terça-feira, 16 de dezembro de 2025
segunda-feira, 15 de dezembro de 2025
domingo, 14 de dezembro de 2025
sábado, 13 de dezembro de 2025
Seis partidas abrem a 56ª edição da Copinha Sil 2026 no dia 2 de janeiro
Seis partidas abrem a 56ª edição da Copinha Sil 2026 no dia 2 de janeiro. Bicampeã da maior competição de base do mundo, a Ponte Preta estreia diante do Coritiba-PR pelo Grupo 14.
O primeiro jogo da competição será entre Meia Noite e Real-RR, às 8h45, pelo Grupo 14, com sede em Patrocínio Paulista. Pela mesma chave, Ponte Preta e Coritiba-PR duelam às 11h.
Outros dois grupos também movimentarão o primeiro dia de competição. Pelo Grupo 2, em Votuporanga, o time da casa receberá o Galvez-AC, às 15h45, enquanto o Grêmio-RS fará o duelo diante do Falcon-SE.
Já pelo Grupo 4, em Bálsamo, Mirassol e Forte-ES se enfrentarão às 16h15. Um pouco mais tarde, às 18h30, Sport-PE e Linense também entrarão em campo no primeiro dia de Copinha Sil.
Maior campeão da competição, o Corinthians fará a sua estreia no dia 3, em Jaú, contra o Trindade-GO, às 14h45. Vencedor da última edição, o São Paulo estará sediado em Sorocaba e entrará em campo somente no dia 4, diante do Maruinense-SE, às 11h.
Tricampeão, o Santos é outro clube a estrear no dia 4. A equipe da Baixada Santista jogará diante do Real Brasília-DF, às 19h30, em São Carlos. Bicampeão do torneio, o Palmeiras jogará somente no dia 5, em Barueri. O primeiro confronto alviverde será contra o Monte Roraima-RR.
Confira os jogos do primeiro dia de Copinha Sil 2026:
2 de janeiro
Grupo 2
15h45
Votuporanguense x Galvez-AC - YouTube Paulistão
18h
Grêmio-RS x Falcon-SE - CazéTV
Grupo 4
16h15
Mirassol x Forte-ES - YouTube Paulistão
18h30
Sport-PE x Linense - Xsports
Grupo 14
8h45
Meia Noite x Real-RR - YouTube Paulistão
11h
Coritiba-PR x Ponte Preta - Xsports
Clique aqui e confira o regulamento - 56ª Copinha Sil 2026
Clique aqui e veja a tabela - 56ª Copinha Sil 2026
São José empata jogo-treino contra o Paulista em Jundiaí
Após a sexta semana de pré-temporada visando o Campeonato Paulista da série A2 de 2026, o São José participou na manhã deste sábado (13/12) de um jogo-treino contra o Paulista, que vai disputar a Série A3, no estádio Jayme Cintra, na cidade de Jundiaí. Com gol de Michael Paulista, a Águia do Vale empatou o compromisso por 1 a 1.
A atividade contou com 2 tempos de 45 minutos e o técnico Marcelo Marelli teve a oportunidade de dar ritmo de jogo a todo o elenco, incluindo o atacante Rodrigo Carioca, recuperado de lesão. O lateral esquerdo Felippe Borges e o meia atacante Gabriel Ramos, que se recuperam de lesões, não participaram do teste.
``O Paulista tem time muito forte e foi grande adversário para o nosso elenco. Dentro da pré-temporada, esse tipo de amistoso é muito valioso para o desenvolvimento do grupo. É o momento em que todos tem a oportunidade de ganhar ritmo de jogo e executar aquilo que treinamos durante a semana. E independente do resultado, jogar contra adversário que te respeita e também quer testar o seu time é o mais importante´´, destacou o técnico Marcelo Marelli.
O São José retoma os treinos na próxima segunda-feira (15), no período da tarde, para abrir sua sétima semana de preparação. O próximo jogo-treino da equipe será diante do Atlético Joseense, da Série A4 do Paulista, na manhã de sexta-feira (19), no estádio Martins Pereira. E a atividade poderá ser acompanhada pelos sócios torcedores do clube (em breve a forma de credenciamento será divulgada nas redes sociais do São José).
Fonte: assessoria de imprensa do São José
Everton Cebolinha admite ansiedade para enfrentar o PSG
O primeiro passo o Flamengo já deu. Venceu o Cruz Azul, pelo Derby das Américas, e agora enfrentará o Pyramids, do Egito, na Challenger Cup, neste sábado (13/12). Uma vitória sobre os africanos é o que falta para os rubro-negros chegarem ao lugar que realmente ambicionam em 2025: o de serem testados contra o terceiro grande clube europeu em um ano. No caso, o Paris Saint-Germain, da França.
