CLIQUE AQUI e confira o vídeo da 13ª rodada na íntegra:
Informativo diário com notícias, curiosidades, bastidores, contratações, demissões e classificações. Os times pequenos e médios do interior de São Paulo, Capital, Grande ABC e Grande São Paulo são priorizados. Mas jamais esquecerei dos outros Estados e de clubes e jogadores brasileiros no futebol internacional!
Aproveitamento maior do que o de Fernando Diniz
Ao fechar com o São Paulo, o treinador chegou ao seu sétimo clube na elite brasileira. Ele tem um aproveitamento de pontos de 54,6%, número que não pode ser considerado ruim. Dorival Júnior e Fernando Diniz, últimos técnicos brasileiros da seleção e ambos com títulos da Libertadores no currículo, possuem aproveitamento de pontos na carreira de 56% e 42,6%, respectivamente.
Roger aparece à frente de nomes como Rafael Guanaes, do Mirassol (52,3%) e Paulo Pezzolano, do Internacional (52,3%). Odair Hellmann, do Athletico, é quem vem em seguida (50,6%), com Fernando Seabra, do Coritiba, fechando o top-5, com 49,6%.
Logo atrás, aparecem Juan Pablo Vojvoda, do Santos (46,6%), Léo Condé, do Remo (45,3%) e Gilmar Dal Pozzo, da Chapecoense (43,6%).
Entre todos os treinadores sem títulos de expressão à frente de times da Série A em 2026, Jair Ventura, do Vitória, é o que possui o pior aproveitamento de pontos. O treinador conquistou 43,3% dos pontos possíveis. Os dados foram atualizados pela última vez no dia 10 de março.
À frente do São Paulo, Roger Machado terá três chances esse ano para conquistar seu primeiro título de expressão. No Campeonato Brasileiro, recebeu o time em segundo lugar, com 10 pontos conquistados de 12 possíveis.
Roger Machado tem como melhor campanha na competição o terceiro lugar na edição de 2015, com 68 pontos conquistados, bem atrás do Corinthians, campeão com 81.
Outra competição do São Paulo na temporada é a Copa do Brasil. A melhor campanha de Roger Machado no torneio ocorreu em 2021, com o Fluminense, quando chegou às quartas de final.
Para completar, o São Paulo disputará a Sul-Americana em 2026. Sua melhor campanha internacional também ocorreu na sua passagem pelo Fluminense, quando chegou às quartas de final da Libertadores de 2021.
Sobre o Bolavip Brasil
O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.
O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).
Foto: Divulgação / São Paulo
Revelado nas categorias de base do Grêmio, Tontini construiu uma sólida trajetória no futebol brasileiro, defendendo também Caxias-RS, Operário-PR, Ypiranga-RS e Ceará. O meia ainda soma uma experiência internacional no currículo, após atuar por uma temporada no FC Helsingør, da Dinamarca.
Ambidestro, Felipe Tontini se destaca pela qualidade técnica e pela capacidade de atuar em diferentes funções no meio-campo, oferecendo amplitude de opções ao setor e ampliando as alternativas da comissão técnica ao longo da temporada.
``O Tontini é um jogador com boa experiência e rodagem em competições importantes. Temos convicção de que ele chega para acrescentar ao nosso elenco e contribuir bastante na disputa do Campeonato Brasileiro da Série D´´, destacou o dirigente.
Felipe Tontini já assinou contrato com a Portuguesa, realizou todos os exames médicos e está à disposição do técnico Fábio Matias e de sua comissão técnica.
Fonte e foto: assessoria de imprensa da Lusa
Após passagem pelo Araçatuba, Gustavo Gutchalles chegou nesta temporada ao Tanabi, campeõ da Bezinha em 2025. Onde é um dos trunfos da equipe pela conquista do acesso na Série A4 do Campeonato Paulista.
Focado, o meio-campista fez uma análise sobre o seu atual momento no clube.
``Tem sido importante pra mim esse momento no clube, tenho tido oportunidades de minutar e ajudar minha equipe com um gol. Estou muito focado e sou grato a Deus pelas oportunidades´´, afirmou.
Contente por defender a agremiação que já contou com craques no passado, como foi o caso de Edilson, Gutchalles não esconde a felicidade de vestir o manto alviverde.
