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Informativo diário com notícias, curiosidades, bastidores, contratações, demissões e classificações. Os times pequenos e médios do interior de São Paulo, Capital, Grande ABC e Grande São Paulo são priorizados. Mas jamais esquecerei dos outros Estados e de clubes e jogadores brasileiros no futebol internacional!
Um levantamento divulgado pela revista Newsweek revelou que 12 dos 26 jogadores da seleção masculina dos Estados Unidos que disputa a Copa do Mundo de 2026 possuem origens imigrantes ou diaspóricas ligadas a oito países diferentes. O mapa mostra conexões familiares e culturais que atravessam continentes e ajudam a contar uma história maior do que a do futebol: a própria formação da sociedade americana.
Para o advogado licenciado nos EUA, Brasil e Portugal, professor de pós-graduação em Direito Migratório, mestre em Direito nos EUA pela University of Southern California e CEO da Bicalho Consultoria Legal, Dr. Vinícius Bicalho, a composição da equipe americana evidencia uma característica histórica do país.
``A seleção americana na Copa mostra uma verdade simples: a imigração não é uma nota de rodapé na história dos Estados Unidos. Ela é parte central da identidade, da economia, da cultura e até do esporte americano.´´
Segundo ele, o futebol oferece uma representação particularmente visível dessa realidade porque é um esporte global, que acompanha os fluxos migratórios e as transformações demográficas das sociedades.
Um retrato da sociedade americana
A reportagem destaca que os jogadores possuem vínculos familiares com diferentes regiões do mundo, refletindo décadas de imigração que ajudaram a moldar os Estados Unidos. Em um país construído por sucessivas ondas migratórias, a diversidade presente na seleção nacional acaba funcionando como um retrato da própria população americana.
Para Vinícius Bicalho, a presença desses atletas demonstra como a integração de diferentes comunidades fortalece o país.
``Quando observamos a trajetória de muitos desses jogadores, vemos histórias que se repetem em milhões de famílias americanas: pessoas que chegaram em busca de oportunidades, construíram suas vidas e hoje fazem parte da identidade nacional. O esporte apenas torna essa realidade mais visível.´´
Muito além do futebol
A Copa de 2026 possui um simbolismo especial porque acontece em solo americano. Para o especialista, isso amplia o significado da seleção como representante não apenas de um país, mas também de uma sociedade formada por diferentes culturas e nacionalidades.
``Os Estados Unidos sempre atraíram talentos, empreendedores, profissionais qualificados e famílias do mundo inteiro. Essa capacidade de integrar diferentes origens é um dos fatores que explicam a força econômica, científica, cultural e esportiva do país.´´
O advogado destaca que esse cenário ajuda a explicar por que tantas pessoas continuam enxergando os Estados Unidos como um destino de oportunidades.
``A imigração legal sempre teve um papel importante na renovação econômica e social americana. O que vemos nesse elenco é um reflexo de algo muito maior: pessoas de diferentes origens contribuindo para construir um mesmo projeto de país.´´
Segundo o especialista, a experiência americana demonstra que diversidade, circulação de talentos e troca de conhecimentos são fatores que impulsionam o crescimento de pessoas, empresas e instituições.
``O mundo está cada vez mais conectado. Quem compreende diferentes culturas, mercados e sistemas jurídicos amplia suas possibilidades profissionais. A internacionalização deixou de ser uma tendência e passou a ser uma estratégia de crescimento.´´
Uma mensagem que vai além da Copa
O mapa divulgado pela Newsweek acaba transmitindo uma mensagem que ultrapassa o universo esportivo.
``Quando a seleção entra em campo, ela representa os Estados Unidos. Mas também representa histórias de famílias que cruzaram fronteiras, superaram desafios e ajudaram a construir o país. É uma lembrança de que a diversidade não é exceção na sociedade americana. Ela faz parte da sua essência,´´ conclui Vinícius Bicalho.
