sexta-feira, 12 de junho de 2026

Paulo Sérgio vê Brasil pressionado, mas lembra conquistas improváveis e mantém esperança para a Copa de 2026


Às vésperas da estreia do Brasil na Copa do Mundo, o ex-atacante da seleção brasileira Paulo Sérgio admite que o Brasil ainda precisa evoluir para se consolidar entre os principais candidatos ao título. Em entrevista exclusiva ao Wettbasis, site parceiro do Somos Fanáticos, o campeão mundial em 1994, ex-jogador do Corinthians e do Bayern de Munique, avaliou que a equipe comandada por Carlo Ancelotti vive momento de construção, mas ressalta que a história da seleção mostra que o favoritismo prévio nem sempre foi determinante para o sucesso.

França mais estável, mas ‘Brasil é Brasil’

Ao analisar o atual estágio da seleção brasileira, Paulo Sérgio citou a recente derrota para a França como um indicativo de que a equipe ainda busca maior consistência, especialmente no setor ofensivo.

Segundo o ex-atacante, os franceses demonstram hoje um nível de estabilidade superior ao do Brasil, embora isso não diminua o peso histórico da camisa verde e amarela.

``Espero, como todos os brasileiros, uma boa Copa do Mundo. Vimos o jogo contra a França, não fomos tão bem. A França está mais estável no ataque do que nós no momento. Mas, de qualquer forma: Brasil é Brasil´´, afirmou.

Jejum de 24 anos aumenta pressão

Paulo Sérgio também chamou atenção para o longo período sem títulos mundiais da seleção. O Brasil não conquista uma Copa desde 2002 e chegará ao torneio de 2026 acumulando exatamente 24 anos de espera — o mesmo intervalo que separou os títulos de 1970 e 1994.

Para o ex-jogador, a pressão sobre o elenco será enorme, tornando fundamental a união em torno do trabalho de Carlo Ancelotti.

``Esperamos muito tempo para ser campeões mundiais novamente. Esperamos 24 anos antes de 1994, exatamente como agora. Mas os rapazes precisam estar altamente concentrados. A pressão no Brasil é gigantesca. Eles precisam apoiar firmemente o treinador´´, disse.

Na avaliação do campeão mundial, a dependência excessiva de um único atleta pode se tornar um problema para a seleção.

``Caso contrário, tudo vai depender do Neymar. O Neymar é o jogador-chave hoje, vamos ver o que acontece´´, completou.

Lições de 1970, 1994 e 2002

Apesar das dúvidas em torno da equipe atual, Paulo Sérgio lembrou que algumas das campanhas mais vitoriosas da história do futebol brasileiro começaram cercadas de questionamentos.

O ex-atacante revelou uma conversa que teve com Pelé sobre a preparação para a Copa de 1970. Segundo ele, nem mesmo a equipe considerada uma das maiores de todos os tempos carregava o status de favorita absoluta antes do torneio.

``Fico muito no Brasil e, há alguns anos, conversei com o Pelé — que Deus o tenha. Ele me contou que em 1970, quando os rapazes foram para a Copa, a pressão existia, mas eles não eram os favoritos absolutos antes do torneio´´.

Paulo Sérgio destacou ainda que o mesmo cenário se repetiu nas campanhas vitoriosas de 1994 e 2002. Na sua visão, a ausência de favoritismo pode até ajudar a reduzir a pressão sobre o grupo.

``Em 1994, nós também não éramos favoritos. Em 2002, as críticas antes do torneio a Ronaldo, Ronaldinho e Kaká eram enormes — e, mesmo assim, os caras conseguiram´´.

Sobre o Somos Fanáticos

O Somos Fanáticos é um site especializado em notícias e entretenimento esportivo, focado em fornecer informações de qualidade sobre o futebol europeu, Campeonato Brasileiro da Série A e os principais torneios do mundo. Seus conteúdos são originais e produzidos por uma equipe dedicada, garantindo uma cobertura completa e atualizada.

O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).

Dois em cada três brasileiros ainda vestem a camisa do Brasil mesmo diante de incertezas sobre o país 


Pesquisa nacional revela que sentimento de pertencimento permanece forte mesmo diante do cansaço emocional, da insegurança financeira e da descrença nas instituições


Os brasileiros estão cansados, preocupados com o futuro e desconfiados das instituições. Ainda assim, dois em cada três afirmam ter orgulho de ser brasileiros. O dado, revelado pela pesquisa O Brasil de Agora, realizada pelo Instituto de Pesquisa Aerah House com 2 mil entrevistados em todas as regiões do país, ajuda a compreender uma das principais características do Brasil contemporâneo: a capacidade de preservar o sentimento de pertencimento mesmo em meio a um cenário marcado por incertezas e insatisfação.

O levantamento mostra que apenas 24% dos brasileiros acreditam que o país está seguindo na direção certa. Ao mesmo tempo, 70% afirmam ter pouca confiança de que o governo ajuda a população como deveria. Apesar disso, 66% dizem ter orgulho de ser brasileiros, indicando que a identidade nacional permanece mais forte do que a avaliação sobre o momento vivido pelo país.

Para Fernanda Faria, sócia-fundadora do Instituto de Pesquisa Aerah House, os resultados revelam uma distinção importante feita pelos próprios brasileiros.

``Os dados mostram que o orgulho nacional não está sendo sustentado pela avaliação do momento atual. Os brasileiros conseguem reconhecer os problemas e as incertezas do presente sem que isso enfraqueça o sentimento de pertencimento. É possível estar insatisfeito com os rumos do país e, ao mesmo tempo, continuar se reconhecendo como parte dele´´, analisa.

Segundo a pesquisa, esse orgulho parece estar menos relacionado ao desempenho das instituições e mais conectado à experiência de viver o Brasil. Aspectos como cultura, relações sociais, história compartilhada e identidade coletiva continuam exercendo um papel importante na forma como os brasileiros enxergam a si mesmos e ao país.

O estudo também retrata uma população sob forte pressão emocional. Quatro em cada dez brasileiros relatam cansaço emocional frequente, enquanto 47% afirmam sentir que têm pouco controle sobre a própria vida. Além disso, 59% dizem que precisam se dar conta de tudo mesmo quando estão exaustos, refletindo uma rotina marcada por sobrecarga e preocupações constantes.

Apesar desse cenário, a esperança segue presente. A pesquisa aponta que 82% dos brasileiros demonstram algum grau de confiança no futuro. Desse total, 36% enxergam oportunidades claras para melhorar de vida e 46% acreditam que, apesar das dificuldades, ainda é possível avançar.

``Existe uma convivência entre preocupação e esperança. As dificuldades não eliminam a expectativa de progresso. O orgulho de ser brasileiro pode funcionar como uma referência positiva em meio às incertezas, reforçando um sentimento de continuidade e pertencimento mesmo em períodos mais desafiadores´´, afirma Fernanda.

E com a chegada da Copa do Mundo, o levantamento também ajuda a explicar por que símbolos nacionais continuam despertando emoções e mobilizando milhões de pessoas. Em uma sociedade cada vez mais concentrada nos desafios individuais e familiares, momentos coletivos ganham relevância por criarem experiências compartilhadas capazes de aproximar pessoas com diferentes realidades, opiniões e trajetórias.

Para Fernanda, a Copa continua sendo um dos principais espaços de conexão coletiva do país.

``Durante algumas semanas, milhões de brasileiros acompanham os mesmos acontecimentos, compartilham emoções semelhantes e voltam a se perceber como parte de algo maior do que suas rotinas e desafios individuais. A Copa não elimina as diferenças, mas cria um espaço simbólico comum onde a identidade nacional se torna mais visível´´, explica.