Em entrevista ao Bolavip Brasil, depois da partida contra os mexicanos, Everton Cebolinha admitiu a ansiedade pelo confronto contra os franceses, numa eventual final da Copa Intercontinental de Clubes.
``É difícil não pensar no PSG, mas temos de seguir focados jogo a jogo. Mas obviamente que tem a ansiedade (pela partida contra os franceses). Vamos nos preparar para esse jogo para que a gente tenha condições de ganhar, como foi contra o Chelsea, no Super Mundial. E como foi contra o Bayern, que enfrentamos de igual para igual´´.
Na Copa do Mundo de Clubes da Fifa, o Flamengo teve a chance de bater de frente com duas potências europeias. Na fase de grupos, encarou o Chelsea e emplacou uma vitória de 3 a 1 sobre os ingleses. Nas oitavas de final, caiu diante do Bayern de Munique, que venceu os cariocas por 4 a 2.
O jogo contra o Paris Saint-Germain, caso ocorra, será a chance de desempatar os confrontos entre Flamengo e europeus em 2025. Será também a oportunidade para os jogadores rubro-negros se testarem contra alguns de seus jogadores favoritos. Como é o caso de Everton Cebolinha, que tem em Dembélé uma referência.
``Dembélé é um cara que eu gosto muito. Tem o um contra a um que eu gosto, admiro jogadores com esse estilo de jogo. Doué também é craque de bola. Posso falar que eu gosto de praticamente todos os jogadores do time, são jogadores de extrema qualidade. Enfrentar jogadores desse nível eleva o nosso nível também. Então vai ser um privilégio jogar contra eles, se chegarmos até a final´´, finalizou Everton Cebolinha.
Depois de uma temporada irregular, o atacante rubro-negro vem crescendo nas partidas finais de 2025. Contra o Cruz Azul, teve seu nome chamado pela torcida no estádio Ahmad bin Ali. Ele entrou no segundo tempo e correspondeu, ajudando o Flamengo a se recuperar do primeiro tempo ruim e a vencer o time mexicano por 2 a 1, com dois gols de Arrascaeta.
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
Tabela básica e regulamento do Paulistão A4 estão definidos
A tabela básica de jogos do Paulistão A4 2026 está definida. A competição tem início no primeiro final de semana de fevereiro e a decisão está prevista para o dia 10 de maio. Todas as 134 partidas terão transmissão ao vivo no canal do Paulistão no YouTube.
Com a manutenção do modelo do campeonato, as 16 equipes se enfrentam em turno único na primeira fase, classificando as 8 melhores ao mata-mata. As quartas, semi e finais do Paulistão A4 serão decididas em jogos de ida e volta, com as equipes de melhores campanhas tendo a vantagem do empate no placar agregado e mandando o segundo jogo em casa.
Campeão e vice da Bezinha desta temporada, Tanabi e Ecus estreiam diante de Lemense e Comercial, respectivamente, ambos rebaixados da Série A3 neste ano. Semifinalistas em 2025, Araçatuba e Nacional jogam fora de casa diante de Grêmio São-Carlense e Jabaquara.
Inter de Bebedouro, Barretos, Penapolense e Vocem estreiam em casa diante de São Caetano, Colorado Caieiras, Joseense e Taquaritinga, respectivamente.
Clique aqui e confira a tabela básica do Paulistão A4
Clique aqui e conheça o regulamento do Paulistão A4 2026
Fair Play Financeiro desafia clubes endividados e põe à prova a maturidade do futebol brasileiro
Por João Antonio de Albuquerque e Souza, advogado e ex-presidente do TJD-AD (Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem)
A adoção do Fair Play Financeiro no futebol brasileiro marca um dos movimentos regulatórios mais relevantes da última década, mas também expõe a complexidade estrutural de um setor historicamente marcado por dívidas, falta de transparência e decisões tomadas sem lastro financeiro. A medida, prevista para começar a valer em janeiro de 2026, chega com a promessa de modernizar a gestão e reduzir distorções competitivas, porém seu impacto real dependerá menos da norma escrita e mais da capacidade das instituições de aplicá-la sem exceções.
Há anos, o futebol nacional convive com um paradoxo: clubes endividados continuam contratando, gastando e acumulando déficits sucessivos, enquanto outros tentam se manter dentro de limites financeiros, mas competem em condições desiguais. De acordo com a consultoria Sports Value, o endividamento total dos clubes brasileiros ultrapassou a marca de R$ 12 bilhões ao fim do ano passado, quando o montante era de quase R$ 10 bilhões, com Corinthians e Atlético Mineiro liderando a lista dos mais endividados.