Quem é Vinícius Bicalho
• Advogado licenciado nos EUA, Brasil e Portugal;
• Sócio fundador da Bicalho Legal Consulting P.A.;
• CEO da Bicalho Consultoria Legal;
• Mestre em Direito nos EUA pela University of Southern California;
• Mestre em Direito no Brasil pela Faculdade de Direito Milton Campos (MG);
• Membro da AILA – American Immigration Lawyers Association;
• Responsável pelo Guia de Imigração da AMCHAM;
• Professor de pós-graduação em Direito Migratório;
• O único advogado brasileiro citado na lista de “profissionais confiáveis” dos principais jornais americanos, como The New York Times, The Wall Street Journal, The Washington Post, USA Today e Los Angeles Times.
Sobre a Beyond Borders
A Beyond Borders é um programa premium de expansão internacional de carreira criado para advogados brasileiros já consolidados profissionalmente e que desejam desenvolver posicionamento global, networking estratégico e atuação conectada ao mercado jurídico internacional. O projeto reúne conteúdos estratégicos, acompanhamento próximo e conexões de alto nível voltadas à internacionalização de carreiras jurídicas e construção de autoridade em mercados globais.
Sobre a Bicalho Consultoria Legal
Empresa com ampla experiência em processos migratórios para os Estados Unidos e Portugal, com escritórios no Brasil, em Portugal e nos EUA. Oferece soluções para empresas, empreendedores e profissionais liberais, incluindo assessoria jurídica, consultoria empresarial, tributária e trabalhista, além de planejamento patrimonial e internacionalização de negócios, carreiras e famílias.
Fonte: CM Press
Artigo 214 do CBJD
O artigo trata da inclusão ou inscrição de atletas em situação irregular para participação em competições oficiais. De acordo com o regulamento, a punição prevê a perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória em cada partida envolvida na infração, além da possibilidade de aplicação de multa financeira.
A denúncia ressalta que o Guarulhos tem quatro atletas acima da idade permitida pelo regulamento da competição: Igor (1997); Lucas Ribeiro (2000); Luís Fernando (2000); eVinícius Souza (2001). O regulamento da Bezinha permite apenas três jogadores nascidos em 2002 ou antes.
A irregularidade iniciou na partida contra o rival Flamengo, de Guarulhos, no dia 31 de maio, e prosseguiu até o jogo seguinte diante do Paulínia (venceu os dois e somou 6 pontos). Os quatro jogadores não foram relacionados simultaneamente nas partidas, mas o entendimento é que o limite permitido pelo regulamento se aplica ao elenco inscrito na competição e não apenas aos atletas relacionados em cada jogo.
Com isso, o Guarulhos perdeu os seis pontos conquistados e também foi punido com a perda de mais seis pontos.
O Shopping Parque da Cidade está no clima do maior campeonato de futebol do mundo! Até 19 de julho, o empreendimento recebe a exposição gratuita "A Paixão Mundial", uma mostra que reúne mais de 70 camisas históricas de pelo menos 50 seleções, celebrando momentos que marcaram gerações de torcedores ao redor do mundo.
Entre os destaques da mostra está a camisa comemorativa dos mil gols do Pelé, uma das maiores relíquias da história do futebol brasileiro. O público também pode conferir modelos utilizados por seleções campeãs das Copas do Mundo e peças ligadas a grandes nomes do esporte, como Rivaldo, Ronaldo Fenômeno, Lionel Messi e Carlo Ancelotti, atual técnico da Seleção Brasileira.
``O futebol tem a capacidade de unir diferentes gerações por meio de histórias, emoções e memórias afetivas, e essa mostra proporciona justamente essa imersão. Reunir camisas históricas e itens que marcaram a trajetória de grandes seleções e ídolos do esporte é uma oportunidade para que o público reviva momentos emblemáticos e compartilhe sua paixão pelo futebol em um ambiente acessível e interativo´´, destaca Thaissa Lima, gerente de marketing do lifestyle center.
Além da exposição, o Shopping Parque da Cidade também conta com a loja oficial da Panini, oferecendo álbum e figurinhas da Copa, além de um espaço dedicado para troca de cromos repetidos, uma oportunidade para quem quer completar a coleção e encontrar aquelas figurinhas mais difíceis. A iniciativa foi planejada para reunir colecionadores de todas as idades em um ambiente interativo, onde é possível trocar figurinhas e adquirir novos pacotes, aumentando as chances de completar o álbum.
