domingo, 14 de junho de 2026

Confira as datas, horários e locais definidos da Copa Paulista 2026


Com datas, horários, locais e transmissões definidas, a tabela de jogos da Copa Paulista Rivalo 2026 está desmembrada. A competição começará em 17 de julho, garante vaga ao campeão e ao vice na Copa do Brasil e na Série D do Campeonato Brasileiro. Os canais do YouTube da Ulisses TV, Metrópoles e Paulistão vão transmitir a 27ª edição do torneio.

Em busca do título inédito, Marília e Grêmio Prudente abrem a competição na sexta-feira, 17 de julho, às 19h30, no estádio Bento de Abreu Sampaio Vidal, com transmissão no canal do Metrópoles. Outros dois confrontos acontecem no sábado, 18; mais duas partidas estão marcadas para o domingo, 19; São Caetano e São José fazem jogo isolado na segunda-feira, 20; enquanto duas partidas encerram a primeira rodada na quarta-feira, 22 de julho.

O campeão da Copa Paulista Rivalo 2026 poderá escolher uma vaga na Copa do Brasil ou na Série D do Campeonato Brasileiro em 2027, ficando o vice-campeão com a vaga remanescente.

As 16 equipes da Copa Paulista Rivalo 2026 foram divididas em quatro grupos regionalizados, dos quais se classificam diretamente ao mata-mata os primeiros colocados. Segundos e terceiros disputam uma fase de play in, onde o time de melhor campanha enfrenta o 8º e assim por diante.

Nas quartas de final, os líderes de cada chave enfrentam os vencedores destes play in, com o líder de melhor campanha enfrentando o 4º melhor dentre os que avançaram no play in, e assim sucessivamente.

Em todas as fases de mata-mata da competição, os empates serão decididos em cobranças de penalidades.




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Copa do Mundo: mais telas, mais escolhas e disputa contra o delay


Com Globo ainda na preferência dos brasileiros, CazéTV transmitindo todos os jogos e GE TV como aposta digital, Copa do Mundo de 2026 consolida nova forma de acompanhar futebol


A Copa do Mundo de 2026 deve marcar uma virada na forma como o brasileiro acompanha futebol. Se, durante décadas, assistir ao Mundial significava reunir a família diante da televisão, agora o torcedor pode escolher entre TV aberta, canais pagos, streaming, YouTube, celular, computador, redes sociais e conteúdos em tempo real. A liberdade aumentou, mas o caminho até o jogo ficou mais fragmentado.

Mesmo com a multiplicação de telas, a TV aberta, em especial a TV Globo, segue forte no hábito nacional. Ao mesmo tempo, a CazéTV se consolida como um dos grandes marcos da nova fase das transmissões esportivas, com direito de exibir todos os 104 jogos da Copa, segundo a Fifa. A Globo também reforça sua atuação digital com a GE TV, iniciativa gratuita que transmitirá 32 partidas com linguagem voltada ao público conectado.

Para Julio Cesar Gonzalez Moreno, professor de Rádio e TV da Universidade Anhembi Morumbi, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima, a transformação não está apenas na quantidade de canais, mas no comportamento do público.

``Hoje, os direitos de transmissão estão muito mais pulverizados, promovendo uma verdadeira multitransmissão. Com isso, o torcedor pode escolher se prefere assistir aos jogos pela televisão ou pela internet´´, afirma.

A mudança também aparece na forma como a cobertura se organiza. A Copa de 2026 já não será acompanhada apenas por quem liga a TV no horário da partida, mas também por quem alterna entre plataformas, comenta lances em tempo real, assiste a cortes nas redes sociais e busca conteúdos de bastidores.

``Esta edição se destaca pela distribuição descentralizada dos direitos de transmissão, com foco em experiências multitelas, alta qualidade visual no ambiente digital e formatos nativos voltados para as redes sociais´´, explica Moreno.

Esse novo consumo é especialmente visível entre os mais jovens. Para parte da audiência, acompanhar a Copa não significa necessariamente assistir aos 90 minutos de uma partida do início ao fim. Muitos torcedores também vivem o jogo por recortes, memes, melhores momentos, reações de influenciadores e publicações compartilhadas em tempo real. A segunda tela, antes vista como distração, passou a compor a rotina de quem acompanha grandes eventos esportivos.

``O público mais jovem tem demonstrado preferência por acompanhar os jogos em múltiplas telas ou por meio de cortes, memes, reels e outros conteúdos compartilhados nas redes sociais, em vez de permanecer vinculado ao modelo tradicional da televisão linear´´, observa o professor.

O temido delay

Mas a nova liberdade trouxe um incômodo conhecido de quem assiste a jogos pela internet: o delay. A cena é familiar para muitos torcedores: antes de a bola entrar na tela, alguém no prédio, na rua ou no grupo de mensagens já gritou gol. O atraso varia conforme a tecnologia usada, a plataforma, a conexão e o dispositivo.

``O sinal precisa passar por diversas etapas técnicas, como captação, codificação, compressão, distribuição por servidores em nuvem e, por fim, decodificação no dispositivo do espectador, daí a diferença´´, diz.

Apesar disso, o professor ressalta que o problema tem diminuído. Segundo ele, transmissões convencionais pela internet podem apresentar atrasos de 15 a 30 segundos em relação ao evento em tempo real. Em plataformas esportivas mais modernas, com protocolos de baixo tempo de atraso e redes de distribuição de conteúdo mais eficientes, esse intervalo pode cair para cerca de 6 a 10 segundos.

Modelo de transmissão            -                Atraso médio


Internet convencional                -                15 a 30 segundos


Plataformas esportivas com baixa latência -  6 a 10 segundos


Disputa pela atenção


O avanço tecnológico também deve aparecer em outras frentes da cobertura. Câmeras imersivas, múltiplos ângulos, inteligência artificial, estatísticas em tempo real e recursos interativos tendem a ganhar espaço nas transmissões. Para Moreno, o Mundial de 2026 será um marco nesse processo.

``A inteligência artificial desponta como o grande cérebro operacional do evento, integrando informações provenientes de múltiplos ângulos de câmera e viabilizando inovações como o impedimento semiautomático. Ao mesmo tempo, tecnologias de captação imersiva aproximam o torcedor da dinâmica do jogo de uma forma sem precedentes´´, afirma.

A tendência, segundo o professor, é que as próximas Copas sejam ainda mais personalizadas. No futuro, o torcedor poderá escolher câmera, narração, estatísticas, gráficos e outros recursos de acordo com suas preferências. A qualidade da imagem continuará relevante, mas deixará de ser o único diferencial.