``O Tanabi é um grande clube e muito conhecido. Eu mesmo já o conhecia, e quando soube da possibilidade de vestir essa camisa, fiquei muito feliz com a oportunidade. Como Edilson marcou sua história aqui, da mesma forma eu pretendo marcar a minha. Com muita humildade e trabalho´´, contou.

Mascote do Tanabi
Por fim, o meia, que já marcou um gol na atual edição da Série A4, ressalta as suas expectativas para a sequência da disputa.
``Pretendo aproveitar as oportunidades, conseguir minha titularidade, pois sei do meu potencial e quero ajudar minha equipe a chegar nas fases finais do campeonato´´, desejou.
Além dos já citados Tanabi e Araçatuba, Gustavo Gutchalles possui passagens por Lusa (base), Paulista, Taubaté e Votuporanguense no futebol de São Paulo.
Foto: divulgação / Tanabi
As oito equipes que seguem na disputa pelo título do torneio foram separadas em dois grupos, definidos de acordo com a classificação geral da primeira fase. Os líderes de cada grupo enfrentam os segundos colocados na semifinal, tendo as equipes de melhores campanhas na somatória das fases a vantagem do empate no placar agregado e de decidir em casa.
Três partidas abrem a segunda fase da competição neste sábado (14). Às 17h, XV de Piracicaba e Água Santa se enfrentam em Piracicaba. Mais tarde, às 18h, o Votuporanguense recebe o Ituano. Sertãozinho e São José medem forças às 19h15. No domingo (15), Juventus e Ferroviária se enfrentam às 10h.
Confira abaixo os grupos:
Grupo 2
Água Santa
Ituano
Votuporanguense
XV de Piracicaba
Grupo 3
Ferroviária
São José
Sertãozinho
Juventus
CLIQUE AQUI e confira a tabela completa:
O maior público da história em um jogo entre clubes brasileiros
O clássico entre Flamengo e Fluminense reuniu 194.603 espectadores, sendo 177 mil pagantes, no Maracanã, na final do Campeonato Carioca de 1963. O número foi possível porque o estádio ainda possuía gigantescos setores populares em que torcedores assistiam em pé, com controle muito menor de lotação. Reformas posteriores e as normas modernas de segurança reduziram drasticamente a capacidade do estádio. Hoje o Maracanã, maior estádio do país, comporta cerca de 78 mil pessoas, menos da metade daquele público histórico.
Os 34 gols de Washington em um único Brasileirão
Em 2004, o atacante Washington marcou 34 gols pelo Athletico em uma única edição do Campeonato Brasileiro. Naquele ano, o torneio tinha 24 clubes e 46 rodadas, oferecendo oito partidas a mais do que o formato atual. Desde 2006, com apenas 20 equipes, cada time disputa 38 jogos, o que reduz significativamente a margem para um artilheiro atingir números tão altos. Seria preciso, num cenário em que o jogador atuasse em todas as 38 rodadas, que ele tivesse uma média de gols de 0,89 por jogo.
A sequência invicta de 52 jogos do Botafogo
Entre 1977 e 1978, o Botafogo alcançou uma impressionante sequência de 52 partidas sem derrota. O feito atravessou diferentes competições e se tornou uma referência histórica. Repetir algo semelhante hoje exigiria atravessar praticamente uma temporada inteira sem perder. Para se ter uma ideia, o Palmeiras de Abel Ferreira, um dos times mais vitoriosos da história do futebol brasileiro, teve no máximo 20 partidas invicto entre novembro de 2023 e março de 2024.
Os 1.237 jogos de Rogério Ceni pelo São Paulo
O goleiro Rogério Ceni encerrou a carreira em 2015 com 1.237 partidas pelo São Paulo, um recorde mundial de jogos por um único clube. Para atingir essa marca, ele combinou longevidade, regularidade física e mais de duas décadas de permanência na mesma equipe. No futebol atual, Fábio, goleiro do Fluminense, já superou os 1.400 jogos na carreira, mas atuando por quatro clubes diferentes - antes do tricolor, passou por Cruzeiro, Vasco e União Bandeirante.
