quarta-feira, 27 de maio de 2026

Vice-artilheiro do Guarani, zagueiro Jonathan Costa aposta em sequência como mandante visando classificação na Série C


Com três gols marcados em 2026, o zagueiro Jonathan Costa é o vice-artilheiro do Guarani no ano. Ele só fica atrás do atacante Herbet, que balançou as redes rivais quatro vezes. O último tento de Jonathan Costa aconteceu em duelo válido pela oitava rodada da Série C, quando o Bugre superou, fora de casa, o Barra por 2 a 0.

Um dos jogadores mais regulares do elenco bugrino nesta temporada, Jonathan Costa, valorizou o momento vivido.

``Muito feliz pela boa fase. Tenho ajudado defensivamente e procurado aproveitar as oportunidades quando vou ao ataque. Já são três gols marcados em 16 partidas, números bons para um zagueiro. Espero seguir ajudando cada vez mais o Guarani´´, destacou o defensor, que é o jogador que mais acertou passes e lançamentos pelo Bugre na terceirona.

Em quarto lugar da Série C, o Guarani terá uma sequência de jogos dentro de casa contra rivais que estão no G-8 da competição. O primeiro duelo será neste domingo diante do Amazonas e depois o confronto será contra o Caxias.


``Somos fortíssimos quando jogamos diante da nossa torcida e contamos com o apoio deles nessas duas próximas partidas em casa. São concorrentes diretos. Vencendo ambas as partidas, chegaremos aos 21 pontos e daremos um passo importante para nossa classificação. O segredo é nunca sair do G-8´´, opinou Jonathan Costa.

O Guarani só teve uma derrota na Série C, justamente na partida em que Jonathan Costa esteve ausente em virtude de um desconforto na panturrilha. O jogo, aliás, foi o único que o zagueiro não atuou nesta temporada.









Fonte: AV - Foto: Alexandre Henrique /Guarani

8ª rodada Série C: Paysandu lidera! Brusque, Ituano e Guarani estão na cola pela ponta da tabela de classificação!

 




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TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - quarta-feira 27/5

 


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terça-feira, 26 de maio de 2026

17ª rodada do Brasileirão: Palmeiras atropela Flamengo e entrará em férias na liderança. Santos retorna para degola!

 


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10ª rodada Série B: São Bernardo, Náutico, Sport, Vila Nova, Fortaleza e Goiás continuam no G6

 


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Ex-Cruzeiro, Igor Thiago termina temporada com o melhor custo-benefício entre os principais artilheiros da Europa


Convocado para disputar a Copa do Mundo pela Seleção Brasileira, Igor Thiago fechou a temporada europeia como o melhor custo-benefício entre os 15 maiores goleadores do futebol europeu. O atacante desbancou nomes gigantes do futebol mundial.

Levantamento do Somos Fanáticos mostrou que o jogador – de acordo com o salário e o número de gols marcados – entrega mais do que Harry Kane, chuteira de ouro em 2026, por exemplo.

Segundo o site especializado Capology, o salário anual de Igor Thiago é de 5,6 milhões de euros (cerca de R$ 9,1 milhões). Com 25 gols assinalados, cada um do goleador do Brentford (ING) custou aos cofres do time inglês 226 mil euros (cerca de R$ 1,3 milhão). Ele aparece quase empatado, mas à frente do atacante alemão Deniz Undav, do Stuttgart (ALE), que ganha praticamente o mesmo valor anual e fez também 25 gols.

Nomes menos badalados ao lado de Igor Thiago

Além de Igor e Undav, outros nomes lideram a relação custo-benefício no futebol europeu acima dos craques Kane, Mbappé e Haaland, por exemplo. Logo atrás dos líderes aparece Vedat Muriqi, que foi rebaixado no Campeonato Espanhol com o Mallorca.