``O foco da indústria deixou de estar concentrado apenas na entrega de imagens em alta resolução, como 4K e 8K. Embora a qualidade visual continue importante, o diferencial competitivo passa a ser a capacidade de oferecer experiências interativas, personalizadas e adaptadas ao perfil de cada espectador´´, avalia.

O desafio, agora, não é apenas tecnológico. Com os direitos esportivos divididos entre diferentes grupos de mídia, o torcedor ganhou mais opções, mas também precisa lidar com excesso de serviços, possíveis custos adicionais e a necessidade de descobrir onde cada jogo será exibido. A Copa de 2026, portanto, não será apenas a Copa da TV, do streaming ou das redes sociais. Será a Copa da escolha e da disputa pela atenção do público.


Sobre a Universidade Anhembi Morumbi

A Universidade Anhembi Morumbi, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima, oferece programas de graduação, graduação tecnológica e pós-graduação lato sensu e stricto sensu, distribuídos nas áreas de Ciências da Saúde; Turismo e Hospitalidade; Negócios; Direito; Artes, Arquitetura, Design e Moda; Comunicação; Engenharia e Tecnologia e Educação. Além disso, a Medicina da Universidade Anhembi Morumbi é parte da Inspirali, um dos principais players de educação continuada na área médica do país”. Seus cinco campi estão localizados nas regiões da Avenida Paulista, Vila Olímpia, Mooca, São José dos Campos e Piracicaba.

Possui laboratórios de última geração e diferenciais como a internacionalidade, já tendo enviado, desde 2006, milhares de alunos do Brasil para realização de cursos no exterior, além de receber centenas de estudantes estrangeiros em seus campi, que se tornaram locais multiculturais para o aprendizado. A Anhembi Morumbi também contribui para democratização do Ensino Superior, ao oferecer cursos digitais com diversos polos dentro e fora de São Paulo. Além disso, o aluno aprende na prática desde o primeiro dia de aula.

Saiba mais sobre a Anhembi Morumbi em https://portal.anhembi.br/.


Sobre a Ânima Educação

Com o propósito de transformar o Brasil através da educação, a Ânima é o maior e mais inovador ecossistema de educação e impacto para o Brasil, com um portfólio de marcas valiosas e um dos principais players de educação continuada na área médica. A companhia é composta por cerca de 360 mil estudantes, distribuídos em 18 instituições de ensino superior e aproximadamente 380 polos educacionais em todo o país.

Integradas ao Ecossistema Ânima também estão marcas especialistas em suas áreas de atuação, como HSM, HSM University, EBRADI, Le Cordon Bleu São Paulo, SingularityU Brazil, Inspirali, Community Creators Academy, Learning Village — primeiro hub de inovação e educação da América Latina — e Instituto Ânima.

Em 2023, a Forbes, uma das mais respeitadas publicações de negócios e economia do mundo, incluiu a Ânima entre as 10 companhias mais inovadoras do país. Desde 2013, a companhia está listada na Bolsa de V




Fonte: Textual Comunicação

Copa do Mundo: concussões e fraturas faciais estão entre as lesões mais comuns no futebol


Especialista explica quais são as injúrias que mais afetam a cabeça e a face dos jogadores durante o Mundial e alerta para os riscos da concussão cerebral, considerada uma das lesões mais perigosas do esporte


A Copa do Mundo da FIFA reúne atletas de elite em partidas marcadas por velocidade, intensidade física e disputas constantes pela bola. Nesse cenário, as lesões fazem parte da rotina dos jogadores e exigem atenção especial das equipes médicas. Entre as injúrias que atingem a região da cabeça e do pescoço, a concussão cerebral é a mais frequente, seguida pelas fraturas do terço médio da face.

As fraturas mais comuns envolvem o osso zigomático, conhecido como maçã do rosto, o arco zigomático, localizado na lateral da face, e o osso maxilar, responsável por sustentar os dentes superiores.

Segundo a cirurgiã-dentista e especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, Dra. Juliana Búrigo, apesar das fraturas chamarem atenção por serem visíveis, a concussão cerebral é a lesão que mais preocupa os profissionais de saúde.

``A concussão é uma lesão cerebral provocada pelo impacto do cérebro contra a estrutura interna do crânio. O grande desafio é que ela não costuma aparecer em exames de imagem como tomografias ou ressonâncias magnéticas, o que exige uma avaliação clínica criteriosa e acompanhamento constante do atleta´´, explica.

Os sintomas podem incluir confusão mental, dores de cabeça, tonturas, náuseas, vômitos, perda de memória, alterações visuais, dificuldades na fala, desequilíbrio e até episódios de desmaio. Em muitos casos, os sinais não surgem imediatamente após o trauma, podendo aparecer horas depois da partida.

``Nem sempre o jogador apresenta sintomas logo após a pancada. Por isso, o monitoramento médico nas horas e dias seguintes ao jogo é fundamental para garantir um diagnóstico adequado e evitar complicações´´, destaca a especialista.

O tratamento geralmente envolve repouso, controle medicamentoso dos sintomas e afastamento temporário das atividades esportivas. A recomendação médica é que o atleta permaneça afastado por, pelo menos, quinze dias, reduzindo o risco da chamada concussão de segundo impacto.

``Quando ocorre uma nova pancada antes da recuperação completa do cérebro, o risco aumenta significativamente. Em situações extremas, essa segunda concussão pode provocar consequências gravíssimas e até ser fatal´´, alerta Dra. Juliana.

As principais causas da concussão no futebol estão relacionadas aos choques entre jogadores durante disputas aéreas. O impacto entre cabeças lidera as estatísticas, seguido pelos contatos com a bola e pelos choques envolvendo braços, cotovelos e mãos dos adversários.

Atacantes, zagueiros e jogadores de velocidade pelas pontas do campo figuram entre os atletas mais suscetíveis a esse tipo de lesão, principalmente em lances de disputa pelo alto.

Apesar dos riscos inerentes ao esporte, os números mostram uma evolução positiva. Desde a Copa do Mundo de 2002, a FIFA monitora sistematicamente as lesões ocorridas durante a competição. Os dados mais recentes, referentes ao Mundial do Catar em 2022, apontam uma redução gradual na incidência de lesões ao longo das últimas edições.

Entre os fatores responsáveis por essa melhora estão a evolução da arbitragem, a aplicação mais rigorosa das regras e a implementação de programas de prevenção desenvolvidos pela entidade, como o FIFA Health e o FIFA 11+, voltados para aquecimento, condicionamento físico e adoção de práticas mais seguras dentro de campo.

