terça-feira, 23 de junho de 2026

11ª rodada da Série C: G8 segue com os mesmos times. Guarani perde e segue liderando e Ferroviária subiu para quarta posição

 


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96 milhões na TV, 74 milhões no digital: a audiência da Copa nunca esteve tão pulverizada


Disputa entre Globo, CazéTV e novas plataformas reforça a necessidade de estratégias integradas, dados unificados e campanhas adaptadas ao consumo multiplataforma


A Copa do Mundo de 2026 marcará uma ruptura histórica no mercado brasileiro de mídia. Pela segunda vez desde 1998, a transmissão do principal evento esportivo do planeta deixará de estar concentrada em um único grupo de comunicação, consolidando um cenário que o mercado já vinha observando em outras frentes: a fragmentação definitiva da audiência.

A nova divisão dos direitos coloca a CazéTV como única plataforma com transmissão gratuita de todos os 104 jogos do torneio, enquanto Globo, SporTV e Globoplay exibirão pouco mais de 55 partidas, incluindo os jogos da Seleção Brasileira e a final. No SBT e N Sports terão um pacote adicional de partidas. 

A CazéTV chegou a transmitir alguns jogos durante a copa de 2022, mas é a primeira vez que, sozinha, consegue fechar todos os jogos.

A mudança representa muito mais do que uma redistribuição dos direitos de exibição. Ela simboliza uma transformação estrutural na forma como o público consome conteúdo e como as marcas precisam planejar seus investimentos.

O movimento já demonstra impacto financeiro relevante. Antes mesmo do início da competição, a CazéTV teria alcançado aproximadamente R$2 bilhões em receitas de patrocínio, evidenciando como novas plataformas passaram a disputar investimentos que historicamente estavam concentrados na televisão aberta.

Para Bruno Oliveira, COO da Adsplay, a Copa funciona como um retrato ampliado de um fenômeno que já acontece em toda a indústria de mídia.

``A discussão não é mais sobre TV versus digital. O comportamento do consumidor já ultrapassou essa divisão. Hoje ele acompanha uma transmissão na televisão, comenta nas redes sociais, assiste a conteúdos paralelos no celular e interage com diferentes plataformas ao mesmo tempo. A audiência deixou de estar em um único lugar´´, afirma.

O cenário acompanha a própria evolução do mercado publicitário. Segundo o Digital AdSpend 2026, estudo do IAB Brasil e da Kantar IBOPE Media, os investimentos em publicidade digital atingiram R$42,7 bilhões em 2025, crescimento de 12,7% em relação ao ano anterior. O levantamento reforça a consolidação de um ambiente cada vez mais distribuído entre diferentes canais, formatos e plataformas.

O fim da audiência concentrada exige novas campanhas

Durante décadas, grandes eventos esportivos funcionaram como pontos de concentração quase absoluta da atenção do público. Bastava uma inserção em horário nobre para alcançar milhões de pessoas simultaneamente. Essa lógica vem perdendo força. Na Copa de 2026, o torcedor poderá assistir ao mesmo jogo pela TV aberta, por plataformas de streaming, canais digitais, dispositivos móveis ou TVs conectadas. 

Ao mesmo tempo, poderá acompanhar comentários em redes sociais, consumir conteúdo de influenciadores e interagir com marcas em diferentes ambientes. Essa multiplicidade de telas muda a forma de construir campanhas. Em vez de apostar em mensagens únicas e massificadas, os anunciantes passam a trabalhar estratégias integradas, adaptando formatos, linguagem e objetivos para diferentes momentos da jornada do consumidor.

``O desafio não é apenas estar presente em vários canais. O desafio é entender o papel de cada canal dentro da estratégia e conseguir medir o impacto dessa operação de forma integrada´´, explica Bruno.

A mudança também amplia a importância da mensuração. Se antes a audiência era medida predominantemente por indicadores de alcance e pontos de televisão, agora entram em cena métricas relacionadas a atenção, engajamento, interação e conversão.

Nesse contexto, formatos interativos ganham relevância por oferecer uma camada mais profunda de leitura sobre o comportamento do consumidor. É justamente nessa direção que a Adsplay vem ampliando sua atuação por meio de soluções proprietárias de Rich Media, formatos que combinam criatividade, interação e mensuração dentro do ambiente programático.

Diferentemente dos modelos tradicionais de mídia digital, os formatos permitem acompanhar não apenas visualizações e cliques, mas também interações realizadas ao longo da experiência, tempo de engajamento e comportamento do usuário dentro do anúncio.

Recentemente, a tecnologia foi utilizada em uma campanha desenvolvida para a Faber-Castell, na qual os consumidores podiam navegar por diferentes produtos diretamente dentro da peça publicitária, ampliando o tempo de atenção e gerando novas camadas de dados para análise.

Segundo Oliveira, a evolução da mídia acompanha a própria fragmentação da audiência.

``Quanto mais distribuída fica a atenção do consumidor, maior se torna a necessidade de formatos capazes de gerar interação e produzir dados qualificados. Não basta mais apenas aparecer. É preciso entender como as pessoas estão se relacionando com a mensagem em cada ambiente.´´

Para a Adsplay, a Copa de 2026 consolida uma tendência que deve se tornar cada vez mais presente nos próximos anos: a substituição dos grandes pólos de audiência por ecossistemas distribuídos, nos quais mídia, dados, tecnologia e mensuração passam a ser elementos inseparáveis da estratégia das marcas. O diferencial competitivo deixa de estar apenas no alcance e passa a depender da capacidade de conectar diferentes canais, interpretar sinais de comportamento e transformar interação em inteligência de negócio.