Ele marcou 23 gols na temporada, ganhando anualmente 5,2 milhões de euros (R$ 30,3 milhões). O kosovar, de 32 anos, recebe aproximadamente 226,5 mil euros (R$ 1,3 milhão) por cada gol, bem próximo do brasileiro e do alemão.

Completam os cinco primeiros o holandês Donyell Mallen, que defendeu Aston Villa (ING) e Roma (ITA) na temporada e que marcou 22 vezes, ganhando cerca de 239 mil euros (R$ 1,4 milhão) por cada gol assinalado. O inglês Mason Greenwood, do Olympique Marseille (FRA), marcou 26 gols e faturou 261 mil euros (R$ 1,5 milhão) por cada.

Pior custo-benefício foi de Mbappé

Harry Kane recebe um dos maiores salários do futebol mundial, o que não quer dizer que tenha sido um jogador caro para o Bayern de Munique (ALE). O inglês somou 61 gols na temporada com salário de aproximadamente 31 milhões de euros (R$ 180,7 milhões). A cada gol feito, o camisa 9 da Inglaterra levou 512 mil euros (R$ 2,9 milhões), valor abaixo da média dos 15 maiores artilheiros: 730 mil euros (R$ 4,2 milhões) por cada gol marcado.

Já Kyllian Mbappé faturou 71 milhões de euros (R$ 413,9 milhões) na temporada e marcou 42 gols. Ou seja, por gol, o francês recebeu do Real Madrid (ESP) 1,7 milhão de euros (R$ 9,9 milhões). O pior custo-benefício entre os maiores artilheiros da atualidade.

Sobre o Somos Fanáticos

O Somos Fanáticos é um site especializado em notícias e entretenimento esportivo, focado em fornecer informações de qualidade sobre o futebol europeu, Campeonato Brasileiro da Série A e os principais torneios do mundo. Seus conteúdos são originais e produzidos por uma equipe dedicada, garantindo uma cobertura completa e atualizada.

O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).







Foto: SPP / Alamy

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - terça-feira 26/5

 


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segunda-feira, 25 de maio de 2026

6ª rodada da Bezinha: Independente classificado às oitavas de final. Mogi Mirim, Paulinense e União de Mogi ainda sonham!

 

Independente

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Museu do Futebol lança livro gratuito com vencedores do Concurso de Crônicas e Contos 2025


O lançamento acontece no dia 31 de maio, às 15h, dentro do Museu do Futebol. A edição bilíngue (português e espanhol) apresenta 20 textos inspirados no tema futebol sul-americano


Com os 20 textos vencedores de seu Concurso de Crônicas e Contos de 2025, o Museu do Futebol lança no dia 31 de maio (domingo), o livro ¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa, que sai em edição bilíngue (português e espanhol), com distribuição gratuita. O lançamento acontece a partir das 15h na sala Jogo de Corpo, dentro do Museu, com acesso também gratuito para quem for ao evento.

Além do livro físico, editado pela Patuá, haverá também o lançamento do audiobook e do ebook, estes produzidos em parceria com o aplicativo Skeelo, um dos maiores ecossistemas de leitura digital da América Latina. Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo.  

O título do livro faz referência à exposição temporária que inspirou o tema do concurso. Assim, os 20 textos selecionados traçam um panorama da paixão sul-americana pelo esporte. No encontro entre literatura, jornalismo e esporte, a região é retratada em suas festas, dramas, nuances e contradições. São histórias de viagem e de imigração, lembranças de torcedores, resistência feminina, memórias de guerras, traumas de ditadura e causos de rivalidade nas fronteiras. Há momentos de muito riso, de raiva e de tristeza profunda – como em qualquer boa partida de futebol.   