``A prevenção tem um papel decisivo. Hoje existe uma preocupação muito maior com a saúde dos atletas, especialmente em relação aos traumas na cabeça. Os protocolos de avaliação e retorno ao jogo evoluíram bastante e têm contribuído para reduzir a incidência e a gravidade dessas lesões´´, conclui Dra. Juliana Búrigo.

Com a Copa do Mundo de 2026 movimentando torcedores em todo o planeta, o tema volta ao centro das atenções e reforça a importância dos cuidados médicos, da prevenção e do acompanhamento especializado para preservar a saúde dos atletas dentro e fora dos gramados.







Fonte: MCatres

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Brasil x Marrocos: teste de fogo para Seleção de Ancelotti - NOVABRASIL 89,7 FM

 


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Paulo Sérgio vê Brasil pressionado, mas lembra conquistas improváveis e mantém esperança para a Copa de 2026


Às vésperas da estreia do Brasil na Copa do Mundo, o ex-atacante da seleção brasileira Paulo Sérgio admite que o Brasil ainda precisa evoluir para se consolidar entre os principais candidatos ao título. Em entrevista exclusiva ao Wettbasis, site parceiro do Somos Fanáticos, o campeão mundial em 1994, ex-jogador do Corinthians e do Bayern de Munique, avaliou que a equipe comandada por Carlo Ancelotti vive momento de construção, mas ressalta que a história da seleção mostra que o favoritismo prévio nem sempre foi determinante para o sucesso.

França mais estável, mas ‘Brasil é Brasil’

Ao analisar o atual estágio da seleção brasileira, Paulo Sérgio citou a recente derrota para a França como um indicativo de que a equipe ainda busca maior consistência, especialmente no setor ofensivo.

Segundo o ex-atacante, os franceses demonstram hoje um nível de estabilidade superior ao do Brasil, embora isso não diminua o peso histórico da camisa verde e amarela.

``Espero, como todos os brasileiros, uma boa Copa do Mundo. Vimos o jogo contra a França, não fomos tão bem. A França está mais estável no ataque do que nós no momento. Mas, de qualquer forma: Brasil é Brasil´´, afirmou.

Jejum de 24 anos aumenta pressão

Paulo Sérgio também chamou atenção para o longo período sem títulos mundiais da seleção. O Brasil não conquista uma Copa desde 2002 e chegará ao torneio de 2026 acumulando exatamente 24 anos de espera — o mesmo intervalo que separou os títulos de 1970 e 1994.

Para o ex-jogador, a pressão sobre o elenco será enorme, tornando fundamental a união em torno do trabalho de Carlo Ancelotti.

``Esperamos muito tempo para ser campeões mundiais novamente. Esperamos 24 anos antes de 1994, exatamente como agora. Mas os rapazes precisam estar altamente concentrados. A pressão no Brasil é gigantesca. Eles precisam apoiar firmemente o treinador´´, disse.

Na avaliação do campeão mundial, a dependência excessiva de um único atleta pode se tornar um problema para a seleção.

``Caso contrário, tudo vai depender do Neymar. O Neymar é o jogador-chave hoje, vamos ver o que acontece´´, completou.

Lições de 1970, 1994 e 2002

Apesar das dúvidas em torno da equipe atual, Paulo Sérgio lembrou que algumas das campanhas mais vitoriosas da história do futebol brasileiro começaram cercadas de questionamentos.

O ex-atacante revelou uma conversa que teve com Pelé sobre a preparação para a Copa de 1970. Segundo ele, nem mesmo a equipe considerada uma das maiores de todos os tempos carregava o status de favorita absoluta antes do torneio.

``Fico muito no Brasil e, há alguns anos, conversei com o Pelé — que Deus o tenha. Ele me contou que em 1970, quando os rapazes foram para a Copa, a pressão existia, mas eles não eram os favoritos absolutos antes do torneio´´.

Paulo Sérgio destacou ainda que o mesmo cenário se repetiu nas campanhas vitoriosas de 1994 e 2002. Na sua visão, a ausência de favoritismo pode até ajudar a reduzir a pressão sobre o grupo.

``Em 1994, nós também não éramos favoritos. Em 2002, as críticas antes do torneio a Ronaldo, Ronaldinho e Kaká eram enormes — e, mesmo assim, os caras conseguiram´´.

Sobre o Somos Fanáticos

O Somos Fanáticos é um site especializado em notícias e entretenimento esportivo, focado em fornecer informações de qualidade sobre o futebol europeu, Campeonato Brasileiro da Série A e os principais torneios do mundo. Seus conteúdos são originais e produzidos por uma equipe dedicada, garantindo uma cobertura completa e atualizada.

O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).

Dois em cada três brasileiros ainda vestem a camisa do Brasil mesmo diante de incertezas sobre o país 


Pesquisa nacional revela que sentimento de pertencimento permanece forte mesmo diante do cansaço emocional, da insegurança financeira e da descrença nas instituições


Os brasileiros estão cansados, preocupados com o futuro e desconfiados das instituições. Ainda assim, dois em cada três afirmam ter orgulho de ser brasileiros. O dado, revelado pela pesquisa O Brasil de Agora, realizada pelo Instituto de Pesquisa Aerah House com 2 mil entrevistados em todas as regiões do país, ajuda a compreender uma das principais características do Brasil contemporâneo: a capacidade de preservar o sentimento de pertencimento mesmo em meio a um cenário marcado por incertezas e insatisfação.

O levantamento mostra que apenas 24% dos brasileiros acreditam que o país está seguindo na direção certa. Ao mesmo tempo, 70% afirmam ter pouca confiança de que o governo ajuda a população como deveria. Apesar disso, 66% dizem ter orgulho de ser brasileiros, indicando que a identidade nacional permanece mais forte do que a avaliação sobre o momento vivido pelo país.

Para Fernanda Faria, sócia-fundadora do Instituto de Pesquisa Aerah House, os resultados revelam uma distinção importante feita pelos próprios brasileiros.

``Os dados mostram que o orgulho nacional não está sendo sustentado pela avaliação do momento atual. Os brasileiros conseguem reconhecer os problemas e as incertezas do presente sem que isso enfraqueça o sentimento de pertencimento. É possível estar insatisfeito com os rumos do país e, ao mesmo tempo, continuar se reconhecendo como parte dele´´, analisa.

