que ainda é o dono oficial das ações e cita processos judiciais em andamento no exterior para travar a transferência de controle.
No Vasco da Gama, a empresa norte-americana 777 Partners comprou 70% das ações da SAF cruzmaltina por aproximadamente R$ 700 milhões. Diante de uma administração e investimentos que geraram questionamentos, o contrato entre Vasco da Gama e 777 Partners foi suspenso em 2024, deixando o clube associativo responsável pela gestão. A pedido da empresa, o presidente do Gigante da Colina, Pedrinho, foi recentemente afastado do comando. Agora, o clube está em negociações para revender 90% das ações da SAF para o empresário Marcos Lamacchia, enteado de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, por valor superior a R$ 2 bilhões.
Tal urgência por investimentos para salvar os clubes fez com que muitos contratos deixassem inúmeras brechas regulatórias, que não blindaram contra colapsos dos próprios investidores, e agora alguns clubes colhem negativamente os frutos disso.
No movimento seguinte, o processo para equipes como Bahia e Atlético-MG se tornarem SAFs pareceu contar com um caráter mais profissional do que o anterior. Foram negociações mais longas e complexas, com contratos mais amarrados. Demorou mais de um ano até a compra do Tricolor se concretizar pelo Grupo City, por conta de auditorias, exigências contratuais e aprovações rígidas dos conselhos. O aporte em questão foi de R$ 1 bilhão por 90% da equipe baiana. Enquanto o Galo vendeu 75% das ações da sua SAF para a Galo Holding, grupo de investidores e empresários locais que já eram mecenas históricos do clube, no valor de R$ 913 milhões.
Esta nova onda das SAFs consolida uma nova era de maturidade jurídica, exigência técnica e sobrevivência institucional no futebol brasileiro. Ao rejeitarem a venda integral e imediata do controle, os clubes passam a blindar sua identidade por meio de modelos híbridos ou minoritários. Assim, a busca por parceiros estratégicos e fundos de investimento substitui a figura de um único “dono”, garantindo a injeção de capital necessária sem que a associação precise abrir mão do comando do futebol.
Fonte: FutPress
Os confrontos de ida começam no sábado (18), com seis partidas, e prosseguem no domingo (19), encerrando a primeira metade da fase. Os duelos de volta serão realizados entre os dias 25 e 26 de julho.
Os oito vencedores dos confrontos avançam às quartas de final da Série D. A partir dessa etapa, além da disputa pelo título nacional, estará em jogo o acesso à Série C de 2027.
Jogos de ida
Sábado (18/07)
16h – Nacional-AM x Iguatu-CE – Estádio Ismael Benigno, em Manaus (AM).
16h – São José-RS x Treze-PB – Estádio Francisco Novelletto, em Porto Alegre (RS).
16h – Cianorte-PR x ASA-AL – Estádio dos Pássaros, em Arapongas (PR).
17h – Uberlândia-MG x Portuguesa-SP – Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG).
18h30 – Goiatuba-GO x Ferroviário-CE – Estádio Divino Garcia Rosa, em Goiatuba (GO).
19h – Luverdense-MT x ABC-RN – Estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde (MT).
Domingo (19/07)
11h – São Luiz-RS x CSA-AL – Estádio 19 de Outubro, em Ijuí (RS).
19h – América-RN x Gama-DF – Arena das Dunas, em Natal (RN).
Jogos de volta
Sábado (25/07)
16h – Iguatu-CE x Nacional-AM – Estádio Morenão, em Iguatu (CE).
16h – Portuguesa-SP x Uberlândia-MG – Estádio do Canindé, em São Paulo (SP).
Domingo (26/07)
16h – Gama-DF x América-RN – Estádio Bezerrão, no Gama (DF).
16h – CSA-AL x São Luiz-RS – Estádio Rei Pelé, em Maceió (AL).
17h – Ferroviário-CE x Goiatuba-GO – Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza (CE).
17h – ABC-RN x Luverdense-MT – Arena das Dunas, em Natal (RN).
17h – Treze-PB x São José-RS – Estádio Amigão, em Campina Grande (PB).
17h – ASA-AL x Cianorte-PR – Estádio Coaracy Fonseca, em Arapiraca (AL).
No agregado, o América superou o Trem por 6 a 2. Já o CSA fez 4 a 1 no Betim. Agora, o América enfrentará o Gama-DF. E o CSA jogará com o São Luiz-RS.
Confira os confrontos da quarta fase, com jogos de ida e volta:
Goiatuba-GO x Ferroviário-CE
Luverdense-MT x ABC-RN
Nacional-AM x Iguatu-CE
São José-RS x Treze-PB
Uberlândia-MG x Portuguesa-SP
Cianorte-PR x ASA-AL
CSA-AL x São Luiz-RS
América-RN x Gama-DF
A SAF do Juventus apresenta oficialmente, nesta sexta-feira (10/7), o projeto da Arena Javari, iniciativa que marca um novo capítulo na história do tradicional estádio Conde Rodolfo Crespi. A apresentação será realizada por meio das redes sociais do clube e detalha as intervenções previstas para a revitalização da Rua Javari.