O estudo mostra ainda que símbolos como a camisa da Seleção Brasileira continuam carregando forte significado cultural. Embora seu sentido tenha se tornado mais plural ao longo dos anos, ela permanece como uma das principais representações da identidade nacional e do sentimento de pertencimento compartilhado por grande parte da população.

Os resultados da pesquisa sugerem que o Brasil chega à Copa de 2026 carregando contradições. Há desconfiança, preocupação e insatisfação com os rumos do país. Mas há também orgulho, esperança e um vínculo emocional que resiste às dificuldades. Em meio a um cenário de polarização e fragmentação social, dois em cada três brasileiros mostram que a identidade nacional continua sendo um dos poucos pontos de convergência capazes de unir o país.

Sobre a pesquisa

A pesquisa “O Brasil de Agora - A Vida Sob Novas Condições” foi realizada pela Aerah House com 2.000 brasileiros acima de 18 anos em todas as regiões do país.

Com mais de 25 perguntas de diversas frentes, a coleta foi realizada em abril de 2026, com amostra representativa da população brasileira por região, sexo, faixa etária e classe social. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Sobre a Aerah House

A Aerah House é uma empresa brasileira de pesquisa, inteligência e análise de comportamento social focada em transformar dados em leituras culturais, emocionais e estratégicas sobre a sociedade contemporânea. A empresa atua no desenvolvimento de pesquisas de opinião, comportamento e tendências, buscando compreender como fatores econômicos, emocionais e sociais impactam decisões, percepções e relações humanas.

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - sexta-feira 12/6

 


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quinta-feira, 11 de junho de 2026

Efeito Copa: busca por camisa da Seleção movimenta R$ 1,2 bilhão no e-commerce


Homens de 25 a 44 anos lideram as transações online que somam 4 milhões de unidades vendidas, em um cenário de compras pautado pela busca de canais confiáveis para evitar fraudes


A proximidade da Copa do Mundo acendeu o comércio eletrônico brasileiro e provocou uma verdadeira arrancada nas vendas de artigos esportivos. Impulsionado diretamente pela busca dos torcedores pelos novos uniformes da Seleção Brasileira, o mercado nacional de camisas de futebol movimentou expressivos R$ 1,2 bilhão na internet entre janeiro e o início de junho de 2026, segundo dados da Confi estruturados a partir da plataforma Neotrust.

O faturamento representa um crescimento histórico de 80,2% em comparação com o mesmo período do ano passado, consolidando o ambiente digital como o principal gramado de compras do consumidor.

O grande motor dessa engrenagem comercial foi o lançamento da nova armadura da equipe nacional. Entre os dias 13 de março (data do lançamento oficial) e 2 de junho, os brasileiros adquiriram 915 mil camisas oficiais da seleção canarinho. Essa demanda massiva injetou R$ 382 milhões no varejo digital, registrando um valor médio expressivo de R$ 417,50 por peça adquirida.

Perfil do Consumidor e Desempenho do Segmento

No balanço geral do setor, mais de 4 milhões de unidades de camisas de clube e seleções foram comercializadas nos primeiros cinco meses do ano, um volume 69,1% superior ao registrado em 2025, com ticket médio geral fixado em R$ 295,90. O perfil traçado pela pesquisa aponta que os homens lideram o engajamento com o setor, sendo responsáveis por 78,2% das transações registradas, enquanto o público feminino responde por 21,8% do total. A faixa etária que se mostrou mais ativa nas conversões digitais concentra-se entre os 25 e 44 anos.

Geograficamente, a liderança absoluta ficou com a região Sudeste, que concentrou 65,9% de todo o faturamento da categoria no país. A região movimentou sozinha R$ 790,5 milhões, o que equivale a um salto de 80,1% em sua receita em relação ao ano anterior. Os dados que mapeiam o setor são da Confi, empresa de inteligência voltada para o varejo, que baseia suas análises em informações coletadas pela plataforma Neotrust, responsável por acompanhar as transações de mais de 7 mil lojas parceiras e o comportamento de 85 milhões de consumidores digitais.

O Caminho Digital da Compra: Conexão com o Mapa da Busca 

Essa explosão nas vendas online de moda esportiva conversa diretamente com as transformações no comportamento do brasileiro mapeadas pelo estudo "O Mapa da Busca no Brasil em 2026", desenvolvido pela Optimiza em parceria com a AB Pesquisas. A pesquisa revela que o setor de "Moda, acessórios e calçados" lidera de forma isolada o ranking de categorias com maior volume de compras online no país, estando presente em 56% das aquisições digitais recentes dos brasileiros.

Para compreender esse cenário complexo, a especialista em SEO Júlia Neves, CEO da Optimiza Marketing, destaca a maturidade atual do mercado. Segundo ela, os dados revelam um panorama corporativo que vai muito além de métricas superficiais de plataformas:

``Mais do que discutir canais, este estudo revela algo ainda mais profundo: a confiança se tornou o ativo central da economia digital. Em um mundo saturado de anúncios, conteúdo sintético e promessas fáceis, o consumidor brasileiro aprendeu a cruzar fontes, desconfiar, validar e escolher com mais critério´´.

Essa mudança comportamental explica por que a jornada para descobrir e fechar as compras das camisas não é linear. De acordo com o relatório, a fase de descoberta migrou fortemente para os e-commerces integrados: os marketplaces hoje lideram o início dessa jornada com 27,3% das menções, superando os 15,9% do Google tradicional. No caso de artigos altamente visuais e de forte apelo emocional, as redes sociais também dividem espaço como vitrines de inspiração.

Diante do medo de fraudes e pirataria na internet, o torcedor brasileiro não toma decisões às cegas. Para escapar do excesso de links patrocinados, 43,5% dos consumidores apontam que as avaliações de outros compradores e a prova social são os fatores que mais influenciam a decisão final de abrir a carteira. Além disso, em cenários de dúvida sobre a legitimidade dos e-commerces esportivos, 53,1% dos usuários recorrem ao Google como o critério definitivo de desempate para validar as informações antes de finalizar o pagamento nos canais de alta credibilidade.

12ª rodada da Série B: Vila Nova é o novo líder isolado. Novorizontino e Criciúma são as novidades no G6

 


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69% querem a camisa da Seleção, mas 58% reservaram até R$ 500 para gastar na Copa inteira


Pesquisa da meutudo com mais de 3 mil participantes mostra que o desejo pelo maior símbolo da Copa convive com orçamento apertado — e que 48% ainda não sabem como pagarão os gastos do período


Com a Copa do Mundo de 2026 se aproximando, a camisa da Seleção Brasileira já desponta como o objeto de desejo do torcedor-consumidor: 69% dos participantes de uma pesquisa da fintech meutudo afirmam que pretendem comprar ou avaliariam comprar a camisa oficial se o preço couber no orçamento. O problema é que o orçamento, para a maioria, é de até R$ 500 para tudo.

O levantamento, realizado em maio de 2026 com 3.510 participantes nos artigos do blog da empresa, revela um retrato de interesse real, mas condicionado ao bolso — e com muita indecisão ainda por resolver.

A camisa lidera o desejo, mas o teto de preço é baixo

Entre todos os produtos e experiências da Copa, a camisa oficial da Seleção é a que mais concentra intenção de compra. Dos 69% com interesse positivo ou condicional, 41% afirmam que já decidiram comprar e outros 28% comprariam se o preço fosse compatível com o que têm disponível.

