segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
domingo, 25 de janeiro de 2026
Volante Vitor Magalhães reforça o Jabaquara na Série A4
Elenco será apresentado oficialmente na próxima terça-feira no Centro Español de Santos
Vitor Magalhães é o novo reforço do Jabaquara para a disputa do Campeonato Paulista da Série A4. O volante de 23 anos de idade assinou contrato até o término da competição, cuja estreia do Leão da Caneleira está marcada para o próximo dia 31, diante do Nacional da Capital, no Estádio Espanha, em Santos.
Baiano de Salvador, Vitor Magalhães Ferreira nasceu no dia 30 de dezembro de 2002, pesa 74 quilos e tem 1,80 metro de altura. Após atuar nas categorias de base do Internacional, Avaí, Coritiba e CSA, ele jogou como profissional no Itapirense, Inter de Bebedouro e Mauá, pelo qual se destacou na Segunda Divisão estadual nas duas últimas temporadas.
``Conheço bem o futebol paulista e fiquei muito feliz com o convite do treinador Adriano Piemonte para vir para o Jabaquara. Estamos treinando forte e a expectativa é muito boa para fazer grande campanha na Série A4´´, dísse o novo meio-campista do centenário clube santista.
APRESENTAÇÃO NO CENTRO ESPAÑOL
A apresentação oficial à torcida e à imprensa da comissão técnica, do elenco e dos uniformes do Jabuca para a temporada 2026 será realizada na próxima terça-feira, dia 27.
O evento está programado para as 19h30 no salão social do Centro Español de Santos, localizado à Avenida Ana Costa, 286, no bairro Campo Grande.
Fonte e foto: Tática
sábado, 24 de janeiro de 2026
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Em busca da liderança na Série A2, Fabinho, do Monte Azul, desafia o São José no Vale do Paraíba
Sete jogos movimentam neste sábado a quinta rodada do Campeonato Paulista da Série A2. Um dos destaques é o confronto do Monte Azul, que corre atrás da liderança, com o São José, que precisa vencer para afastar a crise do Vale do Paraíba. O duelo acontecerá às 19 horas, no Estádio Martins Pereira, na cidade de São José dos Campos.
Volante do Azulão, Fabinho considera a força do adversário, mas garante que o elenco irá viajar confiante após o triunfo da última quarta-feira por 1 a 0 sobre o São Bento, em Sorocaba.
``Nosso início de competição está sendo muito bom, com duas vitórias fora de casa diante do Santo André e do São Bento. Sabemos que o São José irá impor dificuldades, mas estamos bem preparados e acredito que temos boas chances de voltar para Monte Azul com mais um resultado positivo´´, declarou o atleta agenciado pelas empresas Mundek Sports e Piemonte Best Soccer.
Após duas vitórias, um empate e uma derrota, o Azulão ocupa o terceiro lugar da Série A2 com sete pontos ganhos, apenas um a menos que Ferroviária e Ituano, que dividem a liderança. Já a Águia do Vale aparece na 13ª posição com três pontos.
Foto: Divulgação / Monte Azul - Fonte: Tática Assessoria
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
Base do Corinthians e com experiência na Itália, Giovanny será o camisa 10 do Jabaquara na Série A4
Mais um atleta com experiência internacional irá integrar o elenco do Jabaquara no Campeonato Paulista da Série A4. Giovanny, meia-atacante alagoano de 25 anos de idade, formado nas categorias de base do Corinthians, e que atuou por duas temporadas na Itália, assinou contrato para a disputa do estadual.
``O Jabaquara é um clube tradicional, que está fazendo preparação forte para fazer boa campanha e lutar para subir de divisão. Estou bastante motivado para ajudar meus companheiros na conquista desses objetivos e empenho não irá faltar nos treinos e nos jogos´´, declarou o jogador que tem 1,78 metro de altura e pesa 80 quilos.
Treinador do Leão da Caneleira, Adriano Piemonte não poupa elogios ao novo reforço.
``O Giovanny tem muita qualidade e excelente finalização, inclusive marcou vários gols de fora da área nos jogos-treino. Ele é uma das nossas principais contratações e será nosso camisa 10 na Série A4´´, revelou o comandante rubro-amarelo.
TRAJETÓRIA
Luiz Giovanny da Silva Morais nasceu na cidade de Arapiraca, em Alagoas, no dia 5 de fevereiro de 2000 e por três temporadas jogou nas categorias sub-17 e sub-20 do Corinthians. Como profissional, o meia-atacante atuou pelo Juventus, EC São Bernardo, Inter de Bebedouro, Grêmio Mauaense e Joseense.
Fora do estado, vestiu as camisas do Brasiliense e do Samambaia, ambos do Distrito Federal, e entre 2024 e 2025 defendeu o Brindisi e o Monforte, na Itália.