O Concurso de Crônicas e Contos do Museu do Futebol teve sua primeira edição em 2022 e, desde então, recebeu mais de 2.200 inscrições de todos os estados brasileiros. Ele foi criado com o objetivo de estimular a produção de narrativas curtas sobre o futebol, gênero que imortalizou grandes escritores e grandes ídolos. O sucesso do concurso estimulou a equipe do Museu do Futebol a ampliar a iniciativa, o que culminou na ampliação do número de vencedores em 2024 – de três para vinte – e a publicação do primeiro livro Na ponta das canetas, com todos os ganhadores dos três primeiros anos de realização. Assim, o livro ¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa é o segundo volume relacionado à iniciativa. 

O livro apresenta os trabalhos de Anna Laura Chepp, Antonio Gomes de Jesus Neto, Bibiana Lucas, Cassio Giorgetti, David Ehrlich, Dudu Machado, Francesco Jordani Rodrigues, Gabriel Bortulini, Gabriel Mamani Magne, Leo Lepri, Leonardo Catto, Leticia Quadros, Maira Yesenia Trujillo Vanegas, Maria Elisa Savaget Carneiro, Maria Fernanda Moraes, Mateo Olivera Santivañez, Reginaldo Pereira, Roberto Vieira, Sidney Dupeyrat e Weslley da Silva. Eles foram escolhidos entre mais de 700 inscritos vindos de todas as regiões do país. Por conta do tema, excepcionalmente foram aceitos também textos em espanhol, de forma a contemplar a comunidade migrante vivendo no Brasil.  

A comissão julgadora foi composta pela escritora Luiza Romão, vencedora do Prêmio Jabuti em 2022; pelo jornalista Matias Pinto, que faz o podcast O Som das Torcidas; pelo jornalista Klaus Richmond, repórter da revista Placar – parceira oficial do Concurso de Crônicas e Contos do Museu do Futebol; e Renata Beltrão. 

Distribuição gratuita 

Depois do lançamento, o livro ¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa pode ser retirado gratuitamente na biblioteca do Museu do Futebol, de terça a sábado. Durante A Feira do Livro, que acontece de 30 de maio a 7 de junho na Praça Charles Miller, haverá exemplares disponíveis também no estande da editora Patuá. Já o audiobook e ebook estarão disponíveis gratuitamente no aplicativo Skeelo, através deste link.  

 

FICHA TÉCNICA  

Livro 

¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa 

Organização de Museu do Futebol. 

Tradução de Sandra Martha Dolinsky.  

São Paulo: Patuá, 2026. 

Vários autores 

Edição bilíngue: português/espanhol 

140p.; 16 X 23 cm.  

ISBN 978-65-281-0415-4 

 

Ebook 

Copyright © Museu do Futebol, 2026. 

¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa – Crônicas 

e Contos do Museu do Futebol © dos autores, 2026. 

Editores: Alessandro Romio, Eduardo Lacerda, 

Franklin Valverde, Ricardo Escudeiro 

Assistentes editoriais: Amanda Vital, Angélica Marques, 

Gabriel Santana, Içara Bahia, João Vitor Nascimento, 

Rafael Arms, Ricardo Escudeiro 

Traduções: Sandra Martha Dolinsky 

Capa, projeto gráfico e diagramação: 

Alessandro Romio | Instagram: @romioland 

Ilustração de capa a partir de fotos de 

Ljupco Smokovski, Art_Photo e Master1305/ Shutterstock 

Revisão: Ricardo Escudeiro 

Administrativo e comercial: Pricila Gunutzmann 

Assistente Administrativo: Sofia Fernandez Gunutzmann 

Estágio em Comunicação: Letícia Rossi 

Eventos: Flavio Rodrigues 

Expedição: Felipe Gomes 

Versão digital: Rafael Alt 

ISBN 978-65-87184-16-6 

 

Audiolivro 

¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa – Crônicas e Contos do Museu do Futebol 

Crónicas e Cuentos del Museo del Fútbol 

Vários autores, Editora Patuá 

ISBN do Audiolivro: 978-65-87184-17-3 

Narradoras: Raíssa Bueno e Victoria Ansera 

Produção: Studios Wave e Reading u 

Distribuição: Skeelo 

Duração Total: 03h 06min 15s 

Ano de Lançamento: 2026 

Formato de Distribuição: .MP3 (Alta qualidade, taxa de bits 256 kbps, taxa de amostragem 44.1 kHz)   

 

Museu do Futebol  

Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo  

De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)  

Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)  

R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)  

Crianças até 7 anos não pagam  

Grátis às terças-feiras  

Garanta o ingresso pela internet:  

Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas  

 

SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL  

Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.  