O entusiasmo, porém, esbarra no valor: apenas 13% dos respondentes está disposto a gastar mais de R$ 400 em roupas e acessórios da Copa. 

A faixa mais comum é até R$ 150, citada por 31%. Considerando que a camisa oficial da CBF costuma ultrapassar R$ 300, a conta não fecha para a maioria, o que explica o alto percentual de interesse condicional.

58% planejam gastar até R$ 500 com toda a Copa e 79% são sensíveis a preço

O orçamento total para o período dos jogos confirma a cautela: 58% dos participantes planejam gastar até R$ 500 com tudo, alimentação, vestuário, álbum de figurinhas e experiências. Apenas 8% afirmam que o preço não é um fator limitante.

A sensibilidade ao preço aparece de forma ainda mais direta quando perguntados sobre como reagem diante de um produto caro: 44% desistem da compra e 35% buscam alternativas mais baratas. 

Somados, 79% tomam alguma ação para evitar gastar mais do que consideram adequado, um sinal de que promoções e condições de pagamento vão pesar muito nas decisões de consumo durante a Copa.

48% ainda não sabem como pagarão  e só 12% planejam parcelar

Mesmo entre quem pretende gastar durante a Copa, a forma de pagamento ainda é uma incógnita: 48% dos participantes afirmam não saber como vão quitar os gastos do período. Entre os que já decidiram, Pix e débito lideram com 32%, ou seja, pagamento à vista. Apenas 12% planejam parcelar no cartão de crédito.

A indecisão de quase metade do público indica que boa parte das compras ainda está em aberto. A decisão final tende a acontecer próxima ao evento, quando promoções, condições de parcelamento e disponibilidade de renda vão determinar quem de fato coloca a camisa.

Sobre a meutudo

A meutudo é uma fintech brasileira especializada em crédito consignado para aposentados, pensionistas do INSS e servidores públicos. Com foco em simplicidade e transparência, a empresa oferece soluções financeiras acessíveis e atua na educação financeira de seus clientes e do público em geral.

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - quinta-feira 11/6

 


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Formação de novos talentos no futebol exige alto investimento e apenas 72 dos mais de 1.200 clubes brasileiros possuem CCF


Qual o custo de formar novos talentos no futebol brasileiro? Hoje, apenas 72 dos mais de 1.200 clubes do país possuem o Certificado de Clube Formador (CCF), concedido pela CBF. Na prática, isso significa que apenas cerca de 6% dos clubes brasileiros possuem reconhecimento oficial como formadores de atletas, cenário que evidencia a dificuldade estrutural e a precariedade enfrentada pelo futebol nacional na formação profissional de jovens talentos.

O Villa Nova SAF aposta em modelo internacional para fortalecer a base, formando novos jogadores com a metodologia adotada do Boston City Group que já revelou atletas que hoje atuam no futebol profissional no Brasil e no exterior;

Qual é o preço para formar um campeão no futebol brasileiro e nos mantermos no topo do futebol mundial? Quanto custa estruturar um jovem talento desde as categorias iniciais até o profissional? Por que tão poucos times  têm o Certificado de Clube Formador da CBF que permite a formação de jogadores desde a base? O Brasil vive hoje um dos maiores desafios da história recente do futebol nacional: a dificuldade de formar novos talentos na mesma velocidade em que exporta jovens promessas para o mercado internacional.

O cenário impacta diretamente os clubes brasileiros e, consequentemente, a própria renovação técnica da Seleção Brasileira, que tem mais de 76,9% dos convocados para a Copa atuando no exterior. 
E o cenário é ainda mais crítico. Dados públicos disponíveis no site da CBF mostram que apenas uma pequena parcela dos clubes brasileiros mantém todas as categorias de formação estruturadas, como Sub-11, Sub-13, Sub-15, Sub-17 e Sub-20, comprometendo diretamente o processo contínuo de desenvolvimento técnico, físico e emocional dos atletas.

Em meio a esse cenário, um projeto de um time mineiro vem chamando atenção justamente por caminhar na direção oposta da precarização da base: o Villa Nova SAF, de Nova Lima, aposta em modelo profissional inspirado em padrões internacionais de desenvolvimento de atletas.


Projeto mineiro do Vila Nova SAF aposta em caminho para formação de jovens talentos

Essa estruturação das categorias de base do Villa Nova tem sido possível graças ao modelo de gestão implantado após a chegada da SAF liderada pelo Boston City Group, que assumiu a reconstrução estrutural do clube com foco no desenvolvimento de atletas e na criação de um projeto sustentável de formação. O grupo, que possui atuação no Brasil e no exterior, é reconhecido justamente pelo trabalho voltado à revelação de jovens talentos e pela conexão com mercados internacionais do futebol.

Atualmente, o conglomerado possui operações ligadas ao Boston City FC Brasil, Americano (RJ) e Boston City FC, nos Estados Unidos, acumulando experiência na formação e projeção de atletas para o cenário profissional nacional e internacional.

Sob liderança do empresário Renato Valentim, fundador do grupo, o modelo implementado no Villa Nova SAF busca aplicar no futebol brasileiro uma lógica inspirada em práticas internacionais: de integração entre categorias de base e profissional, metodologia unificada, acompanhamento multidisciplinar e valorização do atleta como patrimônio esportivo e humano.

A crise silenciosa da formação no futebol brasileiro

Os dados da CBF escancaram um gargalo estrutural histórico do futebol nacional. Formar atletas exige alto investimento, planejamento de longo prazo, estrutura física adequada, alojamento, alimentação, acompanhamento escolar, suporte médico, psicológico e profissionais especializados atuando diariamente no desenvolvimento desses jovens. Poucos clubes conseguem sustentar esse modelo.

O CEO do Villa Nova SAF, Sergio Pinheiro, reafirma a importância de que mais clubes brasileiros avancem no processo de estruturação para se tornarem efetivamente clubes formadores. “A formação de base é responsável por sustentar o futuro esportivo do futebol brasileiro. É nela que os clubes desenvolvem talentos, fortalecem sua identidade esportiva e criam oportunidades reais para milhares de jovens. E um passo importante para avançar nisso é justamente conquistar o CCF, que é uma das metas do Villa Nova SAF para 2026”, destaca.

O Certificado de Clube Formador (CCF) é hoje uma das credenciais mais importantes e respeitadas do futebol brasileiro quando o assunto é formação de atletas. Concedido pela CBF, o reconhecimento funciona como uma espécie de selo nacional de excelência para clubes que comprovam possuir estrutura séria, segura e completa para o desenvolvimento de jovens jogadores.

É uma validação de que o clube atende rigorosos critérios esportivos, educacionais, sociais e humanos, oferecendo estrutura física adequada, alimentação, alojamento, suporte escolar, assistência médica, acompanhamento psicológico, garantia de direitos trabalhistas e proteção integral aos atletas em formação.

A certificação também reforça credibilidade no mercado esportivo, segurança jurídica e valorização institucional dos clubes. Ainda assim, a realidade do futebol brasileiro mostra o tamanho desse desafio: a maioria esmagadora das equipes do país ainda não consegue atender todas as exigências necessárias para conquistar a certificação. A ausência dessa cadeia completa de desenvolvimento compromete diretamente o processo contínuo de formação dos atletas, impactando não apenas a evolução técnica dentro de campo, mas também o amadurecimento físico, emocional e comportamental dos jovens jogadores.

Sergio Pinheiro explica que sustentar um clube formador exige alto investimento em infraestrutura, alojamento, alimentação, acompanhamento educacional, suporte médico, psicológico e equipes multidisciplinares.

