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Informativo diário com notícias, curiosidades, bastidores, contratações, demissões e classificações. Os times pequenos e médios do interior de São Paulo, Capital, Grande ABC e Grande São Paulo são priorizados. Mas jamais esquecerei dos outros Estados e de clubes e jogadores brasileiros no futebol internacional!
A Copa do Mundo é um dos fenômenos que mais mexem com o coração do torcedor brasileiro. Apesar da Seleção não ser campeã há 24 anos, até os mais céticos devem voltar a vestir verde e amarelo na esperança de ver o time fazer bonito a partir de 11 de junho.
Mas, segundo o modelo estatístico desenvolvido por estudantes da Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV EMAp), associada institucional da Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional (SBMAC), o tão sonhado hexa ainda pode ter que esperar um pouco mais.
De acordo com as simulações, que calculam as chances de vitória, classificação e conquista do título a partir do desempenho recente das equipes, a Espanha é a seleção com a maior probabilidade de título entre as 48 participantes do torneio. A campeã mundial de 2010 tem, segundo o modelo, 15,57% de chances de levantar a taça mais cobiçada do futebol. Em seguida, aparecem Argentina (13,62%) e Inglaterra (9,24%).
Maior campeã da história das Copas, o Brasil ocupa o nono lugar na lista, com 4,68% de chances de conquistar o hexa – atrás de Colômbia (5,56%), Marrocos (4,90%) e Portugal (4,86%). Estes países nunca alcançaram a glória máxima na competição, mas vêm de resultados recentes melhores do que os do Brasil.
Não se trata de achismo, mas sim de um modelo estatístico formulado a partir de ferramentas de modelagem matemática e inferência bayesiana. Segundo o professor Moacyr Alvim Silva, um dos coordenadores do estudo, o sistema utiliza dados de 2.997 confrontos entre 187 seleções nos últimos quatro anos para simular milhares de cenários possíveis ao longo do torneio.
``Nosso modelo é bastante competitivo. Em edições anteriores da Copa, conseguimos vencer um bolão de estatísticos, superando grupos que utilizavam modelos muito mais sofisticados´´, destaca Moacyr.
As estimativas também mudam de acordo com cada confronto. “A gente leva em conta a defesa do adversário e o ataque dele também. Então as probabilidades variam dependendo do jogo”, explica Ezequiel de Braga Santos, mestrando em Matemática Aplicada da FGV EMAp e um dos responsáveis pelo projeto.
Aprendizado contínuo
Para verificar se o modelo realmente funcionava bem, os alunos da FGV EMAp se aproveitaram de experiências anteriores. “Nós fizemos comparações com as Copas passadas para entender qual modelo mais se aproximava da realidade”, afirma Ezequiel. Os estudantes criaram diferentes versões da modelagem e utilizaram métricas estatísticas para identificar quais configurações apresentavam maior precisão.
Segundo os alunos, o sistema também “aprende” ao longo do processo. Isso acontece porque a inferência bayesiana permite atualizar continuamente os parâmetros conforme novos dados são incorporados às simulações.
``O modelo começa praticamente do zero e, a partir dos resultados de jogos passados, consegue ajustar as estimativas e produzir cenários que fazem sentido quando a gente observa o desempenho das seleções´´, comenta Raul Medici Martinelli, estudante de graduação em Matemática Aplicada da FGV EMAp.
Cada partida da Copa é simulada cerca de 100 mil vezes dentro do chaveamento oficial da FIFA. A partir dessas milhares de simulações, o modelo estima as probabilidades de cada equipe avançar para oitavas, quartas, semifinais, final e conquistar o título.
Apesar disso, os estudantes reforçam que o objetivo não é prever o futuro com exatidão, mas trabalhar com tendências estatísticas. “O modelo devolve probabilidades, e não certezas absolutas. Futebol é uma das áreas mais difíceis de prever porque existem muitas variáveis envolvidas”, afirma Ezequiel.
Fator Neymar
Embora o sistema consiga estimar tendências para as seleções, algumas variáveis continuam difíceis de traduzir matematicamente. É o caso do impacto de jogadores como Neymar, cuja presença entre os convocados de Carlo Ancelotti ainda gera debates entre torcedores e especialistas. Segundo os estudantes, incorporar fatores desse tipo exigiria uma quantidade muito maior de dados detalhados sobre desempenho individual, o que acabaria tornando o sistema excessivamente sensível e difícil de calibrar.
Os estudantes ressaltam, porém, que a influência dos atletas aparece indiretamente nos resultados históricos das seleções analisadas pelo sistema. “Se determinado jogador participou de campanhas importantes, isso acaba influenciando os dados da equipe ao longo do tempo”, comenta Raul.
Apesar das projeções apontarem um cenário desafiador para o time do Brasil, os pesquisadores mantêm o otimismo típico de Copa do Mundo.
``A gente trabalha com probabilidades, não com certezas. Então ainda dá para sonhar com o hexa´´, brincam.
Os números do Brasil
O site com as probabilidades levantadas pelo estudo já traz detalhes de todas as partidas da primeira fase, com indicações dos vencedores e resultados que têm mais chances de acontecer. Por exemplo: para a estreia do Brasil, a seleção de Marrocos tem um leve favoritismo: 35% de chances de vitória, contra 32,4% do Brasil. O resultado mais provável é um 0 a 0 (16,8%). Os outros resultados que mais apareceram nas simulações são derrota do Brasil por 1 a 0 (15,2%) e vitória por 1 a 0 (14,5%).
Contra o Haiti, o cenário já é mais favorável à Seleção: 87,5% de vitória, e os placares mais prováveis são por 3 a 0 (12,8%) ou 2 a 0 (12,4%).
Fechando a fase de grupos, o Brasil também aparece como favorito contra a Escócia: a probabilidade de triunfo é de 61,7% – 12,5% de chances de ser por 1 a 0 e 11,6% por 2 a 0.
Essas probabilidades colocam o Brasil em ótima condição para se classificar ao mata-mata: 96,4% de chances de passar de fase.