Segundo a pesquisa, esse orgulho parece estar menos relacionado ao desempenho das instituições e mais conectado à experiência de viver o Brasil. Aspectos como cultura, relações sociais, história compartilhada e identidade coletiva continuam exercendo um papel importante na forma como os brasileiros enxergam a si mesmos e ao país.

O estudo também retrata uma população sob forte pressão emocional. Quatro em cada dez brasileiros relatam cansaço emocional frequente, enquanto 47% afirmam sentir que têm pouco controle sobre a própria vida. Além disso, 59% dizem que precisam se dar conta de tudo mesmo quando estão exaustos, refletindo uma rotina marcada por sobrecarga e preocupações constantes.

Apesar desse cenário, a esperança segue presente. A pesquisa aponta que 82% dos brasileiros demonstram algum grau de confiança no futuro. Desse total, 36% enxergam oportunidades claras para melhorar de vida e 46% acreditam que, apesar das dificuldades, ainda é possível avançar.

``Existe uma convivência entre preocupação e esperança. As dificuldades não eliminam a expectativa de progresso. O orgulho de ser brasileiro pode funcionar como uma referência positiva em meio às incertezas, reforçando um sentimento de continuidade e pertencimento mesmo em períodos mais desafiadores´´, afirma Fernanda.

E com a chegada da Copa do Mundo, o levantamento também ajuda a explicar por que símbolos nacionais continuam despertando emoções e mobilizando milhões de pessoas. Em uma sociedade cada vez mais concentrada nos desafios individuais e familiares, momentos coletivos ganham relevância por criarem experiências compartilhadas capazes de aproximar pessoas com diferentes realidades, opiniões e trajetórias.

Para Fernanda, a Copa continua sendo um dos principais espaços de conexão coletiva do país.

``Durante algumas semanas, milhões de brasileiros acompanham os mesmos acontecimentos, compartilham emoções semelhantes e voltam a se perceber como parte de algo maior do que suas rotinas e desafios individuais. A Copa não elimina as diferenças, mas cria um espaço simbólico comum onde a identidade nacional se torna mais visível´´, explica.

O estudo mostra ainda que símbolos como a camisa da Seleção Brasileira continuam carregando forte significado cultural. Embora seu sentido tenha se tornado mais plural ao longo dos anos, ela permanece como uma das principais representações da identidade nacional e do sentimento de pertencimento compartilhado por grande parte da população.

Os resultados da pesquisa sugerem que o Brasil chega à Copa de 2026 carregando contradições. Há desconfiança, preocupação e insatisfação com os rumos do país. Mas há também orgulho, esperança e um vínculo emocional que resiste às dificuldades. Em meio a um cenário de polarização e fragmentação social, dois em cada três brasileiros mostram que a identidade nacional continua sendo um dos poucos pontos de convergência capazes de unir o país.

Sobre a pesquisa

A pesquisa “O Brasil de Agora - A Vida Sob Novas Condições” foi realizada pela Aerah House com 2.000 brasileiros acima de 18 anos em todas as regiões do país.

Com mais de 25 perguntas de diversas frentes, a coleta foi realizada em abril de 2026, com amostra representativa da população brasileira por região, sexo, faixa etária e classe social. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Sobre a Aerah House

A Aerah House é uma empresa brasileira de pesquisa, inteligência e análise de comportamento social focada em transformar dados em leituras culturais, emocionais e estratégicas sobre a sociedade contemporânea. A empresa atua no desenvolvimento de pesquisas de opinião, comportamento e tendências, buscando compreender como fatores econômicos, emocionais e sociais impactam decisões, percepções e relações humanas.

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - sexta-feira 12/6

 


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quinta-feira, 11 de junho de 2026

Efeito Copa: busca por camisa da Seleção movimenta R$ 1,2 bilhão no e-commerce


Homens de 25 a 44 anos lideram as transações online que somam 4 milhões de unidades vendidas, em um cenário de compras pautado pela busca de canais confiáveis para evitar fraudes


A proximidade da Copa do Mundo acendeu o comércio eletrônico brasileiro e provocou uma verdadeira arrancada nas vendas de artigos esportivos. Impulsionado diretamente pela busca dos torcedores pelos novos uniformes da Seleção Brasileira, o mercado nacional de camisas de futebol movimentou expressivos R$ 1,2 bilhão na internet entre janeiro e o início de junho de 2026, segundo dados da Confi estruturados a partir da plataforma Neotrust.

O faturamento representa um crescimento histórico de 80,2% em comparação com o mesmo período do ano passado, consolidando o ambiente digital como o principal gramado de compras do consumidor.

O grande motor dessa engrenagem comercial foi o lançamento da nova armadura da equipe nacional. Entre os dias 13 de março (data do lançamento oficial) e 2 de junho, os brasileiros adquiriram 915 mil camisas oficiais da seleção canarinho. Essa demanda massiva injetou R$ 382 milhões no varejo digital, registrando um valor médio expressivo de R$ 417,50 por peça adquirida.

Perfil do Consumidor e Desempenho do Segmento

No balanço geral do setor, mais de 4 milhões de unidades de camisas de clube e seleções foram comercializadas nos primeiros cinco meses do ano, um volume 69,1% superior ao registrado em 2025, com ticket médio geral fixado em R$ 295,90. O perfil traçado pela pesquisa aponta que os homens lideram o engajamento com o setor, sendo responsáveis por 78,2% das transações registradas, enquanto o público feminino responde por 21,8% do total. A faixa etária que se mostrou mais ativa nas conversões digitais concentra-se entre os 25 e 44 anos.

Geograficamente, a liderança absoluta ficou com a região Sudeste, que concentrou 65,9% de todo o faturamento da categoria no país. A região movimentou sozinha R$ 790,5 milhões, o que equivale a um salto de 80,1% em sua receita em relação ao ano anterior. Os dados que mapeiam o setor são da Confi, empresa de inteligência voltada para o varejo, que baseia suas análises em informações coletadas pela plataforma Neotrust, responsável por acompanhar as transações de mais de 7 mil lojas parceiras e o comportamento de 85 milhões de consumidores digitais.

O Caminho Digital da Compra: Conexão com o Mapa da Busca 

Essa explosão nas vendas online de moda esportiva conversa diretamente com as transformações no comportamento do brasileiro mapeadas pelo estudo "O Mapa da Busca no Brasil em 2026", desenvolvido pela Optimiza em parceria com a AB Pesquisas. A pesquisa revela que o setor de "Moda, acessórios e calçados" lidera de forma isolada o ranking de categorias com maior volume de compras online no país, estando presente em 56% das aquisições digitais recentes dos brasileiros.

