quarta-feira, 17 de junho de 2026

Guarulhos perde 12 pontos no TJD por inscrição irregular de atleta e está eliminado das oitavas da Bezinha


De classificado antecipadamente às oitavas de final da Bezinha (Campeonato Paulista da Segunda Divisão Sub 23), o Guarulhos foi eliminado no tapetão. Por desconhecer o regulamento, a equipe inscreveu 4 jogadores acima dos 23 anos (o permitido: três) e nesta quarta-feira (17/6) o Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) puniu o clube com a perda de 12 pontos e multa de R$ 15 mil pelas irregularidades. O caso pode ser recorrido no STJD.

Com a decisão, o Guarulhos, que era o segundo colocado no Grupo 3 com 16 pontos, e estava matematicamente classificado à proxima fase, agora tem apenas 4 pontos e está eliminado. De maneira melancólica, a equipe se despede da competição neste sábado (20), às 15 horas, em casa, diante do classificado Paulinense.

Paulínia e Votoraty, que jogam no mesmo dia e horário, na cidade de Paulínia, agora lutam pela última vaga do grupo.

Artigo 214 do CBJD

O artigo trata da inclusão ou inscrição de atletas em situação irregular para participação em competições oficiais. De acordo com o regulamento, a punição prevê a perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória em cada partida envolvida na infração, além da possibilidade de aplicação de multa financeira.

A denúncia ressalta que o Guarulhos tem quatro atletas acima da idade permitida pelo regulamento da competição: Igor (1997); Lucas Ribeiro (2000); Luís Fernando (2000); eVinícius Souza (2001). O regulamento da Bezinha permite apenas três jogadores nascidos em 2002 ou antes.

A irregularidade iniciou na partida contra o rival Flamengo, de Guarulhos, no dia 31 de maio, e prosseguiu até o jogo seguinte diante do Paulínia (venceu os dois e somou 6 pontos). Os quatro jogadores não foram relacionados simultaneamente nas partidas, mas o entendimento é que o limite permitido pelo regulamento se aplica ao elenco inscrito na competição e não apenas aos atletas relacionados em cada jogo.

Com isso, o Guarulhos perdeu os seis pontos conquistados e também foi punido com a perda de mais seis pontos.

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - quarta-feira 17/6

 


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terça-feira, 16 de junho de 2026

ENTREVISTA COM BETINHO, TREINADOR DO SANTO ANDRÉ, E MUITO SOBRE SUB-20, BEZINHA E COPA PAULISTA!

 


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70 camisas, mais de 50 seleções e a história do futebol reunidas em um só lugar


Experiências interativas e peças raras esperam os fãs na exposição gratuita "A Paixão Mundial", no Shopping Parque da Cidade



O Shopping Parque da Cidade está no clima do maior campeonato de futebol do mundo! Até 19 de julho, o empreendimento recebe a exposição gratuita "A Paixão Mundial", uma mostra que reúne mais de 70 camisas históricas de pelo menos 50 seleções, celebrando momentos que marcaram gerações de torcedores ao redor do mundo.

Instalada no Piso Térreo, a exposição apresenta peças que vão muito além dos uniformes. Cada camisa representa conquistas, despedidas, superações e capítulos marcantes da trajetória do futebol mundial, permitindo que os visitantes revivam alguns dos momentos mais emocionantes do esporte.

Entre os destaques da mostra está a camisa comemorativa dos mil gols do Pelé, uma das maiores relíquias da história do futebol brasileiro. O público também pode conferir modelos utilizados por seleções campeãs das Copas do Mundo e peças ligadas a grandes nomes do esporte, como Rivaldo, Ronaldo Fenômeno, Lionel Messi e Carlo Ancelotti, atual técnico da Seleção Brasileira.

``O futebol tem a capacidade de unir diferentes gerações por meio de histórias, emoções e memórias afetivas, e essa mostra proporciona justamente essa imersão. Reunir camisas históricas e itens que marcaram a trajetória de grandes seleções e ídolos do esporte é uma oportunidade para que o público reviva momentos emblemáticos e compartilhe sua paixão pelo futebol em um ambiente acessível e interativo´´, destaca Thaissa Lima, gerente de marketing do lifestyle center.

Além da exposição, o Shopping Parque da Cidade também conta com a loja oficial da Panini, oferecendo álbum e figurinhas da Copa, além de um espaço dedicado para troca de cromos repetidos, uma oportunidade para quem quer completar a coleção e encontrar aquelas figurinhas mais difíceis. A iniciativa foi planejada para reunir colecionadores de todas as idades em um ambiente interativo, onde é possível trocar figurinhas e adquirir novos pacotes, aumentando as chances de completar o álbum.