A partir daí, as partidas ainda não são conhecidas. Porém, o estudo também aponta as maiores chances de cada confronto ocorrer – e de cada equipe vencê-lo.
O caminho que mais apareceu nas simulações para o Brasil tem classificações contra Japão (16-avos de final) e Noruega (oitavas), até chegar em uma possível eliminação nas quartas, em um confronto que traz 57% de chances de classificação à Inglaterra.
De qualquer forma, os pesquisadores fazem questão de frisar que os números são muito próximos e há muitos confrontos extremamente equilibrados. “Além disso, as porcentagens são complementares: uma equipe com 10% de chances de ganhar a Copa, por exemplo, tem 90% de chances de não ganhar. Um resultado com 20% de chances de acontecer tem 80% de chances de não acontecer, e assim por diante”, explica o professor Moacyr.
A cada fase do mundial, os pesquisadores farão novas simulações e seguirão atualizando o site que apresenta os resultados. O público já pode acompanhar os gráficos, probabilidades e estimativas de placar diretamente no site oficial do projeto: www18.fgv.br/emap/copa-2026.
Fonte: Start Assessoria
Lionel Messi está prestes a fazer história novamente. Quando entrar em campo na Copa do Mundo este ano, ele será o primeiro jogador a disputar seis edições do torneio — 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. O craque tem a chance real de bater pelo menos quatro recordes históricos:
Gols: Lionel Messi (13) está a 4 gols de superar o recorde do artilheiro Miroslav Klose (16) — com Kylian Mbappé (12) também na disputa.
Vitórias: empatado com o brasileiro Cafu (16), Messi precisa de mais uma para igualar Klose (17).
Finais: Messi pode chegar à 3ª decisão e alcançar Cafu.
Participações: jogará a 6ª Copa e será recordista isolado, à frente de lendas como Cristiano Ronaldo (5) e Lothar Matthäus (5).
No livro Messi: O Gênio Completo (Editora Hábito), o jornalista Ariel Senosiain reúne 68 entrevistas exclusivas e reconstrói a trajetória do ídolo argentino até o título mundial que o consagrou no esporte.
Confira 5 curiosidades extraídas da obra:
O erro de nome na primeira convocação
A trajetória na seleção argentina quase começou com o nome errado. Quando Omar Souto, funcionário da AFA (Associação do Futebol Argentino), conseguiu o telefone da família Messi após folhear páginas amarelas em uma cabine telefônica, ele ligou para Jorge Messi e disse: "Temos interesse em convocar o Leonardo". O pai corrigiu imediatamente: "O nome do meu filho é Lionel!"
A superação física para ficar mais alto
Antes de ser um gigante nos gramados, Messi enfrentou um desafio que quase barrou sua carreira. Diagnosticado com deficiência de hormônio de crescimento, ele media apenas 1,26m aos onze anos. Aos treze, já medindo 1,50m, intensificou o tratamento na base do Barcelona. E precisou de uma disciplina rigorosa, aplicando injeções de somatotropina sintética em si mesmo até atingir seus 1,70m.
O aval de Ronaldinho Gaúcho: "Melhor do que eu"
Em 2004, quando Messi era só um adolescente silencioso na pré-temporada do Barcelona na China, Ronaldinho Gaúcho já previa o futuro. O ídolo brasileiro, que vivia o auge de sua carreira e era o atual melhor do mundo, disse categoricamente à jornalista Cristina Cubero: "Esse cara vai ser melhor do que eu".
O estilo "misterioso” mais conhecido do planeta
Alvo de teorias sobre sua introspecção, Messi é descrito no livro como alguém que "anda no campo enquanto observa o que acontece". Seu pai revela que, desde criança, ele "se desligava" do que acontecia no jogo, parecendo ausente, até que recebia a bola e marcava o gol. Na sua primeira vez como capitão (2010), ele era tão tímido que "travou" ao tentar fazer o discurso motivacional no vestiário.
O painel que quase quebrou seu tornozelo
Em 2012, num amistoso épico em Nova Jersey, Messi marcou três gols contra o Brasil na vitória argentina por 4 a 3. A comemoração do terceiro gol (uma pintura onde ele driblou Marcelo e chutou no ângulo) foi tão insana que o elenco e a comissão técnica pularam sobre ele, derrubando um painel publicitário. O massagista Marcelo D'Andrea e o goleiro Orion tiveram que segurar o cartaz com as mãos para evitar que caísse sobre o craque e quebrasse seu tornozelo.
Todas essas curiosidades estão presentes no livro Messi: O Gênio Completo.
Sobre o autor: Ariel Senosiain é palestrante e escritor. Nascido na Argentina, o jornalista desenvolveu sua carreira dentro da informação esportiva, com especial atenção ao mundo do futebol e seus principais treinadores e jogadores.
Sobre a editora: A Editora Hábito, selo de aperfeiçoamento pessoal da Editora Vida, dedica-se a conectar leitores a narrativas capazes de gerar mudanças significativas na rotina. Publica livros práticos e de fácil entendimento sobre temas como negócios, esportes, criatividade, empreendedorismo e neurociência. Entre os títulos estão: Messi: O Gênio Completo, Lições de Liderança de um Campeão, Como expandir seu negócio e Organize sua desordem mental.
Instagram: @editorahabito
Fonte: LC Agência
Às vésperas da Copa do Mundo, o Ney Ney, primeiro personagem animado do Neymar Jr., chega às redes sociais. Desenvolvido pela NR Sports, empresa responsável pela gestão de imagem do jogador, em parceria com a FlyMedia, especializada na criação de influenciadores digitais com inteligência artificial, o projeto inaugura um novo formato de propriedade intelectual voltado ao universo esportivo. A iniciativa busca fortalecer a presença do camisa 10 no ambiente digital e ampliar o alcance de sua marca pessoal, que reúne mais de 420 milhões de seguidores em plataformas de vídeo e redes sociais.