O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.  

PATROCINADORES E PARCEIROS 

A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil, Sabesp; apoio da Farmacêutica EMS, do Itaú Unibanco; Arkema; do Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e dos parceiros de mídia Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet. 

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - segunda-feira 25/5

 


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sábado, 23 de maio de 2026

SÃO PAULO X BOTAFOGO - NOVABRASIL FM 89,7 - AO VIVO

 


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Com Al-Nassr, o brasileiro Ângelo celebra título do Campeonato Saudita ao lado de Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus


Em uma boa temporada, brasileiro é um dos destaques do grupo


Sob o comando de Jorge Jesus, o Al-Nassr sagrou-se campeão do Campeonato Saudita. O título veio na última rodada diante do Dhamk, com vitória por 4 a 1, com gols de Sadio Mané, Coman e Cristiano Ronaldo (duas vezes).

 O brasileiro Ângelo, que teve uma temporada de destaque na equipe, vibrou com a conquista. 

``Esse é um dos momentos mais especiais na minha vida. O grupo todo está de parabéns pela entrega em todas as partidas. É um sonho realizado ser campeão aqui. Sempre que entro procuro fazer o meu melhor´´, vibra Ângelo, de 21 anos. 

``Quero agradecer à minha família pelo apoio, à comissão técnica e ao treinador que também acreditou em mim, na minha evolução e no meu trabalho. Foi uma mudança que ele enxergou necessária no meu estilo e sou grato a isso. Hoje, sou um novo jogador´´, finaliza Ângelo.

 Na temporada 2025/2026, ele atuou em 40 partidas, com oito gols e 12 assistências, sendo alguns dos gols fundamentes para as vitórias, assim como as assistências. 

O Al-Nassr encerrou a competição na primeira colocação, com 86 pontos somados, com 28 vitórias, dois empates e quatro derrotas. 







Fonte e foto: Tuddo






sexta-feira, 22 de maio de 2026

Abel Ferreira, do Palmeiras, lidera lista de técnicos com mais cartões nas principais ligas nacionais do mundo


Abel Ferreira costuma reclamar da perseguição dos árbitros no futebol brasileiro e existe um número que pode reforçar a tese do treinador. Desde sua chegada ao Brasil, em 2020, para treinar o Palmeiras, Abel é o técnico líder de cartões recebidos nas seis principais ligas do futebol mundial.

Levantamento do Bolavip Brasil mostra que o português já foi advertido em 42 oportunidades, sendo 38 cartões amarelos e quatro vermelhos. Foram considerados os cartões aplicados no Brasileirão, na Premier League (Inglaterra), na La Liga (Espanha), na Ligue 1 (França), na Serie A (Itália) e na Bundesliga (Alemanha) entre 2020 e 2025, no caso do Brasil, e entre as temporadas 2020/2021 e 2025/2026, no caso das ligas europeias.

O segundo com mais advertências também vem do futebol brasileiro. Fernando Diniz, atualmente no Corinthians, recebeu 33 cartões amarelos e quatro vermelhos.

De fora do Brasil, o técnico que mais vezes recebeu a punição da arbitragem é Simone Inzaghi, no Campeonato Italiano. O atual técnico do Al-Hilal (Arábia Saudita) soma 33 cartões, sendo 29 amarelos e quatro vermelhos. Na Itália, ele passou pela Internazionale e pelo Lazio neste período.