Sobre a Adsplay

A Adsplay foi fundada em 2017 com o propósito de conectar pessoas e marcas por meio das mídias digitais. É um hub de mídia que oferece soluções do topo ao fundo do funil. Em junho de 2025 adquiriu a Pixel Roads, especializada na integração de canais de mídia digital com múltiplos formatos de anúncios em sistema integrado, simples e intuitivo, com o objetivo de oferecer soluções completas aos clientes.  Possui o Selo Great Place to Work (GPTW) e, hoje, conta com um time de aproximadamente 80 profissionais especializados, 750 clientes - entre agências e anunciantes, além da marca histórica de 15 bilhões de impressões operadas para anunciantes de diferentes setores, em múltiplas verticais.


 

Brasil x Escócia: César Sampaio lembra 1998 e diz que seleção ‘vai precisar ser resiliente para vencer os europeus’


O ex-volante César Sampaio tem muita história para contar sobre a Copa do Mundo. E o próximo adversário do Brasil, a Escócia, nesta quarta-feira (24), é uma velha conhecida. Em 1998, o titular daquela equipe brasileira viveu tarde de herói e vilão no Mundial na França.

Em entrevista exclusiva ao Bolavip Brasil, Sampaio contou como foi a experiência daquele jogo. Além de ser seu primeiro duelo em uma Copa do Mundo, a partida marcava a estreia da Seleção como a atual campeã em 1998. E o jogador teve uma montanha-russa de emoções.

``Eu me lembro disso como um sonho que se tornou realidade, tentando assimilar tudo o que estava acontecendo. Tínhamos um histórico fantástico naquele ciclo. Um filme passou pela minha mente, desde a minha infância até, de repente, me tornar protagonista no cenário mundial. Assim que começou a partida, foi uma das emoções intensas. Marquei o primeiro gol da Copa do Mundo em uma jogada ensaiada que havíamos treinado meticulosamente com Zagallo, na qual Júnior Baiano deveria desviar a bola no primeiro poste´´, emocionou-se.

Porém, em seguida, César cometeu pênalti que colocou a Escócia novamente no jogo. O erro rendeu muita bronca de seu maior torcedor: o próprio pai. No final, um gol contra salvou o triunfo brasileiro.

``Liguei para meu pai logo após o jogo, e ele imediatamente começou a me dar uma bronca por causa do pênalti que cometi. Ele sequer mencionou o gol que marquei! Apenas me deu uma bronca e tanto. A preparação antes do jogo tinha sido incrivelmente tensa, uma noite sem dormir. Todos sabíamos que, se cometêssemos um erro, seria uma gafe de proporções mundiais. Mas, felizmente, tudo acabou bem e vencemos por 2 a 1´´, revelou com bom humor.

Dicas para encarar a atual Escócia

Ao que tudo indica, a Seleção Escocesa que vai entrar em campo diante do Brasil é mais cascuda do que a de 1998. Com muitos jogadores com destaque no futebol europeu, César prevê um confronto mais técnico do que aquele de 1998.

``Com a Escócia, o modelo padrão é aquele futebol inglês. É mais jogando por uma bola, tentando um jogo mais direto. São jogadores, parte deles na defesa, os dois laterais, todos com experiência. E o goleiro que atua na Premier League. São jogadores com experiências e vivências que podem contribuir bastante para a evolução da seleção na competição. Mas, creio que está bem parecido. É um futebol inglês, mais de força e técnica´´, analisou, destacando um nome em individual:

``Eles têm, no meio-campo, o McGinn também, o capitão, que é um diferencial técnico no Aston Villa. Mas é mais aquele jogo direto, de posição física, bola parada perigosa, um jogo mais de contato. Uma equipe que, na grande maioria das vezes, joga compacta e reativa nas transições´´, concluiu.

Para Sampaio, mesmo sendo uma Escócia mais forte do que a de 1998, o Brasil mantém total favoritismo. Se vencer, o Brasil pode encerrar o Grupo C na liderança. O empate pode deixar os pentacampeões em primeiro ou segundo lugar do grupo, dependendo do resultado da partida entre Marrocos e Haiti.

``Enfim, é um jogo mais lógico. Vejo mais dificuldades com Marrocos do que com a Escócia. Mesmo assim, o Brasil jogando bem, sim, é o favorito. A Escócia é mais próxima daquilo que a gente já viu, um jogo apertado, um jogo de pouco espaço. O Brasil é melhor, mas vai precisar ser resiliente´´, completou.

Pela Seleção Brasileira, César Sampaio atuou em 47 partidas e marcou sete gols. Na Copa do Mundo de 1998 foram três gols assinalados.


Sobre o Bolavip Brasil

O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.

O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).








Foto: Alamy

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - terça-feira 23/6

 


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NEYMAR ESTÁ DE VOLTA APÓS A VITÓRIA DO BRASIL POR 3 A 0 CONTRA O HAITI! | ULISSES 7 E MEIA

 


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Do camisa 10 às seleções históricas: Minha Biblioteca reúne leituras para viver a Copa do Mundo de 2026 além dos gramados


Plataforma destaca obras sobre a história das Copas, grandes nomes do futebol, liderança esportiva e saúde mental dos atletas


Com a Copa do Mundo de 2026 atraindo a atenção de torcedores em todo o planeta, o interesse pelo universo do futebol também se estende para além dos jogos. Para quem deseja aprofundar esse olhar durante o torneio, a Minha Biblioteca, plataforma digital de livros acadêmicos e profissionais, disponibiliza obras que exploram diferentes dimensões do futebol. 