Serviço
Exposição "A Paixão Mundial" no Shopping Parque da Cidade
Data: até 19 de julho de 2026
Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h
Entrada gratuita
Sobre o Shopping Parque da Cidade
Inaugurado em maio de 2019, e atualmente sob gestão do Grupo Ad, o Shopping Parque da Cidade fica na Avenida das Nações Unidas, no bairro Chácara Santo Antônio, na capital paulista. O espaço com características de shopping (compras, entretenimento, comodidade, conforto e segurança) e de parque (local arborizado, tranquilo, sustentável e saudável). Presente em grandes cidades dos EUA e de países da Europa, o lifestyle center acompanha um novo comportamento do consumidor, que busca propósito, experiência e consciência na hora de comprar. O Shopping Parque da Cidade tem em seu DNA a sustentabilidade - conta com um inédito sistema de coleta de lixo e descarga a vácuo, um telhado verde (que retém água das chuvas e mantém a temperatura interna, sistemas de economia de água e energia, plantas originais da Mata Atlântica, entre outras iniciativas. O cinema, da rede Kinoplex, foi eleito o melhor cinema VIP de São Paulo pelo Guia Folha em 2020, 2022 e 2023. Com telas maiores e som Dolby 7.1, confortáveis poltronas reclináveis separadas de duas em duas com divisórias formando pequenos camarotes, o espaço tem bomboniere gourmet, quitutes diferentes e drinques inspirados nos clássicos do cinema. O Shopping Parque da Cidade funciona dentro do complexo Parque da Cidade, que abrange 10 edificações (Shopping Parque da Cidade, JW Marriott Hotel, seis torres comerciais e duas residenciais, além de uma área verde de 22 mil metros quadrados).
Messi pode superar o número de assistências de Pelé em Copas do Mundo
O camisa 10 da Argentina atuará contra a Argélia podendo igualar Pelé no número de assistências em Copas do Mundo. São dez do Rei do Futebol, contra oito de Messi. A Fifa considera as assistências a partir da Copa de 1996, o que deixa o argentino na liderança do quesito, empatado com Maradona. Mas sites especializados em estatísticas e historiadores consideram que Pelé soma dez assistências, considerando os gols marcados pelo Brasil nas Copas de 1958 e 1962.
Messi pode igualar Cafu como o jogador com o maior número de finais de Copa
Vice-campeão do mundo em 2014, no Brasil, e campeão em 2022, no Qatar, Messi pode chegar à terceira decisão de Mundial nos Estados Unidos – a seleção argentina é considerada uma das favoritas ao título. Caso isso aconteça, Lionel Messi vai acabar com a hegemonia de Cafu, até hoje o único jogador da história das Copas a entrar em campo em três finais diferentes (1994, 1998 e 2002).
Messi pode superar Nilton Santos como o jogador mais velho a se tornar bicampeão
Se Messi repetir a façanha de quatro anos atrás e conquistar novamente a Copa do Mundo com a Argentina, o camisa 10 será bicampeão do mundo aos 39 anos recém-completados (seu aniversário é no dia 24 de junho). Isso fará dele o jogador mais velho a conquistar o título pela segunda vez. Até hoje, o detentor do recorde é Nilton Santos, bicampeão do mundo com a seleção brasileira em 1962, na época com 37 anos e 1 mês.
Outros recordes que Messi pode quebrar na Copa do Mundo
Messi possui outros recordes ao alcance ao longo do Mundial. Quando entrar em campo, será o primeiro jogador a atuar em seis Copas do Mundo na história (2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026).
Ele pode se tornar o maior artilheiro geral de Copas do Mundo, superando Klose. O alemão possui 16 gols em Copas, contra 13 de Messi. Quem pode atrapalhar os planos do argentino nessa marca é Mbappé, que jogará a Copa com 12 gols na conta.