Essa nova regulamentação tenta enfrentar essa lógica, estabelecendo limites claros, como o teto de 70% da receita para gastos com salários e amortização de direitos de atletas, e exigências para que a dívida de curto prazo não ultrapasse 45% da receita do exercício anterior. A introdução dessas travas, no entanto, evidencia o tamanho do problema. Muitos clubes operam com déficits crônicos, estruturas inchadas e departamentos administrativos incapazes de manter padronização contábil mínima.
Quando a CBF anuncia que, entre as principais sugestões do grupo de trabalho, estão justamente “pagamentos em atraso” e “padronização contábil”, revela-se o quão distante ainda estamos de uma governança minimamente consolidada. A proposta de punições progressivas, que vão desde advertências e multas até transferban, perda de pontos e rebaixamento, representa um avanço, mas traz consigo um teste decisivo, que é a isonomia.
Na prática, o sistema só ganhará credibilidade quando um clube grande, popular e politicamente influente for punido da mesma maneira que qualquer outro. Caso contrário, o Fair Play corre o risco de se tornar mais um regulamento simbólico, importante no discurso, mas ineficaz na aplicação. E há ainda um desafio adicional que são os clubes em Recuperação Judicial, em que a regulamentação prevê regras específicas, como limitação da folha salarial e equilíbrio financeiro nas janelas de transferência, permitindo contratações apenas quando houver compensação financeira equivalente.
Medidas como essa tentam impedir que a crise estrutural se agrave, mas também escancara a fragilidade de um mercado onde parte significativa das instituições chegou ao colapso administrativo. A implementação gradual, prevista até 2029, é outro ponto que divide opiniões, pois, se por um lado permite adaptação e evita um choque imediato em estruturas frágeis, por outro, prolonga um modelo que já não se sustenta. O futebol brasileiro vive um ciclo permanente de urgência: clubes gastam mais do que arrecadam, apostam em soluções de curto prazo e repetem erros que os afastam da sustentabilidade de longo prazo.
O Fair Play Financeiro, em essência, não pretende impedir investimentos ou limitar a competitividade, mas forçar responsabilidade. Ao centralizar dados, padronizar processos e exigir previsibilidade, cria-se um ambiente em que decisões deixam de ser tomadas com base apenas na euforia esportiva e passam a respeitar critérios técnicos de viabilidade. Para o torcedor, isso significa menos temporadas de euforia seguidas de colapsos; para o mercado, mais seriedade e segurança jurídica.
No fim, essa adoção não é apenas uma mudança normativa, mas um termômetro de maturidade institucional. O sucesso do modelo dependerá da rigidez na fiscalização, da transparência das informações e da capacidade de aplicar sanções sem distinção. Se funcionar, o futebol brasileiro dá um passo real rumo à profissionalização. Se falhar, continuará preso ao círculo vicioso que combina paixão, improviso e crise permanente, um jogo no qual todos perdem, inclusive o espetáculo.
*João Antonio de Albuquerque e Souza é atleta olímpico, graduado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e mestre em Direito e Justiça Social pela UFRGS. É ex-Presidente do Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem (TJD-AD) e sócio fundador do escritório Albuquerque e Souza. Com expertise em Direito Civil, Trabalhista e Desportivo, sua atuação abrange temas como contratos e responsabilidade civil
Um dos destaques do Guarani em 2025, Diego Torres inicia pré-temporada e projeta próximo ano
O Guarani iniciou, na semana passada, a preparação para a temporada de 2026. Entre os jogadores que se reapresentaram no Brinco de Ouro está o meia Diego Torres, um dos destaques do Bugre na última Série C do Campeonato Brasileiro e nome apontado como uma das referências técnicas da equipe para o próximo ano.
Na campanha da Série C, o argentino teve papel decisivo, especialmente na segunda fase da competição. Diego Torres participou diretamente de gols em três jogos consecutivos e, somando os dez últimos compromissos do Guarani no torneio, esteve envolvido em seis gols, números que reforçam sua importância na reta final da temporada.
``Fico feliz pelo que consegui produzir ao longo da Série C. Foram jogos muito intensos e decisivos, e poder ajudar o Guarani com gols e assistências foi importante. Infelizmente não conseguimos o acesso, mas agora é seguir evoluindo e lutar por esse objetivo no próximo ano´´, destacou Diego Torres.
Com o elenco já em ritmo de pré-temporada, o meia projeta um ano de desafios e crescimento. O início oficial está marcado para o dia 11 de janeiro, quando o Guarani enfrenta o Primavera, pela 1ª rodada do Campeonato Paulista.
``A pré-temporada é o momento de ajustar detalhes, ganhar ritmo e fortalecer o grupo. Sabemos que o Campeonato Paulista começa muito forte e exige alto nível desde a primeira rodada. Estamos trabalhando com seriedade para chegar bem preparados e fazer uma temporada sólida em 2026´´, finalizou o argentino.
Foto: Raphael Silvestre / Guarani - Fonte: AV