O acervo reúne títulos voltados tanto para apaixonados pelo esporte quanto para estudantes e profissionais interessados em compreender os aspectos históricos, culturais, econômicos e comportamentais que cercam a modalidade.

Confira algumas sugestões de leitura para acompanhar a competição sob novas perspectivas:

Os 11 maiores camisas 10 do futebol brasileiro, de Marcelo Barreto

O camisa 10 se tornou um dos maiores símbolos da identidade do futebol brasileiro. Nesta obra, Marcelo Barreto traça o perfil de jogadores que ajudaram a consolidar essa tradição, entre eles Pelé, Zico, Rivellino, Raí, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Kaká. O livro resgata momentos marcantes de suas carreiras e a influência que exerceram dentro e fora dos gramados.

As melhores seleções brasileiras de todos os tempos, de Milton Leite

As equipes campeãs de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002, além da emblemática seleção de 1982, são retratadas em uma obra que combina entrevistas, bastidores e relatos históricos. O livro ajuda a entender por que esses times permanecem entre os mais admirados do futebol mundial.

Marketing esportivo: uma visão estratégica e atual, de Marco Antônio Carvalho Alves de Siqueira

Além da paixão dos torcedores, o futebol movimenta uma das maiores indústrias do entretenimento mundial. A obra aborda conceitos e práticas do marketing esportivo, mostrando como clubes, federações, patrocinadores e organizadores de eventos utilizam estratégias para fortalecer marcas, gerar receitas e ampliar o engajamento do público.

Os 11 maiores técnicos do futebol brasileiro, de  Maurício Noriega

Muito além da área técnica, os treinadores são responsáveis por liderar grupos, definir estratégias e conduzir equipes em momentos decisivos. O livro apresenta alguns dos profissionais mais importantes da história do futebol brasileiro, destacando estilos de liderança, métodos de trabalho e conquistas.

As melhores seleções estrangeiras de todos os tempos, de Mauro Beting

As Copas do Mundo também foram construídas por seleções que deixaram um legado duradouro para o esporte. Mauro Beting apresenta equipes que revolucionaram a forma de jogar, como a Hungria de 1954, a Holanda de 1974, a Argentina de 1986 e a França de 1998, destacando suas características técnicas e o legado deixado para as gerações futuras.

Os 11 maiores goleiros do futebol brasileiro, de Luís Augusto Símon

As grandes defesas também fazem parte dos capítulos mais memoráveis do futebol. Nesta obra, Luís Augusto Símon revisita a trajetória de goleiros que se tornaram referência em suas posições, como Barbosa, Gilmar, Leão, Taffarel, Rogério Ceni, Marcos, Dida e Júlio César. A narrativa revela desafios, vitórias e episódios que marcaram suas carreiras.

Psiquiatria do esporte, de David R. McDuff e Helio Fádel

A preparação para grandes competições envolve muito mais do que treinamento físico e técnico. O livro discute temas como controle emocional, concentração, pressão por resultados e saúde mental, oferecendo uma visão aprofundada sobre fatores psicológicos que influenciam o desempenho de atletas de alto rendimento.

Com o catálogo, a Minha Biblioteca convida os leitores a explorar o futebol sob diferentes ângulos. Uma oportunidade para aproveitar o clima da Copa do Mundo de 2026 e descobrir histórias que ajudam a explicar por que o esporte segue mobilizando gerações em todos os continentes.


Sobre a Minha Biblioteca

A Minha Biblioteca (MB) tem experiência em atender ao mercado educacional e faz parte da jornada de sucesso de milhares de estudantes. Oferecemos uma plataforma integrada de conteúdo que cumpre com excelência as exigências do MEC, além de apoiar as IES na gestão de recursos educacionais. Como fazemos isso? Com tecnologia, inovação, suporte acadêmico e um acervo de livros digitais amplo e qualificado. Mais informações, acesse o site: minhabiblioteca.com.br





Fonte: Bendita imagem

segunda-feira, 22 de junho de 2026

2ª fase da Série D - Jogos de ida: só 7 mandantes venceram, com 11 vitórias dos visitantes e 14 empates!

 


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Vozinha e Cabo Verde viram sensações da Copa do Mundo de 2026


As duas primeiras rodadas da Copa do Mundo tem seu protagonista: Cabo Verde. Segundo levantamento exclusivo da Taboola, líder global em oferecer performance em escala para anunciantes, o interesse pelo termo registrou um salto de 677% na Open Web, acumulando 576 mil pageviews impulsionando sua estreia no torneio.

No centro desse fenômeno pop-esportivo está o goleiro Vozinha, que viu o interesse por seu nome explodir em  1.980% após o empate histórico contra a Espanha e o Uruguai. O arqueiro cabo verdiano, eleito o melhor em campo na estreia contra a Fúria, rapidamente furou a bolha do nicho tático também por sua conexão afetiva com o Brasil — fã declarado de Ivete Sangalo, novelas e batizado em homenagem a um ex-jogador do Botafogo —, motivando uma campanha digital que o fez ultrapassar a marca de 15 milhões de seguidores no Instagram.