Para compreender esse cenário complexo, a especialista em SEO Júlia Neves, CEO da Optimiza Marketing, destaca a maturidade atual do mercado. Segundo ela, os dados revelam um panorama corporativo que vai muito além de métricas superficiais de plataformas:

``Mais do que discutir canais, este estudo revela algo ainda mais profundo: a confiança se tornou o ativo central da economia digital. Em um mundo saturado de anúncios, conteúdo sintético e promessas fáceis, o consumidor brasileiro aprendeu a cruzar fontes, desconfiar, validar e escolher com mais critério´´.

Essa mudança comportamental explica por que a jornada para descobrir e fechar as compras das camisas não é linear. De acordo com o relatório, a fase de descoberta migrou fortemente para os e-commerces integrados: os marketplaces hoje lideram o início dessa jornada com 27,3% das menções, superando os 15,9% do Google tradicional. No caso de artigos altamente visuais e de forte apelo emocional, as redes sociais também dividem espaço como vitrines de inspiração.

Diante do medo de fraudes e pirataria na internet, o torcedor brasileiro não toma decisões às cegas. Para escapar do excesso de links patrocinados, 43,5% dos consumidores apontam que as avaliações de outros compradores e a prova social são os fatores que mais influenciam a decisão final de abrir a carteira. Além disso, em cenários de dúvida sobre a legitimidade dos e-commerces esportivos, 53,1% dos usuários recorrem ao Google como o critério definitivo de desempate para validar as informações antes de finalizar o pagamento nos canais de alta credibilidade.

12ª rodada da Série B: Vila Nova é o novo líder isolado. Novorizontino e Criciúma são as novidades no G6

 


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69% querem a camisa da Seleção, mas 58% reservaram até R$ 500 para gastar na Copa inteira


Pesquisa da meutudo com mais de 3 mil participantes mostra que o desejo pelo maior símbolo da Copa convive com orçamento apertado — e que 48% ainda não sabem como pagarão os gastos do período


Com a Copa do Mundo de 2026 se aproximando, a camisa da Seleção Brasileira já desponta como o objeto de desejo do torcedor-consumidor: 69% dos participantes de uma pesquisa da fintech meutudo afirmam que pretendem comprar ou avaliariam comprar a camisa oficial se o preço couber no orçamento. O problema é que o orçamento, para a maioria, é de até R$ 500 para tudo.

O levantamento, realizado em maio de 2026 com 3.510 participantes nos artigos do blog da empresa, revela um retrato de interesse real, mas condicionado ao bolso — e com muita indecisão ainda por resolver.

A camisa lidera o desejo, mas o teto de preço é baixo

Entre todos os produtos e experiências da Copa, a camisa oficial da Seleção é a que mais concentra intenção de compra. Dos 69% com interesse positivo ou condicional, 41% afirmam que já decidiram comprar e outros 28% comprariam se o preço fosse compatível com o que têm disponível.

O entusiasmo, porém, esbarra no valor: apenas 13% dos respondentes está disposto a gastar mais de R$ 400 em roupas e acessórios da Copa. 

A faixa mais comum é até R$ 150, citada por 31%. Considerando que a camisa oficial da CBF costuma ultrapassar R$ 300, a conta não fecha para a maioria, o que explica o alto percentual de interesse condicional.

58% planejam gastar até R$ 500 com toda a Copa e 79% são sensíveis a preço

O orçamento total para o período dos jogos confirma a cautela: 58% dos participantes planejam gastar até R$ 500 com tudo, alimentação, vestuário, álbum de figurinhas e experiências. Apenas 8% afirmam que o preço não é um fator limitante.

A sensibilidade ao preço aparece de forma ainda mais direta quando perguntados sobre como reagem diante de um produto caro: 44% desistem da compra e 35% buscam alternativas mais baratas. 

Somados, 79% tomam alguma ação para evitar gastar mais do que consideram adequado, um sinal de que promoções e condições de pagamento vão pesar muito nas decisões de consumo durante a Copa.

48% ainda não sabem como pagarão  e só 12% planejam parcelar

Mesmo entre quem pretende gastar durante a Copa, a forma de pagamento ainda é uma incógnita: 48% dos participantes afirmam não saber como vão quitar os gastos do período. Entre os que já decidiram, Pix e débito lideram com 32%, ou seja, pagamento à vista. Apenas 12% planejam parcelar no cartão de crédito.

A indecisão de quase metade do público indica que boa parte das compras ainda está em aberto. A decisão final tende a acontecer próxima ao evento, quando promoções, condições de parcelamento e disponibilidade de renda vão determinar quem de fato coloca a camisa.

Sobre a meutudo

A meutudo é uma fintech brasileira especializada em crédito consignado para aposentados, pensionistas do INSS e servidores públicos. Com foco em simplicidade e transparência, a empresa oferece soluções financeiras acessíveis e atua na educação financeira de seus clientes e do público em geral.

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - quinta-feira 11/6

 


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Formação de novos talentos no futebol exige alto investimento e apenas 72 dos mais de 1.200 clubes brasileiros possuem CCF


Qual o custo de formar novos talentos no futebol brasileiro? Hoje, apenas 72 dos mais de 1.200 clubes do país possuem o Certificado de Clube Formador (CCF), concedido pela CBF. Na prática, isso significa que apenas cerca de 6% dos clubes brasileiros possuem reconhecimento oficial como formadores de atletas, cenário que evidencia a dificuldade estrutural e a precariedade enfrentada pelo futebol nacional na formação profissional de jovens talentos.

O Villa Nova SAF aposta em modelo internacional para fortalecer a base, formando novos jogadores com a metodologia adotada do Boston City Group que já revelou atletas que hoje atuam no futebol profissional no Brasil e no exterior;

Qual é o preço para formar um campeão no futebol brasileiro e nos mantermos no topo do futebol mundial? Quanto custa estruturar um jovem talento desde as categorias iniciais até o profissional? Por que tão poucos times  têm o Certificado de Clube Formador da CBF que permite a formação de jogadores desde a base? O Brasil vive hoje um dos maiores desafios da história recente do futebol nacional: a dificuldade de formar novos talentos na mesma velocidade em que exporta jovens promessas para o mercado internacional.

O cenário impacta diretamente os clubes brasileiros e, consequentemente, a própria renovação técnica da Seleção Brasileira, que tem mais de 76,9% dos convocados para a Copa atuando no exterior. 
E o cenário é ainda mais crítico. Dados públicos disponíveis no site da CBF mostram que apenas uma pequena parcela dos clubes brasileiros mantém todas as categorias de formação estruturadas, como Sub-11, Sub-13, Sub-15, Sub-17 e Sub-20, comprometendo diretamente o processo contínuo de desenvolvimento técnico, físico e emocional dos atletas.