O personagem Ney Ney será uma versão animada do atleta, em diferentes idiomas, com foco principal no YouTube e com estratégia de distribuição em plataformas como TikTok e Instagram. A proposta de conteúdo inclui formatos diversos de narrativa e desdobramentos, criados de forma contínua para manter em evidência a imagem do jogador e engajar os seus admiradores.
``O Neymar Jr. é um dos atletas mais reconhecidos do planeta e possui uma audiência global muito consolidada. A proposta do Ney Ney é traduzir essa relevância para um formato capaz de gerar histórias, interação e conexão constante com os fãs, aproximando cada vez mais o esporte e o jogador aos fãs´´, afirma Neymar da Silva Santos.
A iniciativa marca um novo passo na forma como Neymar Jr. se conecta com os torcedores, especialmente em um momento de expectativa pela Copa do Mundo. A proposta é aproximar ainda mais o craque do público por meio de histórias leves, divertidas e conteúdos pensados para diferentes gerações de fãs, dentro e fora do Brasil.
``Estamos transformando a força cultural do Neymar Jr. em um projeto pensado para diferentes públicos. Hoje, o esporte ultrapassa as transmissões e passa a fazer parte do consumo diário nas redes sociais e no entretenimento digital, com o Ney Ney, queremos criar uma conexão contínua com os fãs em um momento crucial que o futebol mobiliza o mundo todo´´, afirma Victor Trindade, CEO da FlyMedia.
Fonte: Base Comunica
Levantamento do Bolavip Brasil descobriu que a seleção brasileira teve aproveitamento de 87,8% nas 11 partidas em que escalou jogadores levados para a Copa mesmo estando lesionados. Sim, em três ocasiões, jogadores sem condições de jogo na estreia do Brasil escaparam do corte e seguiram no grupo mesmo assim: Pelé, em 1958; Zico, em 1986; e Branco, em 1994.
1958: A aposta em Pelé
Antes do embarque para a Suécia, o Brasil enfrentou o Corinthians em um amistoso preparatório. Naquela partida, o jovem Pelé, então com 17 anos, sofreu uma grave lesão no menisco do joelho. Mesmo sob forte pressão médica, a comissão técnica liderada por Vicente Feola decidiu não cortá-lo e levou o garoto em tratamento.
Pelé desfalcou o Brasil nas duas primeiras partidas (contra Áustria e Inglaterra). Estreou no terceiro jogo, contra a União Soviética, e explodiu no mata-mata. Ele marcou o gol da vitória nas quartas contra o País de Gales, fez um hat-trick na semifinal contra a França e dois gols na final contra a Suécia, tornando-se o grande símbolo da conquista. Foram quatro partidas de Pelé, quatro vitórias do Brasil e seis gols marcados.
1986: O sacrifício de Zico
Em 1985, Zico sofreu a lesão mais grave de sua carreira após uma entrada violenta do lateral Márcio Nunes, do Bangu, que destruiu seu joelho esquerdo. O "Galinho" passou por cirurgias e uma recuperação dolorosa. Para a Copa do Mundo de 1986, no México, o técnico Telê Santana insistiu em convocá-lo, mesmo ciente de que o camisa 10 não tinha condições de suportar os 90 minutos de uma partida.
Zico não saiu do banco na estreia contra a Espanha. Depois, atuou no sacrifício, sempre saindo do banco de reservas. Nas quartas de final, contra os franceses, ele entrou e, pouco depois, teve um pênalti a favor do Brasil para cobrar. Zico bateu e o goleiro Bats defendeu. O jogo terminou 1 a 1 e, na disputa por pênaltis após a prorrogação, o Brasil foi eliminado (embora Zico tenha convertido sua cobrança na série decisiva). Foram quatro partidas de Zico, três vitórias do Brasil e um empate, nenhum gol marcado.
1994: A superação de Branco
Durante a preparação para o Mundial dos Estados Unidos, o lateral-esquerdo Branco enfrentava um problema crônico de dores nas costas devido a uma lombalgia. O jogador mal conseguia treinar e iniciou a Copa no banco de reservas, assistindo ao jovem Leonardo ser titular nas primeiras partidas. O técnico Carlos Alberto Parreira optou por mantê-lo no grupo apostando em sua experiência e na recuperação física ao longo do torneio.
A grande chance de Branco veio após a expulsão de Leonardo nas oitavas de final contra os Estados Unidos. O veterano assumiu a lateral nas quartas de final contra a Holanda e protagonizou um dos momentos mais marcantes da história das Copas: marcou, em uma cobrança de falta antológica de longa distância, o gol que garantiu a vitória por 3 a 2. Branco seguiu como titular na semifinal e na final contra a Itália, convertendo também o seu pênalti na decisão que deu o título ao Brasil. Foram três partidas de Branco, duas vitórias e um empate, com um gol marcado.
Sobre o Bolavip Brasil
O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.
O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).
A Copa do Mundo de 2026 pode transformar clubes brasileiros em verdadeiros beneficiários milionários fora das quatro linhas. Apenas pela convocação de jogadores para suas seleções, equipes nacionais poderão receber milhões de reais da FIFA durante o período do torneio, em um mecanismo que funciona como compensação financeira pela liberação dos atletas ao Mundial.
Os valores têm como base o Programa de Benefícios aos Clubes da FIFA, utilizado nas últimas edições da Copa do Mundo. Para 2026, a estimativa é de que cada equipe receba cerca de US$ 11 mil por dia por atleta convocado, quantia que representa aproximadamente R$ 55 mil na cotação atual. Mesmo nos casos em que as seleções sejam eliminadas ainda na fase de grupos, os valores já representam uma importante fonte de receita para os clubes.
Na prática, cada jogador convocado pode render aproximadamente US$ 250 mil ao clube de origem durante toda a competição, valor que ultrapassa R$ 1,2 milhão. Clubes brasileiros que tradicionalmente possuem atletas convocados para seleções nacionais podem alcançar receitas milionárias caso mantenham jogadores no Mundial de 2026.