``Em muitos casos, a falta de recursos impede a continuidade desse modelo, comprometendo a formação de novos talentos no futebol brasileiro´´, afirma Pinheiro.

Da base ao topo: Modelo do Boston City Group já revelou atletas que hoje atuam no futebol profissional no Brasil e no exterior 

O projeto de formação do Villa Nova SAF carrega a experiência prática do Boston City Group, que já colhe frutos e revela talentos brasileiros para o futebol mundial. O grupo acumula histórico na formação e no desenvolvimento de atletas que hoje atuam profissionalmente dentro e fora do Brasil, reforçando o potencial do modelo implantado em Nova Lima e a proposta de construir uma base sólida que forma talentos para todo mercado do futebol.

Entre os principais exemplos de sucesso formados em solo brasileiro e que hoje vêm se destacando no futebol internacional, está o jovem Pedro Manoel do Patrocínio Cruz da Silva, que atua no Tammeka Jalgpallikool, da Estônia, consolidando mais um talento desenvolvido dentro do ambiente de formação ligado ao Boston City Group.

Outro exemplo é o atleta Juan Lopes da Silva, que atualmente defende o Académico de Viseu FC, em Portugal. Já Guilherme Luiz Oliveira da Silva segue trajetória internacional no Göztepe Spor Kulübü, da Turquia, mostrando a força do futebol brasileiro em mercados competitivos do futebol mundial.

No Brasil, talentos também surgem a partir desse trabalho de formação. Um desses casos é o do atacante Paulo Vitor Monteiro, revelado dentro do ecossistema do grupo e que atualmente pertence ao Atlético Mineiro, estando emprestado ao Avaí Futebol Clube. Além disso, diversos atletas da formação ligada ao Boston City Group também passam a integrar o elenco profissional do Villa Nova SAF na temporada de 2026, reforçando a conexão entre base e profissional dentro do projeto esportivo do clube.

Sergio Pinheiro endossa que a presença desses atletas em clubes profissionais e em mercados estrangeiros fortalece o posicionamento do Villa Nova SAF sobre a importância de os clubes investirem na reconstrução de suas categorias de base e contribuírem para a consolidação do DNA de um verdadeiro clube formador, capaz de desenvolver, revelar e projetar talentos para o futebol brasileiro e mundial.

``Esperamos que esses números mudem nos próximos anos e que mais clubes entendam a importância da formação de base para o futuro do futebol brasileiro. É preciso investir, focar no preparo desses jovens e estruturar um trabalho sério desde as categorias iniciais. O futebol brasileiro sempre foi reconhecido pela revelação de talentos, mas isso só continuará acontecendo se os clubes entenderem que a formação exige estrutura, responsabilidade e visão de longo prazo´´, afirma o CEO do Villa Nova SAF.

Com investimento robusto na base, Villa Nova SAF quer recolocar Minas Gerais entre os polos de formação do futebol brasileiro

Com a proposta de contribuir ativamente para a reconstrução da formação de atletas no país, que o Villa Nova SAF busca se posicionar como um agente de transformação no futebol mineiro. Disputando atualmente o Módulo II do Campeonato Mineiro, o clube deseja se posicionar pela importância do tema, abrindo essa discussão e fazendo a sua parte, com um investimento robusto realizado na reconstrução de sua base e na estruturação de um modelo profissional de desenvolvimento de talentos.

Neste ano, o projeto reativou oficialmente suas categorias Sub-15, Sub-17 e Sub-20, retomando um trabalho de formação que ficou desativado por quase uma década. O clube também já avança no processo de reestruturação da categoria Sub-13, ampliando gradualmente sua cadeia de desenvolvimento de atletas dentro do projeto de reconstrução da base. A iniciativa envolve alto investimento em infraestrutura, profissionais especializados, suporte multidisciplinar e integração entre as categorias de base e o elenco profissional, dentro de um modelo inspirado em práticas internacionais de formação de atletas.

Formação no Villa Nova SAF vai além do futebol e prepara atletas para a vida

No futebol moderno, formar um atleta deixou de ser apenas ensinar fundamentos técnicos. O processo envolve educação, disciplina, suporte emocional, alimentação, desenvolvimento psicológico e acompanhamento familiar. No caso do Villa Nova SAF, o projeto mobiliza cerca de 150 atletas ao longo da temporada e envolve aproximadamente 100 profissionais direta e indiretamente ligados ao desenvolvimento desses jovens.

A estrutura do Centro de Treinamento do clube conta com quatro campos modernos em padrão FIFA, alojamento para até 100 atletas e um núcleo multidisciplinar completo, com nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, pedagogos, assistentes sociais e suporte médico realizado em parceria com a Rede Mater Dei. Os atletas recebem cinco refeições diárias, acompanhamento escolar, suporte às famílias e atividades voltadas ao desenvolvimento comportamental e emocional.

O clube também promove capacitações sobre gestão de imagem, comportamento profissional e preparação psicológica para os desafios da carreira no futebol.

``Nosso objetivo é preparar atletas para competir em alto rendimento e enfrentar a vida profissional dentro e fora de campo´´, explica Sergio.




Fonte: Com você Comunicação

Estudo revela o patamar de Neymar em comparação aos outros 47 camisas 10 da Copa de 2026


Cada vez mais perto do começo da Copa do Mundo, o futebol brasileiro quer saber: em que patamar Neymar estará quando estrear pela Seleção? Para ajudar a responder a essa pergunta, o Bolavip Brasil realizou um estudo dos 48 camisas 10 do torneio e colocou o jogador do Santos no centro de tudo. De Messi e Mbappé, maiores camisas 10 desta Copa, a Sarpreet Singh, o 10 da fraca seleção da Nova Zelândia, descubra que Neymar é esse que chega para sua quarta e última tentativa de ser campeão mundial.

Neymar está entre os 6 camisas 10 que menos jogaram na temporada anterior à Copa

Entre os 48 jogadores que vestirão a camisa 10 na Copa do Mundo, Neymar é o sexto que menos entrou em campo no intervalo entre 1º de agosto de 2025 e 10 de junho de 2026, véspera do começo da competição. Os poucos minutos em campo foram consequência dos recorrentes problemas físicos do jogador. Foram 27 partidas do camisa 10 do Brasil, todas elas pelo Santos. Dois outros camisas 10 de peso da Copa atuaram ainda menos do que Neymar: Jamal Musiala, da Alemanha (26 partidas), e James Rodríguez, da Colômbia (25).

Em contraste com os poucos jogos de Neymar, o camisa 10 da Suécia, Benjamin Nygren, disputou 65 partidas no mesmo período, jogos pela seleção e pelo Celtic, da Escócia. Entre os dez camisas 10 que mais atuaram, alguns dos principais craques do torneio: Bernardo Silva, de Portugal (segundo com mais jogos, 59), Arrascaeta, do Uruguai (sétimo com mais jogos, 53) e Mbappé, da França (oitavo com mais jogos, 52). A média de partidas dos 48 camisas 10 foi de 41 partidas na temporada.

Neymar está entre os quatro camisas 10 que mais fizeram gols por partida no período

Neymar jogou pouco, mas teve uma boa média de gols por partida, na comparação com os outros 47 camisas 10 da Copa do Mundo. A média de 0,48 coloca Neymar em terceiro lugar, atrás apenas de Mbappé (0,92 gol por jogo) e do argentino Lionel Messi (0,9 gol por jogo), empatado com o tcheco Patrik Schick, com a mesma média de 0,48 gol por partida.