Em meio a esse cenário, um projeto de um time mineiro vem chamando atenção justamente por caminhar na direção oposta da precarização da base: o Villa Nova SAF, de Nova Lima, aposta em modelo profissional inspirado em padrões internacionais de desenvolvimento de atletas.


Projeto mineiro do Vila Nova SAF aposta em caminho para formação de jovens talentos

Essa estruturação das categorias de base do Villa Nova tem sido possível graças ao modelo de gestão implantado após a chegada da SAF liderada pelo Boston City Group, que assumiu a reconstrução estrutural do clube com foco no desenvolvimento de atletas e na criação de um projeto sustentável de formação. O grupo, que possui atuação no Brasil e no exterior, é reconhecido justamente pelo trabalho voltado à revelação de jovens talentos e pela conexão com mercados internacionais do futebol.

Atualmente, o conglomerado possui operações ligadas ao Boston City FC Brasil, Americano (RJ) e Boston City FC, nos Estados Unidos, acumulando experiência na formação e projeção de atletas para o cenário profissional nacional e internacional.

Sob liderança do empresário Renato Valentim, fundador do grupo, o modelo implementado no Villa Nova SAF busca aplicar no futebol brasileiro uma lógica inspirada em práticas internacionais: de integração entre categorias de base e profissional, metodologia unificada, acompanhamento multidisciplinar e valorização do atleta como patrimônio esportivo e humano.

A crise silenciosa da formação no futebol brasileiro

Os dados da CBF escancaram um gargalo estrutural histórico do futebol nacional. Formar atletas exige alto investimento, planejamento de longo prazo, estrutura física adequada, alojamento, alimentação, acompanhamento escolar, suporte médico, psicológico e profissionais especializados atuando diariamente no desenvolvimento desses jovens. Poucos clubes conseguem sustentar esse modelo.

O CEO do Villa Nova SAF, Sergio Pinheiro, reafirma a importância de que mais clubes brasileiros avancem no processo de estruturação para se tornarem efetivamente clubes formadores. “A formação de base é responsável por sustentar o futuro esportivo do futebol brasileiro. É nela que os clubes desenvolvem talentos, fortalecem sua identidade esportiva e criam oportunidades reais para milhares de jovens. E um passo importante para avançar nisso é justamente conquistar o CCF, que é uma das metas do Villa Nova SAF para 2026”, destaca.

O Certificado de Clube Formador (CCF) é hoje uma das credenciais mais importantes e respeitadas do futebol brasileiro quando o assunto é formação de atletas. Concedido pela CBF, o reconhecimento funciona como uma espécie de selo nacional de excelência para clubes que comprovam possuir estrutura séria, segura e completa para o desenvolvimento de jovens jogadores.

É uma validação de que o clube atende rigorosos critérios esportivos, educacionais, sociais e humanos, oferecendo estrutura física adequada, alimentação, alojamento, suporte escolar, assistência médica, acompanhamento psicológico, garantia de direitos trabalhistas e proteção integral aos atletas em formação.

A certificação também reforça credibilidade no mercado esportivo, segurança jurídica e valorização institucional dos clubes. Ainda assim, a realidade do futebol brasileiro mostra o tamanho desse desafio: a maioria esmagadora das equipes do país ainda não consegue atender todas as exigências necessárias para conquistar a certificação. A ausência dessa cadeia completa de desenvolvimento compromete diretamente o processo contínuo de formação dos atletas, impactando não apenas a evolução técnica dentro de campo, mas também o amadurecimento físico, emocional e comportamental dos jovens jogadores.

Sergio Pinheiro explica que sustentar um clube formador exige alto investimento em infraestrutura, alojamento, alimentação, acompanhamento educacional, suporte médico, psicológico e equipes multidisciplinares.

``Em muitos casos, a falta de recursos impede a continuidade desse modelo, comprometendo a formação de novos talentos no futebol brasileiro´´, afirma Pinheiro.

Da base ao topo: Modelo do Boston City Group já revelou atletas que hoje atuam no futebol profissional no Brasil e no exterior 

O projeto de formação do Villa Nova SAF carrega a experiência prática do Boston City Group, que já colhe frutos e revela talentos brasileiros para o futebol mundial. O grupo acumula histórico na formação e no desenvolvimento de atletas que hoje atuam profissionalmente dentro e fora do Brasil, reforçando o potencial do modelo implantado em Nova Lima e a proposta de construir uma base sólida que forma talentos para todo mercado do futebol.

Entre os principais exemplos de sucesso formados em solo brasileiro e que hoje vêm se destacando no futebol internacional, está o jovem Pedro Manoel do Patrocínio Cruz da Silva, que atua no Tammeka Jalgpallikool, da Estônia, consolidando mais um talento desenvolvido dentro do ambiente de formação ligado ao Boston City Group.

Outro exemplo é o atleta Juan Lopes da Silva, que atualmente defende o Académico de Viseu FC, em Portugal. Já Guilherme Luiz Oliveira da Silva segue trajetória internacional no Göztepe Spor Kulübü, da Turquia, mostrando a força do futebol brasileiro em mercados competitivos do futebol mundial.

No Brasil, talentos também surgem a partir desse trabalho de formação. Um desses casos é o do atacante Paulo Vitor Monteiro, revelado dentro do ecossistema do grupo e que atualmente pertence ao Atlético Mineiro, estando emprestado ao Avaí Futebol Clube. Além disso, diversos atletas da formação ligada ao Boston City Group também passam a integrar o elenco profissional do Villa Nova SAF na temporada de 2026, reforçando a conexão entre base e profissional dentro do projeto esportivo do clube.

Sergio Pinheiro endossa que a presença desses atletas em clubes profissionais e em mercados estrangeiros fortalece o posicionamento do Villa Nova SAF sobre a importância de os clubes investirem na reconstrução de suas categorias de base e contribuírem para a consolidação do DNA de um verdadeiro clube formador, capaz de desenvolver, revelar e projetar talentos para o futebol brasileiro e mundial.

``Esperamos que esses números mudem nos próximos anos e que mais clubes entendam a importância da formação de base para o futuro do futebol brasileiro. É preciso investir, focar no preparo desses jovens e estruturar um trabalho sério desde as categorias iniciais. O futebol brasileiro sempre foi reconhecido pela revelação de talentos, mas isso só continuará acontecendo se os clubes entenderem que a formação exige estrutura, responsabilidade e visão de longo prazo´´, afirma o CEO do Villa Nova SAF.