Técnico croata é o mais expulso nas principais ligas do mundo

O levantamento descobriu que Ivan Juric é o técnico mais vezes expulso no futebol mundial neste período. Com nove cartões vermelhos e 21 amarelos, ele soma 30 advertências no comando Hellas Verona, Torino, Roma e Atalanta. Atualmente ele está sem clube.

Jorge Sampaoli, ex-Flamengo e Atlético Mineiro, é o único que aparece no top-10 de cartões de duas ligas distintas. No período, o argentino somou 12 amarelos tanto no Brasileirão quanto na Ligue 1.

Ao todo, o Brasileirão aparece na ponta com 465 cartões para os treinadores, com 11 a mais que a Itália, que soma 456. Porém, são 89 expulsões no futebol italiano contra 63 do Brasil. Das principais ligas, a que menos conta com técnicos recebendo cartões é a Alemanha, com 210, sendo somente 11 expulsões. Na Inglaterra, são 17 vermelhos.

Os técnicos mais punidos com cartões nas principais ligas nacionais do mundo*

Brasil - Abel Ferreira (Palmeiras): 42 cartões

Itália - Simone Inzaghi (Lazio e Internazionale) - 33 cartões

Espanha - José Bordalás (Getafe e Valencia): 28 cartões

França - Michel Der Zakarian (Montpellier e Brest): 18 cartões

Alemanha - Marco Rose (Borussia Mönchengladbach, Borussia Dortmund e RB Leipzig): 16 cartões

Inglaterra - Pep Guardiola (Manchester City): 15 cartões


*Dados obtidos com o auxílio da plataforma de estatísticas Opta


Leonardo Jardim mais tranquilo que Abel Ferreira

Se por um lado, Abel é o mais punido, a calma à beira de campo é uma marca registrada de Leonardo Jardim. No sábado (23), os dois técnicos portugueses se enfrentarão no clássico de maior rivalidade no futebol brasileiro na atualidade, o duelo entre Flamengo e Palmeiras.

O duelo é entre os dois primeiros da Série A do Brasileirão. Abel, inclusive, ficou fora por sete partidas por suspensão, mas estará no banco diante do Rubro-Negro. Já Jardim não soma nenhuma ausência por suspensão desde sua chegada ao Brasil. Ele só recebeu duas vezes o cartão amarelo, ambos no ano passado, à frente do Cruzeiro, num total de 50 partidas de Brasileirão disputadas.

Sobre o Bolavip Brasil

O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.

O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).


Museu do Futebol inaugura Amarelinha, exposição temporária sobre a camisa da Seleção Brasileira


Mostra abre para o público em 22 de maio, no Museu do Futebol, reunindo 18 uniformes originais usados nas Copas de 1958 a 2022


Você sabia que a Seleção Brasileira nem sempre vestiu amarelo? O branco era a cor principal do nosso uniforme até que a derrota na final de 1950 para o Uruguai, em pleno Maracanã, provocou a mudança nas cores do time nacional. A origem da icônica “camisa canarinho” será contada na exposição temporária Amarelinha, que entra em cartaz no Museu do Futebol a partir de 22 de maio, como parte das ações especiais da instituição para o ano de Copa do Mundo da FIFA de futebol masculino.

A mostra revisita a trajetória de um símbolo que saiu dos campos para se tornar parte da cultura brasileira e referência no imaginário global do futebol, reunindo 18 camisas de lendários jogadores, como Sócrates, Rivellino, Ronaldo e Vini Jr. Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.     

``Com camisas de ídolos que jogaram ao longo dos últimos 70 anos, a exposição Amarelinha vai ser uma oportunidade de gerar diálogo entre várias gerações de fãs do futebol brasileiro. Elas são testemunhos de conquistas, momentos decisivos e também tristes que marcam a nossa história no esporte – e na vida. Queremos que a exposição desperte o orgulho pela alegria do nosso futebol, que está na nossa identidade como brasileiros´´, afirma a secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo, Marília Marton. 