Os oito gols de Pelé em uma única partida
Em 1964, Pelé marcou oito gols na goleada do Santos FC por 11 a 0 sobre o Botafogo-SP. Concentrar tantos gols em um único jogador é algo extremamente raro. A última vez em que um jogador fez seis gols numa única partida no Brasil que se tem notícia foi em 1997, com Edmundo, pelo Vasco, e em jogo pelo Campeonato Brasileiro.
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Em ano de Copa do Mundo FIFA de Futebol Masculino, quando as ruas se enchem de bandeiras e a camisa da seleção vira símbolo de identidade e orgulho, o Museu do Futebol lança, a partir de 9 de março, a quarta edição de seu Concurso de Fotografia. Com o tema “Vestir a camisa e torcer pela seleção”, a instituição convida fotógrafas e fotógrafos de todo o Brasil a registrar a emoção coletiva que transforma o futebol em linguagem universal seja nas arquibancadas, nas ruas, em casa ou em qualquer canto do mundo. Localizado no Estádio do Pacaembu, na capital paulista, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo.
O concurso vai premiar até 20 fotografias com valores de R$ 800 a R$ 3.000. As inscrições são gratuitas e ficam abertas de 9 de março a 5 de abril de 2026, exclusivamente em formato digital – as fotos podem ser realizadas em formato analógico, mas devem ser digitalizadas para envio ao concurso. Valem inclusive fotos de celular, desde que tenham formato JPEG, com resolução mínima de 300 d.p.i. e tamanho mínimo de 10x15 cm. O regulamento completo e o formulário de inscrições está nesta página: https://www.idbr.org.br/concurso-de-fotografia-do-museu-do-futebol.
Atento à diversidade, o Museu do Futebol estimula as pessoas participantes a registrar diferentes formas de aproveitar a Copa do Mundo e vestir a camisa da seleção - nos estádios, nas ruas, na família, em lugares inusitados. O concurso estimula também que a diversidade apareça nas pessoas retratadas – mulheres, crianças, idosos, pessoas com deficiência, de variadas raças e em variados territórios.
São válidas, inclusive, fotografias que retratem torcidas de outros países no contexto de Copa do Mundo, contemplando a possibilidade de os concorrentes registrarem também a relação das pessoas imigrantes com a Copa do Mundo.
Podem participar fotógrafos e fotógrafas amadores(as) ou profissionais, maiores ou menores de idade (com autorização dos responsáveis), residentes no Brasil. Cada pessoa que se candidatar poderá concorrer com um único trabalho. Fotografias em que haja pessoas retratadas de maneira reconhecível devem ser acompanhadas de uma declaração de cessão dos direitos de imagem, com modelo fornecido na página do regulamento.
São permitidas fotos em cores ou preto e branco, feitas com câmera digital, analógica (digitalizada) ou celular, desde que atendam às especificações técnicas. Não serão aceitas colagens, montagens ou imagens geradas ou alteradas por inteligência artificial.
O primeiro colocado receberá prêmio de R$ 3.000, o segundo lugar R$ 2.000, o terceiro R$ 1.500, e do quarto ao vigésimo lugares, R$ 800 cada. Todas as fotografias selecionadas poderão ser divulgadas nos canais oficiais do Museu do Futebol e poderão integrar exposições físicas e virtuais da instituição.
O resultado está previsto para ser publicado até maio de 2026 no site oficial do Museu do Futebol.
Histórico
Esta é a quarta edição do Concurso de Fotografia do Museu do Futebol. As imagens selecionadas passam a fazer parte do acervo do Museu e, além de divulgadas nos canais oficiais da instituição, podem fazer parte de exposições, publicações e outras ações de difusão do futebol.
Concurso de Fotografia do Museu do Futebol 2026
Tema: “Vestir a camisa e torcer pela seleção “
Inscrições até 05 de abril
Regulamento e formulário: https://www.idbr.org.br/concurso-de-fotografia-do-museu-do-futebol
SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL
Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.
O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.
PATROCINADORES E PARCEIROS
A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil e Sabesp; apoio da Farmacêutica EMS, Itaú Unibanco, Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo, Arkema e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e com os parceiros de mídia Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.