Para se ter uma ideia, Mohamed Salah, camisa 10 do Egito e craque do Liverpool, chegará à Copa do Mundo com média de gols inferior a do brasileiro: 0,36 por partida. A lista de atacantes que vestirão a camisa 10 no Mundial e que não conseguiram marcar tantos gols por partida que Neymar inclui Mané, de Senegal (0,41), Depay, da Holanda, (0,28) e Trossard, da Bélgica (0,17).

A média geral de gols dos camisas 10 da Copa foi de 0,23 por partida nos 12 meses que antecederam o torneio.

Neymar está entre os 5 camisas 10 em maior decadência em termos de gols marcados

A média de gols marcados por Neymar nos 12 meses anteriores à Copa do Mundo pode ser boa, quando comparada à dos outros camisas 10 do Mundial, mas revela o declínio do futebol do atacante da seleção brasileira. Entre todos os 48 camisas 10 da Copa, a média de gols de Neymar foi a que teve a quinta maior queda em relação à média geral da carreira do jogador.

Neymar teve média de 0,48, mas sua média na carreira inteira é de 0,6 gols por jogo, redução de 0,12 gol por partida. Pelo menos Neymar pode dizer que não está sozinho nessa. Outros camisas 10 de renome chegarão ao Mundial longe do auge, assim como o brasileiro. James Rodríguez, da Colômbia, teve redução de 0,13 na comparação entre a média de gols por jogo da carreira e a média na temporada passada. Mohamed Salah teve a mesma redução que o colombiano.

No outro lado da análise estão jogadores que chegarão ao Mundial em grande fase, com média de gols superior àquela acumulada na carreira. Mbappé tem média de gols por jogo na carreira de 0,75 e na última temporada bateu 0,92, um aumento de 0,17.

Na sequência, três jogadores que vestem a 10 aparecem com um aumento na média de gols de 0,12: Arrascaeta, do Uruguai, Messi, da Argentina, e Thomas-Asante, de Gana.


Sobre o Bolavip Brasil

O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.

O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Mesmo classificado à segunda fase da Série D, Água Santa troca o treinador português Ricardo Lima por Jorge Castilho, ex-São José

A diretoria do Água Santa resolveu mudar o rumo dos trabalhos pela segunda vez na temporada de 2026. No início do ano, visando a disputa da Série A2 do Campeonato Paulista, o Netuno contratou o treinador Ademir Fesan para planejar e comandar a competição.

O trabalho surtiu o efeito desejado e, na primeira fase da Série A2, o Água Santa terminou com a melhor campanha entre os 16 clubes participantes. Porém, nos quadrangulares decisivos, o Netuno desandou e não conseguiu vencer nenhuma das seis partidas.


De maneira surpreendente, o Água Santa, após melhor campanha na primeira fase da Série A2, foi o pior time dos quadrangulares. Em seis partidas, o Netuno colecionou quatro derrotas e teve apenas dois empates, sendo eliminado sem sequer chegar próximo ao acesso.

Logo em seguida, a diretoria demitiu o técnico Ademir Fesan e trouxe o português Ricardo Lima (foto acima), que tinha feito boa campanha com o Sertãozinho na Série A3, para iniciar o planejamento para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro.

Mas, após a derrota, fora de casa, para o América-RJ por 1 a 0, o Água Santa, que se classificou em segundo lugar do Grupo 13, com 17 pontos, resolveu demitir o treinador Ricardo Lima e o auxiliar técnico Rui João Leite de Castro.

Para os duelos contra o também paulista Velo Clube, em sistema de ida e volta, pela segunda fase da Copa Paulista, o treinador escolhido foi Jorge Castilho, que pediu demissão nesta quarta-feira do São José. Ele chegará em Diadema com o seu auxiliar Fabiano Bessa.
 

TH+ Esportes - Programa Esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - quarta-feira 10/6

 


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terça-feira, 9 de junho de 2026

Éderson, Casemiro, Rayan: conheça o futuro dos jogadores da seleção nos clubes às vésperas da estreia na Copa


A Copa do Mundo está prestes a começar para a seleção brasileira e, enquanto os jogadores se concentram na conquista do hexa nos EUA, seus agentes se movimentam nos bastidores do futebol europeu numa janela de transferências que promete ser uma das mais agitadas. Para repercutir o futuro dos comandados pelo técnico Carlo Ancelotti, o Bolavip Brasil entrevistou com exclusividade o italiano Gianluca Di Marzio, um dos maiores especialistas no mercado de transferências da atualidade.

Com fontes fortes no futebol italiano, Di Marzio cravou: Éderson já é jogador do Manchester United, depois de temporadas de sucesso pela Atalanta. Seu representante, André Cury, trabalhou para que o volante chegasse para o lugar de Casemiro, que deixou o clube inglês e também já acertou onde jogará depois do Mundial: no Inter Miami, de Messi.

``Ederson já é jogador do Manchester United. Ele já assinou todos os documentos e agora apenas aguardamos o anúncio oficial´´, explicou Di Marzio.

Bournemouth fará de tudo para segurar Rayan

A convocação de Éderson para o lugar de Wesley, lesionado, poderia oferecer à Atalanta a chance de negociar o volante por um valor maior. Entretanto, o negócio com os ingleses do United foi fechado antes da reviravolta no destino de Éderson, inicialmente preterido por Carlo Ancelotti.

Quem poderá fazer isso é o Bournemouth, com o atacante Rayan. O jogador revelado pelo Vasco terminou a temporada em alta e já desperta o interesse de outros clubes. Em caso de uma participação de destaque na Copa do Mundo, o jovem de 19 anos tem tudo para se valorizar ainda mais. Entretanto, Gianluca Di Marzio aposta que o clube inglês vai manter Rayan por pelo menos mais uma temporada de olho numa venda realmente alta em 2027.

``A valorização do Rayan depende da Copa do Mundo, mas eu realmente não acho que o Bournemouth vá vender o jogador. Ele chegou em janeiro, o Bournemouth é duro na hora de negociar e eles o consideram um jogador para manter no elenco. Eles querem que ele fique por mais um ano inteiro, porque sabem que ele pode ser a grande estrela do mercado de transferências no próximo verão e acreditam piamente que o preço dele vai continuar subindo bastante´´, explicou.

Após lesão, Wesley deve permanecer na Roma

Outro jogador que poderia ter o destino transformado pela Copa do Mundo é Wesley. O ex-jogador do Flamengo foi um dos destaques da Roma na temporada e seria titular da seleção brasileira na Copa do Mundo. Com a lesão, não terá a vitrine do Mundial e deverá seguir na Roma, onde é considerado um jogador-chave.

``O Wesley está muito feliz na Roma e é um jogador fundamental para o Gasperini (Gian Piero Gasperini, técnico da Roma). Ele é muito versátil e importante para o time. É verdade que a Roma precisa vender jogadores por conta do Fair Play Financeiro, mas ele não é um dos nomes que eles querem vender. O Wesley não vai a lugar nenhum´´, cravou Gianluca Di Marzio.

Mais da metade dos jogadores da seleção vivem ares de mudança nos clubes

O Bolavip Brasil apurou que 14 dos 26 jogadores da seleção brasileira na Copa do Mundo vivem ares de mudança nos clubes. Além de Casemiro e Éderson, que estão trocando de time, Fabinho, por exemplo, estará sem clube quando a Copa do Mundo terminar – seu contrato com o Al-Ittihad, da Arábia Saudita, se encerrará no fim de junho e não será renovado.

Danilo, que tem contrato até 2028 com o Botafogo, dificilmente voltará a defender o clube carioca, que enfrenta problemas financeiros. A tendência é que seja negociado depois do Mundial.