Com curadoria do jornalista Marcelo Duarte e da equipe do Centro de Referência do Futebol Brasileiro - núcleo do Museu do Futebol dedicado à pesquisa e acervos –, a mostra recebeu peças emprestadas de cinco colecionadores de camisas: Marcelo Monteiro, Thiago Succar, Salomão Furer Jr., Cássio Brandão e Rodrigo Viana. Amarelinha conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil e Sabesp. A Temporada 2026 do Museu do Futebol é uma realização do Governo do Estado de São Paulo e do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet. 

As camisas selecionadas para a exposição estiveram efetivamente em mundiais, entre 1958 e 2022. Entre elas, há “camisas suadas”, realmente usadas por jogadores que entraram em campo; “camisas usadas”, ou seja, vestidas por jogadores que ficaram no banco de reserva; e “camisas preparadas”, itens que foram levados para o torneio. São exibidos na exposição uniformes utilizados por Vinícius Jr. nas quartas de final da Copa de 2022, e Didi, campeão do mundo em 1962, além de uniformes usados por lendas como Sócrates, Ronaldinho Gaúcho e Rivellino, entre outros.

Especialmente para a exposição, o Museu do Futebol vai recolocar em exibição a camisa usada por Pelé na final da Copa de 1970, contra a Itália, quando o Brasil se sagrou tricampeão. A peça, que faz parte do acervo do Museu, volta à vitrine especialmente construída para ela na Sala Pelé, que faz homenagem ao Rei do Futebol, na exposição principal do Museu. Em uma vitrine ao lado, será também apresentada camisa da Seleção Brasileira de 1994, autografada pelos heróis do tetracampeonato mundial, em celebração a uma das maiores conquistas da história do futebol brasileiro. 

Materialidade e preservação 

Amarelinha propõe a valorização das camisas não apenas pelo que representam simbolicamente, mas também por sua materialidade e sobre as questões relacionadas à fabricação, uso, colecionismo, preservação e conservação - um trabalho contínuo e multifacetado que envolve técnicas e profissionais de diversos campos. Assim, a mostra tem módulos dedicados a apresentar o tecido: há um glossário têxtil, mostrando os vários tipos de tecituras, uma linha do tempo mostrando o desenvolvimento das técnicas de confecção de camisas, e uma camisa tátil, que poderá ser tocada pelos visitantes.   

``Amarelinha é uma oportunidade única de olhar para a camisa da Seleção Brasileira para além do símbolo que todos conhecemos. Cada uma dessas 18 peças carrega histórias de jogo, de atletas, de torcidas, de design e de tecnologia têxtil. Reuni-las no Museu do Futebol, a partir de coleções particulares e em diálogo com o público, é um acontecimento especial: um convite para observar essas camisas como objetos de museu, em todas as suas camadas de memória, informação e significado´´, afirma a diretora técnica do Museu do Futebol, Marília Bonas. 

História 

A mostra apresenta ainda a história da criação da camisa amarela: depois da derrota do Brasil para o Uruguai em pleno Maracanã, na final da Copa de 1950, um concurso nacional foi criado pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD) e pelo jornal Correio da Manhã para substituir o uniforme da Seleção Brasileira, que até então era branco. Um dos requisitos do concurso era que o uniforme utilizasse as quatro cores da bandeira nacional. A proposta vencedora foi a de Aldyr Schlee que, ironicamente, morava na fronteira entre o Brasil e Uruguai e tinha simpatia por nossos algozes do Maracanazo. Ele sugeriu o uso do amarelo ouro na camisa, com gola e punhos em verde, e o calção azul cobalto. O branco entrou nos meiões.  