``O ecossistema da Open Web mostra que o torcedor brasileiro consome o Mundial guiado por narrativas de forte humanização. A garra e o carisma da seleção de Cabo Verde e do goleiro Vozinha transformou a seleção africana em um dos maiores centros de gravidade de audiência do país neste início de torneio, rivalizando com o espaço dos gigantes do futebol´´, afirma José Luiz de Genova, Managing Director LATAM da Taboola.

Estreia amarga do Brasil tem brilho de Vini Jr. e cobrança por Endrick

Por outro lado, a estreia da Seleção Brasileira contra Marrocos trouxe o torcedor de volta à realidade da cobrança técnica e dos bastidores inflamados. O empate amargo, com desempenho abaixo do esperado, foi salvo pelo brilho individual de Vini Jr., que garantiu 12 milhões de pageviews e uma alta de 462% em interesse ao marcar o único gol para o Brasil.

Paralelamente, do banco de reservas, Endrick solidificou seu papel de fenômeno midiático ao acumular 2,1 milhões de pageviews e alta de 198%. O fato do jovem passar o jogo se aquecendo, sem ser utilizado pelo técnico Carlo Ancelotti gerou uma forte onda de cobrança por parte dos torcedores no ambiente digital.

Já na segunda rodada, o triunfo por 3 a 0 sobre o Haiti transformou a dinâmica de interesse na Open Web com novos protagonistas. Novidade na escalação, Matheus Cunha acumulou 329 mil pageviews (+73%) impulsionado por seus dois gols e pela curiosidade em torno de sua comemoração surfista. Por outro lado, Raphinha concentrou 787 mil pageviews (+63%) sob um viés de drama e incerteza, o atacante virou o centro das atenções digitais após ser alvo de duras críticas e sofrer uma lesão com risco de corte do Mundial.

Na abertura do campeonato, a arbitragem brasileira também virou pauta de grande repercussão. O árbitro Wilton Pereira Sampaio registrou um crescimento de 120.130% em interesse na Open Web, impulsionado por elogios e críticas à sua atuação no jogo entre México x África do Sul, onde aplicou três cartões vermelhos e viralizou nas redes por conta de um diálogo em inglês.

Corrida histórica pelo topo da artilharia histórica

Enquanto isso, a caça aos recordes históricos começou a desenhar uma batalha de titãs. Kylian Mbappé estreou marcando duas vezes contra o Senegal na vitória da França, fazendo o interesse pelo seu nome avançar 154%, gerando 891 mil pageviews. A resposta veio no mesmo nível com Lionel Messi, que anotou um hat-trick pela Argentina, igualou a marca de Miroslav Klose com 16 gols na artilharia histórica das Copas e acumulou 958 mil visualizações de páginas.

``Essa corrida implacável de craques como Messi e Mbappé pelo topo da história do futebol, somada aos grandes feitos da rodada, consolidou o torneio como o centro absoluto das atenções digitais. Diante de tantos recordes e do alto nível técnico logo na estreia, o torcedor brasileiro não quer perder nenhum detalhe, o que fez o interesse pelo termo 'jogos de hoje' disparar 3.085% na plataforma enquanto a audiência mapeia onde acompanhar cada espetáculo´´, finaliza Genova.


Sobre a Taboola 

A Taboola capacita empresas a crescer por meio de tecnologia de publicidade de performance que vai além de search e social, oferecendo resultados mensuráveis em escala. 

A Taboola trabalha com milhares de anunciantes que investem diretamente no Realize, sua plataforma publicitária avançada, alcançando 600 milhões de usuários ativos diariamente nos principais publishers do mundo. Grandes publishers como NBC News, Yahoo, e fabricantes de dispositivos como Samsung e Xiaomi, utilizam a tecnologia da Taboola para expandir sua audiência e receita, tornando o Realize uma solução única, com algoritmos especializados e alcance incomparável. 

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - segunda-feira 22/6

 


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sexta-feira, 19 de junho de 2026

Brasil x Haiti: Levantamento mostra que Seleção terá pela frente seu segundo pior adversário na história das Copas


Quando o Brasil entrar em campo para enfrentar o Haiti, estará frente a frente com o segundo pior ranqueado que a Seleção já enfrentou em Copas do Mundo. Com a terceira pior seleção a disputar um Mundial na história, de acordo com o ranking da Fifa, criado em 1992.

Levantamento do Bolavip Brasil descobriu que apenas na Copa do Mundo de 2010 o Brasil enfrentou um adversário pior ranqueado. A Coreia do Norte chegou ao Mundial e encarou os pentacampeões em uma posição ainda mais baixa no Ranking da Fifa do que o Haiti. Naquele ano, os norte-coreanos apareciam na posição número 105. O jogo terminou 2 a 0 para a Seleção Brasileira.

O Haiti, atualmente, é o 85º colocado. Nem a China, em 2002, estava tão mal colocada quanto o atual rival do Brasil. Os chineses chegaram para aquele Mundial na 50ª colocação, em uma colocação até surpreendente. A Seleção venceu por 4 a 0 o duelo pela fase de grupos.

Para se ter uma ideia, desde que o ranking da Fifa foi criado, essa seleção do Haiti que enfrentará o Brasil é a terceira pior colocada no ranking na história a disputar um Mundial. Pior que ela, apenas a Coreia do Norte, 105ª colocada no ranking quando jogou o torneio em 2010, e a Arábia Saudita, que jogou a Copa de 2014 como a número 90 do mundo.