Messi tem boas chances de superar Klose no recorde de vitórias em partidas de Copa do Mundo. A Alemanha venceu 17 partidas com o atacante em campo, enquanto a Argentina soma 16 triunfos com Messi em ação. Mbappé também pode atrapalhar Messi neste caso: ele soma 11 vitórias nas Copas do Mundo. Se a França for campeã vencendo os oito jogos que disputará, contando com Mbappé em campo em todos eles, serão 19 vitórias do atacante em Mundiais.
O recorde mais difícil para Messi bater na Copa é o de Just Fontaine. Ele soma 13 gols marcados em 1958, o maior artilheiro de uma única edição de Mundial. Messi, que vai para sua sexta Copa, teve sua edição mais artilheira em 2022, quando marcou sete vezes.
O principal recorde que Messi não vai bater
Já eternizado na história do futebol e das Copas do Mundo, Lionel Messi só não conseguirá alcançar um grande recorde, não importa o que aconteça no Mundial deste ano: Pelé seguirá como o único jogador a ter vencido três Copas do Mundo na história, em 1958, 1962 e 1970. Messi pode, no máximo, se tornar bicampeão.
Sobre o Bolavip Brasil
O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.
O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).
A expectativa para a Copa do Mundo de 2026 já movimenta torcedores de todas as idades. Enquanto muitas crianças se preparam para acompanhar seu primeiro Mundial de verdade, milhões de fãs aguardam aquela que pode ser a última Copa de Lionel Messi. E, como acontece a cada geração de grandes craques, não faltam meninos e meninas que sonham em repetir seus dribles, gols e trajetória. Mas o que acontece quando eles decidem que querem ser iguais ao ídolo?
É este sonho infantil que inspira João quer ser o Messi, livro da escritora best-seller israelense Tanya Preminger, publicado no Brasil pela Editora Hábito. A obra parte de uma cena familiar em milhões de casas: depois de assistir a um craque em campo, corre para o quintal, repete dribles, imagina gols e anuncia que será o próximo Messi.
Na história, João treina todos os dias para jogar como o camisa 10 argentino. Copia seus movimentos, sonha com vitórias e se dedica ao máximo. Mas, como acontece com a maioria dos jovens, ele descobre que talento e sucesso não aparecem da noite para o dia. O diferencial da narrativa está na forma como o pai encara esse processo. Em vez de apenas incentivar o filho, ele participa dos treinos, transforma os erros em aprendizado e cria momentos de cumplicidade que vão muito além do futebol.
Você não é burro. Ninguém nasce sabendo de tudo. A gente aprende com a prática.
(João quer ser o Messi, p. 11)
Com 48 páginas e ilustrações da artista gráfica italiana Elettra Cudignoto, o livro também aborda temas como bullying, comparação entre colegas e autoestima. Sem perder o tom leve e divertido, a autora mostra que a admiração por um ídolo pode ser uma oportunidade para conversar com os pequenos sobre frustrações, persistência e autoconhecimento.
Em um momento em que o futebol volta ao centro das atenções por causa da Copa do Mundo, João quer ser o Messi amplia a discussão para além dos resultados em campo. A obra convida pais e educadores a refletirem sobre uma pergunta importante: é possível admirar um ídolo sem deixar de descobrir quem você realmente é?
Ficha técnica
Título: João quer ser o Messi
Subtítulo: A história de um menino, seu sonho e o amor incondicional do pai
Autora: Tanya Preminger
Ilustração: Elettra Cudignoto
Editora: Hábito
ISBN-13: 978-6584795495
Tamanho: 20 x 20 cm
Páginas: 48
Gênero: Infantil
Idade: 4 a 8 anos
Valor: R$ 49,90
Onde encontrar: Amazon, site da Hábito e principais livrarias do país
Sobre a autora: A autora premiada Tanya Preminger tem livros que figuram em listas de best-sellers nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Itália, e já foram traduzidos para diversos idiomas, incluindo alemão, espanhol, português, italiano, hindi, japonês e chinês. Nascida na Rússia, Tanya viveu por alguns anos nos Estados Unidos e, atualmente, mora em Israel com sua família.