O Juventus encerrou a primeira fase do Campeonato Paulista da Série A2 com resultado importante e histórico em sua temporada de reconstrução. No último sábado (7/3), fora de casa, a equipe da Mooca venceu a Inter de Limeira por 2 a 1, no Estádio Major Levy Sobrinho, pela 15ª rodada da competição.
Com o resultado, o Moleque Travesso chegou aos 23 pontos e terminou a fase inicial na 7ª colocação, garantindo presença entre os oito melhores times do campeonato e avançando à segunda fase.
Além da classificação, a campanha representa um marco para o clube: é o melhor desempenho do Juventus na primeira fase da Série A2 nos últimos sete anos, justamente na primeira temporada sob gestão da SAF, que assumiu o futebol com o objetivo de recolocar o tradicional clube da Mooca entre os protagonistas do estado.
Com o encerramento da primeira fase, os oito melhores colocados avançam e são divididos em dois grupos de quatro equipes. Os times se enfrentam em turno e returno dentro das chaves, e os dois melhores de cada grupo avançam às semifinais, etapa que também define os dois clubes que conquistarão o acesso à Série A1 do Campeonato Paulista.
A classificação reforça o momento de transformação vivido pelo clube. Em seu primeiro ano como SAF, o Juventus apostou em reorganização administrativa e fortalecimento do departamento de futebol para recolocar a equipe na briga por objetivos maiores.
Com a vaga garantida na segunda fase e a melhor campanha inicial desde 2019, o Moleque Travesso mantém vivo o sonho de retornar à elite do futebol paulista, algo que não acontece desde 2008.
Agora, o Juventus inicia a fase decisiva da Série A2 buscando dar mais um passo dentro de um projeto que pretende recolocar o tradicional clube da Mooca no cenário principal do futebol estadual.
Com base na classificação final, os grupos ficaram definidos da seguinte forma:
Grupo 1
Água Santa (1º)
Ituano (3º)
Votuporanguense (6º)
XV de Piracicaba (8º)
Grupo 2
Ferroviária (2º)
São José (4º)
Sertãozinho (5º)
Juventus (7º)
Ao mapear todos os treinadores que trabalharam em pelo menos um jogo nas 10 principais ligas nacionais do planeta (Brasil, Argentina, México, Estados Unidos, Inglaterra, Espanha, França, Itália, Alemanha e Arábia Saudita), na condição de estrangeiros, descobriu-se que argentinos e portugueses são os mais numerosos na elite do futebol mundial. Logo atrás deles, vêm os espanhóis.
Vale destacar que foram contabilizados apenas treinadores em condição de estrangeiros. Em outras palavras, técnicos brasileiros que trabalham no Brasileirão não foram incluídos no estudo, por exemplo.
Argentinos e portugueses dominam o futebol mundial, seguidos de perto por espanhóis
Argentinos e portugueses são os técnicos mais procurados por clubes que buscam os conhecimentos táticos de um estrangeiro. São 18 diferentes de cada.
Os argentinos estão espalhados em quatro ligas diferentes. A maior quantidade está no México e no Brasil, com seis treinadores argentinos cada, incluindo Zubeldía, que emenda no Fluminense seu segundo trabalho no futebol brasileiro - o primeiro foi no São Paulo.
Já os portugueses estão espalhados em seis países diferentes. Leonardo Jardim, do Flamengo, se juntou recentemente a Abel Ferreira, português já considerado por muitos como o maior técnico da história do Palmeiras, e Luis Castro, técnico do Grêmio. A maior quantidade de treinadores portugueses está na Arábia Saudita, onde sete diferentes trabalharam em pelo menos uma partida na temporada.
A Espanha está em terceiro, com 16 treinadores, incluindo o de maior prestígio no futebol mundial na atualidade, Pep Guardiola, técnico do Manchester City, da Inglaterra. Eles estão em seis países diferentes, quatro deles na Inglaterra e no México.
O Brasil conta atualmente com quatro treinadores atuando como estrangeiros nas dez principais ligas do mundo: André Jardine (América, do México), Péricles Chamusca (Al-Taawoun, da Arábia Saudita), Fábio Carille (Damac, da Arábia Saudita) e Maurício Dulac (Al-Riyadh, da Arábia Saudita).