Serviço

Exposição "A Paixão Mundial" no Shopping Parque da Cidade

Data: até 19 de julho de 2026

Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h

Entrada gratuita


Sobre o Shopping Parque da Cidade

Inaugurado em maio de 2019, e atualmente sob gestão do Grupo Ad, o Shopping Parque da Cidade fica na Avenida das Nações Unidas, no bairro Chácara Santo Antônio, na capital paulista. O espaço com características de shopping (compras, entretenimento, comodidade, conforto e segurança) e de parque (local arborizado, tranquilo, sustentável e saudável). Presente em grandes cidades dos EUA e de países da Europa, o lifestyle center acompanha um novo comportamento do consumidor, que busca propósito, experiência e consciência na hora de comprar. O Shopping Parque da Cidade tem em seu DNA a sustentabilidade - conta com um inédito sistema de coleta de lixo e descarga a vácuo, um telhado verde (que retém água das chuvas e mantém a temperatura interna, sistemas de economia de água e energia, plantas originais da Mata Atlântica, entre outras iniciativas. O cinema, da rede Kinoplex, foi eleito o melhor cinema VIP de São Paulo pelo Guia Folha em 2020, 2022 e 2023. Com telas maiores e som Dolby 7.1, confortáveis poltronas reclináveis separadas de duas em duas com divisórias formando pequenos camarotes, o espaço tem bomboniere gourmet, quitutes diferentes e drinques inspirados nos clássicos do cinema. O Shopping Parque da Cidade funciona dentro do complexo Parque da Cidade, que abrange 10 edificações (Shopping Parque da Cidade, JW Marriott Hotel, seis torres comerciais e duas residenciais, além de uma área verde de 22 mil metros quadrados).

PROGRAMA ULISSES 19H30: BRASIL EMPATA COM MARROCOS, CABO VERDE FAZ HISTÓRIA E TUDO SOBRE COPA!

 


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Descubra quais são os três recordes de craques da seleção brasileira que Messi pode quebrar na Copa do Mundo


Lionel Messi vai estrear pela Argentina na Copa do Mundo de 2026 com alguns recordes na mira. Três deles pertencem a jogadores brasileiros que fizeram história na competição. Levantamento do Bolavip Brasil revela quais marcas do futebol pentacampeão estão sob a ameaça do camisa 10 da Argentina.

Messi pode superar o número de assistências de Pelé em Copas do Mundo

O camisa 10 da Argentina atuará contra a Argélia podendo igualar Pelé no número de assistências em Copas do Mundo. São dez do Rei do Futebol, contra oito de Messi. A Fifa considera as assistências a partir da Copa de 1996, o que deixa o argentino na liderança do quesito, empatado com Maradona. Mas sites especializados em estatísticas e historiadores consideram que Pelé soma dez assistências, considerando os gols marcados pelo Brasil nas Copas de 1958 e 1962.

Messi pode igualar Cafu como o jogador com o maior número de finais de Copa

Vice-campeão do mundo em 2014, no Brasil, e campeão em 2022, no Qatar, Messi pode chegar à terceira decisão de Mundial nos Estados Unidos – a seleção argentina é considerada uma das favoritas ao título. Caso isso aconteça, Lionel Messi vai acabar com a hegemonia de Cafu, até hoje o único jogador da história das Copas a entrar em campo em três finais diferentes (1994, 1998 e 2002).

Messi pode superar Nilton Santos como o jogador mais velho a se tornar bicampeão

Se Messi repetir a façanha de quatro anos atrás e conquistar novamente a Copa do Mundo com a Argentina, o camisa 10 será bicampeão do mundo aos 39 anos recém-completados (seu aniversário é no dia 24 de junho). Isso fará dele o jogador mais velho a conquistar o título pela segunda vez. Até hoje, o detentor do recorde é Nilton Santos, bicampeão do mundo com a seleção brasileira em 1962, na época com 37 anos e 1 mês.

Outros recordes que Messi pode quebrar na Copa do Mundo

Messi possui outros recordes ao alcance ao longo do Mundial. Quando entrar em campo, será o primeiro jogador a atuar em seis Copas do Mundo na história (2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026).

Ele pode se tornar o maior artilheiro geral de Copas do Mundo, superando Klose. O alemão possui 16 gols em Copas, contra 13 de Messi. Quem pode atrapalhar os planos do argentino nessa marca é Mbappé, que jogará a Copa com 12 gols na conta.

Messi tem boas chances de superar Klose no recorde de vitórias em partidas de Copa do Mundo. A Alemanha venceu 17 partidas com o atacante em campo, enquanto a Argentina soma 16 triunfos com Messi em ação. Mbappé também pode atrapalhar Messi neste caso: ele soma 11 vitórias nas Copas do Mundo. Se a França for campeã vencendo os oito jogos que disputará, contando com Mbappé em campo em todos eles, serão 19 vitórias do atacante em Mundiais.

O recorde mais difícil para Messi bater na Copa é o de Just Fontaine. Ele soma 13 gols marcados em 1958, o maior artilheiro de uma única edição de Mundial. Messi, que vai para sua sexta Copa, teve sua edição mais artilheira em 2022, quando marcou sete vezes.

O principal recorde que Messi não vai bater

Já eternizado na história do futebol e das Copas do Mundo, Lionel Messi só não conseguirá alcançar um grande recorde, não importa o que aconteça no Mundial deste ano: Pelé seguirá como o único jogador a ter vencido três Copas do Mundo na história, em 1958, 1962 e 1970. Messi pode, no máximo, se tornar bicampeão.

Sobre o Bolavip Brasil

O Bolavip Brasil apresenta o melhor do esporte, com o objetivo de entreter os fãs e promover debates. Com sedes nas principais cidades da América, a marca conta coletivamente com uma equipe de cerca de 200 criadores de conteúdo, que são amplamente reconhecidos como autoridades em futebol, estatísticas e dados esportivos.

O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).

Copa 2026: por que tantas crianças sonham em ser Messi?