Instagram: @tanya_prem
Sobre a editora: A Editora Hábito, selo de aperfeiçoamento pessoal da Editora Vida, é dedicada a conectar leitores a narrativas capazes de gerar mudanças significativas na rotina de cada um. Por meio de livros práticos e com linguagem de fácil entendimento, sobre temas como negócios, esportes, criatividade, empreendedorismo e neurociência, a editora se destaca há mais de quatro anos pela abordagem inovadora e relevante ao cenário contemporâneo.
Instagram: @editorahabito
Fonte: LC Comunicação
Em busca do título inédito, Marília e Grêmio Prudente abrem a competição na sexta-feira, 17 de julho, às 19h30, no estádio Bento de Abreu Sampaio Vidal, com transmissão no canal do Metrópoles. Outros dois confrontos acontecem no sábado, 18; mais duas partidas estão marcadas para o domingo, 19; São Caetano e São José fazem jogo isolado na segunda-feira, 20; enquanto duas partidas encerram a primeira rodada na quarta-feira, 22 de julho.
O campeão da Copa Paulista Rivalo 2026 poderá escolher uma vaga na Copa do Brasil ou na Série D do Campeonato Brasileiro em 2027, ficando o vice-campeão com a vaga remanescente.
As 16 equipes da Copa Paulista Rivalo 2026 foram divididas em quatro grupos regionalizados, dos quais se classificam diretamente ao mata-mata os primeiros colocados. Segundos e terceiros disputam uma fase de play in, onde o time de melhor campanha enfrenta o 8º e assim por diante.
Nas quartas de final, os líderes de cada chave enfrentam os vencedores destes play in, com o líder de melhor campanha enfrentando o 4º melhor dentre os que avançaram no play in, e assim sucessivamente.
Em todas as fases de mata-mata da competição, os empates serão decididos em cobranças de penalidades.
A Copa do Mundo de 2026 deve marcar uma virada na forma como o brasileiro acompanha futebol. Se, durante décadas, assistir ao Mundial significava reunir a família diante da televisão, agora o torcedor pode escolher entre TV aberta, canais pagos, streaming, YouTube, celular, computador, redes sociais e conteúdos em tempo real. A liberdade aumentou, mas o caminho até o jogo ficou mais fragmentado.
Mesmo com a multiplicação de telas, a TV aberta, em especial a TV Globo, segue forte no hábito nacional. Ao mesmo tempo, a CazéTV se consolida como um dos grandes marcos da nova fase das transmissões esportivas, com direito de exibir todos os 104 jogos da Copa, segundo a Fifa. A Globo também reforça sua atuação digital com a GE TV, iniciativa gratuita que transmitirá 32 partidas com linguagem voltada ao público conectado.
Para Julio Cesar Gonzalez Moreno, professor de Rádio e TV da Universidade Anhembi Morumbi, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima, a transformação não está apenas na quantidade de canais, mas no comportamento do público.
``Hoje, os direitos de transmissão estão muito mais pulverizados, promovendo uma verdadeira multitransmissão. Com isso, o torcedor pode escolher se prefere assistir aos jogos pela televisão ou pela internet´´, afirma.
A mudança também aparece na forma como a cobertura se organiza. A Copa de 2026 já não será acompanhada apenas por quem liga a TV no horário da partida, mas também por quem alterna entre plataformas, comenta lances em tempo real, assiste a cortes nas redes sociais e busca conteúdos de bastidores.
``Esta edição se destaca pela distribuição descentralizada dos direitos de transmissão, com foco em experiências multitelas, alta qualidade visual no ambiente digital e formatos nativos voltados para as redes sociais´´, explica Moreno.
Esse novo consumo é especialmente visível entre os mais jovens. Para parte da audiência, acompanhar a Copa não significa necessariamente assistir aos 90 minutos de uma partida do início ao fim. Muitos torcedores também vivem o jogo por recortes, memes, melhores momentos, reações de influenciadores e publicações compartilhadas em tempo real. A segunda tela, antes vista como distração, passou a compor a rotina de quem acompanha grandes eventos esportivos.
