sexta-feira, 10 de julho de 2026

Confira os grupos, novo regulamento, treinadores e as principais contratações dos 16 clubes da Copa Paulista

 


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TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - sexta-feira 10/7

 


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SAF do Juventus apresenta projeto da Arena Javari e anuncia revitalização do estádio


Apresentação oficial será realizada nas redes sociais do clube; projeto prevê ampliação da capacidade, novos camarotes e preservação da identidade histórica da Rua Javari


A SAF do Juventus apresenta oficialmente, nesta sexta-feira (10/7), o projeto da Arena Javari, iniciativa que marca um novo capítulo na história do tradicional estádio Conde Rodolfo Crespi. A apresentação será realizada por meio das redes sociais do clube e detalha as intervenções previstas para a revitalização da Rua Javari.

A revitalização da Rua Javari integra o plano de investimentos de R$ 480 milhões da SAF, voltado ao desenvolvimento da estrutura e ao fortalecimento do Juventus.

A proposta tem como objetivo revitalizar o estádio, ampliar sua capacidade e qualificar sua infraestrutura, preservando a identidade que transformou a Rua Javari em um dos palcos mais tradicionais do futebol brasileiro. Entre as principais intervenções previstas estão a ampliação das arquibancadas laterais, a construção de novos camarotes e de um rooftop, além de melhorias voltadas à experiência do torcedor e à geração de novas receitas para o clube. Com isso, a capacidade será ampliada para 11 mil espectadores em dias de jogos e até 25 mil pessoas em eventos e shows.

O início da segunda fase das obras está previsto para o fim do mês de agosto, condicionado à emissão dos alvarás necessários pelos órgãos competentes. A conclusão do projeto está prevista para dezembro. A prioridade da SAF é que o Juventus possa disputar o Paulistão de 2027 na Rua Javari, já com a nova estrutura em funcionamento.


Para o CEO da SAF do Juventus, Cláudio Fiorito, a Arena Javari representa um investimento no futuro do clube sem abrir mão da preservação de sua história:

``A Arena Javari nasce com propósito muito claro: preparar o Juventus para o futuro respeitando sua essência. Não estamos substituindo a história da Rua Javari, mas investindo para preservá-la e garantir que ela continue sendo protagonista por muitas décadas.´´

O executivo destaca que todas as intervenções foram concebidas para manter a identidade do estádio, valorizando seu patrimônio histórico e a experiência tradicional vivida pelos torcedores:

``Nosso compromisso sempre foi fortalecer o clube sem descaracterizar aquilo que faz da Rua Javari um patrimônio do futebol brasileiro. Vamos ampliar a capacidade, melhorar a infraestrutura e criar novas fontes de receita, mas mantendo viva a personalidade de um estádio que faz parte da memória de gerações de juventinos´´, disse.

Além das melhorias estruturais, o projeto contempla novas áreas de hospitalidade, fortalecendo a sustentabilidade financeira do clube e ampliando as possibilidades de utilização do estádio para diferentes tipos de eventos.

A apresentação oficial do projeto estará disponível nas plataformas digitais do Juventus a partir desta sexta-feira (10), marcando o início de uma nova etapa para um dos estádios mais emblemáticos do futebol paulista.






Fonte e foto: Press FC

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Queixa do Egito à FIFA reacende debate sobre os limites da revisão de decisões de arbitragem na Copa do Mundo


Após eliminação para a Argentina, federação egípcia pede investigação sobre atuação da arbitragem. Especialista explica por que uma reclamação formal dificilmente altera o resultado de uma partida


A eliminação do Egito para a Argentina nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 ganhou um novo capítulo fora das quatro linhas. Inconformada com decisões da arbitragem durante a partida, a Federação Egípcia de Futebol formalizou uma queixa junto à FIFA pedindo a apuração da atuação da equipe liderada pelo árbitro francês François Letexier e a exclusão dos árbitros das escalas do restante do torneio.