Com investimento robusto na base, Villa Nova SAF quer recolocar Minas Gerais entre os polos de formação do futebol brasileiro

Com a proposta de contribuir ativamente para a reconstrução da formação de atletas no país, que o Villa Nova SAF busca se posicionar como um agente de transformação no futebol mineiro. Disputando atualmente o Módulo II do Campeonato Mineiro, o clube deseja se posicionar pela importância do tema, abrindo essa discussão e fazendo a sua parte, com um investimento robusto realizado na reconstrução de sua base e na estruturação de um modelo profissional de desenvolvimento de talentos.

Neste ano, o projeto reativou oficialmente suas categorias Sub-15, Sub-17 e Sub-20, retomando um trabalho de formação que ficou desativado por quase uma década. O clube também já avança no processo de reestruturação da categoria Sub-13, ampliando gradualmente sua cadeia de desenvolvimento de atletas dentro do projeto de reconstrução da base. A iniciativa envolve alto investimento em infraestrutura, profissionais especializados, suporte multidisciplinar e integração entre as categorias de base e o elenco profissional, dentro de um modelo inspirado em práticas internacionais de formação de atletas.

Formação no Villa Nova SAF vai além do futebol e prepara atletas para a vida

No futebol moderno, formar um atleta deixou de ser apenas ensinar fundamentos técnicos. O processo envolve educação, disciplina, suporte emocional, alimentação, desenvolvimento psicológico e acompanhamento familiar. No caso do Villa Nova SAF, o projeto mobiliza cerca de 150 atletas ao longo da temporada e envolve aproximadamente 100 profissionais direta e indiretamente ligados ao desenvolvimento desses jovens.

A estrutura do Centro de Treinamento do clube conta com quatro campos modernos em padrão FIFA, alojamento para até 100 atletas e um núcleo multidisciplinar completo, com nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, pedagogos, assistentes sociais e suporte médico realizado em parceria com a Rede Mater Dei. Os atletas recebem cinco refeições diárias, acompanhamento escolar, suporte às famílias e atividades voltadas ao desenvolvimento comportamental e emocional.

O clube também promove capacitações sobre gestão de imagem, comportamento profissional e preparação psicológica para os desafios da carreira no futebol.

``Nosso objetivo é preparar atletas para competir em alto rendimento e enfrentar a vida profissional dentro e fora de campo´´, explica Sergio.




Fonte: Com você Comunicação

Estudo revela o patamar de Neymar em comparação aos outros 47 camisas 10 da Copa de 2026


Cada vez mais perto do começo da Copa do Mundo, o futebol brasileiro quer saber: em que patamar Neymar estará quando estrear pela Seleção? Para ajudar a responder a essa pergunta, o Bolavip Brasil realizou um estudo dos 48 camisas 10 do torneio e colocou o jogador do Santos no centro de tudo. De Messi e Mbappé, maiores camisas 10 desta Copa, a Sarpreet Singh, o 10 da fraca seleção da Nova Zelândia, descubra que Neymar é esse que chega para sua quarta e última tentativa de ser campeão mundial.

Neymar está entre os 6 camisas 10 que menos jogaram na temporada anterior à Copa

Entre os 48 jogadores que vestirão a camisa 10 na Copa do Mundo, Neymar é o sexto que menos entrou em campo no intervalo entre 1º de agosto de 2025 e 10 de junho de 2026, véspera do começo da competição. Os poucos minutos em campo foram consequência dos recorrentes problemas físicos do jogador. Foram 27 partidas do camisa 10 do Brasil, todas elas pelo Santos. Dois outros camisas 10 de peso da Copa atuaram ainda menos do que Neymar: Jamal Musiala, da Alemanha (26 partidas), e James Rodríguez, da Colômbia (25).

Em contraste com os poucos jogos de Neymar, o camisa 10 da Suécia, Benjamin Nygren, disputou 65 partidas no mesmo período, jogos pela seleção e pelo Celtic, da Escócia. Entre os dez camisas 10 que mais atuaram, alguns dos principais craques do torneio: Bernardo Silva, de Portugal (segundo com mais jogos, 59), Arrascaeta, do Uruguai (sétimo com mais jogos, 53) e Mbappé, da França (oitavo com mais jogos, 52). A média de partidas dos 48 camisas 10 foi de 41 partidas na temporada.

Neymar está entre os quatro camisas 10 que mais fizeram gols por partida no período

Neymar jogou pouco, mas teve uma boa média de gols por partida, na comparação com os outros 47 camisas 10 da Copa do Mundo. A média de 0,48 coloca Neymar em terceiro lugar, atrás apenas de Mbappé (0,92 gol por jogo) e do argentino Lionel Messi (0,9 gol por jogo), empatado com o tcheco Patrik Schick, com a mesma média de 0,48 gol por partida.

Para se ter uma ideia, Mohamed Salah, camisa 10 do Egito e craque do Liverpool, chegará à Copa do Mundo com média de gols inferior a do brasileiro: 0,36 por partida. A lista de atacantes que vestirão a camisa 10 no Mundial e que não conseguiram marcar tantos gols por partida que Neymar inclui Mané, de Senegal (0,41), Depay, da Holanda, (0,28) e Trossard, da Bélgica (0,17).

A média geral de gols dos camisas 10 da Copa foi de 0,23 por partida nos 12 meses que antecederam o torneio.

Neymar está entre os 5 camisas 10 em maior decadência em termos de gols marcados

A média de gols marcados por Neymar nos 12 meses anteriores à Copa do Mundo pode ser boa, quando comparada à dos outros camisas 10 do Mundial, mas revela o declínio do futebol do atacante da seleção brasileira. Entre todos os 48 camisas 10 da Copa, a média de gols de Neymar foi a que teve a quinta maior queda em relação à média geral da carreira do jogador.

Neymar teve média de 0,48, mas sua média na carreira inteira é de 0,6 gols por jogo, redução de 0,12 gol por partida. Pelo menos Neymar pode dizer que não está sozinho nessa. Outros camisas 10 de renome chegarão ao Mundial longe do auge, assim como o brasileiro. James Rodríguez, da Colômbia, teve redução de 0,13 na comparação entre a média de gols por jogo da carreira e a média na temporada passada. Mohamed Salah teve a mesma redução que o colombiano.