Além do impacto financeiro direto, a legislação esportiva brasileira também prevê mecanismos de proteção aos clubes durante grandes competições internacionais. A Lei nº 14.597/2023, conhecida como Lei Geral do Esporte, consolidou regras relacionadas a viagens, seguros obrigatórios e proteção jurídica para atletas e equipes profissionais.
O advogado especialista em Direito Esportivo e presidente da Comissão Especial de Direito dos Jogos Esportivos e Lotéricos (CEDJEL) da OAB Goiás (OAB-GO), Victor Amado, explica que a legislação trouxe mais segurança jurídica para clubes e jogadores em competições internacionais.
``A Lei Geral do Esporte ampliou os mecanismos de proteção relacionados a viagens, seguros obrigatórios e compensações financeiras, reduzindo riscos esportivos, trabalhistas e econômicos para jogadores e equipes durante competições como a Copa do Mundo´´, afirma.
Segundo o especialista, um dos pontos mais importantes envolve justamente o risco de lesões durante o torneio.
``O atleta representa um patrimônio esportivo e financeiro dos clubes. Por isso, a legislação brasileira exige seguro obrigatório de vida e acidentes pessoais para jogadores convocados. A responsabilidade pela contratação desse seguro é da entidade convocadora, ou seja, da seleção nacional´´, explica.
Victor Amado destaca que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deve garantir cobertura em situações de morte, invalidez ou afastamento temporário decorrentes de atividades ligadas à Seleção Brasileira. Além disso, a FIFA mantém um programa internacional de proteção aos clubes para casos de lesões sofridas durante competições oficiais.
``Nessas hipóteses, a FIFA pode indenizar financeiramente o clube de origem, cobrindo parte dos salários enquanto o atleta estiver afastado. Isso reduz impactos financeiros e protege as equipes durante o período em que os jogadores estão servindo suas seleções´´, ressalta.
Outro ponto previsto na legislação esportiva envolve as despesas de viagem dos atletas convocados. As diárias pagas durante deslocamentos possuem natureza indenizatória e não salarial.
``Esses valores servem exclusivamente para custear hospedagem, alimentação e transporte, sem gerar encargos trabalhistas ou previdenciários para os clubes´´, explica o advogado.
A legislação esportiva também prevê a paralisação do Campeonato Brasileiro Série A durante a Copa do Mundo, medida considerada essencial para preservar o equilíbrio técnico das competições nacionais.
``A interrupção evita prejuízos esportivos causados pela ausência de atletas convocados e busca preservar clubes, jogadores e o próprio equilíbrio das competições disputadas no País´´, completa Victor Amado.
O estudo consultou o Opta Index — métrica desenvolvida pela plataforma de estatísticas Opta para avaliar o desempenho individual dos jogadores — e selecionou os 50 melhores jogadores das cinco principais ligas da Europa — Inglaterra, Espanha, Itália, França e Alemanha — totalizando 250 nomes.
Depois disso, excluiu todos aqueles efetivamente convocados para o Mundial, todos os não convocados por lesão e também os que não disputarão a Copa porque sua seleção não se classificou. Sobraram aqueles que se destacaram e que não foram convocados por opção dos treinadores, pura e simplesmente.
Espanhóis são os mais numerosos entre os destaques preteridos
O jogador de melhor performance entre os não convocados é o meio-campista Aleix García, do Bayer Leverkusen (ALE). Com índice 90,08 no Opta Index, o espanhol lidera a relação após uma temporada consistente na Bundesliga, marcada pela qualidade na construção ofensiva e regularidade no meio-campo.
Considerando os melhores 250 jogadores da temporada na Europa, convocados ou não, García teve nada menos que a sexta melhor performance.
Outro espanhol de destaque é Álvaro Carreras, do Real Madrid, que aparece na segunda posição com 85,69. Contando com os convocados para o Mundial, ele teve o 12º melhor desempenho na temporada.
A relação ainda inclui o veterano Koke, capitão do Atlético de Madrid, além do goleiro David Soria, destaque do Getafe, e Aleix Febas, do Elche.
Foden lidera ausências inglesas
Entre os ingleses, o principal nome fora da Copa é Phil Foden. Mesmo após mais uma temporada de protagonismo no Manchester City, o jogador terminou fora da lista final da Inglaterra, em uma das ausências mais surpreendentes entre as grandes seleções.
Outro inglês lembrado no levantamento é James Garner, do Everton, que fecha o top-10 dos melhores atletas não convocados.
A Alemanha também aparece representada por Chris Führich, destaque do Stuttgart, enquanto a França tem como principal nome o meia Lucas da Cunha, do Como.
Brasileiros de destaque também ficaram fora
A lista também reúne jogadores brasileiros que tiveram temporadas de destaque na Europa, mas acabaram fora da convocação de Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo. O principal nome é João Pedro, do Chelsea, dono de índice 74.48 no Opta Index. Depois de uma temporada de afirmação no futebol inglês, o atacante apareceu como um dos brasileiros mais bem avaliados nas cinco grandes ligas europeias.
Na defesa, Beraldo, do Paris Saint-Germain, também figurou entre os melhores brasileiros não lembrados por Ancelotti. O defensor ganhou espaço ao longo da temporada europeia e consolidou sequência em alto nível no clube francês.
Outros nomes presentes no levantamento são Alisson Santos, do SSC Napoli, Igor Paixão, do Olympique de Marseille, o lateral Dodô, da ACF Fiorentina, e o volante Éderson, da Atalanta BC. Mesmo com boas avaliações estatísticas, todos acabaram fora da lista final da Seleção Brasileira.