Toda essa história é mostrada na exposição por meio dos desenhos de Aldyr, além de experiências interativas analógicas e digitais que apresentam uniformes e curiosidades das camisas de Copas. "A história de Aldyr Schlee, criador da camisa amarela, é bastante curiosa. Ele morava na divisa do Brasil com o Uruguai e se sentia com o coração dividido. A parte que mais me toca é que, ao saber que o Uruguai havia derrotado o Brasil na final da Copa de 1950, Aldyr não entendia se as lágrimas eram de alegria ou tristeza. Amarelinha é uma chance rara de ver tantas camisas históricas reunidas. O alto valor das relíquias da Seleção Brasileira tem levado essas peças para fora, compradas por grandes colecionadores internacionais.", disse Marcelo Duarte, curador da exposição. 

Interatividade 

A área interativa da exposição convida o público a participar de forma simples e direta. Por meio de um totem, o visitante escolhe o conteúdo que deseja explorar e acompanha a exibição em uma tela de projeção. É possível optar por dois caminhos, um é de visualização de fichas de todas as seleções que já participaram de Copas, que contém ilustrações de seus uniformes e informações relevantes e o outro é acessar uma seleção de curiosidades relacionadas às peças mais significativas das edições das Copas do mundo.  

Entre as curiosidades apresentadas, o público poderá conhecer, por exemplo, histórias sobre partidas marcantes em que determinadas camisas foram utilizadas, detalhes sobre jogadores que vestiram esses uniformes e informações sobre mudanças no design ao longo das décadas. Um conteúdo pensado em parceria com o FutBox. A proposta é oferecer uma experiência dinâmica, que amplia o entendimento sobre os itens expostos e aproxima o visitante das narrativas que envolvem cada camisa ou seleção.  

``Há tempos que o Museu do Futebol trabalha pontualmente com o universo das camisas de times em suas programações culturais e projetos expositivos. Porém, com a exposição Amarelinha, chegou a hora de celebrar e apresentar ao público mais amplo o icônico universo do objeto mais aclamado do futebol: as camisas da seleção com suas curiosas histórias, texturas e visualidades. É com alegria que realizamos não somente as exibições das peças, mas debatemos toda a cadeia criativa, de produção e até da natureza dos tecidos que originam as Amarelinhas e suas correlatas boleiras´´, finalizou Maíra Machado, coordenadora do Núcleo de Exposições e Programação Cultural do Museu do Futebol.  

Conheça a exposição módulo a módulo 

Amarelinha é dividida em três eixos: Antes da Amarelinha, Camisa: vestimenta, expressão, documento e Seleções e Copas. 

Antes da Amarelinha aborda a criação da camisa amarela em 1953, após a rejeição do uniforme branco usado até a Copa de 1950. O núcleo apresenta documentos, imagens e um audiovisual sobre o concurso vencido por Aldyr Garcia Schlee, além de contextualizar o impacto da derrota de 1950 na construção desse novo símbolo. 

Camisa: vestimenta, expressão, documento reúne as 18 peças centrais da exposição e propõe um olhar ampliado sobre a camisa, para além da função esportiva. As peças revelam identidades, contextos culturais e momentos marcantes do futebol brasileiro. O eixo inclui, ainda, uma instalação com verbetes sobre o universo têxtil e uma mesa sensorial, onde o visitante pode observar, por meio de microscópio digital e painéis táteis, as diferenças entre tecidos como algodão e poliéster. 

Seleções e Copas apresenta uma linha do tempo que relaciona as transformações das Copas do Mundo à evolução dos uniformes. O espaço reúne curiosidades, informações sobre as 84 seleções que já participaram do torneio e depoimentos de jogadores sobre o significado da camisa em diferentes gerações. 

SERVIÇO 

Museu do Futebol 

Exposição temporária Amarelinha  

De 22 de maio a 6 de setembro de 2026. 


Museu do Futebol  

Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo  

De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)  

Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)  

R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)  

Crianças até 7 anos não pagam  

Grátis às terças-feiras  

Garanta o ingresso pela internet:  

Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas  

SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL  

Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.  