O episódio reacendeu um debate recorrente no futebol internacional: até que ponto uma decisão de arbitragem pode ser revista após o encerramento de uma partida? E quais são os efeitos jurídicos de uma reclamação apresentada à FIFA?

Segundo o advogado Alberto Goldenstein, especialista em Direito Desportivo e sócio-fundador do GMP G&C Advogados Associados, é importante separar a insatisfação esportiva dos limites efetivamente previstos pelos regulamentos internacionais.

``A queixa apresentada pelo Egito inaugura um procedimento administrativo perante a FIFA, mas não produz, por si só, qualquer efeito sobre o resultado da partida. Ela pode gerar análise técnica, avaliação administrativa e até eventual apuração disciplinar, mas não implica automaticamente revisão do placar ou repetição do jogo´´, explica.

De acordo com Goldenstein, a FIFA possui mecanismos internos para avaliar o desempenho de árbitros durante competições internacionais, independentemente da existência de reclamações formais. Essa análise pode ocorrer em diferentes níveis.

O primeiro deles é a avaliação técnica da atuação da arbitragem. Também existe a possibilidade de revisão administrativa das escalas futuras, o que permite à entidade deixar de designar determinados árbitros para partidas subsequentes por critérios de desempenho ou conveniência. Em situações mais graves, podem existir procedimentos disciplinares ou investigações relacionadas à integridade esportiva.

No entanto, o especialista destaca que nenhuma dessas hipóteses significa, necessariamente, alteração do resultado esportivo.

``Investigar não é sinônimo de anular. A FIFA pode apurar todos os fatos alegados e ainda assim manter integralmente o resultado da partida, porque estamos falando de esferas jurídicas diferentes´´, afirma.

Erro de arbitragem não significa anulação

Um dos principais pontos levantados pela Federação Egípcia envolve a anulação de um gol e um suposto pênalti não marcado sobre Mohamed Salah. Para muitos torcedores, lances polêmicos poderiam justificar a repetição do jogo.

Juridicamente, porém, a situação é mais complexa. Segundo Goldenstein, a legislação esportiva internacional diferencia claramente o chamado erro de fato do erro de direito.

``O erro de fato ocorre quando existe discussão sobre a interpretação de um lance: se houve falta, pênalti ou impedimento, por exemplo. Essas decisões pertencem ao campo da interpretação do árbitro e, pelas Regras do Jogo da IFAB, são consideradas finais´´, explica.

Já o erro de direito ocorre quando há aplicação incorreta das próprias regras do futebol ou do regulamento da competição. São situações excepcionais e objetivamente verificáveis, que podem abrir espaço para medidas mais severas.

``A simples discordância sobre um lance, ainda que compartilhada por especialistas e comentaristas, normalmente não é suficiente para fundamentar a anulação de uma partida´´, afirma.

Outro aspecto frequentemente questionado em casos como esse envolve a atuação do árbitro de vídeo. Segundo o advogado, embora o VAR tenha ampliado os mecanismos de revisão durante as partidas, ele não altera a essência da decisão arbitral.

``O protocolo da IFAB deixa claro que o VAR é um instrumento de auxílio. A decisão final continua sendo do árbitro de campo. Mesmo após a revisão, a responsabilidade pela interpretação do lance permanece com ele´´, destaca.

Para que uma eventual discussão jurídica envolvendo o VAR ganhe relevância, seria necessário demonstrar um erro operacional objetivo no protocolo de utilização da ferramenta, e não apenas discordar da conclusão alcançada após a revisão.

Árbitros podem ser afastados?

Embora a alteração do resultado seja considerada extremamente improvável, a reclamação pode produzir reflexos sobre a equipe de arbitragem. Goldenstein explica que a FIFA possui autonomia para modificar escalas futuras por razões técnicas ou administrativas.

``O eventual afastamento dos árbitros das próximas partidas não significa reconhecimento de erro ou acolhimento da reclamação. Trata-se de uma decisão de gestão da competição, que pode ocorrer por diversos fatores´´, afirma.

Já uma punição disciplinar exigiria demonstração de conduta incompatível com as normas da entidade.