Carioca será primeiro título de Zubeldía ou Jardim no futebol brasileiro
Tanto Luis Zubeldía quanto Leonardo Jardim possuem trajetórias recentes no futebol brasileiro. O argentino desembarcou no Brasil em 2024, para treinar o São Paulo. Acabou demitido em 2025, mas agradou no geral, tanto que, três meses depois, foi convidado para treinar o Fluminense. Desde então, faz bom trabalho à frente do tricolor, com 69,9% de aproveitamento de pontos.
Leonardo Jardim tem uma trajetória ainda mais curta no Brasil. Assumiu o Cruzeiro ano passado e deixou o clube mineiro ao fim da temporada, com 58,2% de aproveitamento. Quem vencer no domingo conquistará o primeiro título no Brasil, mais um troféu levantado por treinador estrangeiro no país.
Sobre o Bolavip Brasil
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O Juventus da Mooca recebeu nesta quarta-feira (4/3), às 13h, na Rua Javari, a vistoria oficial da FIFA para homologação do novo gramado do estádio. A inspeção técnica é etapa determinante para validar o piso dentro dos padrões exigidos internacionalmente.
A avaliação contempla critérios como planicidade, absorção de impacto, rolagem e quique da bola, além das condições de drenagem e resistência do gramado. A homologação assegura que o campo esteja apto a receber partidas dentro das normas estabelecidas pela entidade máxima do futebol.
A atualização do piso integra o pacote de melhorias estruturais implementado pela SAF, que vem promovendo investimentos estratégicos no clube. O objetivo é proporcionar melhores condições de jogo aos atletas, maior durabilidade ao campo ao longo da temporada e uma experiência mais qualificada para torcedores e visitantes no tradicional estádio da Mooca.
O processo incluiu preparação do solo, nivelamento, ajustes no sistema de drenagem e instalação do novo gramado, seguindo protocolos técnicos específicos. A modernização reforça o compromisso da nova gestão em alinhar a tradição da Rua Javari às exigências contemporâneas do futebol profissional.
Paralelamente às melhorias estruturais, a SAF também avança na consolidação de seu plano comercial. A estratégia de patrocínios foi estruturada com base em storytelling e valorização dos ativos do clube, priorizando acordos que agreguem conceito e fortaleçam a imagem institucional. Mesmo em fase inicial, a gestão já efetivou parcerias consideradas estratégicas para o início do trabalho.
Além da geração de receitas, o foco permanece no fortalecimento da relação histórica do Juventus com a comunidade da Mooca e na ampliação da presença do clube junto a novos públicos. A proposta é consolidar a Rua Javari como um espaço que una tradição esportiva e experiência cultural na cidade de São Paulo, dentro do novo momento administrativo vivido pelo clube.
Fonte: PressFC
A poucos meses da Copa do Mundo de 2026, o mercado publicitário se prepara para um dos maiores picos de investimento da história recente. Entretanto, o que está em jogo vai além da disputa por audiência: trata-se de uma mudança definitiva na forma como o torcedor consome conteúdo esportivo. Multitela, conectado e cada vez menos tolerante a interrupções irrelevantes, esse novo perfil de espectador impõe às marcas um desafio estrutural, sair da lógica de impacto isolado e entrar na dinâmica da experiência contínua.
Segundo Bruno Almeida, CEO da US Media, o evento como catalisador de um comportamento que já vinha se consolidando nos últimos anos.
``O jogo deixou de ser um momento isolado de atenção. Ele passou a ser uma experiência contínua, que começa antes da partida, se intensifica durante a transmissão e se prolonga nas plataformas digitais. A marca que pensa apenas no intervalo perde a maior parte da conversa´´, afirma.
Dados confirmam a virada no consumo esportivo
Estudos recentes reforçam essa transformação. O IBM Sport Survey Report 2025 indica que 29% dos fãs globais já acompanham eventos esportivos utilizando mais de uma tela, número superior ao registrado no ano anterior. O levantamento também mostra que 82% dos torcedores utilizam aplicativos móveis durante eventos ao vivo — e 91% fazem isso simultaneamente à partida, principalmente para acessar estatísticas, comentários em tempo real e análises.