A revitalização da Rua Javari integra o plano de investimentos de R$ 480 milhões da SAF, voltado ao desenvolvimento da estrutura e ao fortalecimento do Juventus.
A proposta tem como objetivo revitalizar o estádio, ampliar sua capacidade e qualificar sua infraestrutura, preservando a identidade que transformou a Rua Javari em um dos palcos mais tradicionais do futebol brasileiro. Entre as principais intervenções previstas estão a ampliação das arquibancadas laterais, a construção de novos camarotes e de um rooftop, além de melhorias voltadas à experiência do torcedor e à geração de novas receitas para o clube. Com isso, a capacidade será ampliada para 11 mil espectadores em dias de jogos e até 25 mil pessoas em eventos e shows.
O início da segunda fase das obras está previsto para o fim do mês de agosto, condicionado à emissão dos alvarás necessários pelos órgãos competentes. A conclusão do projeto está prevista para dezembro. A prioridade da SAF é que o Juventus possa disputar o Paulistão de 2027 na Rua Javari, já com a nova estrutura em funcionamento.
O executivo destaca que todas as intervenções foram concebidas para manter a identidade do estádio, valorizando seu patrimônio histórico e a experiência tradicional vivida pelos torcedores:
``Nosso compromisso sempre foi fortalecer o clube sem descaracterizar aquilo que faz da Rua Javari um patrimônio do futebol brasileiro. Vamos ampliar a capacidade, melhorar a infraestrutura e criar novas fontes de receita, mas mantendo viva a personalidade de um estádio que faz parte da memória de gerações de juventinos´´, disse.
Além das melhorias estruturais, o projeto contempla novas áreas de hospitalidade, fortalecendo a sustentabilidade financeira do clube e ampliando as possibilidades de utilização do estádio para diferentes tipos de eventos.
A apresentação oficial do projeto estará disponível nas plataformas digitais do Juventus a partir desta sexta-feira (10), marcando o início de uma nova etapa para um dos estádios mais emblemáticos do futebol paulista.
Fonte e foto: Press FC
A eliminação do Egito para a Argentina nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 ganhou um novo capítulo fora das quatro linhas. Inconformada com decisões da arbitragem durante a partida, a Federação Egípcia de Futebol formalizou uma queixa junto à FIFA pedindo a apuração da atuação da equipe liderada pelo árbitro francês François Letexier e a exclusão dos árbitros das escalas do restante do torneio.
O episódio reacendeu um debate recorrente no futebol internacional: até que ponto uma decisão de arbitragem pode ser revista após o encerramento de uma partida? E quais são os efeitos jurídicos de uma reclamação apresentada à FIFA?
Segundo o advogado Alberto Goldenstein, especialista em Direito Desportivo e sócio-fundador do GMP G&C Advogados Associados, é importante separar a insatisfação esportiva dos limites efetivamente previstos pelos regulamentos internacionais.
``A queixa apresentada pelo Egito inaugura um procedimento administrativo perante a FIFA, mas não produz, por si só, qualquer efeito sobre o resultado da partida. Ela pode gerar análise técnica, avaliação administrativa e até eventual apuração disciplinar, mas não implica automaticamente revisão do placar ou repetição do jogo´´, explica.
De acordo com Goldenstein, a FIFA possui mecanismos internos para avaliar o desempenho de árbitros durante competições internacionais, independentemente da existência de reclamações formais. Essa análise pode ocorrer em diferentes níveis.
O primeiro deles é a avaliação técnica da atuação da arbitragem. Também existe a possibilidade de revisão administrativa das escalas futuras, o que permite à entidade deixar de designar determinados árbitros para partidas subsequentes por critérios de desempenho ou conveniência. Em situações mais graves, podem existir procedimentos disciplinares ou investigações relacionadas à integridade esportiva.
No entanto, o especialista destaca que nenhuma dessas hipóteses significa, necessariamente, alteração do resultado esportivo.
``Investigar não é sinônimo de anular. A FIFA pode apurar todos os fatos alegados e ainda assim manter integralmente o resultado da partida, porque estamos falando de esferas jurídicas diferentes´´, afirma.
Erro de arbitragem não significa anulação
Um dos principais pontos levantados pela Federação Egípcia envolve a anulação de um gol e um suposto pênalti não marcado sobre Mohamed Salah. Para muitos torcedores, lances polêmicos poderiam justificar a repetição do jogo.
Juridicamente, porém, a situação é mais complexa. Segundo Goldenstein, a legislação esportiva internacional diferencia claramente o chamado erro de fato do erro de direito.
``O erro de fato ocorre quando existe discussão sobre a interpretação de um lance: se houve falta, pênalti ou impedimento, por exemplo. Essas decisões pertencem ao campo da interpretação do árbitro e, pelas Regras do Jogo da IFAB, são consideradas finais´´, explica.
Já o erro de direito ocorre quando há aplicação incorreta das próprias regras do futebol ou do regulamento da competição. São situações excepcionais e objetivamente verificáveis, que podem abrir espaço para medidas mais severas.