``O erro técnico de arbitragem, por si só, normalmente gera apenas consequências internas de avaliação de desempenho, não sanções disciplinares´´, acrescenta.

Cenário mais provável

Na avaliação do especialista, a tendência é que a reclamação apresentada pelo Egito resulte em análises internas da FIFA, sem impactos diretos sobre o resultado esportivo da partida.

``A preservação das decisões de campo é um dos pilares do sistema jurídico-desportivo internacional. A revisão de um resultado de Copa do Mundo é medida absolutamente excepcional e depende da demonstração de violações graves às regras ou ao regulamento da competição. Não basta haver controvérsia sobre lances de jogo´´, conclui.

A queixa egípcia, portanto, pode gerar avaliações técnicas, influenciar futuras escalas de arbitragem e até provocar investigações administrativas. O que parece pouco provável, à luz dos regulamentos esportivos atuais, é que ela seja capaz de reescrever o placar de uma partida já encerrada.


 

quarta-feira, 8 de julho de 2026

16ª rodada da Série B: Vila segue na liderança, com Novorizontino e Criciúma colados. Fortaleza volta ao G6 e Ceará vai para a degola!

 


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Museu do Futebol começa a contagem regressiva para a Copa de 2027 e exibe camisa da Seleção Feminina


Peça autografada pelas jogadoras da Copa de 2019 na Franca, reforça a força do futebol feminino e antecipa a expectativa para o Mundial de 2027 no Brasil


Para quem pensa que a emoção da Copa do Mundo terminou com a eliminação do Brasil, é hora de respirar fundo e se preparar para o que vem pela frente. A paixão pelo futebol continua viva e já aponta para 2027, quando o Brasil será sede da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Entrando nesse clima, o Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, convida o público a manter a torcida acesa com um destaque especial na mostra Festa da Copa: a camisa da Seleção Brasileira Feminina usada na Copa do Mundo de 2019, na França, autografada pelas jogadoras que disputaram o torneio.  

A peça está exposta na sala Zona Mista e integra a mostra Festa da Copa, uma experiência interativa que celebra a relação única dos brasileiros com o Mundial. O espaço reúne elementos que traduzem o espírito das torcidas, como churrasco, ruas decoradas, bandeiras, vuvuzelas e até o icônico cão caramelo, criando um ambiente que mistura memória afetiva e celebração popular. 

Uma história de resistência  

Mais do que um símbolo esportivo, a camisa representa a trajetória de resistência do futebol feminino no Brasil. Desde a renovação da exposição principal em 2024, o Museu do Futebol ampliou o espaço dedicado às mulheres que, por décadas, foram proibidas de jogar. Um dos principais marcos dessa história é o decreto de 1941, assinado por Getúlio Vargas, que vetou a prática do futebol por mulheres sob a justificativa de que o esporte seria incompatível com sua natureza. A restrição, que perdurou por cerca de quarenta anos, tornou se um símbolo das barreiras enfrentadas pelas atletas ao longo do tempo. 

A jornada do visitante para conhecer melhor essa história no Museu, começa na Sala Origens, que aborda o desenvolvimento do esporte desde o século XIX até os anos 1930, e conta com destaque para a presença feminina. 

Na Sala das Copas, o futebol feminino tem protagonismo em quatro módulos temáticos que destacam momentos de defesa, drible, contra-ataque e gol, narrando o período entre 1941 e 1988, da proibição até a realização do primeiro torneio experimental na China, que antecedeu a criação oficial da Copa do Mundo Feminina.  

O espaço também incorporou todas as edições do torneio desde 1991, integradas à linha do tempo das Copas masculinas. 

Outro destaque do percurso é a presença da jogadora Marta, que encerra a visita em uma projeção em tamanho natural. Em uma mensagem emocionante, ela convida o público a voltar ao Museu e agradece em português, espanhol, inglês e em Libras, ampliando o acesso e a inclusão. 