Livro infantil transforma a paixão pelo futebol em uma conversa sobre autoestima, bullying e identidade


A expectativa para a Copa do Mundo de 2026 já movimenta torcedores de todas as idades. Enquanto muitas crianças se preparam para acompanhar seu primeiro Mundial de verdade, milhões de fãs aguardam aquela que pode ser a última Copa de Lionel Messi. E, como acontece a cada geração de grandes craques, não faltam meninos e meninas que sonham em repetir seus dribles, gols e trajetória. Mas o que acontece quando eles decidem que querem ser iguais ao ídolo?  

É este sonho infantil que inspira João quer ser o Messi, livro da escritora best-seller israelense Tanya Preminger, publicado no Brasil pela Editora Hábito. A obra parte de uma cena familiar em milhões de casas: depois de assistir a um craque em campo, corre para o quintal, repete dribles, imagina gols e anuncia que será o próximo Messi. 

Na história, João treina todos os dias para jogar como o camisa 10 argentino. Copia seus movimentos, sonha com vitórias e se dedica ao máximo. Mas, como acontece com a maioria dos jovens, ele descobre que talento e sucesso não aparecem da noite para o dia. O diferencial da narrativa está na forma como o pai encara esse processo. Em vez de apenas incentivar o filho, ele participa dos treinos, transforma os erros em aprendizado e cria momentos de cumplicidade que vão muito além do futebol. 

Você não é burro. Ninguém nasce sabendo de tudo. A gente aprende com a prática.  

 (João quer ser o Messi, p. 11) 

Com 48 páginas e ilustrações da artista gráfica italiana Elettra Cudignoto, o livro também aborda temas como bullying, comparação entre colegas e autoestima. Sem perder o tom leve e divertido, a autora mostra que a admiração por um ídolo pode ser uma oportunidade para conversar com os pequenos sobre frustrações, persistência e autoconhecimento. 

Em um momento em que o futebol volta ao centro das atenções por causa da Copa do Mundo, João quer ser o Messi amplia a discussão para além dos resultados em campo. A obra convida pais e educadores a refletirem sobre uma pergunta importante: é possível admirar um ídolo sem deixar de descobrir quem você realmente é? 


Ficha técnica  

Título: João quer ser o Messi  

Subtítulo: A história de um menino, seu sonho e o amor incondicional do pai 

Autora: Tanya Preminger 

Ilustração: Elettra Cudignoto 

Editora: Hábito 

ISBN-13: ‎ 978-6584795495 

Tamanho: ‎ 20 x 20 cm 

Páginas: 48  

Gênero: Infantil  

Idade: 4 a 8 anos 

Valor: R$ 49,90 

Onde encontrar: Amazon, site da Hábito e principais livrarias do país 


Sobre a autora: A autora premiada Tanya Preminger tem livros que figuram em listas de best-sellers nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Itália, e já foram traduzidos para diversos idiomas, incluindo alemão, espanhol, português, italiano, hindi, japonês e chinês. Nascida na Rússia, Tanya viveu por alguns anos nos Estados Unidos e, atualmente, mora em Israel com sua família. 


Instagram: @tanya_prem 


Sobre a editora: A Editora Hábito, selo de aperfeiçoamento pessoal da Editora Vida, é dedicada a conectar leitores a narrativas capazes de gerar mudanças significativas na rotina de cada um. Por meio de livros práticos e com linguagem de fácil entendimento, sobre temas como negócios, esportes, criatividade, empreendedorismo e neurociência, a editora se destaca há mais de quatro anos pela abordagem inovadora e relevante ao cenário contemporâneo.  


Instagram: @editorahabito 





Fonte: LC Comunicação

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - terça-feira 16/6

 


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domingo, 14 de junho de 2026

Confira as datas, horários e locais definidos da Copa Paulista 2026


Com datas, horários, locais e transmissões definidas, a tabela de jogos da Copa Paulista Rivalo 2026 está desmembrada. A competição começará em 17 de julho, garante vaga ao campeão e ao vice na Copa do Brasil e na Série D do Campeonato Brasileiro. Os canais do YouTube da Ulisses TV, Metrópoles e Paulistão vão transmitir a 27ª edição do torneio.

Em busca do título inédito, Marília e Grêmio Prudente abrem a competição na sexta-feira, 17 de julho, às 19h30, no estádio Bento de Abreu Sampaio Vidal, com transmissão no canal do Metrópoles. Outros dois confrontos acontecem no sábado, 18; mais duas partidas estão marcadas para o domingo, 19; São Caetano e São José fazem jogo isolado na segunda-feira, 20; enquanto duas partidas encerram a primeira rodada na quarta-feira, 22 de julho.

O campeão da Copa Paulista Rivalo 2026 poderá escolher uma vaga na Copa do Brasil ou na Série D do Campeonato Brasileiro em 2027, ficando o vice-campeão com a vaga remanescente.

As 16 equipes da Copa Paulista Rivalo 2026 foram divididas em quatro grupos regionalizados, dos quais se classificam diretamente ao mata-mata os primeiros colocados. Segundos e terceiros disputam uma fase de play in, onde o time de melhor campanha enfrenta o 8º e assim por diante.

Nas quartas de final, os líderes de cada chave enfrentam os vencedores destes play in, com o líder de melhor campanha enfrentando o 4º melhor dentre os que avançaram no play in, e assim sucessivamente.

Em todas as fases de mata-mata da competição, os empates serão decididos em cobranças de penalidades.