Fonte e foto: Tática Assessoria
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
Estádio Santa Cruz completa 58 anos: escritura de doação revela quem viabilizou a área e como foi formalizada em 1966
Levantamento do Projeto Memórias Notariais, do Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo, revela a escritura de doação do terreno ao Botafogo FC, com detalhes sobre os envolvidos, o valor declarado e as regras urbanísticas que viabilizaram a construção do estádio em Ribeirão Preto
O Estádio Santa Cruz, casa do Botafogo Futebol Clube de Ribeirão Preto, completa 58 anos com sua origem arquivada em documentos oficiais que detalham como a área destinada ao estádio foi formalmente constituída. Escritura pública lavrada em 18 de junho de 1966, mostra que o terreno onde o estádio foi construído foi doado ao clube pela Imobiliária Nova Ribeirão Preto S.A. (INORP), em um ato jurídico que antecedeu a inauguração do equipamento esportivo, ocorrida em janeiro de 1968.
O documento foi lavrado no 4° Tabelionato de Notas de Ribeirão Preto e teve como partes a Imobiliária Nova Ribeirão Preto S.A. (INORP) que doou o terreno, representada por seus diretores superintendentes Miguel Cury e Jairo Nantes Junior. O Botafogo Futebol Clube aparece na escritura como donatário do terreno, representado por seus diretores Waldomiro da Silva, presidente, Raul Leite, tesoureiro, e Léo Mossi, secretário.
A escritura formaliza a doação gratuita de duas glebas de terra localizadas no loteamento Ribeirânia, somando mais de 94 mil metros quadrados. A área principal, com 63.061 metros quadrados, foi destinada à construção do estádio de futebol. A segunda gleba, com 31.280 metros quadrados, teve como finalidade a implantação das dependências sociais do clube.
O valor total da doação foi declarado em Cr$ 500 mil, sendo Cr$ 350 mil atribuídos à área destinada ao estádio e Cr$ 150 mil à área reservada às dependências sociais. O documento estabelece ainda uma série de condicionantes urbanísticas, como a manutenção obrigatória de áreas ajardinadas no entorno do estádio, limites de ocupação do solo, recuos mínimos e a cláusula de reversão do imóvel em caso de desvio de finalidade.
Antes da doação ao Botafogo, os terrenos haviam sido adquiridos pela INORP em agosto de 1965 de Francisco Epaminondas de Almeida e sua esposa, conforme escritura lavrada no Cartório de Registro Civil e Anexos de Bonfim Paulista e posteriormente transcrita no Registro de Imóveis da 2ª Circunscrição de Ribeirão Preto. O documento também registra o processo de loteamento da região, elemento que ajuda a compreender a expansão urbana da cidade naquele período.
A escritura indica ainda que o estádio já se encontrava em construção no momento da lavratura do ato, reforçando o papel do documento como marco jurídico da consolidação do projeto. Ao detalhar limites, confrontações, destinação das áreas e obrigações das partes, o registro notarial garantiu segurança jurídica para a implantação de um dos principais equipamentos esportivos do interior paulista.
O Projeto Memórias Notariais amplia o acesso a informações históricas ao transformar documentos técnicos em fontes de leitura acessíveis ao público. A iniciativa se dedica a identificar, contextualizar e dar visibilidade a escrituras que ajudam a compreender como cidades e equipamentos urbanos foram juridicamente estruturados, revelando processos de ocupação do território, decisões institucionais e acordos formais que contribuíram para a conformação do espaço urbano ao longo do tempo.
Sobre o Projeto Memórias Notariais
O Projeto Memórias Notariais é uma iniciativa do Colégio Notarial do Brasil - Seção São Paulo (CNB/SP), criada em 2016 para resgatar, preservar e divulgar a história de São Paulo e do Brasil a partir de documentos históricos arquivados nos cartórios de notas. A ação valoriza escrituras públicas, testamentos e registros antigos, transformando esse acervo em conteúdo acessível por meio de exposições, pesquisas e produções editoriais, reforçando a importância do notariado na construção da memória cultural e social do país.
Para Daniel Paes de Almeida, vice-presidente do Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo, o Projeto Memórias Notariais amplia o acesso da sociedade a informações históricas ao valorizar o papel central da escritura pública: trazer segurança e perpetuidade aos atos jurídicos.
``A escritura pública exerce uma função fundamental na preservação da nossa história. É por meio dela que se conservam dados relevantes sobre a formação das cidades, a organização dos equipamentos urbanos e as decisões institucionais que moldaram o espaço urbano. O trabalho do projeto é justamente identificar, contextualizar e dar visibilidade a essas escrituras, permitindo que a sociedade compreenda os processos jurídicos e históricos que estruturaram o desenvolvimento urbano´´, afirma.