 

SERVIÇO  

Museu do Futebol  

Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo  

De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)  

Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)  

R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)  

Crianças até 7 anos não pagam  

Grátis às terças-feiras  

Garanta o ingresso pela internet:  

Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas  

 

SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL  

Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.  

O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.   


PATROCINADORES E PARCEIROS 


A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil, Sabesp; apoio do Itaú Unibanco; Arkema; do Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e dos parceiros de mídia, Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux.  O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.  

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - quarta-feira 8/7

 


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INÍCIO NO PALMEIRAS, TRABALHO NA VOTUPORANGUENSE E PROJETOS! | ENTREVISTA COM O TREINADOR MARCUS VIOLA

 


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segunda-feira, 6 de julho de 2026

Detalhes das quartas de final da Bezinha do Paulista estão definidos!


Os confrontos das quartas de final do Campeonato Paulista Sub-23 Segunda Divisão de 2026, a popular Bezinha, tiveram seus detalhes definidos em reunião do Conselho Técnico no Edifício Pelé, sede da Federação Paulista de Futebol, na tarde desta segunda-feira (6/7). Em caso de igualdade no placar agregado dos confrontos, a definição da vaga será nos pênaltis.

Melhor equipe na somatória das fases, o Itaquaquecetuba faz o jogo de ida diante do União Mogi, em Mogi das Cruzes, às 15h do sábado, 11 de julho. No mesmo dia e horário, América e José Bonifácio se enfrentam em São José do Rio Preto; e Matonense e Flamengo jogam em Matão. Já no domingo, às 10h, o Paulinense recebe o Independente, em Paulínia.

Os confrontos de volta acontecem no final de semana seguinte. No sábado, 18 de julho, às 15h, o Itaquaquecetuba recebe o União Mogi, enquanto o Flamengo enfrenta a Matonense, em Guarulhos. No domingo, 19, às 10h, Independente e Paulinense se enfrentam em Limeira, ao passo que às 15h, o José Bonifácio recebe o América.

Para definição dos confrontos das semifinais serão consideradas as campanhas nas somatórias das fases, com a melhor equipe enfrentando a quarta, enquanto segundo e terceiro colocados fazem a outra disputa pelo acesso à Série A4 do Paulistão de 2027.

Confira os jogos das quartas de final da Bezinha:

Jogos de ida

Sábado, 11 de julho

15h

União Mogi x Itaquaquecetuba, em Mogi das Cruzes

Ulisses TV

América x José Bonifácio, em São José do Rio Preto

YouTube Paulistão

Matonense x Flamengo, em Matão

YouTube Paulistão


Domingo, 12 de julho - 
10h

Paulinense x Independente, em Paulínia

YouTube Paulistão


Jogos de volta

Sábado, 18 de julho

15h

Itaquaquecetuba  x União Mogi, em Itaquaquecetuba

Ulisses TV

Flamengo x Matonense, em Guarulhos

YouTube Paulistão


Domingo, 19 de julho

10h

Independente x Paulinense, em Limeira

YouTube Paulistão


José Bonifácio x América, local a definir

YouTube Paulistão

TH+ Esportes - Programa do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - segunda-feira 6/7

 


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sexta-feira, 3 de julho de 2026

OITAVAS DE FINAL DA BEZINHA, SEQUÊNCIA DO PAULISTÃO SUB-20 E INÍCIO DO BRASILEIRO DE FUTSAL 2026!

 


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Gabriel Magalhães x Haaland: vitórias de brasileiro nos duelos diretos caem pela metade quando enfrenta norueguês


Um dos zagueiros mais dominantes da Premier League nas últimas temporadas, o brasileiro Gabriel Magalhães encontra justamente em Erling Haaland seu maior desafio nos confrontos individuais. Levantamento do Bolavip Brasil descobriu que, entre os atacantes com quem o zagueiro mais travou duelos diretos na Inglaterra, o norueguês é quem impõe mais derrotas ao defensor do Arsenal, vencendo 16 dos 26 duelos registrados entre ambos.

Domingo (5), os dois irão se enfrentar pelas oitavas de final da Copa do Mundo, na partida entre Brasil e Noruega.

