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Informativo diário com notícias, curiosidades, bastidores, contratações, demissões e classificações. Os times pequenos e médios do interior de São Paulo, Capital, Grande ABC e Grande São Paulo são priorizados. Mas jamais esquecerei dos outros Estados e de clubes e jogadores brasileiros no futebol internacional!
Dos 26 nomes da lista de Ancelotti, apenas o goleiro Éderson, o zagueiro Ibañez e o lateral esquerdo Douglas Santos não disputaram a Copinha em seus inícios de carreira, o que faz essa lista superar a da Copa anterior, disputada no Catar, quando 84% dos jogadores - 22 dos 26 convocados - haviam disputado a competição. Antes, destacavam-se neste quesito as seleções de 2002 e 2006, com 82% dos atletas - 19 de 23 - que percorreram este caminho.
O número de atletas que despontaram na Copinha e, posteriormente, disputaram uma Copa do Mundo cresceu ao longo dos anos, passou por uma oscilação, mas atingiu patamares bastante altos nas últimas convocações. De 40% em 1978, ano em que aconteceram as primeiras convocações de jogadores que disputaram a Copinha, passou para 45% em 1982, 1986 e 1990; 59% em 1994; 54% em 1998; 82% em 2002 e 2006; caiu para 73%, 69% e 60% em 2010, 2014 e 2018; atingiu 84% em 2022; e, finalmente, chegou aos 88% em 2026.
Da lista de Ancelotti para a Copa do Mundo que começa para o Brasil em 13 de junho, às 19h, quando enfrenta o Marrocos, destaque para o Flamengo, que revelou Lucas Paquetá, Vinicius Júnior e Wesley nas Copinhas de 2016, 2017 e 2022, respectivamente. Os anos que mais renderam revelações para essa lista foram 2015, 2016 e 2017, com dois jogadores cada além de Bruno Guimarães, que jogou as três edições.
Weverton, atualmente no Grêmio, é o atleta que vai para essa Copa e disputou a Copinha há mais tempo: ele defendeu o Juventus do Acre em 2005 e depois o Corinthians em 2006. Por outro lado, o último a atuar pela Copinha foi o atacante Rayan, atualmente no Bournemouth da Inglaterra e que disputou o torneio pelo Vasco da Gama em 2023.
Além de ser palco para a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior, os clubes do Estado de São Paulo também se destacam com 10 dos jogadores convocados tendo disputado a Copinha por times paulistas. Destaque para equipes como Desportivo Brasil, de Porto Feliz; Audax, de Osasco; Paulínia, da cidade homônima; e o Ituano, de Itu, com um jogador cada.
Confira a lista dos convocados por Carlo Ancelotti que jogaram a Copinha:
Goleiros
Alisson, pelo Internacional em 2011
Weverton, pelo Juventus-AC em 2005 e pelo Corinthians em 2006
Laterais
Alex Sandro, pelo Athletico em 2008
Danilo, pelo América-MG em 2009
Wesley, pelo Flamengo em 2022
Zagueiros
Bremer, pelo Desportivo Brasil em 2015
Gabriel Magalhães, pelo Avaí em 2016
Léo Pereira, pelo Athletico em 2013
Marquinhos, pelo Corinthians em 2012
Meio-campistas
Bruno Guimarães, pelo Audax em 2015, 2016 e 2017
Casemiro, pelo São Paulo em 2009 e 2010
Danilo, pelo Palmeiras em 2020
Fabinho, pelo Paulínia em 2011 e pelo Fluminense em 2012
Lucas Paquetá, pelo Flamengo em 2016
Atacantes
Endrick, pelo Palmeiras em 2022
Gabriel Martinelli, pelo Ituano em 2018 e 2019
Igor Thiago, pelo Cruzeiro em 2020
Luiz Henrique, pelo Fluminense em 2019 e 2020
Matheus Cunha, pelo Coritiba em 2017
Neymar, pelo Santos em 2008
Raphinha, pelo Avaí em 2015
Rayan, pelo Vasco da Gama em 2022 e 2023
Vinicius Júnior, pelo Flamengo em 2017
Fonte: FPF / Raoni David
As 16 equipes foram divididas em quatro grupos regionalizados e se enfrentam em jogos de ida e volta. Classificam-se os campeões de cada chave às quartas de final, enquanto segundos e terceiros colocados dos grupos avançam ao play in. Essas 8 equipes se enfrentam em confronto mata-mata com o dono da melhor campanha enfrentando a oitava, o segundo enfrentando o sétimo e assim por diante.