Nos mata-matas, Gana foi a pior ranqueada que chegou a encarar o Brasil. No Mundial de 2006, os africanos estavam na posição número 48 e perderam nas oitavas de final por 3 a 0.

Holanda foi a ‘melhor’ rival

Se este ano o Brasil enfrentará seu adversário com o segundo pior ranqueamento na história, o mesmo não se pode dizer do que ocorreu na Copa do Mundo de 1994. Na edição em que o Brasil faturou o tetra, a seleção holandesa chegou como uma das favoritas à taça na segunda colocação no ranking, uma à frente do próprio Brasil.

Recentemente, no Mundial de 2018 na Rússia, a Bélgica eliminou o Brasil na semifinal com a terceira colocação no Ranking da Fifa. A forte geração belga ficou pelo caminho para a França na semifinal do torneio e não conquistou seu primeiro título.

A eliminação do Brasil na fase de mata-mata diante da pior seleção ranqueada aconteceu para a Croácia na última Copa do Mundo. Os croatas, que eram atuais vice-campeões do torneio, chegaram para encarar a Seleção, nas quartas de final, na 12ª posição.

Em 2014, o Brasil perdeu para a Holanda a disputa de terceiro e quarto lugar quando os rivais eram o número 15 no ranking da Fifa.


Veja o Top10 dos piores ranqueados contra o Brasil em Copas do Mundo:


Coreia do Norte, 2010 - 105º colocado

Haiti, 2026 - 85º colocado

Camarões, 2014 - 56º colocado

China, 2002 - 50º colocado

Gana, 2006 - 48º colocado

Camarões, 2022 - 43º colocado

Austrália, 2006 - 42º colocado

Escócia, 1998- 41º colocado

Escócia, 2026 - 38º colocado

Sérvia, 2018 - 34º colocado


Sobre o Bolavip Brasil

O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.

O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).

 

Museu do Futebol reúne torcidas autistas em exibição de Brasil x Escócia


Transmissão gratuita do jogo é aberta a todos, mas recebe especialmente cerca de 100 pessoas de torcidas e coletivos que defendem inclusão e cultura de paz


O Museu do Futebol transforma o dia 24 de junho em uma grande celebração para a transmissão da partida Brasil x Escócia, às 19h, pela Copa do Mundo, com uma ação que coloca a inclusão no centro da experiência. A exibição é aberta a todas as pessoas, mas a instituição receberá, especialmente, cerca de 100 integrantes de torcidas autistas de quatro clubes paulistas – Autistas Alvinegros, Autistas Alviverdes, Sou Tricolor Autista e Santos Inclusão – que vão deixar a rivalidade de lado para torcer pelo Brasil, não apenas juntas, mas vestindo uma mesma camisa amarela criada especialmente para a ocasião.

Localizado no Estádio do Pacaembu, na capital paulista, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo.   

Referência em acessibilidade e inclusão, o Museu do Futebol preparou o ambiente do auditório para o acolhimento e convivência dos grupos, que virão em ônibus oferecidos pelo museu. Cada torcida vem de um ponto de encontro próprio, para se encontrar na festa pouco antes de a partida começar, numa celebração não apenas ao Brasil, mas à cultura de paz no futebol.

``A expectativa é grande, tanto pela vitória do Brasil quanto por essa experiência inédita que o Museu do Futebol está proporcionando ao público neurodivergente. Acredito que será um momento de muita alegria, compartilhamento e diversão para todas as famílias presentes. Agradeço imensamente ao Museu do Futebol por tornar possível uma iniciativa tão especial e inclusiva´´, disse Barbara Luise da Silva, da torcida Autistas Alviverdes. 

Para Rosângela Barbosa, do Tricolor Autista, o convite do Museu gerou grande expectativa no grupo:

``A torcida Sou Tricolor Autista já está na contagem regressiva para o jogo Brasil x Escócia. Será uma experiência acessível e inclusiva. A expectativa é viver cada lance com conforto, emoção e muita alegria.´´ 

A transmissão acessível para pessoas autistas é aberta também a outras pessoas, bastando se inscrever através deste link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdbFNtjx-rrRsi-LLJdpxXvYCI8dKm1AZBOn7TX7JayGryagw/viewform. As vagas são limitadas à lotação do espaço.   

Jogo em clima de “Sessão Azul” 

As chamadas “sessões azuis” no cinema são iniciativas pensadas para oferecer um ambiente acolhedor, confortável e livre de julgamentos, especialmente para pessoas autistas e seus familiares. A proposta busca respeitar questões sensoriais, proporcionando uma experiência mais segura e tranquila. Inspirado nesse conceito, o Museu do Futebol fez essa adaptação para a exibição do jogo do Brasil, criando um ambiente mais acessível para quem costuma se sentir sobrecarregado com os estímulos típicos dos dias de partida. 

Durante o jogo, o auditório ficará com luzes acesas e volume de som reduzido. Serão disponibilizados protetores auriculares, para quem precisar. Todos os participantes terão liberdade para circular pelo ambiente. O objetivo é garantir que mais pessoas possam vivenciar a emoção de torcer pela Seleção Brasileira com conforto, respeito e acolhimento. 

A transmissão é gratuita e aberta ao público, integrando a programação especial do museu durante o período da Copa do Mundo. Neste dia, para esperar o Brasil entrar em campo, o museu fica aberto até 18h45, tanto a exposição principal quanto a temporária Amarelinha, que conta a história da camisa amarela do Brasil. A entrada será permitida até 17h45.  