Haaland leva ampla vantagem

O estudo mapeou todos os atacantes que travaram mais de 10 duelos diretos com Gabriel Magalhães na Premier League, desde que o zagueiro se transferiu para o Arsenal, na temporada 2020/2021. São ao todo 12 atacantes.

Os números mostraram que Gabriel Magalhães venceu apenas 10 dos 26 confrontos diretos com Haaland. Isso representa um aproveitamento de apenas 38,5% para o defensor brasileiro, o menor índice entre todos os adversários analisados.

A diferença é significativa em relação aos demais jogadores. O segundo pior aproveitamento de Gabriel é diante de Raúl Jiménez, contra quem venceu 60,9% dos duelos (14 de 23), seguido por Callum Wilson, com 61,9% (13 vitórias em 21 confrontos).

A média de Gabriel Magalhães contra os demais atacantes é de 68% de vitórias nos duelos diretos. Ou seja, o aproveitamento do brasileiro cai praticamente pela metade quando enfrenta o Eerling Haaland.

O desempenho de Gabriel Magalhães contra atacantes da Premier League


 

Adversário Duelos diretos Vitórias de Magalhães   Derrotas    Vitórias de Magalhães (%)

Bryan Mbeumo 14                             12                     2             85.71

Michail Antonio 11                                8                     3             72.73

Harry Kane         23                             16                     7             69.57

Jarrod Bowen 13                                9                     4             69.23

Calvert-Lewin 24                             16                     8             66.67

Ollie Watkins         24                             16                     8             66.67

Chris Wood         15                             10                     5             66.67

Gibbs-White         12                                8                     4             66.67

Philippe Mateta 14                                9                     5             64.29

Callum Wilson 21                             13                     8             61.90

Raúl Jiménez 23                             14                     9             60.87

Erling Haaland 26                             10                    16             38.46



Performance de Haaland nos duelos diretos melhora contra zagueiro brasileiro

O levantamento descobriu que Haaland tem um salto de performance nos duelos diretos quando o Gabriel Magalhães é o jogador adversário. Desde que o norueguês se transferiu para o Manchester City, na temporada 2022/2023, Haaland já soma dez ou mais duelos diretos com nove jogadores diferentes da Premier League.

Enquanto o aproveitamento dele contra Gabriel Magalhães é de 61,5%, em relação aos outros oito adversários, a performance do atacante norueguês cai para 45,4%. Para se ter uma ideia, quando Haaland tem pela frente o companheiro de zaga de Magalhães no Arsenal, o francês Saliba, o atacante do City tem aproveitamento de apenas 29,1% de vitórias nos duelos diretos.

O desempenho de Haaland contra zagueiros da Premier League


Adversário Duelos diretos Vitórias de Haaland Derrotas      Vitórias de Haaland (%)

Gabriel Magalhães 26                     16                     10                 61.54

Levi Colwill               10                       6                        4                 60.00

Dan Burn               16                       9                        7                 56.25

Jan Paul van Hecke 21                     11                     10                 52.38

James Tarkowski        12                        6                        6                 50.00

Sven Botman        10                        4                        6                 40.00

Sepp van den Berg 10                      4                        6                 40.00

Fabian Schär        14                        5                        9                 35.71

William Saliba        24                        7                     17                 29.17


 Metodologia

Para chegar aos números, o levantamento acessou os dados da plataforma Opta, especializada em estatísticas. São considerados duelos os lances em que dois jogadores disputam a bola sem que ela esteja sob o domínio de nenhum deles.

Uma bola lançada para Haaland num ponto futuro e disputada pelo norueguês e pelo brasileiro representa um duelo. Se Haaland tem a bola e é desarmado por Magalhães, isso não configura um duelo e sim um desarme.

Já uma bola cruzada na área em que Haaland e Magalhães tentam a cabeçada representa uma disputa aérea e não um duelo. Neste caso, inclusive, a vantagem de Haaland é significativa: ele venceu 11 de 16 disputas aéreas contra o brasileiro na Premier League. Contra todos os outros adversários na Inglaterra, o máximo de disputas áereas que Magalhães perdeu foi sete.