Classificados, essas quatro equipes vão enfrentar os líderes dos grupos nas quartas de final, sendo que o líder do grupo com melhor campanha, enfrenta o classificado do play in com a quarta melhor campanha, e assim por diante.
Em todas as fases de mata-mata, em caso de empate, o vencedor será definido nos pênaltis.
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Chamado por Carlo Ancelotti, Neymar vai superar, por alguns dias, o atacante Bebeto. O ex-jogador estreou no seu terceiro Mundial, na França, contra a Escócia, com 34 anos e 114 dias. Ele aparece na sexta colocação dos maiores goleadores históricos do Brasil, com 39 gols.
Se Neymar jogar a estreia do Brasil nos Estados Unidos este ano, no dia 13 contra Marrocos, terá 34 anos e 128 dias quando entrar em campo. Já a média de idade dos outros nove maiores goleadores da seleção quando se despediram dos Mundiais é de 29,6 anos.
Neymar é o jogador com mais gols feitos pelo Brasil. São 79, dois a mais do que o Rei do Futebol, Pelé. O eterno camisa 10 disputou seu último Mundial, o de 1970, com 29 anos. Completaria 30 naquele ano.
Um dos grandes artilheiros do futebol brasileiro que conseguiu disputar um Mundial já veterano foi o meia Zico, que jogou a Copa de 1986, no México. O Galinho marcou 48 gols com a camisa do Brasil. Naquele ano, ele tinha 33 anos.
Lesões, indisciplinas e até desejo próprio explicam despedidas precoces
Neymar correu contra o tempo e contra as lesões para ser chamado por Carlo Ancelotti e conseguiu seu lugar entre os 26, mesmo já não estando no auge.
Ronaldo, por exemplo, não teve a mesma sorte. Depois dos problemas físicos e do ganho de peso após a Copa do Mundo de 2006, o Fenômeno ficou fora da lista de 2010 mesmo tendo algum brilho com a camisa do Corinthians.
Já Romário acabou jogando sua última Copa do Mundo aos 28 anos por problemas físicos e disciplinares. Em 1998, foi convocado, mas, aos 32 anos, teve de ser cortado por lesão. Quatro anos depois, aos 36, chegou a fazer parte dos planos de Luiz Felipe Scolari, mas desentendimentos com o treinador fizeram com que ficasse fora da lista.
Ronaldinho Gaúcho foi outro que ficou fora dos Mundiais muito cedo: campeão aos 22 anos e titular do time que caiu nas quartas de final em 2006, aos 26, ficou fora da lista de convocados por Dunga para a Copa de 2010. Sem problemas físicos, foi uma opção do treinador.
O caso mais emblemático foi o de Pelé. Aos 30 anos, depois de vencer a Copa de 1970, a quarta que disputou, o Rei do Futebol decidiu se aposentar da Seleção Brasileira. Quatro anos depois, por mais que ainda seguisse jogando em alto nível pelo Santos, Pelé manteve sua decisão de não jogar mais pelo Brasil, que foi ao Mundial de 1974 sem o Rei.