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Copa do Mundo: mais telas, mais escolhas e disputa contra o delay


Com Globo ainda na preferência dos brasileiros, CazéTV transmitindo todos os jogos e GE TV como aposta digital, Copa do Mundo de 2026 consolida nova forma de acompanhar futebol


A Copa do Mundo de 2026 deve marcar uma virada na forma como o brasileiro acompanha futebol. Se, durante décadas, assistir ao Mundial significava reunir a família diante da televisão, agora o torcedor pode escolher entre TV aberta, canais pagos, streaming, YouTube, celular, computador, redes sociais e conteúdos em tempo real. A liberdade aumentou, mas o caminho até o jogo ficou mais fragmentado.

Mesmo com a multiplicação de telas, a TV aberta, em especial a TV Globo, segue forte no hábito nacional. Ao mesmo tempo, a CazéTV se consolida como um dos grandes marcos da nova fase das transmissões esportivas, com direito de exibir todos os 104 jogos da Copa, segundo a Fifa. A Globo também reforça sua atuação digital com a GE TV, iniciativa gratuita que transmitirá 32 partidas com linguagem voltada ao público conectado.

Para Julio Cesar Gonzalez Moreno, professor de Rádio e TV da Universidade Anhembi Morumbi, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima, a transformação não está apenas na quantidade de canais, mas no comportamento do público.

``Hoje, os direitos de transmissão estão muito mais pulverizados, promovendo uma verdadeira multitransmissão. Com isso, o torcedor pode escolher se prefere assistir aos jogos pela televisão ou pela internet´´, afirma.

A mudança também aparece na forma como a cobertura se organiza. A Copa de 2026 já não será acompanhada apenas por quem liga a TV no horário da partida, mas também por quem alterna entre plataformas, comenta lances em tempo real, assiste a cortes nas redes sociais e busca conteúdos de bastidores.

``Esta edição se destaca pela distribuição descentralizada dos direitos de transmissão, com foco em experiências multitelas, alta qualidade visual no ambiente digital e formatos nativos voltados para as redes sociais´´, explica Moreno.

Esse novo consumo é especialmente visível entre os mais jovens. Para parte da audiência, acompanhar a Copa não significa necessariamente assistir aos 90 minutos de uma partida do início ao fim. Muitos torcedores também vivem o jogo por recortes, memes, melhores momentos, reações de influenciadores e publicações compartilhadas em tempo real. A segunda tela, antes vista como distração, passou a compor a rotina de quem acompanha grandes eventos esportivos.

``O público mais jovem tem demonstrado preferência por acompanhar os jogos em múltiplas telas ou por meio de cortes, memes, reels e outros conteúdos compartilhados nas redes sociais, em vez de permanecer vinculado ao modelo tradicional da televisão linear´´, observa o professor.

O temido delay

Mas a nova liberdade trouxe um incômodo conhecido de quem assiste a jogos pela internet: o delay. A cena é familiar para muitos torcedores: antes de a bola entrar na tela, alguém no prédio, na rua ou no grupo de mensagens já gritou gol. O atraso varia conforme a tecnologia usada, a plataforma, a conexão e o dispositivo.

``O sinal precisa passar por diversas etapas técnicas, como captação, codificação, compressão, distribuição por servidores em nuvem e, por fim, decodificação no dispositivo do espectador, daí a diferença´´, diz.

Apesar disso, o professor ressalta que o problema tem diminuído. Segundo ele, transmissões convencionais pela internet podem apresentar atrasos de 15 a 30 segundos em relação ao evento em tempo real. Em plataformas esportivas mais modernas, com protocolos de baixo tempo de atraso e redes de distribuição de conteúdo mais eficientes, esse intervalo pode cair para cerca de 6 a 10 segundos.

Modelo de transmissão            -                Atraso médio


Internet convencional                -                15 a 30 segundos


Plataformas esportivas com baixa latência -  6 a 10 segundos


Disputa pela atenção


O avanço tecnológico também deve aparecer em outras frentes da cobertura. Câmeras imersivas, múltiplos ângulos, inteligência artificial, estatísticas em tempo real e recursos interativos tendem a ganhar espaço nas transmissões. Para Moreno, o Mundial de 2026 será um marco nesse processo.

``A inteligência artificial desponta como o grande cérebro operacional do evento, integrando informações provenientes de múltiplos ângulos de câmera e viabilizando inovações como o impedimento semiautomático. Ao mesmo tempo, tecnologias de captação imersiva aproximam o torcedor da dinâmica do jogo de uma forma sem precedentes´´, afirma.

A tendência, segundo o professor, é que as próximas Copas sejam ainda mais personalizadas. No futuro, o torcedor poderá escolher câmera, narração, estatísticas, gráficos e outros recursos de acordo com suas preferências. A qualidade da imagem continuará relevante, mas deixará de ser o único diferencial.

``O foco da indústria deixou de estar concentrado apenas na entrega de imagens em alta resolução, como 4K e 8K. Embora a qualidade visual continue importante, o diferencial competitivo passa a ser a capacidade de oferecer experiências interativas, personalizadas e adaptadas ao perfil de cada espectador´´, avalia.