Confira os dez melhores jogadores da temporada europeia barrados da Copa do Mundo:
1. Aleix García (espanhol) — Bayer Leverkusen: 90,08
2. Álvaro Carreras (espanhol) — Real Madrid: 85,69
3. Pablo Fornals (espanhol) — Real Betis: 83,16
4. Phil Foden (inglês) — Manchester City: 81,28
5. Chris Führich (alemão) — Stuttgart: 80,73
6. Koke (espanhol) — Atlético de Madrid: 80,38
7. David Soria (espanhol) — Getafe: 80,32
8. Lucas da Cunha (francês) — Como: 80,19
9. Aleix Febas (espanhol) — Elche: 78,33
10. James Garner (inglês) — Everton: 77,87
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Um dos jogadores mais regulares do elenco bugrino nesta temporada, Jonathan Costa, valorizou o momento vivido.
``Muito feliz pela boa fase. Tenho ajudado defensivamente e procurado aproveitar as oportunidades quando vou ao ataque. Já são três gols marcados em 16 partidas, números bons para um zagueiro. Espero seguir ajudando cada vez mais o Guarani´´, destacou o defensor, que é o jogador que mais acertou passes e lançamentos pelo Bugre na terceirona.
Em quarto lugar da Série C, o Guarani terá uma sequência de jogos dentro de casa contra rivais que estão no G-8 da competição. O primeiro duelo será neste domingo diante do Amazonas e depois o confronto será contra o Caxias.
O Guarani só teve uma derrota na Série C, justamente na partida em que Jonathan Costa esteve ausente em virtude de um desconforto na panturrilha. O jogo, aliás, foi o único que o zagueiro não atuou nesta temporada.
Fonte: AV - Foto: Alexandre Henrique /Guarani
Levantamento do Somos Fanáticos mostrou que o jogador – de acordo com o salário e o número de gols marcados – entrega mais do que Harry Kane, chuteira de ouro em 2026, por exemplo.
Segundo o site especializado Capology, o salário anual de Igor Thiago é de 5,6 milhões de euros (cerca de R$ 9,1 milhões). Com 25 gols assinalados, cada um do goleador do Brentford (ING) custou aos cofres do time inglês 226 mil euros (cerca de R$ 1,3 milhão). Ele aparece quase empatado, mas à frente do atacante alemão Deniz Undav, do Stuttgart (ALE), que ganha praticamente o mesmo valor anual e fez também 25 gols.
Nomes menos badalados ao lado de Igor Thiago
Além de Igor e Undav, outros nomes lideram a relação custo-benefício no futebol europeu acima dos craques Kane, Mbappé e Haaland, por exemplo. Logo atrás dos líderes aparece Vedat Muriqi, que foi rebaixado no Campeonato Espanhol com o Mallorca.
Ele marcou 23 gols na temporada, ganhando anualmente 5,2 milhões de euros (R$ 30,3 milhões). O kosovar, de 32 anos, recebe aproximadamente 226,5 mil euros (R$ 1,3 milhão) por cada gol, bem próximo do brasileiro e do alemão.
Completam os cinco primeiros o holandês Donyell Mallen, que defendeu Aston Villa (ING) e Roma (ITA) na temporada e que marcou 22 vezes, ganhando cerca de 239 mil euros (R$ 1,4 milhão) por cada gol assinalado. O inglês Mason Greenwood, do Olympique Marseille (FRA), marcou 26 gols e faturou 261 mil euros (R$ 1,5 milhão) por cada.
Pior custo-benefício foi de Mbappé
Harry Kane recebe um dos maiores salários do futebol mundial, o que não quer dizer que tenha sido um jogador caro para o Bayern de Munique (ALE). O inglês somou 61 gols na temporada com salário de aproximadamente 31 milhões de euros (R$ 180,7 milhões). A cada gol feito, o camisa 9 da Inglaterra levou 512 mil euros (R$ 2,9 milhões), valor abaixo da média dos 15 maiores artilheiros: 730 mil euros (R$ 4,2 milhões) por cada gol marcado.
Já Kyllian Mbappé faturou 71 milhões de euros (R$ 413,9 milhões) na temporada e marcou 42 gols. Ou seja, por gol, o francês recebeu do Real Madrid (ESP) 1,7 milhão de euros (R$ 9,9 milhões). O pior custo-benefício entre os maiores artilheiros da atualidade.
Sobre o Somos Fanáticos
O Somos Fanáticos é um site especializado em notícias e entretenimento esportivo, focado em fornecer informações de qualidade sobre o futebol europeu, Campeonato Brasileiro da Série A e os principais torneios do mundo. Seus conteúdos são originais e produzidos por uma equipe dedicada, garantindo uma cobertura completa e atualizada.
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Foto: SPP / Alamy
Com os 20 textos vencedores de seu Concurso de Crônicas e Contos de 2025, o Museu do Futebol lança no dia 31 de maio (domingo), o livro ¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa, que sai em edição bilíngue (português e espanhol), com distribuição gratuita. O lançamento acontece a partir das 15h na sala Jogo de Corpo, dentro do Museu, com acesso também gratuito para quem for ao evento.
Além do livro físico, editado pela Patuá, haverá também o lançamento do audiobook e do ebook, estes produzidos em parceria com o aplicativo Skeelo, um dos maiores ecossistemas de leitura digital da América Latina. Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo.
O título do livro faz referência à exposição temporária que inspirou o tema do concurso. Assim, os 20 textos selecionados traçam um panorama da paixão sul-americana pelo esporte. No encontro entre literatura, jornalismo e esporte, a região é retratada em suas festas, dramas, nuances e contradições. São histórias de viagem e de imigração, lembranças de torcedores, resistência feminina, memórias de guerras, traumas de ditadura e causos de rivalidade nas fronteiras. Há momentos de muito riso, de raiva e de tristeza profunda – como em qualquer boa partida de futebol.
O Concurso de Crônicas e Contos do Museu do Futebol teve sua primeira edição em 2022 e, desde então, recebeu mais de 2.200 inscrições de todos os estados brasileiros. Ele foi criado com o objetivo de estimular a produção de narrativas curtas sobre o futebol, gênero que imortalizou grandes escritores e grandes ídolos. O sucesso do concurso estimulou a equipe do Museu do Futebol a ampliar a iniciativa, o que culminou na ampliação do número de vencedores em 2024 – de três para vinte – e a publicação do primeiro livro Na ponta das canetas, com todos os ganhadores dos três primeiros anos de realização. Assim, o livro ¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa é o segundo volume relacionado à iniciativa.