Os 10 maiores artilheiros da seleção e a idade com que disputaram a última Copa:
1 - Neymar: 79 gols, 34 anos e 128 dias
2 - Pelé: 77 gols, 29 anos
3 - Ronaldo Fenômeno: 62 gols, 29 anos
4 - Romário: 55 gols, 28 anos
5 - Zico: 48 gols, 33 anos e 28 dias
6 - Bebeto: 39 gols, 34 anos e 114 dias
7 - Rivaldo - 35 gols, 30 anos
8 - Jairzinho - 33 gols, 29 anos
9 - Ronaldinho Gaúcho - 33 gols, 26 anos
10 - Ademir de Menezes - 32 gols, 29 anos
Sobre o Bolavip Brasil
O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.
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Diretor da D. Aquino Sports, empresa responsável pela gestão da base do Leão da Caneleira, em parceria com a Mundek Sports e a BZ13, Daniel Aquino não poupa elogios ao novo atleta do Peixe.
``O Riquelme pode atuar como primeiro ou segundo volante e também como meia. Ele tem forte poder marcação, mas também qualidade na saída de bola, visão de jogo e ainda sabe cobrar faltas. Fez vários gols pelo Jabaquara no ano passado. Não tenho dúvidas que ele tem potencial para chegar ao elenco profissional em breve´´, declarou o gestor.
Paulista de Cubatão, Riquelme Ramos de Araújo nasceu no dia 27 de junho de 2009. O volante de 1,78 metro de altura e 77 quilos chegou ao Jabaquara em 2024 e, no ano passado, foi um dos alicerces do elenco do Leão da Caneleira na excelente campanha no Campeonato Paulista Sub-17 e na conquista do título da Paulista Cup da categoria.
``Outra característica importante do Riquelme é seu espírito de liderança. Ele se posiciona dentro e fora de campo e é muito respeitado pelos companheiros. Foi nosso capitão no sub-15 e em diversos jogos no sub-17, mesmo em seu primeiro ano na categoria´´, acrescentou Daniel Aquino.
Riquelme já trabalha no CT Rei Pelé para a sequência do Campeonato Paulista e também para o Brasileiro Sub-17, cuja estreia do Santos está marcada para o próximo dia 30, diante do Fluminense, no Rio de Janeiro.
Fonte: Tática - Foto:
Se a camisa amarela da Seleção Brasileira virou um ícone global, muito se deve à Copa de 1970, em que o Brasil se sagrou tricampeão em uma campanha impecável. Em campo, o destaque, é claro, foi Edson Arantes do Nascimento – o Pelé - que marcou um dos quatro gols brasileiros na final contra a Itália. A partir do dia 19 de maio de 2026, o público poderá ver de perto a camisa usada pelo Rei do Futebol naquela partida, mais de meio século atrás. O manto canarinho volta a ocupar sua vitrine de honra na exposição principal do Museu, na sala construída recentemente em homenagem a Pelé.
Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.
Este uniforme faz parte do acervo do Museu desde sua inauguração, em 2008. A conservação de têxteis é um desafio constante, pois os materiais são suscetíveis à ação de agentes externos como luz e a gravidade. Por isso, para garantir sua conservação adequada, a camisa é periodicamente tirada da vitrine para ser analisada detalhadamente.
Nesse momento, ela passa por procedimentos de limpeza e um período de “descanso”. Com estes cuidados, ela ficará preservada por mais tempo e poderá continuar sendo elo entre o público e a memória da Seleção Brasileira tricampeã. Fazendo par com a camisa de Pelé, será exibida em uma vitrine ao lado um uniforme da Copa de 1994 assinado pelos jogadores tetracampeões.
A presença destas camisas na exposição não é coincidência: além da Copa do Mundo FIFA de futebol masculino de 2026, que começa em breve, o Museu do Futebol abre em 22 de maio a exposição temporária Amarelinha que conta, justamente, a história da camisa amarela da Seleção Brasileira. Além dos dois uniformes na exposição principal, o público poderá ver mais 18 camisas raras usadas por ídolos brasileiros de várias gerações nas Copas de 1958 a 2022.