O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.  


PATROCINADORES E PARCEIROS 

A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil, Sabesp; apoio da Farmacêutica EMS, Itaú Unibanco; Arkema; Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e dos parceiros de mídia Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet. 

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - sexta-feira 22/5

 


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quinta-feira, 21 de maio de 2026

Santos tenta anular partida contra o Coritiba no STJD; especialista vê cenário pouco provável para anulação


O clube paulista sustenta que houve erro da arbitragem na condução da substituição e afirma que a troca teria sido realizada contra a orientação da comissão técnica


O Santos anunciou que vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para tentar anular a derrota por 3 a 0 para o Coritiba, após uma confusão envolvendo a substituição de Neymar durante a partida ocorrida no último domingo (17).

O clube paulista sustenta que houve erro da arbitragem na condução da substituição e afirma que a troca teria sido realizada contra a orientação da comissão técnica. A estratégia jurídica do Santos será tentar caracterizar o episódio como “erro de direito”, hipótese excepcional que pode levar à anulação de uma partida segundo o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).

Para o advogado Alberto Goldenstein, especialista em Direito Desportivo e sócio-fundador do GMP G&C Advogados Associados, o caso levanta questionamentos relevantes sobre o procedimento adotado pela arbitragem, mas o pedido de anulação enfrenta obstáculos jurídicos significativos.

``Há um possível erro operacional ou procedimental, talvez até uma falha na condução da substituição. Mas mesmo que isso fique comprovado, não é suficiente para anular a partida´´, afirma o advogado, que também é presidente da Comissão de Direito Desportivo da OAB Paraná.

O que caracteriza “erro de direito”

Segundo Goldenstein, o ponto central da discussão será diferenciar erro de fato e erro de direito, distinção fundamental no Direito Desportivo.

“Erro de fato envolve percepção ou interpretação equivocada de uma situação concreta de jogo. Já o erro de direito ocorre quando a regra é aplicada de forma incompatível com o seu conteúdo´´, explica.

No entendimento do especialista, o episódio noticiado até agora parece se aproximar mais de uma falha operacional ou de comunicação do que propriamente de um erro jurídico apto a justificar a anulação da partida.

``O Santos tenta enquadrar o caso como erro de direito, mas o STJD precisará verificar se houve realmente aplicação incorreta da regra ou apenas um problema de comunicação na substituição´´, afirma.


 O que dizem as regras da IFAB

As regras internacionais da International Football Association Board determinam que a substituição se concretiza quando o jogador substituto entra em campo com autorização da arbitragem.

Nesse contexto, se o atleta que entrou foi autorizado oficialmente para substituir Neymar, a tendência jurídica é considerar a substituição consumada, mesmo que tenha havido erro anterior na identificação do jogador a sair.

``Caso confirmado que houve falha ou até omissão da arbitragem é possível que gere responsabilização da equipe de arbitragem, mas não conduz automaticamente à anulação do jogo´´, explica Goldenstein.

Anulação exige requisitos rigorosos

O CBJD estabelece critérios bastante restritivos para anulação de partidas. De acordo com o artigo 259, §1º, a partida só pode ser anulada quando houver erro de direito comprovado; relevância suficiente para alterar o resultado; e nexo entre a irregularidade e o desfecho da partida.

Para o especialista, esse último ponto representa um desafio importante para o Santos. “O clube perdeu por 3 a 0. Isso não impede a discussão jurídica, mas torna muito mais difícil demonstrar que o episódio teve impacto determinante no resultado”, afirma.

Goldenstein destaca ainda que a Justiça Desportiva costuma aplicar o princípio do pro competitione, que busca preservar resultados esportivos sempre que possível.

``A anulação de uma partida é medida excepcionalíssima. O tribunal tende a intervir apenas quando há um vício jurídico grave e determinante para a integridade da competição´´, explica.




Fonte: P+G Trendmakers

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