O livro apresenta os trabalhos de Anna Laura Chepp, Antonio Gomes de Jesus Neto, Bibiana Lucas, Cassio Giorgetti, David Ehrlich, Dudu Machado, Francesco Jordani Rodrigues, Gabriel Bortulini, Gabriel Mamani Magne, Leo Lepri, Leonardo Catto, Leticia Quadros, Maira Yesenia Trujillo Vanegas, Maria Elisa Savaget Carneiro, Maria Fernanda Moraes, Mateo Olivera Santivañez, Reginaldo Pereira, Roberto Vieira, Sidney Dupeyrat e Weslley da Silva. Eles foram escolhidos entre mais de 700 inscritos vindos de todas as regiões do país. Por conta do tema, excepcionalmente foram aceitos também textos em espanhol, de forma a contemplar a comunidade migrante vivendo no Brasil.
A comissão julgadora foi composta pela escritora Luiza Romão, vencedora do Prêmio Jabuti em 2022; pelo jornalista Matias Pinto, que faz o podcast O Som das Torcidas; pelo jornalista Klaus Richmond, repórter da revista Placar – parceira oficial do Concurso de Crônicas e Contos do Museu do Futebol; e Renata Beltrão.
Distribuição gratuita
Depois do lançamento, o livro ¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa pode ser retirado gratuitamente na biblioteca do Museu do Futebol, de terça a sábado. Durante A Feira do Livro, que acontece de 30 de maio a 7 de junho na Praça Charles Miller, haverá exemplares disponíveis também no estande da editora Patuá. Já o audiobook e ebook estarão disponíveis gratuitamente no aplicativo Skeelo, através deste link.
FICHA TÉCNICA
Livro
¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa
Organização de Museu do Futebol.
Tradução de Sandra Martha Dolinsky.
São Paulo: Patuá, 2026.
Vários autores
Edição bilíngue: português/espanhol
140p.; 16 X 23 cm.
ISBN 978-65-281-0415-4
Ebook
Copyright © Museu do Futebol, 2026.
¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa – Crônicas
e Contos do Museu do Futebol © dos autores, 2026.
Editores: Alessandro Romio, Eduardo Lacerda,
Franklin Valverde, Ricardo Escudeiro
Assistentes editoriais: Amanda Vital, Angélica Marques,
Gabriel Santana, Içara Bahia, João Vitor Nascimento,
Rafael Arms, Ricardo Escudeiro
Traduções: Sandra Martha Dolinsky
Capa, projeto gráfico e diagramação:
Alessandro Romio | Instagram: @romioland
Ilustração de capa a partir de fotos de
Ljupco Smokovski, Art_Photo e Master1305/ Shutterstock
Revisão: Ricardo Escudeiro
Administrativo e comercial: Pricila Gunutzmann
Assistente Administrativo: Sofia Fernandez Gunutzmann
Estágio em Comunicação: Letícia Rossi
Eventos: Flavio Rodrigues
Expedição: Felipe Gomes
Versão digital: Rafael Alt
ISBN 978-65-87184-16-6
Audiolivro
¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa – Crônicas e Contos do Museu do Futebol
Crónicas e Cuentos del Museo del Fútbol
Vários autores, Editora Patuá
ISBN do Audiolivro: 978-65-87184-17-3
Narradoras: Raíssa Bueno e Victoria Ansera
Produção: Studios Wave e Reading u
Distribuição: Skeelo
Duração Total: 03h 06min 15s
Ano de Lançamento: 2026
Formato de Distribuição: .MP3 (Alta qualidade, taxa de bits 256 kbps, taxa de amostragem 44.1 kHz)
Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo
De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)
Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)
R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)
Crianças até 7 anos não pagam
Grátis às terças-feiras
Garanta o ingresso pela internet:
Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas
SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL
Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.
O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.
PATROCINADORES E PARCEIROS
A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil, Sabesp; apoio da Farmacêutica EMS, do Itaú Unibanco; Arkema; do Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e dos parceiros de mídia Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.
Sob o comando de Jorge Jesus, o Al-Nassr sagrou-se campeão do Campeonato Saudita. O título veio na última rodada diante do Dhamk, com vitória por 4 a 1, com gols de Sadio Mané, Coman e Cristiano Ronaldo (duas vezes).
O brasileiro Ângelo, que teve uma temporada de destaque na equipe, vibrou com a conquista.
``Esse é um dos momentos mais especiais na minha vida. O grupo todo está de parabéns pela entrega em todas as partidas. É um sonho realizado ser campeão aqui. Sempre que entro procuro fazer o meu melhor´´, vibra Ângelo, de 21 anos.
``Quero agradecer à minha família pelo apoio, à comissão técnica e ao treinador que também acreditou em mim, na minha evolução e no meu trabalho. Foi uma mudança que ele enxergou necessária no meu estilo e sou grato a isso. Hoje, sou um novo jogador´´, finaliza Ângelo.
Na temporada 2025/2026, ele atuou em 40 partidas, com oito gols e 12 assistências, sendo alguns dos gols fundamentes para as vitórias, assim como as assistências.
O Al-Nassr encerrou a competição na primeira colocação, com 86 pontos somados, com 28 vitórias, dois empates e quatro derrotas.
Fonte e foto: Tuddo
Levantamento do Bolavip Brasil mostra que o português já foi advertido em 42 oportunidades, sendo 38 cartões amarelos e quatro vermelhos. Foram considerados os cartões aplicados no Brasileirão, na Premier League (Inglaterra), na La Liga (Espanha), na Ligue 1 (França), na Serie A (Itália) e na Bundesliga (Alemanha) entre 2020 e 2025, no caso do Brasil, e entre as temporadas 2020/2021 e 2025/2026, no caso das ligas europeias.