Quando a camisa de Pelé da final de 1970 está descansando, o Museu aproveita para exibir outros itens históricos, emprestados por colecionadores ou por atletas e ex-atletas. O momento da troca é sempre muito especial para o Museu do Futebol, mobilizando profissionais de museologia, operações, montagem e comunicação. Poucas pessoas estão habilitadas a tocar nos uniformes e sempre usando luvas e técnicas apropriadas – esse processo será mostrado nas redes sociais do Museu.
Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo
De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)
Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)
R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)
Crianças até 7 anos não pagam
Grátis às terças-feiras
Garanta o ingresso pela internet:
Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas
SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL
Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.
O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.
PATROCINADORES E PARCEIROS
A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil, Sabesp; apoio da Farmacêutica EMS, do Itaú Unibanco; Arkema; do Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e dos parceiros de mídia Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.
Lionel Messi está prestes a fazer história novamente. Quando entrar em campo na Copa do Mundo este ano, ele será o primeiro jogador a disputar seis edições do torneio — 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. O craque tem a chance real de bater pelo menos quatro recordes históricos:
Gols: Lionel Messi (13) está a 4 gols de superar o recorde do artilheiro Miroslav Klose (16) — com Kylian Mbappé (12) também na disputa.
Vitórias: empatado com o brasileiro Cafu (16), Messi precisa de mais uma para igualar Klose (17).
Finais: Messi pode chegar à 3ª decisão e alcançar Cafu.
Participações: jogará a 6ª Copa e será recordista isolado, à frente de lendas como Cristiano Ronaldo (5) e Lothar Matthäus (5).
No livro Messi: O Gênio Completo (Editora Hábito), o jornalista Ariel Senosiain reúne 68 entrevistas exclusivas e reconstrói a trajetória do ídolo argentino até o título mundial que o consagrou no esporte.
Confira 5 curiosidades extraídas da obra:
O erro de nome na primeira convocação
A trajetória na seleção argentina quase começou com o nome errado. Quando Omar Souto, funcionário da AFA (Associação do Futebol Argentino), conseguiu o telefone da família Messi após folhear páginas amarelas em uma cabine telefônica, ele ligou para Jorge Messi e disse: "Temos interesse em convocar o Leonardo". O pai corrigiu imediatamente: "O nome do meu filho é Lionel!"
A superação física para ficar mais alto
Antes de ser um gigante nos gramados, Messi enfrentou um desafio que quase barrou sua carreira. Diagnosticado com deficiência de hormônio de crescimento, ele media apenas 1,26m aos onze anos. Aos treze, já medindo 1,50m, intensificou o tratamento na base do Barcelona. E precisou de uma disciplina rigorosa, aplicando injeções de somatotropina sintética em si mesmo até atingir seus 1,70m.
O aval de Ronaldinho Gaúcho: "Melhor do que eu"
Em 2004, quando Messi era só um adolescente silencioso na pré-temporada do Barcelona na China, Ronaldinho Gaúcho já previa o futuro. O ídolo brasileiro, que vivia o auge de sua carreira e era o atual melhor do mundo, disse categoricamente à jornalista Cristina Cubero: "Esse cara vai ser melhor do que eu".
O estilo "misterioso” mais conhecido do planeta
Alvo de teorias sobre sua introspecção, Messi é descrito no livro como alguém que "anda no campo enquanto observa o que acontece". Seu pai revela que, desde criança, ele "se desligava" do que acontecia no jogo, parecendo ausente, até que recebia a bola e marcava o gol. Na sua primeira vez como capitão (2010), ele era tão tímido que "travou" ao tentar fazer o discurso motivacional no vestiário.
O painel que quase quebrou seu tornozelo
Em 2012, num amistoso épico em Nova Jersey, Messi marcou três gols contra o Brasil na vitória argentina por 4 a 3. A comemoração do terceiro gol (uma pintura onde ele driblou Marcelo e chutou no ângulo) foi tão insana que o elenco e a comissão técnica pularam sobre ele, derrubando um painel publicitário. O massagista Marcelo D'Andrea e o goleiro Orion tiveram que segurar o cartaz com as mãos para evitar que caísse sobre o craque e quebrasse seu tornozelo.