Sobre o Bolavip Brasil

O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.

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Foto: Alamy


Ex-zagueiro Gonçalves recorda jogo com Noruega e cita desafio contra Haaland


O Brasil vai encarar a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo e tem um perigo pela frente: Erling Haaland. O craque do ataque norueugês é quem deve ser o principal alvo a ser anulado pela Seleção de Carlo Ancelotti.

E ninguém melhor do que um zagueiro de Copa do Mundo para dar dicas à dupla titular do Brasil. E conhecedor da Noruega. Gonçalves estava com a Amarelinha na Copa do Mundo de 1998 e enfrentou a mesma seleção na derrota por 2 a 1, na fase de grupos daquele Mundial.

Em entrevista exclusiva ao Bolavip Brasil, o ex-jogador falou sobre os percalços que a Seleção pode enfrentar, especialmente com Halland.

``O que me preocupa na nossa defesa atualmente é a falta de sobra entre o Marquinhos e o Gabriel Magalhães, porque o Haaland é alto, forte, mas também veloz. Além de ser muito rápido. Com essa velocidade, você tem que ter sobra, não pode ficar em linha, porque é um jogador capaz de fazer facão entre os zagueiros, assim como o Mbappé também faz muito bem, com velocidade que é difícil de o zagueiro conseguir acompanhar”, comentou.

Para ele, é necessário ter essa sobra para ajudar na marcação, impedindo que o camisa 9 da Noruega tenha espaço, tanto de frente quanto para receber dentro da área.

``Tem que ter sobra. Essa é a minha preocupação para jogar contra Noruega e França, que também tem o Mbappé que faz esse tipo de facão que o Haaland faz. Preocupa toda a defesa que joga em linha, todas as de agora que jogam em linha não fazem a sobra como nós fazíamos antigamente”, disse, relembrando do grandalhão de 1998, Tore Andre Flo:

Naquela época o Flo não era rápido, era alto, tinha habilidade, sabia jogar com a bola no pé, tinha drible, mas veloz ele não era. E mesmo assim nós jogávamos fazendo a sobra. Eu e o Junior Baiano, eu e o Aldair, naquela época a dupla de zagueiros sempre jogava fazendo a sobra um do outro, de acordo com a posição do atacante´´, analisou.

Lembranças da derrota

Mesmo o atual campeão do mundo naquela Copa, o Brasil passou dificuldades com a Noruega e perdeu aquele duelo. Gonçalves comentou quais foram as dificuldades encontradas e porque a Seleção saiu com o revés

``Nós estamos falando de jogo que aconteceu há quase 30 anos, mas a principal dificuldade que o nosso time teve foi a organização defensiva da Noruega. Tinha também o jogo aéreo forte, e, coincidentemente, um jogador com as características do Haaland (Flo). Se eu não me engano, acho que ele era até mais alto que o Haaland. Sem dúvida, a organização defensiva deles foi a maior dificuldade que nós encontramos, e atualmente também é uma equipe muito bem organizada defensivamente, e com alguns jogadores com qualidades ofensivas que eles não tinham no time naquele ano. Hoje a Noruega é mais forte do que em 1998´´, opinou.

Dicas para Gabriel Magalhães

Atuando na Premier League pelo Arsenal-ING, Magalhães já tem conhecimento do que é encarar Haaland. Afinal, a estrela da Noruega defende o Manchester City. Por isso, Gonçalves acredita que a experiência dos confrontos pode ajudar.

``Ele já enfrentou o Haaland muitas vezes na Premier League, levando a melhor alguns jogos e levando a pior em outros. Isso faz parte. Acho que não é só ele que tem que estar preocupado, mas Marquinhos, Douglas Santos, Danilo... A marcação tem que ser forte em cima dele, com a sobra entre os dois zagueiros. Não adianta ir no corpo a corpo, tem que buscar distância para chegar primeiro na bola do que ele. Se deixar ele chegar junto com o corpo, a tendência é que ele leve vantagem´´, comentou.