``O público mais jovem tem demonstrado preferência por acompanhar os jogos em múltiplas telas ou por meio de cortes, memes, reels e outros conteúdos compartilhados nas redes sociais, em vez de permanecer vinculado ao modelo tradicional da televisão linear´´, observa o professor.
O temido delay
Mas a nova liberdade trouxe um incômodo conhecido de quem assiste a jogos pela internet: o delay. A cena é familiar para muitos torcedores: antes de a bola entrar na tela, alguém no prédio, na rua ou no grupo de mensagens já gritou gol. O atraso varia conforme a tecnologia usada, a plataforma, a conexão e o dispositivo.
``O sinal precisa passar por diversas etapas técnicas, como captação, codificação, compressão, distribuição por servidores em nuvem e, por fim, decodificação no dispositivo do espectador, daí a diferença´´, diz.
Apesar disso, o professor ressalta que o problema tem diminuído. Segundo ele, transmissões convencionais pela internet podem apresentar atrasos de 15 a 30 segundos em relação ao evento em tempo real. Em plataformas esportivas mais modernas, com protocolos de baixo tempo de atraso e redes de distribuição de conteúdo mais eficientes, esse intervalo pode cair para cerca de 6 a 10 segundos.
Modelo de transmissão - Atraso médio
Internet convencional - 15 a 30 segundos
Plataformas esportivas com baixa latência - 6 a 10 segundos
Disputa pela atenção
O avanço tecnológico também deve aparecer em outras frentes da cobertura. Câmeras imersivas, múltiplos ângulos, inteligência artificial, estatísticas em tempo real e recursos interativos tendem a ganhar espaço nas transmissões. Para Moreno, o Mundial de 2026 será um marco nesse processo.
``A inteligência artificial desponta como o grande cérebro operacional do evento, integrando informações provenientes de múltiplos ângulos de câmera e viabilizando inovações como o impedimento semiautomático. Ao mesmo tempo, tecnologias de captação imersiva aproximam o torcedor da dinâmica do jogo de uma forma sem precedentes´´, afirma.
A tendência, segundo o professor, é que as próximas Copas sejam ainda mais personalizadas. No futuro, o torcedor poderá escolher câmera, narração, estatísticas, gráficos e outros recursos de acordo com suas preferências. A qualidade da imagem continuará relevante, mas deixará de ser o único diferencial.
``O foco da indústria deixou de estar concentrado apenas na entrega de imagens em alta resolução, como 4K e 8K. Embora a qualidade visual continue importante, o diferencial competitivo passa a ser a capacidade de oferecer experiências interativas, personalizadas e adaptadas ao perfil de cada espectador´´, avalia.
O desafio, agora, não é apenas tecnológico. Com os direitos esportivos divididos entre diferentes grupos de mídia, o torcedor ganhou mais opções, mas também precisa lidar com excesso de serviços, possíveis custos adicionais e a necessidade de descobrir onde cada jogo será exibido. A Copa de 2026, portanto, não será apenas a Copa da TV, do streaming ou das redes sociais. Será a Copa da escolha e da disputa pela atenção do público.
Sobre a Universidade Anhembi Morumbi
A Universidade Anhembi Morumbi, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima, oferece programas de graduação, graduação tecnológica e pós-graduação lato sensu e stricto sensu, distribuídos nas áreas de Ciências da Saúde; Turismo e Hospitalidade; Negócios; Direito; Artes, Arquitetura, Design e Moda; Comunicação; Engenharia e Tecnologia e Educação. Além disso, a Medicina da Universidade Anhembi Morumbi é parte da Inspirali, um dos principais players de educação continuada na área médica do país”. Seus cinco campi estão localizados nas regiões da Avenida Paulista, Vila Olímpia, Mooca, São José dos Campos e Piracicaba.