Todas essas curiosidades estão presentes no livro Messi: O Gênio Completo.
Sobre o autor: Ariel Senosiain é palestrante e escritor. Nascido na Argentina, o jornalista desenvolveu sua carreira dentro da informação esportiva, com especial atenção ao mundo do futebol e seus principais treinadores e jogadores.
Sobre a editora: A Editora Hábito, selo de aperfeiçoamento pessoal da Editora Vida, dedica-se a conectar leitores a narrativas capazes de gerar mudanças significativas na rotina. Publica livros práticos e de fácil entendimento sobre temas como negócios, esportes, criatividade, empreendedorismo e neurociência. Entre os títulos estão: Messi: O Gênio Completo, Lições de Liderança de um Campeão, Como expandir seu negócio e Organize sua desordem mental.
Instagram: @editorahabito
Vitória iguala melhores campanhas nos últimos 14 anos
O lugar entre os 16 melhores times da Copa do Brasil recoloca o Vitória num patamar que não era ocupado há muito tempo. Depois de 2012, quando se classificou para as quartas de final, o Leão da Barra chegou às oitavas de final apenas duas vezes, em 2018 e 2021.
Com a vitória sobre o Flamengo, o time de Salvador volta a figurar entre a elite da Copa do Brasil e agora aguarda sorteio para descobrir quem será o próximo adversário.
Vitória iguala maior premiação conquistada pelo clube na Copa do Brasil
Dois jogos e uma classificação foram suficientes para o Vitória igualar um recorde pessoal: o de maior premiação em dinheiro arrecadada com a Copa do Brasil. O clube de Salvador acumulou até o momento R$ 5 milhões pela participação na competição e posterior classificação para as oitavas de final.
O valor é o mesmo acumulado pelo Vitória em 2024, quando o time chegou à terceira fase. Apesar de ter parado antes na competição naquele ano, o Vitória ganhou os mesmos R$ 5 milhões porque disputou antes a primeira e a segunda fase.
Vitória volta a ir mais longe que o Bahia na Copa do Brasil depois de 10 anos
Na eterna rivalidade com o Bahia, o Vitória já tem mais história para contar na Copa do Brasil, afinal, foi finalista da competição em 2010. Já o tricolor tem como melhor campanha no torneio uma ida à semifinal, em 2024.
Entretanto, nos últimos anos, a superioridade do Bahia na Copa do Brasil foi recorrente, com o time indo mais longe do que o Vitória seguidamente, desde 2016. Isso, esse ano, acabou, com o Vitória classificado para as oitavas de final e o Bahia eliminado na quinta fase.
Vitória impõe maior fracasso ao Flamengo na Copa do Brasil desde 2016
Poucos times podem se vangloriar de serem carrascos do Flamengo na Copa do Brasil. O Vitória é um deles. Essa foi a segunda vez que o Leão da Barra derrubou o rubro-negro carioca na competição, a primeira vez foi em 1998.
Esse triunfo atual tem um sabor ainda mais especial, uma vez que desde 2019 o Flamengo se consolidou entre as duas maiores potências do futebol brasileiro e sul-americano, ao lado do Palmeiras. Tanto que desde 2016 nenhum time conseguia eliminar o Flamengo antes das oitavas de final. O Vitória conseguiu.
Vitória é segundo time a reverter desvantagem contra o Flamengo em mata-matas desde 2019
Dentro dessa fase hegemônica do Flamengo, o Vitória conseguiu um feito muito raro: eliminou a equipe carioca num jogo de mata-mata depois de sair do jogo de ida em desvantagem.
Desde que o Flamengo se consolidou como potência continental, apenas o Olimpia (PAR), na Libertadores de 2023, havia revertido na partida de volta desvantagem sofrida na ida. Agora, os paraguaios têm a companhia dos baianos do Vitória, que perderam o primeiro jogo por 2 a 1, mas fizeram 2 a 0 no segundo para sair com a classificação.
Sobre o Bolavip Brasil
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O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).