A carreira de Gonçalves

Gonçalves fez história no futebol brasileiro e jogou pelo Botafogo até a Copa do Mundo de 1998. Ele iniciou a carreira no Flamengo, passou pelo Santa Cruz, Tecos-MEX e o próprio Botafogo. Voltou ao Glorioso em 1995 e foi um dos pilares do título brasileiro daquele ano.

O defensor ainda passou pelo Cruzeiro e Internacional, encerrando a carreira em 1999 no time gaúcho.

 

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De Dubai ao Rio: Onde vivem os astros da Seleção Brasileira fora de campo?


Espalhadas por três continentes, as residências oficiais dos craques convocados para a Copa do Mundo 2026 chamam a atenção por mimos exclusivos que incluem helipontos, cinemas e boates subterrâneas


Enquanto buscam o tão sonhado hexacampeonato nos gramados, os astros da Seleção Brasileira ostentam um verdadeiro império imobiliário que cruza fronteiras e soma centenas de milhões de reais. De coberturas futuristas em Dubai a refúgios ultratecnológicos no Rio de Janeiro, nomes como Neymar, Vini Jr. e Lucas Paquetá transformaram o sucesso no futebol em portfólios de luxo dignos de Hollywood.

O grupo convocado para defender o Brasil na Copa do Mundo de 2026 divide sua rotina profissional entre potências do futebol mundial em Manchester, Madri, Barcelona e Santos. Fora das quatro linhas, no entanto, o que une esses atletas é um padrão de vida extremamente luxuoso. Suas propriedades, espalhadas por três continentes, são repletas de mimos que incluem helipontos, boates subterrâneas e elevadores para carros de luxo, servindo de inspiração para o mercado imobiliário de altíssimo padrão.

Confira onde vivem as estrelas da nossa Seleção:

Neymar: O Império de Santos a Dubai

Dono do portfólio mais valioso entre os convocados, Neymar chocou o mercado imobiliário ao adquirir uma cobertura no Bugatti Residences by Binghatti, em Dubai. Avaliado em US$ 54,4 milhões (cerca de R$ 313 milhões), o imóvel da coleção Sky Mansion conta com um elevador privativo que leva o carro do jogador até o apartamento, além de piscina com vista panorâmica para o centro da cidade.

No Brasil e nos EUA, seus investimentos não ficam atrás. Em Santos (SP), ele é dono de uma mansão de 2.800 m² no icônico Morro de Santa Terezinha, avaliada em R$ 50 milhões, que conta com dez suítes e heliponto próprio. O craque também mantém o famoso refúgio de R$ 28 milhões no Condomínio Portobello, em Mangaratiba (RJ), equipado com marina privativa, além de um terreno de US$ 26 milhões em Bal Harbour, Miami, com projeto assinado pelo renomado escritório britânico Elicyon.

Vini Jr.: Herança de Galácticos e Balada Privada no Rio

Em Madri, Vinícius Júnior optou pela exclusividade de La Moraleja. Ele reside em uma propriedade de 2.500 m² avaliada em 6 milhões de euros (aproximadamente R$ 43 milhões), que carrega uma história de peso por ter pertencido a Ronaldo Fenômeno e a Sergio Ramos. Vini ocupa o local atualmente como inquilino, mas possui opção de compra.

Já em solo brasileiro, o atacante finalizou uma verdadeira fortaleza avaliada em cerca de R$ 20 milhões, localizada em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O projeto grandioso levou três anos para ser concluído e impressiona por unificar quatro terrenos inteiros. Planejada para oferecer o máximo de privacidade, a residência de três andares conta com fachada imponente em mármore, elevador panorâmico e sistema de som integrado. O grande destaque, contudo, fica por conta de uma boate subterrânea particular construída especialmente para o atleta receber seus convidados longe dos holofotes.