O segundo com mais advertências também vem do futebol brasileiro. Fernando Diniz, atualmente no Corinthians, recebeu 33 cartões amarelos e quatro vermelhos.
De fora do Brasil, o técnico que mais vezes recebeu a punição da arbitragem é Simone Inzaghi, no Campeonato Italiano. O atual técnico do Al-Hilal (Arábia Saudita) soma 33 cartões, sendo 29 amarelos e quatro vermelhos. Na Itália, ele passou pela Internazionale e pelo Lazio neste período.
Técnico croata é o mais expulso nas principais ligas do mundo
O levantamento descobriu que Ivan Juric é o técnico mais vezes expulso no futebol mundial neste período. Com nove cartões vermelhos e 21 amarelos, ele soma 30 advertências no comando Hellas Verona, Torino, Roma e Atalanta. Atualmente ele está sem clube.
Jorge Sampaoli, ex-Flamengo e Atlético Mineiro, é o único que aparece no top-10 de cartões de duas ligas distintas. No período, o argentino somou 12 amarelos tanto no Brasileirão quanto na Ligue 1.
Ao todo, o Brasileirão aparece na ponta com 465 cartões para os treinadores, com 11 a mais que a Itália, que soma 456. Porém, são 89 expulsões no futebol italiano contra 63 do Brasil. Das principais ligas, a que menos conta com técnicos recebendo cartões é a Alemanha, com 210, sendo somente 11 expulsões. Na Inglaterra, são 17 vermelhos.
Os técnicos mais punidos com cartões nas principais ligas nacionais do mundo*
Brasil - Abel Ferreira (Palmeiras): 42 cartões
Itália - Simone Inzaghi (Lazio e Internazionale) - 33 cartões
Espanha - José Bordalás (Getafe e Valencia): 28 cartões
França - Michel Der Zakarian (Montpellier e Brest): 18 cartões
Alemanha - Marco Rose (Borussia Mönchengladbach, Borussia Dortmund e RB Leipzig): 16 cartões
Inglaterra - Pep Guardiola (Manchester City): 15 cartões
*Dados obtidos com o auxílio da plataforma de estatísticas Opta
Leonardo Jardim mais tranquilo que Abel Ferreira
Se por um lado, Abel é o mais punido, a calma à beira de campo é uma marca registrada de Leonardo Jardim. No sábado (23), os dois técnicos portugueses se enfrentarão no clássico de maior rivalidade no futebol brasileiro na atualidade, o duelo entre Flamengo e Palmeiras.
O duelo é entre os dois primeiros da Série A do Brasileirão. Abel, inclusive, ficou fora por sete partidas por suspensão, mas estará no banco diante do Rubro-Negro. Já Jardim não soma nenhuma ausência por suspensão desde sua chegada ao Brasil. Ele só recebeu duas vezes o cartão amarelo, ambos no ano passado, à frente do Cruzeiro, num total de 50 partidas de Brasileirão disputadas.
Sobre o Bolavip Brasil
O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.
O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).
Você sabia que a Seleção Brasileira nem sempre vestiu amarelo? O branco era a cor principal do nosso uniforme até que a derrota na final de 1950 para o Uruguai, em pleno Maracanã, provocou a mudança nas cores do time nacional. A origem da icônica “camisa canarinho” será contada na exposição temporária Amarelinha, que entra em cartaz no Museu do Futebol a partir de 22 de maio, como parte das ações especiais da instituição para o ano de Copa do Mundo da FIFA de futebol masculino.
A mostra revisita a trajetória de um símbolo que saiu dos campos para se tornar parte da cultura brasileira e referência no imaginário global do futebol, reunindo 18 camisas de lendários jogadores, como Sócrates, Rivellino, Ronaldo e Vini Jr. Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.
``Com camisas de ídolos que jogaram ao longo dos últimos 70 anos, a exposição Amarelinha vai ser uma oportunidade de gerar diálogo entre várias gerações de fãs do futebol brasileiro. Elas são testemunhos de conquistas, momentos decisivos e também tristes que marcam a nossa história no esporte – e na vida. Queremos que a exposição desperte o orgulho pela alegria do nosso futebol, que está na nossa identidade como brasileiros´´, afirma a secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo, Marília Marton.
Com curadoria do jornalista Marcelo Duarte e da equipe do Centro de Referência do Futebol Brasileiro - núcleo do Museu do Futebol dedicado à pesquisa e acervos –, a mostra recebeu peças emprestadas de cinco colecionadores de camisas: Marcelo Monteiro, Thiago Succar, Salomão Furer Jr., Cássio Brandão e Rodrigo Viana. Amarelinha conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil e Sabesp. A Temporada 2026 do Museu do Futebol é uma realização do Governo do Estado de São Paulo e do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet.
As camisas selecionadas para a exposição estiveram efetivamente em mundiais, entre 1958 e 2022. Entre elas, há “camisas suadas”, realmente usadas por jogadores que entraram em campo; “camisas usadas”, ou seja, vestidas por jogadores que ficaram no banco de reserva; e “camisas preparadas”, itens que foram levados para o torneio. São exibidos na exposição uniformes utilizados por Vinícius Jr. nas quartas de final da Copa de 2022, e Didi, campeão do mundo em 1962, além de uniformes usados por lendas como Sócrates, Ronaldinho Gaúcho e Rivellino, entre outros.
Especialmente para a exposição, o Museu do Futebol vai recolocar em exibição a camisa usada por Pelé na final da Copa de 1970, contra a Itália, quando o Brasil se sagrou tricampeão. A peça, que faz parte do acervo do Museu, volta à vitrine especialmente construída para ela na Sala Pelé, que faz homenagem ao Rei do Futebol, na exposição principal do Museu. Em uma vitrine ao lado, será também apresentada camisa da Seleção Brasileira de 1994, autografada pelos heróis do tetracampeonato mundial, em celebração a uma das maiores conquistas da história do futebol brasileiro.