Possui laboratórios de última geração e diferenciais como a internacionalidade, já tendo enviado, desde 2006, milhares de alunos do Brasil para realização de cursos no exterior, além de receber centenas de estudantes estrangeiros em seus campi, que se tornaram locais multiculturais para o aprendizado. A Anhembi Morumbi também contribui para democratização do Ensino Superior, ao oferecer cursos digitais com diversos polos dentro e fora de São Paulo. Além disso, o aluno aprende na prática desde o primeiro dia de aula.
Saiba mais sobre a Anhembi Morumbi em https://portal.anhembi.br/.
Sobre a Ânima Educação
Com o propósito de transformar o Brasil através da educação, a Ânima é o maior e mais inovador ecossistema de educação e impacto para o Brasil, com um portfólio de marcas valiosas e um dos principais players de educação continuada na área médica. A companhia é composta por cerca de 360 mil estudantes, distribuídos em 18 instituições de ensino superior e aproximadamente 380 polos educacionais em todo o país.
Integradas ao Ecossistema Ânima também estão marcas especialistas em suas áreas de atuação, como HSM, HSM University, EBRADI, Le Cordon Bleu São Paulo, SingularityU Brazil, Inspirali, Community Creators Academy, Learning Village — primeiro hub de inovação e educação da América Latina — e Instituto Ânima.
Em 2023, a Forbes, uma das mais respeitadas publicações de negócios e economia do mundo, incluiu a Ânima entre as 10 companhias mais inovadoras do país. Desde 2013, a companhia está listada na Bolsa de V
Fonte: Textual Comunicação
A Copa do Mundo da FIFA reúne atletas de elite em partidas marcadas por velocidade, intensidade física e disputas constantes pela bola. Nesse cenário, as lesões fazem parte da rotina dos jogadores e exigem atenção especial das equipes médicas. Entre as injúrias que atingem a região da cabeça e do pescoço, a concussão cerebral é a mais frequente, seguida pelas fraturas do terço médio da face.
As fraturas mais comuns envolvem o osso zigomático, conhecido como maçã do rosto, o arco zigomático, localizado na lateral da face, e o osso maxilar, responsável por sustentar os dentes superiores.
Segundo a cirurgiã-dentista e especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, Dra. Juliana Búrigo, apesar das fraturas chamarem atenção por serem visíveis, a concussão cerebral é a lesão que mais preocupa os profissionais de saúde.
``A concussão é uma lesão cerebral provocada pelo impacto do cérebro contra a estrutura interna do crânio. O grande desafio é que ela não costuma aparecer em exames de imagem como tomografias ou ressonâncias magnéticas, o que exige uma avaliação clínica criteriosa e acompanhamento constante do atleta´´, explica.
Os sintomas podem incluir confusão mental, dores de cabeça, tonturas, náuseas, vômitos, perda de memória, alterações visuais, dificuldades na fala, desequilíbrio e até episódios de desmaio. Em muitos casos, os sinais não surgem imediatamente após o trauma, podendo aparecer horas depois da partida.
``Nem sempre o jogador apresenta sintomas logo após a pancada. Por isso, o monitoramento médico nas horas e dias seguintes ao jogo é fundamental para garantir um diagnóstico adequado e evitar complicações´´, destaca a especialista.
O tratamento geralmente envolve repouso, controle medicamentoso dos sintomas e afastamento temporário das atividades esportivas. A recomendação médica é que o atleta permaneça afastado por, pelo menos, quinze dias, reduzindo o risco da chamada concussão de segundo impacto.
``Quando ocorre uma nova pancada antes da recuperação completa do cérebro, o risco aumenta significativamente. Em situações extremas, essa segunda concussão pode provocar consequências gravíssimas e até ser fatal´´, alerta Dra. Juliana.
As principais causas da concussão no futebol estão relacionadas aos choques entre jogadores durante disputas aéreas. O impacto entre cabeças lidera as estatísticas, seguido pelos contatos com a bola e pelos choques envolvendo braços, cotovelos e mãos dos adversários.
Atacantes, zagueiros e jogadores de velocidade pelas pontas do campo figuram entre os atletas mais suscetíveis a esse tipo de lesão, principalmente em lances de disputa pelo alto.