Lucas Paquetá: Retorno ao Rio em Estilo "Porteira Fechada"

Marcando seu retorno ao Flamengo após oito anos no futebol europeu, Lucas Paquetá investiu pesado no seu recomeço em solo carioca. O meio-campista comprou uma mansão na Barra da Tijuca por R$ 25 milhões, tornando-se vizinho de condomínio da apresentadora Xuxa Meneghel. O negócio foi fechado na modalidade "porteira fechada", com toda a mobília inclusa. A residência ostenta um cinema privativo, elevador, garagem subterrânea e uma suíte master com impressionantes 120 m².

Casemiro: Estilo Britânico e Foco na Performance

Com vencimentos anuais estimados em R$ 122,7 milhões pela revista Forbes, o volante Casemiro vive em clima de despedida de sua mansão em Manchester, após o fim de seu ciclo no Manchester United. A propriedade segue a tradicional arquitetura clássica britânica, sendo totalmente revestida com tijolos vermelhos e telhado preto.

Mais do que conforto para a esposa e os dois filhos, a estrutura reflete o profissionalismo do atleta. O grande diferencial interno é uma sofisticada sala de recuperação física de alta tecnologia, equipada com sauna seca, banheira de crioterapia para imersão no gelo e uma câmara hiperbárica voltada para acelerar a regeneração muscular após as partidas.

Raphinha: Um "Mini Resort" na Catalunha

O atacante Raphinha desfruta de uma propriedade nos arredores de Barcelona estimada entre 3 e 5 milhões de euros. A imprensa espanhola frequentemente se refere ao local como um "mini resort", graças à imensa área externa que abriga jardins planejados, pista de diversão ao ar livre, garagem para sua coleção de carros de luxo e uma piscina de borda infinita com vista privilegiada para a região.

O patrimônio imobiliário desses atletas é o reflexo direto do patamar financeiro global que o futebol de elite alcançou. Muito além de ostentação, essas mansões e refúgios representam a consolidação de carreiras construídas com base em alto rendimento e projeção internacional, servindo de inspiração visual para quem busca referências de como decorar sua varanda ou planejar outros ambientes sofisticados, aproximando um pouco desse universo para quem sonha com o mercado de luxo. 

Pensando em quem também sonha em realizar esse objetivo imobiliário, vale a pena entender o que define essas propriedades no mercado real ao pesquisar por apartamentos de alto padrão em SP com foco em investimento. A incorporadora Setin, referência no setor imobiliário, aponta que as perspectivas sobre a importância da estrutura residencial mudaram significativamente nos últimos anos, impulsionando a busca por metragens superiores e maior conforto. 

Para ajudar quem deseja entrar nesse segmento com segurança, destacam-se três dicas fundamentais:

Priorize a localização estratégica e o potencial de valorização: O pilar principal de um investimento bem-sucedido reside na escolha de um endereço nobre. Estar posicionado em regiões consolidadas ou com forte potencial de crescimento urbano garante facilidade de acesso a serviços essenciais e protege o patrimônio contra oscilações econômicas de curto prazo.

Avalie a exclusividade do design e a qualidade dos acabamentos: O valor agregado de um imóvel premium está diretamente ligado ao uso de materiais nobres na construção e nos acabamentos de ponta. Além disso, projetos assinados por arquitetos renomados e a flexibilidade para a personalização das plantas tornam a propriedade única, aumentando significativamente sua liquidez no mercado.

Exija infraestrutura tecnológica e de lazer completa: Apartamentos modernos exigem automação residencial avançada, sistemas de segurança inteligentes e soluções sustentáveis para redução do consumo de recursos. Da mesma forma, as áreas comuns devem atuar como verdadeiros clubes privados, oferecendo complexos aquáticos, espaços de bem-estar integrados à natureza e privacidade absoluta para os moradores.

Agora, com os endereços garantidos e o futuro financeiro blindado nesses palácios contemporâneos, o foco do elenco se volta inteiramente para os gramados, onde esses astros tentam transformar toda a sua genialidade em mais um capítulo histórico para o futebol brasileiro: a conquista da sexta estrela no peito.