O desafio, agora, não é apenas tecnológico. Com os direitos esportivos divididos entre diferentes grupos de mídia, o torcedor ganhou mais opções, mas também precisa lidar com excesso de serviços, possíveis custos adicionais e a necessidade de descobrir onde cada jogo será exibido. A Copa de 2026, portanto, não será apenas a Copa da TV, do streaming ou das redes sociais. Será a Copa da escolha e da disputa pela atenção do público.


Sobre a Universidade Anhembi Morumbi

A Universidade Anhembi Morumbi, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima, oferece programas de graduação, graduação tecnológica e pós-graduação lato sensu e stricto sensu, distribuídos nas áreas de Ciências da Saúde; Turismo e Hospitalidade; Negócios; Direito; Artes, Arquitetura, Design e Moda; Comunicação; Engenharia e Tecnologia e Educação. Além disso, a Medicina da Universidade Anhembi Morumbi é parte da Inspirali, um dos principais players de educação continuada na área médica do país”. Seus cinco campi estão localizados nas regiões da Avenida Paulista, Vila Olímpia, Mooca, São José dos Campos e Piracicaba.

Possui laboratórios de última geração e diferenciais como a internacionalidade, já tendo enviado, desde 2006, milhares de alunos do Brasil para realização de cursos no exterior, além de receber centenas de estudantes estrangeiros em seus campi, que se tornaram locais multiculturais para o aprendizado. A Anhembi Morumbi também contribui para democratização do Ensino Superior, ao oferecer cursos digitais com diversos polos dentro e fora de São Paulo. Além disso, o aluno aprende na prática desde o primeiro dia de aula.

Saiba mais sobre a Anhembi Morumbi em https://portal.anhembi.br/.


Sobre a Ânima Educação

Com o propósito de transformar o Brasil através da educação, a Ânima é o maior e mais inovador ecossistema de educação e impacto para o Brasil, com um portfólio de marcas valiosas e um dos principais players de educação continuada na área médica. A companhia é composta por cerca de 360 mil estudantes, distribuídos em 18 instituições de ensino superior e aproximadamente 380 polos educacionais em todo o país.

Integradas ao Ecossistema Ânima também estão marcas especialistas em suas áreas de atuação, como HSM, HSM University, EBRADI, Le Cordon Bleu São Paulo, SingularityU Brazil, Inspirali, Community Creators Academy, Learning Village — primeiro hub de inovação e educação da América Latina — e Instituto Ânima.

Em 2023, a Forbes, uma das mais respeitadas publicações de negócios e economia do mundo, incluiu a Ânima entre as 10 companhias mais inovadoras do país. Desde 2013, a companhia está listada na Bolsa de V




Fonte: Textual Comunicação

Copa do Mundo: concussões e fraturas faciais estão entre as lesões mais comuns no futebol


Especialista explica quais são as injúrias que mais afetam a cabeça e a face dos jogadores durante o Mundial e alerta para os riscos da concussão cerebral, considerada uma das lesões mais perigosas do esporte


A Copa do Mundo da FIFA reúne atletas de elite em partidas marcadas por velocidade, intensidade física e disputas constantes pela bola. Nesse cenário, as lesões fazem parte da rotina dos jogadores e exigem atenção especial das equipes médicas. Entre as injúrias que atingem a região da cabeça e do pescoço, a concussão cerebral é a mais frequente, seguida pelas fraturas do terço médio da face.

As fraturas mais comuns envolvem o osso zigomático, conhecido como maçã do rosto, o arco zigomático, localizado na lateral da face, e o osso maxilar, responsável por sustentar os dentes superiores.

Segundo a cirurgiã-dentista e especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, Dra. Juliana Búrigo, apesar das fraturas chamarem atenção por serem visíveis, a concussão cerebral é a lesão que mais preocupa os profissionais de saúde.

``A concussão é uma lesão cerebral provocada pelo impacto do cérebro contra a estrutura interna do crânio. O grande desafio é que ela não costuma aparecer em exames de imagem como tomografias ou ressonâncias magnéticas, o que exige uma avaliação clínica criteriosa e acompanhamento constante do atleta´´, explica.

Os sintomas podem incluir confusão mental, dores de cabeça, tonturas, náuseas, vômitos, perda de memória, alterações visuais, dificuldades na fala, desequilíbrio e até episódios de desmaio. Em muitos casos, os sinais não surgem imediatamente após o trauma, podendo aparecer horas depois da partida.

``Nem sempre o jogador apresenta sintomas logo após a pancada. Por isso, o monitoramento médico nas horas e dias seguintes ao jogo é fundamental para garantir um diagnóstico adequado e evitar complicações´´, destaca a especialista.

O tratamento geralmente envolve repouso, controle medicamentoso dos sintomas e afastamento temporário das atividades esportivas. A recomendação médica é que o atleta permaneça afastado por, pelo menos, quinze dias, reduzindo o risco da chamada concussão de segundo impacto.

``Quando ocorre uma nova pancada antes da recuperação completa do cérebro, o risco aumenta significativamente. Em situações extremas, essa segunda concussão pode provocar consequências gravíssimas e até ser fatal´´, alerta Dra. Juliana.

As principais causas da concussão no futebol estão relacionadas aos choques entre jogadores durante disputas aéreas. O impacto entre cabeças lidera as estatísticas, seguido pelos contatos com a bola e pelos choques envolvendo braços, cotovelos e mãos dos adversários.

Atacantes, zagueiros e jogadores de velocidade pelas pontas do campo figuram entre os atletas mais suscetíveis a esse tipo de lesão, principalmente em lances de disputa pelo alto.