Para completar, dez jogadores da seleção brasileira têm contrato em vigor com seus clubes com duração de apenas mais um ano ou menos, e precisarão muito em breve decidir se renovam o vínculo com os clubes atuais ou se procuram uma transferência: Alisson, Weverton, Gabriel Magalhães, Ibañez, Alex Sandro, Douglas Santos, Neymar, Vini Jr., Raphinha e Gabriel Martinelli.


Sobre o Bolavip Brasil

O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.

O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - terça-feira 9/6

 


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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Romisson celebra retorno em vitória do São Bernardo contra CRB e destaca liderança momentânea na Série B


O volante Romisson viveu uma noite especial no último domingo (7/6). Recuperado de lesão, o jogador voltou a atuar pelo São Bernardo justamente em seu estado natal, Alagoas, e participou da importante vitória por 3 a 2 sobre o CRB, em duelo movimentado pela Série B do Campeonato Brasileiro.

Natural de Penedo (AL), Romisson celebrou o retorno aos gramados em um momento marcante, dentro de um resultado que manteve o São Bernardo em grande fase na competição. Com o triunfo fora de casa, a equipe chegou aos 24 pontos em 12 jogos e assumiu a liderança momentânea da Série B.

``Foi uma noite muito especial para mim. Voltar a jogar depois de um período fora por lesão já era algo que eu aguardava muito, e viver esse retorno justamente em Alagoas, no meu estado, torna tudo ainda mais significativo. Fico feliz por ter podido ajudar o time em uma vitória tão importante´´, afirmou Romisson.

Além do simbolismo pessoal, o jogador destacou a força coletiva da equipe em mais um resultado expressivo na competição. Mesmo fora de casa e diante de um adversário difícil, o São Bernardo mostrou sua força para conquistar três pontos fundamentais na briga pelas primeiras posições.


``Foi um grande jogo, contra adversário qualificado e em ambiente difícil, mas nosso grupo mostrou muita entrega do começo ao fim. Essa vitória valoriza ainda mais o trabalho que vem sendo construído e nos dá mais confiança para a sequência do campeonato´´, destacou.

Em meio a uma campanha consistente, Romisson ressaltou a importância de manter o foco e o nível de competitividade nas próximas rodadas, especialmente em uma Série B marcada pelo equilíbrio entre as equipes.

``Assumir a liderança, mesmo que de forma momentânea, é resultado do comprometimento de todo o elenco e de tudo o que estamos fazendo dentro da competição. Sabemos que o campeonato é muito disputado, mas esse tipo de resultado mostra a força do nosso grupo. O importante agora é seguir trabalhando forte para manter esse nível e continuar somando pontos´´, completou.

O próximo jogo do São Bernardo será o duelo contra o Sport, dentro de casa, no dia 14 de junho, às 11 horas, em partida que valerá a liderança isolada da competição.








Fonte: AV - Foto: Divulgação / São Bernardo


Lesão de Wesley: as contusões que exigem resposta rápida da medicina esportiva


Exames de imagem têm papel central na identificação, monitoramento e recuperação das lesões mais frequentes no futebol profissional, ajudando a definir condutas médicas e o retorno seguro dos atletas às competições


As lesões musculares e ligamentares voltaram ao centro das atenções no futebol internacional às vésperas da Copa do Mundo de 2026. Nomes como Rodrygo, Éder Militão, Jack Grealish e Hugo Ekitike estão entre os atletas já confirmados fora do torneio por problemas físicos ocorridos na reta final da temporada europeia.

Neymar sofre com lesões e, agora, Wesley foi cortado da seleção canarinho. O cenário reacende a discussão sobre sobrecarga competitiva, prevenção e a importância do diagnóstico por imagem no acompanhamento de atletas de alta performance. 

Segundo Dr. Harley De Nicola, médico radiologista, professor doutor da Unifesp e superintendente médico da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem - FIDI, o futebol profissional concentra um perfil de lesões bastante conhecido pela medicina esportiva, principalmente em membros inferiores.

``As lesões musculares, ligamentares e tendíneas continuam sendo as mais frequentes no futebol de alto rendimento porque envolvem estruturas submetidas a explosão, aceleração, mudança brusca de direção e contato físico constante´´, explica. 

Nesse cenário, o diagnóstico por imagem tornou-se uma ferramenta central não apenas na confirmação da lesão, mas também no planejamento terapêutico e na definição do retorno esportivo.

``Hoje, a ressonância magnética, o ultrassom musculoesquelético e, em alguns casos, a tomografia computadorizada permitem avaliar extensão da lesão, grau de comprometimento das fibras musculares, edema, inflamação e resposta ao tratamento com muito mais precisão´´, explica. 

Segundo o médico, exames seriados também ajudam a reduzir o risco de retorno precoce.

``Nem sempre a melhora clínica significa cicatrização completa da estrutura lesionada. O acompanhamento por imagem auxilia na tomada de decisão da equipe médica e reduz o risco de recidiva, que é bastante comum em lesões musculares´´, acrescenta. 

Pernas: melhor amigo que exige atenção especial 

Estudos nacionais e internacionais ajudam a dimensionar esse cenário. Pesquisa conduzida pela University of South Wales, liderada por Steven Jones (2019), identificou que as regiões mais afetadas em jogadores de futebol são a coxa (23%), o tornozelo (17%) e o joelho (14%). Já levantamento realizado pela Unifesp, conduzido por Quintana (2010) com atletas profissionais brasileiros, apontou que 72,2% das lesões ocorrem nos membros inferiores, sendo 34,5% na coxa, 17,6% no tornozelo e 11,8% no joelho. 

Já o estudo desenvolvido pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em análise do Campeonato Brasileiro Série A de 2016 mostrou que 59,3% das lesões registradas ocorreram nos membros inferiores, com predominância das lesões musculares em posteriores de coxa, responsáveis por 59,5% das ocorrências musculares observadas. 

Na avaliação do especialista, o calendário esportivo intenso tem influência direta nesse aumento de casos graves.

``O corpo do atleta de elite opera constantemente próximo do limite fisiológico. Em temporadas longas, com poucos intervalos de recuperação, existe aumento importante do risco de lesões musculares e sobrecarga articular´´, afirma Harley. 

Entre os casos mais graves desta temporada está o de Rodrygo, atacante da Seleção Brasileira e do Real Madrid, que sofreu ruptura do ligamento cruzado anterior associada a lesão no menisco lateral do joelho direito. Já Éder Militão passou por cirurgia após lesão muscular no bíceps femoral. Outros atletas sofreram rupturas de tendão de Aquiles, lesões ligamentares e rupturas musculares extensas, quadros que frequentemente exigem meses de recuperação e acompanhamento contínuo. 

Atletas de final de semana precisam ter cuidado 

Além do ambiente esportivo profissional, o especialista alerta que muitas dessas lesões também são frequentes em praticantes amadores.

``Existe uma tendência de reprodução da intensidade do esporte de elite sem o mesmo preparo físico, recuperação ou acompanhamento médico. Isso aumenta o risco de lesões graves mesmo em atletas recreativos´´, afirma. 

A expectativa da medicina esportiva é que o uso crescente de inteligência artificial, análise biomecânica e monitoramento fisiológico contribua para modelos mais preditivos de prevenção nos próximos anos. Ainda assim, o diagnóstico por imagem segue como um dos pilares centrais para avaliação segura, definição terapêutica e preservação da carreira esportiva de atletas de alto rendimento. 

Fontes dos estudos citados: 

JONES, Steven. Injury patterns in professional football players. University of South Wales, 2019. 