No audiovisual, a mudança também é estrutural. Em 2025, o streaming atingiu 44,8% do consumo total de TV, superando pela primeira vez a soma da TV aberta e da TV paga, segundo a Nielsen. Embora grandes eventos esportivos ainda concentrem audiência relevante na TV linear, o hábito do espectador já é digital, conectado e distribuído entre telas.
Para Almeida, o dado não representa apenas uma troca de plataforma, mas uma reconfiguração da atenção.
``Não é sobre TV versus digital. É sobre uma audiência que já nasce fragmentada e escolhe, em tempo real, onde aprofundar sua experiência.´´
A segunda tela deixa de ser apoio e vira protagonista
Nesse contexto, plataformas esportivas digitais deixam de ser complementares e passam a ocupar posição central na jornada do torcedor. Aplicativos como a OneFootball, que conecta mais de 200 milhões de fãs globalmente e registra cerca de 7 bilhões de sessões por ano, funcionam como extensões naturais da transmissão, reunindo notícias, estatísticas em tempo real, vídeos curtos e notificações personalizadas.
O comportamento revela que o público busca mais do que o jogo em si.
``O torcedor quer contexto, dados, bastidores e debate. Ele participa da narrativa em tempo real. Isso redefine onde a marca precisa estar para continuar relevante´´, afirma o executivo.
Do alcance massivo à relevância contextual
Para o mercado publicitário, o impacto é direto. Em um ambiente de atenção fragmentada, campanhas genéricas tendem a perder eficácia, inclusive em eventos de grande escala.
``O desafio já não é apenas alcançar milhões de pessoas ao mesmo tempo. É ser pertinente dentro do contexto certo, no momento certo. A publicidade que não dialoga com a dinâmica do jogo tende a ser ignorada´´, diz Almeida.
Segundo ele, estratégias de diversificação de mídia, combinando transmissão ao vivo, plataformas digitais e aplicativos esportivos, permitem que a marca deixe de interromper a experiência para passar a integrá-la.
A Copa de 2026, nesse sentido, funciona como um amplificador de uma tendência permanente. O torcedor multitela é o mesmo consumidor que interage com marcas em outros contextos: seletivo, rápido na troca de conteúdo e pouco tolerante a mensagens irrelevantes.
``Grandes eventos continuam sendo ativos estratégicos de marca. Mas, hoje, a atenção se conquista com contexto, recorrência e inteligência de mídia — não apenas com alcance´´, conclui.
O Museu do Futebol realiza, no dia 11 de março, o encontro Acesso em Campo: estética, mediação e protagonismo na acessibilidade, que propõe uma reflexão sobre novas formas de pensar, criar e praticar a acessibilidade em instituições culturais. A ação tem como público-alvo integrantes da Rede de Acesso, representantes de órgãos públicos ligados à pauta da pessoa com deficiência, profissionais de cultura e educação e público interessado no tema. Instalado no Estádio do Pacaembu, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas on-line, por este link.
O evento apresenta processos, escolhas estéticas e práticas que sustentam três iniciativas recentes da instituição: o audioguia com audiodescrição em formato de programa de rádio, os conteúdos em videolibras e a plataforma Craques do Conhecimento, dedicada à educação anticapacitista e à divulgação das modalidades de futebol adaptado. O encontro vai situar o público sobre o momento atual do Museu do Futebol, explicitando o caminho já percorrido, as políticas de acesso adotadas e o deslocamento de uma lógica de “entrega de recursos acessíveis” para uma acessibilidade como campo de criação, mediação e estética.
Tendo a mediação educativa como eixo central, o encontro discute a curadoria compartilhada e o protagonismo de pessoas com deficiência na construção dos recursos. A proposta é evidenciar a acessibilidade comunicacional e estética como ferramenta de ampliação de acesso, diálogo e produção de conhecimento para diferentes públicos.
Para Marcelo Continelli, coordenador do Núcleo do Educativo do Museu do Futebol, “compartilhar as produções desenvolvidas no campo da acessibilidade é fundamental para inspirar museus e instituições culturais a se tornarem cada vez mais inclusivos e democráticos. As iniciativas apresentadas no evento reforçam o compromisso do museu em assumir a acessibilidade como uma prática essencial para garantir o pleno direito de acesso”.