O espaço contará com atividades temáticas voltadas a torcedores de todas as idades. Ao longo do dia, o público poderá aproveitar uma programação gratuita com atividades culturais e educativas, como jogos temáticos sobre seleções e Copas do Mundo e com roda de chorinho.  Além da partida do Brasil, haverá também exibição de Suíça x Canadá (no telão) e Bósnia Herzegovina x Catar (auditório), ambas às 16h.  

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL  

Quarta-feira, 24 de junho 

9h às 21h | Pracinha da Copa 

Jogos, atividades educativas, roda de samba antes e no intervalo das partidas e área de convivência com venda de comidas e bebidas. 

9h às 15h | Exibição de filmes e jogos antigos 

11h, 14h e 17h | Visitas educativas para o público espontâneo 

Grupos de até 20 pessoas, por ordem de chegada. 

Ponto de encontro: Sala Grande Área. 

Jogos educativos temáticos 

11h | Mascotes e Bandeiras 

14h | Memoryball (escudos e seleções) 

17h | Mundo das Copas 


16h | Transmissões de jogos da Copa 

Suíça x Canadá (telão) 

Bósnia Herzegovina x Catar (auditório) 


18h | Roda de chorinho com Bob Mendes 


9h às 18h45 | Exposições 

Entrada permitida até 17h45 

Funcionamento da exposição principal e da temporária Amarelinha. 


19h | Brasil x Escócia 

Transmissão ao vivo no telão e auditório 

Auditório com Autistas Alvinegros, Autistas Alviverdes, Sou Tricolor Autista e Santos Inclusão. 


SERVIÇO  

Museu do Futebol   

Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo   

De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)   

Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)   

R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)   

Crianças até 7 anos não pagam   

Grátis às terças-feiras   

Garanta o ingresso pela internet:   

Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas   


SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL   

Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol possui salas expositivas que instigam o visitante a experimentar sensações e compreender por que, no Brasil, o futebol é mais do que um esporte: é nosso patrimônio, parte de nossa cultura e de nossa identidade.   

O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.    

PATROCINADORES E PARCEIROS  

A temporada 2026 do Museu do Futebol conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio do Grupo Globo, Mercado Livre, Coca-Cola FEMSA Brasil, Sabesp; apoio da Farmacêutica EMS, do Itaú Unibanco; Arkema; do Pinheiro Neto Advogados, Universidade Santo Amaro (Unisa), Goodyear, Shopping Cidade São Paulo e Adidas. Conta ainda com o Pacaembu Autopeças como empresa parceira e dos parceiros de mídia, Rádio TMC, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux.  O Museu do Futebol é realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.  

quinta-feira, 18 de junho de 2026

10ª rodada da Série C: Ferroviária entra no G8, que conta com os 4 clubes paulistas. Guarani é o líder isolado!

 

Guarani


CLIQUE AQUI e confira o vídeo com os 10 jogos da rodada:

13ª rodada da Série B: São Bernardo recupera liderança, com Vila Nova e Sport colados. Botafogo reage!

 

São Bernardo

CLIQUE AQUI e acompanhe a análise dos 10 jogos:

Portuguesa acerta a contratação do atacante Thiago Rubim para sequência da Série D

 



A Portuguesa segue reforçando seu elenco para a sequência decisiva do Campeonato Brasileiro Série D. O mais novo integrante do setor ofensivo rubro-verde é o atacante Thiago Rubim, de 27 anos, que chega por empréstimo junto ao Pouso Alegre-MG até o término da competição nacional.

Adversário da Lusa na atual edição do campeonato, Rubim desembarca no Canindé após disputar Estadual e a Série D pelo clube mineiro. No Brasileiro, o atacante entrou em campo em nove oportunidades e marcou um gol.

Atuando preferencialmente pelos lados do campo, Thiago Rubim se destaca pela velocidade, capacidade de enfrentamento no duelo individual e poder de desequilíbrio no último terço do gramado, características que chegam para ampliar as opções ofensivas da equipe comandada por Ademir Fesan.

Com passagens por tradicionais clubes do interior paulista, o atacante acumulou experiências por equipes como Linense, Velo Clube, Juventus, Rio Claro, Grêmio Prudente e São José, construindo uma trajetória marcada pela regularidade e pelo conhecimento do futebol nacional.


Vice-presidente de futebol da Portuguesa SAF, Tadeu Oliveira Jr destacou a importância da chegada do novo reforço para este momento da temporada.

``A contratação do Thiago Rubim atende a uma necessidade que identificamos de fortalecer o nosso setor ofensivo. É um jogador que está em ritmo de competição, apresentou-se bem na atual edição da Série D e reúne condições para qualificar ainda mais o ataque da Portuguesa neste momento decisivo da competição´´, afirmou.

Thiago Rubim já se apresentou à comissão técnica e embarcou com a delegação rubro-verde para o confronto diante do Sampaio Corrêa (RJ), válido pela segunda fase do Campeonato Brasileiro Série D.






Foto: Wesley Bettencourt | Portuguesa SAF

Com 1 bilhão de euros em salários desde 2014, Cristiano Ronaldo é o jogador mais rico da Copa do Mundo


Cristiano Ronaldo pode ainda não ter sido campeão como Messi e Mbappé e nem estar brigando pela artilharia geral das Copas do Mundo, como os astros da Argentina e da França. Mas, em um ranking, o português é imbatível: Cristiano Ronaldo é o jogador competindo no Mundial com o maior valor acumulado em salários e bônus ao longo da carreira, descobriu levantamento do Bolavip Brasil. Quando o assunto é fortuna, CR7 é o número 1.