QUINTANA, H. et al. Incidência de lesões em atletas profissionais brasileiros. Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), 2010. 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR). Análise epidemiológica de lesões no Campeonato Brasileiro Série A, 2016. /;

Sobre Dr. Harley de Nicola: Médico radiologista, professor doutor do Departamento de Radiologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo e superintendente médico da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem. Especialista em diagnóstico por imagem, possui ampla experiência em procedimentos percutâneos guiados por ultrassom, gestão de equipes médicas e coordenação de serviços de imagem. É membro titular da Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular e do Colégio Brasileiro de Radiologia, onde também coordenou Comissão Nacional de Ultrassonografia. Atua ainda na formação de especialistas como coordenador da pós-graduação em ultrassonografia da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem - FIDI, além de participar ativamente de pesquisas, publicações científicas e congressos nacionais e internacionais. 

Sobre a FIDI 

Fundada em 1986 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) –, a FIDI é uma Fundação privada sem fins lucrativos que reinveste 100% de seus recursos em assistência médica à população brasileira, por meio do desenvolvimento de soluções de diagnóstico por imagem, realização de atividades de ensino, pesquisa e extensão médico-científica, ações sociais e filantrópicas. Com mais de 2.100 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos parceiros, a FIDI está presente em 100 unidades de saúde nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás. É a maior empresa especializada em diagnóstico por imagem do Brasil. Em 2025, foram 4,8 milhões de exames realizados - um crescimento de 11% em relação a 2024, entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios-X e densitometria óssea. Com soluções customizadas em diagnóstico por imagem, a FIDI oferece serviços de Telerradiologia, Gestão Completa, Consultoria, Educação Médica e Inteligência Artificial.  

A Fundação também trabalha na proposição de soluções inovadoras para a saúde pública, como sistema de análise de imagens de tomografia computadorizada por inteligência artificial e participou da primeira Parceria Público-Privada de diagnóstico por imagem na Bahia. Por duas vezes, a FIDI recebeu o prêmio Referências da Saúde 2019 e 2020, na categoria Qualidade Assistencial, e por três vezes foi medalhista em desafios internacionais de aplicação de inteligência artificial no diagnóstico por imagem, propostos na conferência anual da Sociedade Norte-Americana de Radiologia, considerado o maior congresso do setor no mundo. Ao final de 2020, a Central de Laudos da FIDI obteve a certificação ISO 9001:2015 de Gestão da Qualidade e em 2023 renovou a certificação, pela International Organization for Standardization e, em 2021, recebeu o selo de “Excelente Empresa Para se Trabalhar” (GPTW). 

Desde 2014 a FIDI atua no projeto da carreta-móvel ‘Mulheres de Peito’, parceria com o Estado de São Paulo, que oferece exames gratuitos de mamografia. Já são mais de 300 municípios atingidos, cerca de 300 mil mamografias, 7 mil ultrassons, 700 biópsias, e mais de 3 mil mulheres encaminhadas. 










Fonte: FIDI

8ª rodada da Bezinha do Paulista: América, Assisense, Flamengo, Guarulhos e Audax garantem classificação às oitavas de final

 


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Brasil chega à Copa com o nono melhor ataque entre as favoritas ao título


O Brasil vai disputar a Copa do Mundo com apenas a nona melhor média de gols por atacante no ciclo do Mundial. Ou seja, se somar todos os atacantes convocados por Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira tem números baixos em comparação com as principais seleções que disputarão o título nos Estados Unidos, no México e no Canadá.

Levantamento feito pelo Bolavip Brasil mostra que de 2023 até 31 de maio de 2026, somando clubes e Seleção, os atacantes da equipe brasileira estão devendo quando o assunto é bola na rede. Com nove jogadores de frente convocados, o Brasil marcou 417 gols, tendo média de 46,3 gols por jogador.

Para efeito de comparação, a Colômbia, que conta com nomes como Luís Díaz como principal matador, soma 339 gols e uma média de 56,5 por cada um de seus seis atacantes.

Argentina, Inglaterra e França no pódio dos atacantes mais artilheiros

Quem lidera o ranking é a Argentina. Com Lionel Messi, os Hermanos somam 427 gols e a média de 71,1 por atleta de frente. Capitaneada por Harry Kane, a Inglaterra aparece logo na sequência, com média 70,6 gols por jogador e 565 celebrações de bola na rede.

Completa o pódio a França, entre as seleções mais favoritas ao título mundial. Os franceses possuem média de 59,7 gols marcados por cada atacante convocado.

A média de gols marcados por todos os atacantes analisados no levantamento é 49 ao longo do ciclo para a Copa do Mundo.

Vini Jr. é o jogador convocado pela seleção com mais gols marcados no ciclo

O artilheiro do Brasil, somado a clube e Seleção, neste ciclo para a Copa do Mundo é Vinícius Júnior com 86 gols marcados, sendo somente cinco com a Amarelinha. Neymar pouco jogou e soma 22 gols, dois desses foram pelo Brasil.

Completam os 417 gols dos atacantes brasileiros: Raphinha, com 78 gols; Igor Thiago, com 58 gols; Matheus Cunha, com 44; Martinelli, com 41; Endrick, com 34; Rayan com 31, e Luiz Henrique com 23 gols. Ou seja, Neymar é quem menos balançou as redes de 2023 para cá.

Seleções favoritas com números baixos

Entre as seleções que estão cotadas para conquistar o Mundial, Espanha e Alemanha possuem números baixos de seus atacantes convocados. A Fúria, atual campeã da Eurocopa, que não deve contar com Lamine Yamal na primeira fase, soma 304 gols e média de 38 por jogador.

Já os alemães têm em Nick Woltemade, do Newcastle-ING, sua grande esperança para comemorar gols e sonhar com mais um título da Copa do Mundo. No entanto, a média é de 40,3 gols por jogador. Foram comemorados 323 gols.

Veja a lista de gols e média por jogador das principais seleções da Copa do Mundo:

1 - Argentina: 427 gols, média de 71,1 por jogador

2 - Inglaterra: 565 gols, média 70,6 por jogador

3 - França: 478 gols, média de 59,7 por jogador

4 - Noruega: 347 gols, média de 57,8 por jogador

5 - Colômbia: 339 gols, média de 56,5 por jogador

6 - Croácia: 258 gols, média de 51,6 por jogador

7 - Suécia: 307 gols, média 51,6 por jogador

8 - Portugal: 400 gols, média de 50 por jogador

9 - Brasil: 417 gols, média de 46,3 por jogador

10 - Holanda: 343 gols, média 42,8 por jogador

11 - Alemanha: 323 gols, média de 40,3 por jogador

12 - Espanha: 304 gols, média 38 por jogador

13 - Marrocos: 249 gols, média de 35,5 por jogador

14 - Senegal: 280 gols, média de 35 por jogador

15 - Bélgica: 199 gols, média de 28,2 por jogador


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O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).

TH+ Esportes -Programa Esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - segunda-feira 8/6

 


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Copa do Mundo 2026 reacende investimentos e projeta movimentar US$ 10,5 bilhões em publicidade global


Com alta de investimentos previstos, evento exige das marcas antecipação, integração de canais e uso intensivo de dados para transformar métricas em vendas


Às vésperas da Copa do Mundo de 2026, a corrida pela atenção do público e pelos espaços mais valiosos de comunicação já mobiliza o mercado publicitário global. Com previsão de movimentar cerca de US$ 10,5 bilhões em investimentos em publicidade, segundo a WARC Media, o torneio deve se consolidar como um dos maiores eventos para marcas e anunciantes desde 2018, em um cenário marcado pela fragmentação do consumo de conteúdo, avanço das plataformas digitais e crescente demanda por mensuração de resultados. 