Acesso em Campo: estética, mediação e protagonismo na acessibilidade, acontece no auditório Armando Nogueira, no Museu do Futebol. O evento é gratuito e terá audiodescrição aberta, interpretação em Libras e transmissão ao vivo pelo YouTube do Museu do Futebol.
Programação
A programação é dividida em três painéis temáticos. O primeiro aborda o audioguia com audiodescrição em formato de programa de rádio, explorando suas dimensões jornalística, estética e criativa. O segundo debate aborda o videolibras, destacando o protagonismo das pessoas surdas, que atuaram diretamente na roteirização e produção do material. Já o terceiro painel apresenta a plataforma Craques do Conhecimento, que reúne cursos sobre futebol adaptado e neurodiversidade, tratando a acessibilidade como formação, letramento e democratização do saber.
O evento contará com a participação de Georgea Rodrigues, diretora da Inclusive Acessibilidade, responsável pela criação do audioguia concebido em formato de programa de rádio, ampliando a experiência sensorial e narrativa da exposição.
Integram também o encontro a consultora em acessibilidade Cida Leite; a jornalista e pesquisadora Eliane Camolesi; Júnior Nascimento, diretor da Cultura de Acesso e curador do curso EAD de Acessibilidade, responsável pelo conteúdo em Libras; Phelipe Pereira e Alexandre Ohkawa, da Cultura de Acesso — este último consultor e co-roteirista do conteúdo em Libras —, além de Beto Castejon (a confirmar) e profissionais do Museu do Futebol.
A abertura institucional apresentará ao público o percurso da instituição na consolidação de políticas de acesso, reafirmando a acessibilidade como um processo contínuo, estético e político, integrado à prática museológica.
Acessibilidade no Museu
O Programa de Acessibilidade do Museu do Futebol tornou-se uma referência ao longo dos anos, refletindo um compromisso institucional presente desde sua criação. Primeiro museu da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas projetado para ser acessível, oferece hoje uma combinação de recursos físicos, sensoriais e comunicacionais que garantem experiências inclusivas a públicos diversos. Esse percurso foi fortalecido por iniciativas como o premiado projeto Deficiente Residente, que aproximou pessoas com deficiência da equipe do museu e ajudou a transformar práticas e percepções sobre inclusão. Em 2024, com a renovação da exposição principal, a instituição expandiu e atualizou seus dispositivos acessíveis — incluindo novas maquetes táteis, objetos tridimensionais, réplicas, além de novos conteúdos com audiodescrição, em Libras e outros idiomas — reafirmando a acessibilidade como eixo central e permanente de sua atuação cultural e educativa.
SERVIÇO
Acesso em Campo: estética, mediação e protagonismo na acessibilidade
Data: 11 de março
Horário: 14h
Local: Auditório Armando Nogueira – Museu do Futebol
Recursos de acessibilidade: audiodescrição aberta e Libras
Transmissão ao vivo: YouTube do Museu do Futebol
Inscrições via Sympla:
https://www.sympla.com.br/evento/acesso-em-campo-estetica-mediacao-e-protagonismo-na-acessibilidade/3330746
Grátis
Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo
De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)
Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)
R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)
Crianças até 7 anos não pagam
Grátis às terças-feiras
Garanta o ingresso pela internet:
Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas
SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL
Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.
O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.
PATROCINADORES E PARCEIROS
A Temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil e Sabesp; apoio da Farmacêutica EMS, Itaú Unibanco, Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo, Arkema e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e com os parceiros de mídia Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.
O Juventus iniciou a mobilização para o confronto decisivo contra a Inter de Limeira, válido pela última rodada da fase de grupos da Série A2 do Campeonato Paulista. A partida será disputada neste sábado (7/3), às 15h, em Limeira, e pode definir a classificação do Moleque Travesso às quartas de final da competição.
A ação dá sequência ao movimento estratégico implementado pela SAF do clube, que tem investido em engajamento e valorização da experiência do torcedor como parte do reposicionamento institucional. Na rodada anterior, na vitória por 3 a 0 sobre o XV de Piracicaba, a mobilização promovida pelo Juventus resultou no maior público da Série A2 até aqui: 3.659 torcedores na Rua Javari, superando o recorde anterior de 3.507, que pertencia ao Água Santa.