Apesar dos riscos inerentes ao esporte, os números mostram uma evolução positiva. Desde a Copa do Mundo de 2002, a FIFA monitora sistematicamente as lesões ocorridas durante a competição. Os dados mais recentes, referentes ao Mundial do Catar em 2022, apontam uma redução gradual na incidência de lesões ao longo das últimas edições.

Entre os fatores responsáveis por essa melhora estão a evolução da arbitragem, a aplicação mais rigorosa das regras e a implementação de programas de prevenção desenvolvidos pela entidade, como o FIFA Health e o FIFA 11+, voltados para aquecimento, condicionamento físico e adoção de práticas mais seguras dentro de campo.

``A prevenção tem um papel decisivo. Hoje existe uma preocupação muito maior com a saúde dos atletas, especialmente em relação aos traumas na cabeça. Os protocolos de avaliação e retorno ao jogo evoluíram bastante e têm contribuído para reduzir a incidência e a gravidade dessas lesões´´, conclui Dra. Juliana Búrigo.

Com a Copa do Mundo de 2026 movimentando torcedores em todo o planeta, o tema volta ao centro das atenções e reforça a importância dos cuidados médicos, da prevenção e do acompanhamento especializado para preservar a saúde dos atletas dentro e fora dos gramados.







Fonte: MCatres

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Brasil x Marrocos: teste de fogo para Seleção de Ancelotti - NOVABRASIL 89,7 FM

 


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Paulo Sérgio vê Brasil pressionado, mas lembra conquistas improváveis e mantém esperança para a Copa de 2026


Às vésperas da estreia do Brasil na Copa do Mundo, o ex-atacante da seleção brasileira Paulo Sérgio admite que o Brasil ainda precisa evoluir para se consolidar entre os principais candidatos ao título. Em entrevista exclusiva ao Wettbasis, site parceiro do Somos Fanáticos, o campeão mundial em 1994, ex-jogador do Corinthians e do Bayern de Munique, avaliou que a equipe comandada por Carlo Ancelotti vive momento de construção, mas ressalta que a história da seleção mostra que o favoritismo prévio nem sempre foi determinante para o sucesso.

França mais estável, mas ‘Brasil é Brasil’

Ao analisar o atual estágio da seleção brasileira, Paulo Sérgio citou a recente derrota para a França como um indicativo de que a equipe ainda busca maior consistência, especialmente no setor ofensivo.

Segundo o ex-atacante, os franceses demonstram hoje um nível de estabilidade superior ao do Brasil, embora isso não diminua o peso histórico da camisa verde e amarela.

``Espero, como todos os brasileiros, uma boa Copa do Mundo. Vimos o jogo contra a França, não fomos tão bem. A França está mais estável no ataque do que nós no momento. Mas, de qualquer forma: Brasil é Brasil´´, afirmou.

Jejum de 24 anos aumenta pressão

Paulo Sérgio também chamou atenção para o longo período sem títulos mundiais da seleção. O Brasil não conquista uma Copa desde 2002 e chegará ao torneio de 2026 acumulando exatamente 24 anos de espera — o mesmo intervalo que separou os títulos de 1970 e 1994.

Para o ex-jogador, a pressão sobre o elenco será enorme, tornando fundamental a união em torno do trabalho de Carlo Ancelotti.

``Esperamos muito tempo para ser campeões mundiais novamente. Esperamos 24 anos antes de 1994, exatamente como agora. Mas os rapazes precisam estar altamente concentrados. A pressão no Brasil é gigantesca. Eles precisam apoiar firmemente o treinador´´, disse.

Na avaliação do campeão mundial, a dependência excessiva de um único atleta pode se tornar um problema para a seleção.

``Caso contrário, tudo vai depender do Neymar. O Neymar é o jogador-chave hoje, vamos ver o que acontece´´, completou.

Lições de 1970, 1994 e 2002

Apesar das dúvidas em torno da equipe atual, Paulo Sérgio lembrou que algumas das campanhas mais vitoriosas da história do futebol brasileiro começaram cercadas de questionamentos.

O ex-atacante revelou uma conversa que teve com Pelé sobre a preparação para a Copa de 1970. Segundo ele, nem mesmo a equipe considerada uma das maiores de todos os tempos carregava o status de favorita absoluta antes do torneio.

``Fico muito no Brasil e, há alguns anos, conversei com o Pelé — que Deus o tenha. Ele me contou que em 1970, quando os rapazes foram para a Copa, a pressão existia, mas eles não eram os favoritos absolutos antes do torneio´´.

Paulo Sérgio destacou ainda que o mesmo cenário se repetiu nas campanhas vitoriosas de 1994 e 2002. Na sua visão, a ausência de favoritismo pode até ajudar a reduzir a pressão sobre o grupo.

``Em 1994, nós também não éramos favoritos. Em 2002, as críticas antes do torneio a Ronaldo, Ronaldinho e Kaká eram enormes — e, mesmo assim, os caras conseguiram´´.

Sobre o Somos Fanáticos

O Somos Fanáticos é um site especializado em notícias e entretenimento esportivo, focado em fornecer informações de qualidade sobre o futebol europeu, Campeonato Brasileiro da Série A e os principais torneios do mundo. Seus conteúdos são originais e produzidos por uma equipe dedicada, garantindo uma cobertura completa e atualizada.