Para especialistas, o principal erro das marcas ainda é tratar o evento como uma oportunidade concentrada apenas durante os jogos.

``A Copa não é mais um evento de mídia concentrada. Ela é um ecossistema de atenção distribuída´´, afirma Bruno Almeida, CEO da US Media.

Quem esperar o jogo iniciar vai pagar mais caro

O consumo de conteúdo relacionado à Copa já começou a crescer meses antes do apito inicial. A FIFA registrou mais de 500 milhões de solicitações de ingressos ainda na fase inicial do torneio, enquanto pesquisas relacionadas ao evento vêm registrando alta antecipada no Google Trends e no consumo de produtos ligados à competição. 

``O crescimento antecipado da audiência faz com que as marcas comecem a disputar inventário premium muito antes da bola rolar. Isso aumenta a pressão sobre mídia de alta qualidade e encarece os espaços mais estratégicos conforme o evento se aproxima´´, comenta o executivo.

Alcance não é resultado e a Copa vai deixar isso evidente

Com potencial de atingir 6 bilhões de espectadores, segundo a FIFA, a Copa de 2026 reforça uma mudança estrutural: métricas isoladas como alcance, impressões ou recall já não são suficientes para capturar o impacto real de uma campanha. A jornada do consumidor tornou-se não linear: ele assiste ao jogo na TV, pesquisa no celular, interage nas redes sociais, consome conteúdo de creators e pode converter dias depois em outro ambiente.

Hoje, de acordo com o estudo "O Brasileiro e a Copa" realizado pela  Data-Makers,  54% dos fãs utilizam múltiplas telas durante os jogos, tornando a experiência simultânea, contínua e distribuída. Nesse contexto, modelos baseados apenas em último clique ou em uma única plataforma perdem relevância. A análise passa a exigir uma visão integrada, considerando indicadores como brand lift, search lift, tráfego qualificado, intenção de compra e impacto real em vendas.

``A pergunta deixou de ser quantas pessoas viram a campanha. É quantas avançaram na jornada e passaram a considerar a marca´´, afirma Almeida.

A TV ainda é dominante, mas já não sustenta a estratégia sozinha

O comportamento do consumidor também vem redefinindo o papel dos canais. Segundo dados da Kantar, embora a TV aberta ainda seja dominante, com 85% dos brasileiros acompanhando jogos por esse meio, ela já não sustenta sozinha uma estratégia completa. A audiência se distribui entre múltiplas plataformas, incluindo TV por assinatura (39%), streaming (31%) e redes sociais (23%), exigindo uma abordagem integrada. 

O streaming e a TV conectada ampliam a capacidade de mensuração e personalização, enquanto redes sociais funcionam como extensão da experiência, capturando a atenção em tempo real e estimulando conversas.

``Plataformas especializadas em conteúdos de futebol como Onefootball, publishers e ecossistemas de fandom tendem a ganhar protagonismo por capturar o consumidor em momentos de alta predisposição emocional, quando ele não está apenas consumindo mídia, mas vivenciando o tema´´, conclui Almeida.






Fonte: Letícia / Motim

domingo, 7 de junho de 2026

Skeelo e Museu do Futebol lançam audiobook para dar voz a histórias sobre o futebol sul-americano


Parceria leva edição bilíngue do Concurso de Crônicas e Contos de 2025 para milhões de leitores, conectando literatura e paixão pelo futebol


Pela primeira vez, o Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo, e o Skeelo, um dos maiores ecossistemas de leitura digital da América Latina, dão voz às histórias vencedoras do Concurso de Crônicas e Contos 2025. O livro “¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa”, em edição bilíngue em português e espanhol, já está disponível gratuitamente em audiobook e ebook no aplicativo do Skeelo, levando narrativas sobre futebol e identidade latino-americana para milhões de pessoas.

Criado em 2022, o Concurso de Crônicas e Contos do Museu do Futebol nasceu com o objetivo de estimular novas narrativas sobre o esporte por meio da literatura. Nesta edição, os 20 textos vencedores foram inspirados pelo tema “futebol sul-americano” e abordam memórias de torcedores, migração, rivalidade, resistência feminina e episódios históricos que atravessam diferentes países da América Latina.

Além da distribuição digital da coletânea, o Skeelo também foi responsável pela tradução dos textos, realizada por Sandra Martha Dolinsky, e pela produção do audiobook, feita em colaboração com a Wave Studios. A experiência sonora conta com narração de Raíssa Bueno, responsável pelos textos em português, e Victoria Ansera, que dá voz às histórias em espanhol, preservando a identidade e a sonoridade de cada idioma.

``Acreditamos que boas histórias merecem alcançar cada vez mais pessoas, especialmente quando conectam cultura, memória e identidade. Dar voz a essas narrativas ao lado do Museu do Futebol reforça o nosso compromisso em ampliar o acesso aos livros e incentivar diferentes formas de consumir literatura´´, afirma Tatiana Yoshizumi, coordenadora de Conteúdo do Skeelo.

Este ano, a publicação foi estruturada em duas partes, em referência aos dois tempos de uma partida de futebol: “Jogo de Ida”, dedicada aos textos em português, e “Partido de Vuelta”, com os textos em espanhol. O projeto também conecta leitura e escuta por meio de um QR Code, presente nas versões física e digital da obra, que direciona o público para o audiobook no aplicativo do Skeelo.

``Criamos o concurso em 2022, com a expectativa de ter, talvez, 100 inscrições. Foram mais de 400 no primeiro ano, e mais de 2.200 desde então, de todos os estados do Brasil. Isso mostra para nós que temos uma potência criativa enorme de pessoas que estão escrevendo sobre futebol sob olhares muito diversificados. Com o audiobook e o ebook, toda essa produção vai alcançar ainda mais pessoas, não só no Brasil, mas também na América Latina´´, destaca Renata Beltrão, coordenadora de Comunicação e Marketing do Museu do Futebol, e coordenadora do Concurso.

Para acessar o audiobook e o ebook da coletânea “¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa”, os usuários devem baixar o aplicativo do Skeelo e realizar o cadastro de forma gratuita.

Sobre o Skeelo

O Skeelo nasceu com o propósito de posicionar a leitura no centro da vida contemporânea e democratizar o acesso aos livros em escala. Hoje, é um dos maiores ecossistemas de leitura digital da América Latina, conectando leitores a histórias e conhecimento por meio da tecnologia. Com mais de 2,7 milhões de usuários ativos mensais nas plataformas Skeelo e Skoob e mais de 22 milhões de downloads, a empresa mantém parcerias com grandes editoras e integra benefícios de mais de 200 marcas. Reconhecido como uma das melhores empresas para trabalhar no Mercado Editorial (GPTW), o Skeelo também conquistou o Selo B Corp e expande sua presença global com operações estratégicas no Brasil, México, Colômbia, Argentina, Uruguai e Espanha.


Saiba mais acessando o site Skeelo: seu app de livros.


SERVIÇO 

Museu do Futebol  

Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo  

De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)  

Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)  

R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)  

Crianças até 7 anos não pagam  

Grátis às terças-feiras  

Garanta o ingresso pela internet:  

Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas  


SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL  

Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.  

O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.   

PATROCINADORES E PARCEIROS 

A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil, Sabesp; apoio da Farmacêutica EMS, do Itaú Unibanco; Arkema; do Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e dos parceiros de mídia, Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux.  O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.