O número reforçou o impacto das iniciativas da nova gestão, tanto esportivamente quanto em termos de ativação de marca e fortalecimento do vínculo com a torcida.
Agora, o foco é levar esse apoio também para fora de casa. O clube organizará uma caravana oficial para Limeira. Os ônibus sairão às 11h da Rua Javari, com retorno previsto para as 18h, após o término da partida. As inscrições devem ser feitas por meio de formulário disponibilizado nos canais oficiais do Juventus, com prazo até sexta-feira, às 13h.
Após o preenchimento, a equipe de Marketing entrará em contato com os torcedores e os incluirá em um grupo de WhatsApp para confirmação da presença e envio de orientações adicionais. O clube informou que a caravana se responsabiliza exclusivamente pelo transporte, sendo obrigatória a compra prévia do ingresso para o jogo.
Também será exigido o uso da camisa do Juventus durante a viagem e no estádio, reforçando a identidade visual da “invasão” organizada para a partida decisiva. Em meio à consolidação da SAF e à recente marca de R$ 3 milhões em patrocínios, o Juventus tenta alinhar mobilização institucional e desempenho esportivo para confirmar a vaga no mata-mata da Série A2.
Fonte: PressFC
O Bolavip Brasil apurou todos os 130 treinadores da história rubro-negra e excluiu do levantamento aqueles que estiveram à frente do Flamengo por 29 partidas ou menos. Sobraram 51 técnicos, entre treinadores que saíram demitidos, que pediram demissão ou que deixaram o comando técnico por outros motivos (comum acordo, motivos de saúde, etc).
Foram considerados apenas aqueles demitidos pela diretoria rubro-negra ou em comum acordo. Por conta disso, a saída de Jorge Jesus, por exemplo, com seus 81,3% de aproveitamento, não é computada, uma vez que foi o português quem pediu para deixar o rubro-negro.
Renato Gaúcho caiu com 72,1% de aproveitamento
A derrota para o Palmeiras na decisão da Libertadores de 2021 sacramentou o fim da passagem de Renato Gaúcho à frente do time. Se não fosse o vacilo de Andreas Pereira em Montevidéu e o gol de Deyverson, Portaluppi provavelmente teria seguido à frente da equipe. Afinal, seu aproveitamento ao fim da passagem pelo Flamengo foi de 72,1%, o quarto maior de um treinador do time da Gávea na história.
Gentil Cardoso, em 1950, foi demitido do Flamengo com aproveitamento de pontos de 70,2%. Registros históricos dizem que ele não resistiu à temporada sem títulos das principais competições da época - o Carioca foi vencido pelo Vasco e o Rio-São Paulo, pelo Corinthians. O temperamento difícil também contribuiu para que fosse demitido, apesar dos bons números da equipe.
Filipe Luís cai depois de goleada, fato ainda mais raro
O levantamento descobriu que, historicamente, bom aproveitamento de pontos não basta para que um técnico se mantenha como treinador do Flamengo. Os dez técnicos demitidos com melhor aproveitamento na história rubro-negra tiveram em média 69,2% de aproveitamento. Para se ter uma ideia, esse foi o aproveitamento de pontos do Flamengo na campanha do Campeonato Brasileiro de 2025, quando o time terminou com o título.
O que é raro é a demissão acontecer depois de uma vitória, ainda mais uma goleada. De todas as trajetórias checadas pelo Bolavip Brasil, nunca a demissão de um técnico ocorreu depois de uma vitória por 8 a 0, como a de Filipe Luís sobre o Madureira.
As 10 maiores demissões de técnico da história do Flamengo:
1 - Renato Gaúcho (2021): 72,1% de aproveitamento
2 - Gentil Cardoso (1950): 70,2% de aproveitamento
3 - Filipe Luís (2026): 70% de aproveitamento
4 - Carlos Froner (1976): 69,8% de aproveitamento
5 - Andrade (2010): 69,3% de aproveitamento
6 - Paulo César Carpegiani (1983): 69% de aproveitamento
7 - Flávio Costa (1937): 68,6% de aproveitamento
8 - Jaime Valente (1978): 67,7% de aproveitamento
9 - Telê Santana (1989): 67,7% de aproveitamento
10 - Cláudio Garcia (1984): 67,4% de aproveitamento
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