No outro lado da análise estão jogadores que chegarão ao Mundial em grande fase, com média de gols superior àquela acumulada na carreira. Mbappé tem média de gols por jogo na carreira de 0,75 e na última temporada bateu 0,92, um aumento de 0,17.

Na sequência, três jogadores que vestem a 10 aparecem com um aumento na média de gols de 0,12: Arrascaeta, do Uruguai, Messi, da Argentina, e Thomas-Asante, de Gana.


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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Mesmo classificado à segunda fase da Série D, Água Santa troca o treinador português Ricardo Lima por Jorge Castilho, ex-São José

A diretoria do Água Santa resolveu mudar o rumo dos trabalhos pela segunda vez na temporada de 2026. No início do ano, visando a disputa da Série A2 do Campeonato Paulista, o Netuno contratou o treinador Ademir Fesan para planejar e comandar a competição.

O trabalho surtiu o efeito desejado e, na primeira fase da Série A2, o Água Santa terminou com a melhor campanha entre os 16 clubes participantes. Porém, nos quadrangulares decisivos, o Netuno desandou e não conseguiu vencer nenhuma das seis partidas.


De maneira surpreendente, o Água Santa, após melhor campanha na primeira fase da Série A2, foi o pior time dos quadrangulares. Em seis partidas, o Netuno colecionou quatro derrotas e teve apenas dois empates, sendo eliminado sem sequer chegar próximo ao acesso.

Logo em seguida, a diretoria demitiu o técnico Ademir Fesan e trouxe o português Ricardo Lima (foto acima), que tinha feito boa campanha com o Sertãozinho na Série A3, para iniciar o planejamento para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro.

Mas, após a derrota, fora de casa, para o América-RJ por 1 a 0, o Água Santa, que se classificou em segundo lugar do Grupo 13, com 17 pontos, resolveu demitir o treinador Ricardo Lima e o auxiliar técnico Rui João Leite de Castro.

Para os duelos contra o também paulista Velo Clube, em sistema de ida e volta, pela segunda fase da Copa Paulista, o treinador escolhido foi Jorge Castilho, que pediu demissão nesta quarta-feira do São José. Ele chegará em Diadema com o seu auxiliar Fabiano Bessa.
 

TH+ Esportes - Programa Esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - quarta-feira 10/6

 


CLIQUE AQUI e confira o programa na íntegra:

terça-feira, 9 de junho de 2026

Éderson, Casemiro, Rayan: conheça o futuro dos jogadores da seleção nos clubes às vésperas da estreia na Copa


A Copa do Mundo está prestes a começar para a seleção brasileira e, enquanto os jogadores se concentram na conquista do hexa nos EUA, seus agentes se movimentam nos bastidores do futebol europeu numa janela de transferências que promete ser uma das mais agitadas. Para repercutir o futuro dos comandados pelo técnico Carlo Ancelotti, o Bolavip Brasil entrevistou com exclusividade o italiano Gianluca Di Marzio, um dos maiores especialistas no mercado de transferências da atualidade.

Com fontes fortes no futebol italiano, Di Marzio cravou: Éderson já é jogador do Manchester United, depois de temporadas de sucesso pela Atalanta. Seu representante, André Cury, trabalhou para que o volante chegasse para o lugar de Casemiro, que deixou o clube inglês e também já acertou onde jogará depois do Mundial: no Inter Miami, de Messi.

``Ederson já é jogador do Manchester United. Ele já assinou todos os documentos e agora apenas aguardamos o anúncio oficial´´, explicou Di Marzio.

Bournemouth fará de tudo para segurar Rayan

A convocação de Éderson para o lugar de Wesley, lesionado, poderia oferecer à Atalanta a chance de negociar o volante por um valor maior. Entretanto, o negócio com os ingleses do United foi fechado antes da reviravolta no destino de Éderson, inicialmente preterido por Carlo Ancelotti.

Quem poderá fazer isso é o Bournemouth, com o atacante Rayan. O jogador revelado pelo Vasco terminou a temporada em alta e já desperta o interesse de outros clubes. Em caso de uma participação de destaque na Copa do Mundo, o jovem de 19 anos tem tudo para se valorizar ainda mais. Entretanto, Gianluca Di Marzio aposta que o clube inglês vai manter Rayan por pelo menos mais uma temporada de olho numa venda realmente alta em 2027.

``A valorização do Rayan depende da Copa do Mundo, mas eu realmente não acho que o Bournemouth vá vender o jogador. Ele chegou em janeiro, o Bournemouth é duro na hora de negociar e eles o consideram um jogador para manter no elenco. Eles querem que ele fique por mais um ano inteiro, porque sabem que ele pode ser a grande estrela do mercado de transferências no próximo verão e acreditam piamente que o preço dele vai continuar subindo bastante´´, explicou.

Após lesão, Wesley deve permanecer na Roma

Outro jogador que poderia ter o destino transformado pela Copa do Mundo é Wesley. O ex-jogador do Flamengo foi um dos destaques da Roma na temporada e seria titular da seleção brasileira na Copa do Mundo. Com a lesão, não terá a vitrine do Mundial e deverá seguir na Roma, onde é considerado um jogador-chave.

``O Wesley está muito feliz na Roma e é um jogador fundamental para o Gasperini (Gian Piero Gasperini, técnico da Roma). Ele é muito versátil e importante para o time. É verdade que a Roma precisa vender jogadores por conta do Fair Play Financeiro, mas ele não é um dos nomes que eles querem vender. O Wesley não vai a lugar nenhum´´, cravou Gianluca Di Marzio.

Mais da metade dos jogadores da seleção vivem ares de mudança nos clubes

O Bolavip Brasil apurou que 14 dos 26 jogadores da seleção brasileira na Copa do Mundo vivem ares de mudança nos clubes. Além de Casemiro e Éderson, que estão trocando de time, Fabinho, por exemplo, estará sem clube quando a Copa do Mundo terminar – seu contrato com o Al-Ittihad, da Arábia Saudita, se encerrará no fim de junho e não será renovado.

Danilo, que tem contrato até 2028 com o Botafogo, dificilmente voltará a defender o clube carioca, que enfrenta problemas financeiros. A tendência é que seja negociado depois do Mundial.

Para completar, dez jogadores da seleção brasileira têm contrato em vigor com seus clubes com duração de apenas mais um ano ou menos, e precisarão muito em breve decidir se renovam o vínculo com os clubes atuais ou se procuram uma transferência: Alisson, Weverton, Gabriel Magalhães, Ibañez, Alex Sandro, Douglas Santos, Neymar, Vini Jr., Raphinha e Gabriel Martinelli.


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