O estudo vasculhou os ganhos dos principais craques envolvidos na disputa da Copa do Mundo desde a temporada 2013-2014, somando salários e bônus. E descobriu que Cristiano Ronaldo acumulou no período incríveis 1 bilhão de euros nas passagens por Real Madrid, Juventus, Manchester United e Al Nassr.

Mbappé e Messi completam o pódio da riqueza na Copa do Mundo

A ida para a Arábia Saudita, em 2023, foi a principal responsável pela diferença entre a riqueza acumulada por Cristiano Ronaldo com salários e bonificações e pelos outros principais jogadores do futebol mundial. Para se ter uma ideia, no período, o craque português embolsou mais do que De Bruyne (Bélgica), Neuer (Alemanha), Haaland (Noruega) e Modric (Croácia) somados.

O segundo jogador a acumular a maior fortuna no período foi o francês Kylian Mbappé, com 673,7 milhões de euros. Boa parte desse valor veio de quando renovou contrato com o Paris Saint-Germain pela última vez, por mais de 130 milhões de euros por temporada.

Em terceiro, está Messi. O craque da Argentina recebeu 667,9 milhões de euros entre salário e bonificações de 2014 em diante. No período, atuou por Barcelona, Paris Saint-Germain e Inter Miami.

Brasileiro médio precisaria trabalhar por 135 mil anos para ganhar o que Cristiano Ronaldo ganhou em 12

Neymar é o jogador brasileiro mais bem colocado neste ranking. O camisa 10 da seleção brasileira acumulou 507,8 milhões de euros desde 2014, ocupando a quarta colocação na lista dos dez mais ricos do Mundial. A fortuna do craque seria maior e sua posição no ranking seria melhor se não tivesse tido a passagem pelo Al Hilal, da Arábia Saudita, interrompida antes do previsto, por causa das lesões. Ao retornar ao Santos, em 2025, Neymar voltou a receber no mesmo patamar de quando chegou ao Barcelona, em 2014.

A perda nos vencimentos não quer dizer que Neymar tenha do que reclamar. O brasileiro médio, com renda mensal de R$ 3,7 mil em 2026, de acordo com o IBGE, precisaria trabalhar por 135 mil anos para arrecadar o que Cristiano Ronaldo arrecadou em 12. Se fosse para ganhar o mesmo que o jogador do Santos, o brasileiro médio trabalharia 67 mil anos.

Os 10 jogadores mais ricos da Copa (salários e bônus acumulados desde 2014)*:

1 - Cristiano Ronaldo (Portugal): 1 bilhão de euros

2 - Kylian Mbappé (França): 673,7 milhões de euros

3 - Lionel Messi (Argentina): 667,9 milhões de euros

4 - Neymar (Brasil): 507,8 milhões de euros

5 - Kevin De Bruyne (Bélgica): 249,3 milhões de euros

6 - Manuel Neuer (Alemanha): 244,9 milhões de euros

7 - Erling Haaland (Noruega): 242,2 milhões de euros

8 - Riyad Mahrez (Argélia): 231,6 milhões de euros

9 - Luka Modric (Croácia): 228,3 milhões de euros

10 - Sadio Mané (Senegal): 202,3 milhões de euros


*Dados extraídos do site especializado Capology

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TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - quinta-feira 18/6

 


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quarta-feira, 17 de junho de 2026

Seleção dos EUA na Copa reflete a força da imigração na construção do país


Mapa mostra que quase metade dos jogadores da equipe americana tem raízes familiares em outros países; para especialista, história reforça o papel da imigração na identidade dos Estados Unidos


Um levantamento divulgado pela revista Newsweek revelou que 12 dos 26 jogadores da seleção masculina dos Estados Unidos que disputa a Copa do Mundo de 2026 possuem origens imigrantes ou diaspóricas ligadas a oito países diferentes. O mapa mostra conexões familiares e culturais que atravessam continentes e ajudam a contar uma história maior do que a do futebol: a própria formação da sociedade americana.

Para o advogado licenciado nos EUA, Brasil e Portugal, professor de pós-graduação em Direito Migratório, mestre em Direito nos EUA pela University of Southern California e CEO da Bicalho Consultoria Legal, Dr. Vinícius Bicalho, a composição da equipe americana evidencia uma característica histórica do país.

``A seleção americana na Copa mostra uma verdade simples: a imigração não é uma nota de rodapé na história dos Estados Unidos. Ela é parte central da identidade, da economia, da cultura e até do esporte americano.´´

Segundo ele, o futebol oferece uma representação particularmente visível dessa realidade porque é um esporte global, que acompanha os fluxos migratórios e as transformações demográficas das sociedades.

Um retrato da sociedade americana

A reportagem destaca que os jogadores possuem vínculos familiares com diferentes regiões do mundo, refletindo décadas de imigração que ajudaram a moldar os Estados Unidos. Em um país construído por sucessivas ondas migratórias, a diversidade presente na seleção nacional acaba funcionando como um retrato da própria população americana.

Para Vinícius Bicalho, a presença desses atletas demonstra como a integração de diferentes comunidades fortalece o país.