Materialidade e preservação
Amarelinha propõe a valorização das camisas não apenas pelo que representam simbolicamente, mas também por sua materialidade e sobre as questões relacionadas à fabricação, uso, colecionismo, preservação e conservação - um trabalho contínuo e multifacetado que envolve técnicas e profissionais de diversos campos. Assim, a mostra tem módulos dedicados a apresentar o tecido: há um glossário têxtil, mostrando os vários tipos de tecituras, uma linha do tempo mostrando o desenvolvimento das técnicas de confecção de camisas, e uma camisa tátil, que poderá ser tocada pelos visitantes.
``Amarelinha é uma oportunidade única de olhar para a camisa da Seleção Brasileira para além do símbolo que todos conhecemos. Cada uma dessas 18 peças carrega histórias de jogo, de atletas, de torcidas, de design e de tecnologia têxtil. Reuni-las no Museu do Futebol, a partir de coleções particulares e em diálogo com o público, é um acontecimento especial: um convite para observar essas camisas como objetos de museu, em todas as suas camadas de memória, informação e significado´´, afirma a diretora técnica do Museu do Futebol, Marília Bonas.
História
A mostra apresenta ainda a história da criação da camisa amarela: depois da derrota do Brasil para o Uruguai em pleno Maracanã, na final da Copa de 1950, um concurso nacional foi criado pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD) e pelo jornal Correio da Manhã para substituir o uniforme da Seleção Brasileira, que até então era branco. Um dos requisitos do concurso era que o uniforme utilizasse as quatro cores da bandeira nacional. A proposta vencedora foi a de Aldyr Schlee que, ironicamente, morava na fronteira entre o Brasil e Uruguai e tinha simpatia por nossos algozes do Maracanazo. Ele sugeriu o uso do amarelo ouro na camisa, com gola e punhos em verde, e o calção azul cobalto. O branco entrou nos meiões.
Toda essa história é mostrada na exposição por meio dos desenhos de Aldyr, além de experiências interativas analógicas e digitais que apresentam uniformes e curiosidades das camisas de Copas. "A história de Aldyr Schlee, criador da camisa amarela, é bastante curiosa. Ele morava na divisa do Brasil com o Uruguai e se sentia com o coração dividido. A parte que mais me toca é que, ao saber que o Uruguai havia derrotado o Brasil na final da Copa de 1950, Aldyr não entendia se as lágrimas eram de alegria ou tristeza. Amarelinha é uma chance rara de ver tantas camisas históricas reunidas. O alto valor das relíquias da Seleção Brasileira tem levado essas peças para fora, compradas por grandes colecionadores internacionais.", disse Marcelo Duarte, curador da exposição.
Interatividade
A área interativa da exposição convida o público a participar de forma simples e direta. Por meio de um totem, o visitante escolhe o conteúdo que deseja explorar e acompanha a exibição em uma tela de projeção. É possível optar por dois caminhos, um é de visualização de fichas de todas as seleções que já participaram de Copas, que contém ilustrações de seus uniformes e informações relevantes e o outro é acessar uma seleção de curiosidades relacionadas às peças mais significativas das edições das Copas do mundo.
Entre as curiosidades apresentadas, o público poderá conhecer, por exemplo, histórias sobre partidas marcantes em que determinadas camisas foram utilizadas, detalhes sobre jogadores que vestiram esses uniformes e informações sobre mudanças no design ao longo das décadas. Um conteúdo pensado em parceria com o FutBox. A proposta é oferecer uma experiência dinâmica, que amplia o entendimento sobre os itens expostos e aproxima o visitante das narrativas que envolvem cada camisa ou seleção.
``Há tempos que o Museu do Futebol trabalha pontualmente com o universo das camisas de times em suas programações culturais e projetos expositivos. Porém, com a exposição Amarelinha, chegou a hora de celebrar e apresentar ao público mais amplo o icônico universo do objeto mais aclamado do futebol: as camisas da seleção com suas curiosas histórias, texturas e visualidades. É com alegria que realizamos não somente as exibições das peças, mas debatemos toda a cadeia criativa, de produção e até da natureza dos tecidos que originam as Amarelinhas e suas correlatas boleiras´´, finalizou Maíra Machado, coordenadora do Núcleo de Exposições e Programação Cultural do Museu do Futebol.
Conheça a exposição módulo a módulo
Amarelinha é dividida em três eixos: Antes da Amarelinha, Camisa: vestimenta, expressão, documento e Seleções e Copas.
Antes da Amarelinha aborda a criação da camisa amarela em 1953, após a rejeição do uniforme branco usado até a Copa de 1950. O núcleo apresenta documentos, imagens e um audiovisual sobre o concurso vencido por Aldyr Garcia Schlee, além de contextualizar o impacto da derrota de 1950 na construção desse novo símbolo.
Camisa: vestimenta, expressão, documento reúne as 18 peças centrais da exposição e propõe um olhar ampliado sobre a camisa, para além da função esportiva. As peças revelam identidades, contextos culturais e momentos marcantes do futebol brasileiro. O eixo inclui, ainda, uma instalação com verbetes sobre o universo têxtil e uma mesa sensorial, onde o visitante pode observar, por meio de microscópio digital e painéis táteis, as diferenças entre tecidos como algodão e poliéster.
Seleções e Copas apresenta uma linha do tempo que relaciona as transformações das Copas do Mundo à evolução dos uniformes. O espaço reúne curiosidades, informações sobre as 84 seleções que já participaram do torneio e depoimentos de jogadores sobre o significado da camisa em diferentes gerações.
SERVIÇO
Museu do Futebol
Exposição temporária Amarelinha
De 22 de maio a 6 de setembro de 2026.
Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo
De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)
Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)
R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)
Crianças até 7 anos não pagam
Grátis às terças-feiras
Garanta o ingresso pela internet:
Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas
SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL
Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.
O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.
PATROCINADORES E PARCEIROS
A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil, Sabesp; apoio da Farmacêutica EMS, Itaú Unibanco; Arkema; Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e dos parceiros de mídia Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux. O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.