Apesar dos riscos inerentes ao esporte, os números mostram uma evolução positiva. Desde a Copa do Mundo de 2002, a FIFA monitora sistematicamente as lesões ocorridas durante a competição. Os dados mais recentes, referentes ao Mundial do Catar em 2022, apontam uma redução gradual na incidência de lesões ao longo das últimas edições.
Entre os fatores responsáveis por essa melhora estão a evolução da arbitragem, a aplicação mais rigorosa das regras e a implementação de programas de prevenção desenvolvidos pela entidade, como o FIFA Health e o FIFA 11+, voltados para aquecimento, condicionamento físico e adoção de práticas mais seguras dentro de campo.
``A prevenção tem um papel decisivo. Hoje existe uma preocupação muito maior com a saúde dos atletas, especialmente em relação aos traumas na cabeça. Os protocolos de avaliação e retorno ao jogo evoluíram bastante e têm contribuído para reduzir a incidência e a gravidade dessas lesões´´, conclui Dra. Juliana Búrigo.
Com a Copa do Mundo de 2026 movimentando torcedores em todo o planeta, o tema volta ao centro das atenções e reforça a importância dos cuidados médicos, da prevenção e do acompanhamento especializado para preservar a saúde dos atletas dentro e fora dos gramados.
Fonte: MCatres
França mais estável, mas ‘Brasil é Brasil’
Ao analisar o atual estágio da seleção brasileira, Paulo Sérgio citou a recente derrota para a França como um indicativo de que a equipe ainda busca maior consistência, especialmente no setor ofensivo.
Segundo o ex-atacante, os franceses demonstram hoje um nível de estabilidade superior ao do Brasil, embora isso não diminua o peso histórico da camisa verde e amarela.
``Espero, como todos os brasileiros, uma boa Copa do Mundo. Vimos o jogo contra a França, não fomos tão bem. A França está mais estável no ataque do que nós no momento. Mas, de qualquer forma: Brasil é Brasil´´, afirmou.
Jejum de 24 anos aumenta pressão
Paulo Sérgio também chamou atenção para o longo período sem títulos mundiais da seleção. O Brasil não conquista uma Copa desde 2002 e chegará ao torneio de 2026 acumulando exatamente 24 anos de espera — o mesmo intervalo que separou os títulos de 1970 e 1994.
Para o ex-jogador, a pressão sobre o elenco será enorme, tornando fundamental a união em torno do trabalho de Carlo Ancelotti.
``Esperamos muito tempo para ser campeões mundiais novamente. Esperamos 24 anos antes de 1994, exatamente como agora. Mas os rapazes precisam estar altamente concentrados. A pressão no Brasil é gigantesca. Eles precisam apoiar firmemente o treinador´´, disse.
Na avaliação do campeão mundial, a dependência excessiva de um único atleta pode se tornar um problema para a seleção.
``Caso contrário, tudo vai depender do Neymar. O Neymar é o jogador-chave hoje, vamos ver o que acontece´´, completou.
Lições de 1970, 1994 e 2002
Apesar das dúvidas em torno da equipe atual, Paulo Sérgio lembrou que algumas das campanhas mais vitoriosas da história do futebol brasileiro começaram cercadas de questionamentos.
O ex-atacante revelou uma conversa que teve com Pelé sobre a preparação para a Copa de 1970. Segundo ele, nem mesmo a equipe considerada uma das maiores de todos os tempos carregava o status de favorita absoluta antes do torneio.
``Fico muito no Brasil e, há alguns anos, conversei com o Pelé — que Deus o tenha. Ele me contou que em 1970, quando os rapazes foram para a Copa, a pressão existia, mas eles não eram os favoritos absolutos antes do torneio´´.
Paulo Sérgio destacou ainda que o mesmo cenário se repetiu nas campanhas vitoriosas de 1994 e 2002. Na sua visão, a ausência de favoritismo pode até ajudar a reduzir a pressão sobre o grupo.
``Em 1994, nós também não éramos favoritos. Em 2002, as críticas antes do torneio a Ronaldo, Ronaldinho e Kaká eram enormes — e, mesmo assim, os caras conseguiram´´.
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