``Quando observamos a trajetória de muitos desses jogadores, vemos histórias que se repetem em milhões de famílias americanas: pessoas que chegaram em busca de oportunidades, construíram suas vidas e hoje fazem parte da identidade nacional. O esporte apenas torna essa realidade mais visível.´´

Muito além do futebol

A Copa de 2026 possui um simbolismo especial porque acontece em solo americano. Para o especialista, isso amplia o significado da seleção como representante não apenas de um país, mas também de uma sociedade formada por diferentes culturas e nacionalidades.

``Os Estados Unidos sempre atraíram talentos, empreendedores, profissionais qualificados e famílias do mundo inteiro. Essa capacidade de integrar diferentes origens é um dos fatores que explicam a força econômica, científica, cultural e esportiva do país.´´

O advogado destaca que esse cenário ajuda a explicar por que tantas pessoas continuam enxergando os Estados Unidos como um destino de oportunidades.

``A imigração legal sempre teve um papel importante na renovação econômica e social americana. O que vemos nesse elenco é um reflexo de algo muito maior: pessoas de diferentes origens contribuindo para construir um mesmo projeto de país.´´

Segundo o especialista, a experiência americana demonstra que diversidade, circulação de talentos e troca de conhecimentos são fatores que impulsionam o crescimento de pessoas, empresas e instituições.

``O mundo está cada vez mais conectado. Quem compreende diferentes culturas, mercados e sistemas jurídicos amplia suas possibilidades profissionais. A internacionalização deixou de ser uma tendência e passou a ser uma estratégia de crescimento.´´

Uma mensagem que vai além da Copa

O mapa divulgado pela Newsweek acaba transmitindo uma mensagem que ultrapassa o universo esportivo.

``Quando a seleção entra em campo, ela representa os Estados Unidos. Mas também representa histórias de famílias que cruzaram fronteiras, superaram desafios e ajudaram a construir o país. É uma lembrança de que a diversidade não é exceção na sociedade americana. Ela faz parte da sua essência,´´ conclui Vinícius Bicalho.


Quem é Vinícius Bicalho


• Advogado licenciado nos EUA, Brasil e Portugal;

• Sócio fundador da Bicalho Legal Consulting P.A.;

• CEO da Bicalho Consultoria Legal;

• Mestre em Direito nos EUA pela University of Southern California;

• Mestre em Direito no Brasil pela Faculdade de Direito Milton Campos (MG);

• Membro da AILA – American Immigration Lawyers Association;

• Responsável pelo Guia de Imigração da AMCHAM;

• Professor de pós-graduação em Direito Migratório;

• O único advogado brasileiro citado na lista de “profissionais confiáveis” dos principais jornais americanos, como The New York Times, The Wall Street Journal, The Washington Post, USA Today e Los Angeles Times.


Sobre a Beyond Borders

A Beyond Borders é um programa premium de expansão internacional de carreira criado para advogados brasileiros já consolidados profissionalmente e que desejam desenvolver posicionamento global, networking estratégico e atuação conectada ao mercado jurídico internacional. O projeto reúne conteúdos estratégicos, acompanhamento próximo e conexões de alto nível voltadas à internacionalização de carreiras jurídicas e construção de autoridade em mercados globais.


Sobre a Bicalho Consultoria Legal

Empresa com ampla experiência em processos migratórios para os Estados Unidos e Portugal, com escritórios no Brasil, em Portugal e nos EUA. Oferece soluções para empresas, empreendedores e profissionais liberais, incluindo assessoria jurídica, consultoria empresarial, tributária e trabalhista, além de planejamento patrimonial e internacionalização de negócios, carreiras e famílias.





Fonte: CM Press

União de Mogi perde 3 pontos no TJD e corre o risco de ficar fora das oitavas da Bezinha


O União de Mogi das Cruzes, que estava classificado às oitavas de final da popular Bezinha, o Campeonato Paulista da Segunda Divisão Sub 23, perdeu três pontos nesta quarta-feira (17/6) no Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo. O motivo foi o mesmo da punição feita ao Guarulhos, que perdeu 12 pontos: inscrição de quatro (três são permitidos) jogadores acima dos 23 anos na partida contra o Mauaense. Agora, para se classificar, vai precisar pelo menos do empate na última rodada.

Na oportunidade, o União de Mogi foi derrotado por 1 a 0. Mesmo assim, por ter um jogador a mais que o permitido no regulamento, o clube perdeu 3 pontos (a irregularidade aconteceu em apenas uma partida). O caso pode ser recorrido no STJD, no Rio.

Na 
denúncia feita ao União de Mogi, na partida contra o Mauaense estava inscritos o meia Gustavo Fernandes, de 24 anos; o atacante Vitinho, de 25; o lateral Alexandre, de 24; e o meia Matheus Souza, de 24 anos. Ou seja, o clube excedeu o número máximo permitido pelo regulamento.

Com a punição, o União de Mogi, que neste sábado (20), às 15 horas, em casa, enfrenta o líder, classificado e invicto Itaquaquecetuba, terá de pelo menos empatar para se classificar. A derrota pode causa a eliminação se o Manthiqueira superar, em Guaratinguetá, o Mauaense.

CLASSIFICAÇÃO DO GRUPO 4

1º ITAQUAQUECETUBA - 25 pontos (classificado)
2º MAUÁ - 13 pontos (classificado)
3º MAUAENSE - 12
4º UNIÃO DE MOGI - 11
5º MANTHIQUEIRA - 11 
6º BARCELONA - 0


10ª e última rodada - sábado (20), 15 horas

UNIÃO DE MOGI X ITAQUA
MANTHIQUEIRA X MAUAENSE
MAUÁ X BARCELONA