O site pertence à Better Collective. A Better Collective possui mídias esportivas globais e nacionais com a visão de se tornar o principal grupo de mídia esportiva digital. Estamos em uma missão de entusiasmar os fãs de esportes por meio de conteúdo envolvente e fomentar comunidades apaixonadas no mundo todo. O portfólio inclui diversas marcas, como: HLTV, FUTBIN, Soccernews, Action Network, Playmaker HQ, VegasInsider, Bolavip, Redgol, Torcedores e Somos Fanáticos. Com sede em Copenhague, na Dinamarca, a empresa é duplamente listada na bolsa de valores Nasdaq Stockholm (BETCO) e listada na Nasdaq Copenhagen (BETCO DKK).

Dois em cada três brasileiros ainda vestem a camisa do Brasil mesmo diante de incertezas sobre o país 


Pesquisa nacional revela que sentimento de pertencimento permanece forte mesmo diante do cansaço emocional, da insegurança financeira e da descrença nas instituições


Os brasileiros estão cansados, preocupados com o futuro e desconfiados das instituições. Ainda assim, dois em cada três afirmam ter orgulho de ser brasileiros. O dado, revelado pela pesquisa O Brasil de Agora, realizada pelo Instituto de Pesquisa Aerah House com 2 mil entrevistados em todas as regiões do país, ajuda a compreender uma das principais características do Brasil contemporâneo: a capacidade de preservar o sentimento de pertencimento mesmo em meio a um cenário marcado por incertezas e insatisfação.

O levantamento mostra que apenas 24% dos brasileiros acreditam que o país está seguindo na direção certa. Ao mesmo tempo, 70% afirmam ter pouca confiança de que o governo ajuda a população como deveria. Apesar disso, 66% dizem ter orgulho de ser brasileiros, indicando que a identidade nacional permanece mais forte do que a avaliação sobre o momento vivido pelo país.

Para Fernanda Faria, sócia-fundadora do Instituto de Pesquisa Aerah House, os resultados revelam uma distinção importante feita pelos próprios brasileiros.

``Os dados mostram que o orgulho nacional não está sendo sustentado pela avaliação do momento atual. Os brasileiros conseguem reconhecer os problemas e as incertezas do presente sem que isso enfraqueça o sentimento de pertencimento. É possível estar insatisfeito com os rumos do país e, ao mesmo tempo, continuar se reconhecendo como parte dele´´, analisa.

Segundo a pesquisa, esse orgulho parece estar menos relacionado ao desempenho das instituições e mais conectado à experiência de viver o Brasil. Aspectos como cultura, relações sociais, história compartilhada e identidade coletiva continuam exercendo um papel importante na forma como os brasileiros enxergam a si mesmos e ao país.

O estudo também retrata uma população sob forte pressão emocional. Quatro em cada dez brasileiros relatam cansaço emocional frequente, enquanto 47% afirmam sentir que têm pouco controle sobre a própria vida. Além disso, 59% dizem que precisam se dar conta de tudo mesmo quando estão exaustos, refletindo uma rotina marcada por sobrecarga e preocupações constantes.

Apesar desse cenário, a esperança segue presente. A pesquisa aponta que 82% dos brasileiros demonstram algum grau de confiança no futuro. Desse total, 36% enxergam oportunidades claras para melhorar de vida e 46% acreditam que, apesar das dificuldades, ainda é possível avançar.

``Existe uma convivência entre preocupação e esperança. As dificuldades não eliminam a expectativa de progresso. O orgulho de ser brasileiro pode funcionar como uma referência positiva em meio às incertezas, reforçando um sentimento de continuidade e pertencimento mesmo em períodos mais desafiadores´´, afirma Fernanda.

E com a chegada da Copa do Mundo, o levantamento também ajuda a explicar por que símbolos nacionais continuam despertando emoções e mobilizando milhões de pessoas. Em uma sociedade cada vez mais concentrada nos desafios individuais e familiares, momentos coletivos ganham relevância por criarem experiências compartilhadas capazes de aproximar pessoas com diferentes realidades, opiniões e trajetórias.

Para Fernanda, a Copa continua sendo um dos principais espaços de conexão coletiva do país.

``Durante algumas semanas, milhões de brasileiros acompanham os mesmos acontecimentos, compartilham emoções semelhantes e voltam a se perceber como parte de algo maior do que suas rotinas e desafios individuais. A Copa não elimina as diferenças, mas cria um espaço simbólico comum onde a identidade nacional se torna mais visível´´, explica.

O estudo mostra ainda que símbolos como a camisa da Seleção Brasileira continuam carregando forte significado cultural. Embora seu sentido tenha se tornado mais plural ao longo dos anos, ela permanece como uma das principais representações da identidade nacional e do sentimento de pertencimento compartilhado por grande parte da população.

Os resultados da pesquisa sugerem que o Brasil chega à Copa de 2026 carregando contradições. Há desconfiança, preocupação e insatisfação com os rumos do país. Mas há também orgulho, esperança e um vínculo emocional que resiste às dificuldades. Em meio a um cenário de polarização e fragmentação social, dois em cada três brasileiros mostram que a identidade nacional continua sendo um dos poucos pontos de convergência capazes de unir o país.

Sobre a pesquisa

A pesquisa “O Brasil de Agora - A Vida Sob Novas Condições” foi realizada pela Aerah House com 2.000 brasileiros acima de 18 anos em todas as regiões do país.