``A simples discordância sobre um lance, ainda que compartilhada por especialistas e comentaristas, normalmente não é suficiente para fundamentar a anulação de uma partida´´, afirma.
Outro aspecto frequentemente questionado em casos como esse envolve a atuação do árbitro de vídeo. Segundo o advogado, embora o VAR tenha ampliado os mecanismos de revisão durante as partidas, ele não altera a essência da decisão arbitral.
``O protocolo da IFAB deixa claro que o VAR é um instrumento de auxílio. A decisão final continua sendo do árbitro de campo. Mesmo após a revisão, a responsabilidade pela interpretação do lance permanece com ele´´, destaca.
Para que uma eventual discussão jurídica envolvendo o VAR ganhe relevância, seria necessário demonstrar um erro operacional objetivo no protocolo de utilização da ferramenta, e não apenas discordar da conclusão alcançada após a revisão.
Árbitros podem ser afastados?
Embora a alteração do resultado seja considerada extremamente improvável, a reclamação pode produzir reflexos sobre a equipe de arbitragem. Goldenstein explica que a FIFA possui autonomia para modificar escalas futuras por razões técnicas ou administrativas.
``O eventual afastamento dos árbitros das próximas partidas não significa reconhecimento de erro ou acolhimento da reclamação. Trata-se de uma decisão de gestão da competição, que pode ocorrer por diversos fatores´´, afirma.
Já uma punição disciplinar exigiria demonstração de conduta incompatível com as normas da entidade.
``O erro técnico de arbitragem, por si só, normalmente gera apenas consequências internas de avaliação de desempenho, não sanções disciplinares´´, acrescenta.
Cenário mais provável
Na avaliação do especialista, a tendência é que a reclamação apresentada pelo Egito resulte em análises internas da FIFA, sem impactos diretos sobre o resultado esportivo da partida.
``A preservação das decisões de campo é um dos pilares do sistema jurídico-desportivo internacional. A revisão de um resultado de Copa do Mundo é medida absolutamente excepcional e depende da demonstração de violações graves às regras ou ao regulamento da competição. Não basta haver controvérsia sobre lances de jogo´´, conclui.
A queixa egípcia, portanto, pode gerar avaliações técnicas, influenciar futuras escalas de arbitragem e até provocar investigações administrativas. O que parece pouco provável, à luz dos regulamentos esportivos atuais, é que ela seja capaz de reescrever o placar de uma partida já encerrada.
Para quem pensa que a emoção da Copa do Mundo terminou com a eliminação do Brasil, é hora de respirar fundo e se preparar para o que vem pela frente. A paixão pelo futebol continua viva e já aponta para 2027, quando o Brasil será sede da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Entrando nesse clima, o Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, convida o público a manter a torcida acesa com um destaque especial na mostra Festa da Copa: a camisa da Seleção Brasileira Feminina usada na Copa do Mundo de 2019, na França, autografada pelas jogadoras que disputaram o torneio.
A peça está exposta na sala Zona Mista e integra a mostra Festa da Copa, uma experiência interativa que celebra a relação única dos brasileiros com o Mundial. O espaço reúne elementos que traduzem o espírito das torcidas, como churrasco, ruas decoradas, bandeiras, vuvuzelas e até o icônico cão caramelo, criando um ambiente que mistura memória afetiva e celebração popular.
Uma história de resistência
Mais do que um símbolo esportivo, a camisa representa a trajetória de resistência do futebol feminino no Brasil. Desde a renovação da exposição principal em 2024, o Museu do Futebol ampliou o espaço dedicado às mulheres que, por décadas, foram proibidas de jogar. Um dos principais marcos dessa história é o decreto de 1941, assinado por Getúlio Vargas, que vetou a prática do futebol por mulheres sob a justificativa de que o esporte seria incompatível com sua natureza. A restrição, que perdurou por cerca de quarenta anos, tornou se um símbolo das barreiras enfrentadas pelas atletas ao longo do tempo.
A jornada do visitante para conhecer melhor essa história no Museu, começa na Sala Origens, que aborda o desenvolvimento do esporte desde o século XIX até os anos 1930, e conta com destaque para a presença feminina.
Na Sala das Copas, o futebol feminino tem protagonismo em quatro módulos temáticos que destacam momentos de defesa, drible, contra-ataque e gol, narrando o período entre 1941 e 1988, da proibição até a realização do primeiro torneio experimental na China, que antecedeu a criação oficial da Copa do Mundo Feminina.
O espaço também incorporou todas as edições do torneio desde 1991, integradas à linha do tempo das Copas masculinas.
Outro destaque do percurso é a presença da jogadora Marta, que encerra a visita em uma projeção em tamanho natural. Em uma mensagem emocionante, ela convida o público a voltar ao Museu e agradece em português, espanhol, inglês e em Libras, ampliando o acesso e a inclusão.
SERVIÇO
Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo
De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)
Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)
R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)
Crianças até 7 anos não pagam
Grátis às terças-feiras
Garanta o ingresso pela internet:
Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas
SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL
Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.
O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.
PATROCINADORES E PARCEIROS
A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil, Sabesp; apoio do Itaú Unibanco; Arkema; do Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e dos parceiros de mídia, Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.