Com mais de 25 perguntas de diversas frentes, a coleta foi realizada em abril de 2026, com amostra representativa da população brasileira por região, sexo, faixa etária e classe social. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Sobre a Aerah House

A Aerah House é uma empresa brasileira de pesquisa, inteligência e análise de comportamento social focada em transformar dados em leituras culturais, emocionais e estratégicas sobre a sociedade contemporânea. A empresa atua no desenvolvimento de pesquisas de opinião, comportamento e tendências, buscando compreender como fatores econômicos, emocionais e sociais impactam decisões, percepções e relações humanas.

TH+ Esportes - Programa esportivo do Grupo Thathi de Ribeirão Preto - sexta-feira 12/6

 


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quinta-feira, 11 de junho de 2026

Efeito Copa: busca por camisa da Seleção movimenta R$ 1,2 bilhão no e-commerce


Homens de 25 a 44 anos lideram as transações online que somam 4 milhões de unidades vendidas, em um cenário de compras pautado pela busca de canais confiáveis para evitar fraudes


A proximidade da Copa do Mundo acendeu o comércio eletrônico brasileiro e provocou uma verdadeira arrancada nas vendas de artigos esportivos. Impulsionado diretamente pela busca dos torcedores pelos novos uniformes da Seleção Brasileira, o mercado nacional de camisas de futebol movimentou expressivos R$ 1,2 bilhão na internet entre janeiro e o início de junho de 2026, segundo dados da Confi estruturados a partir da plataforma Neotrust.

O faturamento representa um crescimento histórico de 80,2% em comparação com o mesmo período do ano passado, consolidando o ambiente digital como o principal gramado de compras do consumidor.

O grande motor dessa engrenagem comercial foi o lançamento da nova armadura da equipe nacional. Entre os dias 13 de março (data do lançamento oficial) e 2 de junho, os brasileiros adquiriram 915 mil camisas oficiais da seleção canarinho. Essa demanda massiva injetou R$ 382 milhões no varejo digital, registrando um valor médio expressivo de R$ 417,50 por peça adquirida.

Perfil do Consumidor e Desempenho do Segmento

No balanço geral do setor, mais de 4 milhões de unidades de camisas de clube e seleções foram comercializadas nos primeiros cinco meses do ano, um volume 69,1% superior ao registrado em 2025, com ticket médio geral fixado em R$ 295,90. O perfil traçado pela pesquisa aponta que os homens lideram o engajamento com o setor, sendo responsáveis por 78,2% das transações registradas, enquanto o público feminino responde por 21,8% do total. A faixa etária que se mostrou mais ativa nas conversões digitais concentra-se entre os 25 e 44 anos.

Geograficamente, a liderança absoluta ficou com a região Sudeste, que concentrou 65,9% de todo o faturamento da categoria no país. A região movimentou sozinha R$ 790,5 milhões, o que equivale a um salto de 80,1% em sua receita em relação ao ano anterior. Os dados que mapeiam o setor são da Confi, empresa de inteligência voltada para o varejo, que baseia suas análises em informações coletadas pela plataforma Neotrust, responsável por acompanhar as transações de mais de 7 mil lojas parceiras e o comportamento de 85 milhões de consumidores digitais.

O Caminho Digital da Compra: Conexão com o Mapa da Busca 

Essa explosão nas vendas online de moda esportiva conversa diretamente com as transformações no comportamento do brasileiro mapeadas pelo estudo "O Mapa da Busca no Brasil em 2026", desenvolvido pela Optimiza em parceria com a AB Pesquisas. A pesquisa revela que o setor de "Moda, acessórios e calçados" lidera de forma isolada o ranking de categorias com maior volume de compras online no país, estando presente em 56% das aquisições digitais recentes dos brasileiros.

Para compreender esse cenário complexo, a especialista em SEO Júlia Neves, CEO da Optimiza Marketing, destaca a maturidade atual do mercado. Segundo ela, os dados revelam um panorama corporativo que vai muito além de métricas superficiais de plataformas:

``Mais do que discutir canais, este estudo revela algo ainda mais profundo: a confiança se tornou o ativo central da economia digital. Em um mundo saturado de anúncios, conteúdo sintético e promessas fáceis, o consumidor brasileiro aprendeu a cruzar fontes, desconfiar, validar e escolher com mais critério´´.

Essa mudança comportamental explica por que a jornada para descobrir e fechar as compras das camisas não é linear. De acordo com o relatório, a fase de descoberta migrou fortemente para os e-commerces integrados: os marketplaces hoje lideram o início dessa jornada com 27,3% das menções, superando os 15,9% do Google tradicional. No caso de artigos altamente visuais e de forte apelo emocional, as redes sociais também dividem espaço como vitrines de inspiração.

Diante do medo de fraudes e pirataria na internet, o torcedor brasileiro não toma decisões às cegas. Para escapar do excesso de links patrocinados, 43,5% dos consumidores apontam que as avaliações de outros compradores e a prova social são os fatores que mais influenciam a decisão final de abrir a carteira. Além disso, em cenários de dúvida sobre a legitimidade dos e-commerces esportivos, 53,1% dos usuários recorrem ao Google como o critério definitivo de desempate para validar as informações antes de finalizar o pagamento nos canais de alta credibilidade.